Imagens e memórias: a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco nas fotografias de seu acervo / PPGCI – UFPE

Imagens e memórias: a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco nas fotografias de seu acervo / PPGCI – UFPE

Análise das fotografias do acervo da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE), com ênfase nas comemorações de aniversário da instituição voltada aos aspectos relacionados à memória e à trajetória histórica. Considerando a BPE como espaço de memória, as imagens são analisadas como documentos capazes de atravessar temporalidades, materialidades e significados, contribuindo para a construção e preservação da memória institucional. O objetivo é compreender como as fotografias da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco revelam aspectos da memória institucional, a partir da articulação entre documentos e registros de memória. Para tanto, o estudo articula os conceitos de memória e documentação com base em autores da Ciência da Informação (CI) e áreas afins, refletindo sobre como as imagens contribuem para a construção de narrativas que envolvem a BPE.

#BibliotecasPúblicas #Fotografias

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68521

Programa de competência em informação da rede de bibliotecas escolares do sistema municipal de ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil: planejamento e análise / RICI

Programa de competência em informação da rede de bibliotecas escolares do sistema municipal de ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil: planejamento e análise / RICI

Tem-se como objetivo analisar os processos de planejamento e análise do programa de competência em informação na Rede de Bibliotecas Escolares do Sistema Municipal de Ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil.

Os resultados mostram que: a) o planejamento é realizado anualmente, com encontros (oficinas, palestras, cursos) mensais com os bibliotecários e auxiliares da Rede, com temáticas referentes às fontes de informação da biblioteca e online, pesquisa escolar, diversidade e inclusão, entre outros; b) o relatório de gestão contém os projetos realizados pelos bibliotecários nas escolas; as parcerias: internas (professores e equipes pedagógicas) e externas (escritores, comunidade, etc.); a quantidade de materiais emprestados em cada ano e, consequentemente, seu aumento gradual; o projeto “Entre Versos e Rimas” e seus eventos de premiação.

#Coinfo #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/RICI/article/view/61406

Xenofobia regional no discurso bolsonarista: formações discursivas e impactos na organização do conhecimento / PPGCI – UFSC

Xenofobia regional no discurso bolsonarista: formações discursivas e impactos na organização do conhecimento / PPGCI – UFSC

Esta tese investiga como a xenofobia regional contra o Nordeste é construída, sistematizada e legitimada no discurso bolsonarista entre 2013 e 2023. A pesquisa parte da hipótese de que o preconceito regional não se manifesta de forma isolada, mas se articula em uma lógica discursiva estruturada, historicamente sedimentada e atualizada em ambientes informacionais contemporâneos. Para analisar esse fenômeno, a investigação integra a Análise do Discurso (AD) de linha francesa, conforme Michel Pêcheux, com a Análise de Domínio (ADo) sociocognitiva de Birger Hjørland, permitindo compreender a xenofobia não apenas como conteúdo verbal, mas como mecanismo de Organização do Conhecimento (OC) hierárquico e ideologicamente orientado. O corpus da pesquisa compreende falas públicas, declarações e postagens de Jair Bolsonaro, rastreadas em mídias sociais (X/Twitter, Facebook, Instagram, Telegram e YouTube) e registros jornalísticos de alta credibilidade. A coleta e sistematização foram auxiliadas por ferramentas de Inteligência Artificial, incluindo Gemini Pro para varredura exploratória e ChatGPT (modelo GPT 5) para organização, verificação cruzada e padronização dos dados, garantindo rastreabilidade, relevância discursiva e compatibilidade temporal. A análise lexicométrica foi realizada com o Sketch Engine, permitindo identificar recorrências lexicais, co-ocorrências e palavras-chave que evidenciam padrões de sentido e categorias classificatórias; o uso desta ferramenta já foi validado em estudos anteriores, como Barros et al. (2024). Os resultados revelam a materialização da xenofobia por meio de três Formações Discursivas centrais e interconectadas, que operam como dispositivos de classificação social.

#Xenofobia #GovernoBolsonaro

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272317

A comunidade científica e os desafios da política de pesquisa e inovação em saúde / ABC

A comunidade científica e os desafios da política de pesquisa e inovação em saúde / ABC

As últimas décadas registraram extraordinários avanços científicos na pesquisa básica integrando química, computação e, especialmente, cobrindo temas da genética e da biologia molecular que resultaram na descoberta de diversas ferramentas tecnológicas. Em poucos anos, esses avanços científicos resultaram na integração da ciência básica com a pesquisa translacional gerando inovações tecnológicas que revolucionaram profundamente o processo de desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas e também de novos processos e procedimentos clínicos e terapêuticos com aplicabilidade nas avançadas formas de terapias genica e celular e uso da engenharia tecidual, abrindo possibilidades reais de tratar e, em alguns casos, curar doenças até então consideradas intratáveis.

#PolíticaCientífica #Saúde

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2026/02/19/a-comunidade-cientifica-e-os-desafios-da-politica-de-pesquisa-e-inovacao-em-saude/

Seu orientador nunca aprendeu a orientar / Limongi

Seu orientador nunca aprendeu a orientar / Limongi

O orientador não herda apenas o conhecimento da sua área. Ele herda o modelo de orientação em que viveu. A lógica, o ritmo, as expectativas implícitas, a forma como o sofrimento foi tratado — ou ignorado — durante a sua própria formação.

Se o doutorado foi difícil para ele, será difícil para os orientandos. Não porque ele quer isso. Mas porque é o único modelo que conhece internamente.

Se o orientador foi formado na crença de que pressão gera excelência, ele vai pressionar. Se aprendeu que distância é profissionalismo, vai se distanciar. Se nunca teve espaço para questionar a abordagem metodológica, vai tratar o método como dogma. E aqui chegamos num ponto que poucos querem nomear.

#Orientação #PósGraduação

via Limongi

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-188442880

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O Brasil permanece, de forma persistente, entre as nações mais desiguais do planeta. Seja pelo Índice de Gini ou pela disparidade na apropriação do PIB entre os extremos da pirâmide, figuramos entre os 5% dos países com maior concentração de renda, ao lado de países como África do Sul, Colômbia e Haiti. Essa desigualdade não é apenas um retrato estático do presente; ela projeta o destino educacional dos jovens e molda a fisionomia do país nas próximas décadas. Para se ter uma ideia quantitativa, enquanto no Brasil a renda média dos 10% mais ricos é mais de 30 vezes superior à dos 10% mais pobres, nos EUA essa relação é de seis a sete vezes, nos países europeus gira em torno de quatro a cinco vezes ou mesmo, em alguns deles, aproxima-se de três vezes.

via Jornal da USP

#Desigualdade #Educação

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/otaviano-helene/o-circulo-vicioso-da-desigualdade-renda-e-educacao-no-brasil/

O que é um bibliotecário? / Hannah’s Web log

O que é um bibliotecário? / Hannah’s Web log

Além disso, a biblioteconomia nem sempre esteve ligada aos ideais de liberdade intelectual e acesso aberto — os bibliotecários eram verdadeiros guardiões, restringindo quem podia acessar o quê. Historicamente, as bibliotecas eram repositórios exclusivos para escribas, sacerdotes e a elite. A identidade profissional que construímos em torno do empoderamento das pessoas com acesso à informação é uma construção relativamente moderna, surgida juntamente com os movimentos pela educação universal e pela reforma democrática, ainda mais impulsionada pelas mudanças tecnológicas nos séculos XX e XXI — não algo inerente e atemporal à biblioteconomia. (…)
Um bibliotecário é quem ou o que o contexto exigir. As organizações precisam de títulos para funcionar, o público usa palavras para expressar coisas, e as pessoas têm o direito de carregar suas identidades profissionais como um pequeno adorno que lhes dá inspiração e propósito. O problema surge quando confundimos esses significados. Nada disso é realmente tão complicado — exceto que, aparentemente, é, porque continuamos escrevendo sobre isso. Eu inclusive.

#FundamentosDACI #AtuaçãoProfissional

via Hannah’s Web log

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2026_02_18_Whatisalibrarian

Aporte teórico-metodológico para a representação de dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas / PPGCI – UFF

Aporte teórico-metodológico para a representação de dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas / PPGCI – UFF

Como resultado, foram sistematizados e articulados aportes teórico-metodológicos que permitiram identificar aspectos generalizáveis aplicáveis à representação dos dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas, os quais fundamentaram a proposição de um conjunto de metadados voltado à sua descrição de maneira estruturada. A pertinência desses aportes e dos aspectos propostos foi verificada por meio de um procedimento de validação aplicado à descrição de um artigo central desta tese, confirmando a consistência teórico-metodológica da proposta.

#DadosDePesquisa #Metadados

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43041

O acesso aberto da Diamante precisa de instituições, não de heróis / Scholarly Kitchen

O acesso aberto da Diamante precisa de instituições, não de heróis / Scholarly Kitchen

O acesso aberto diamante goza, com razão, de forte apoio normativo. Alinha-se estreitamente com valores acadêmicos de longa data em torno do acesso, da governança comunitária e da missão pública da pesquisa. Mas ideais por si só não sustentam sistemas — e o heroísmo também não. Os sistemas só perduram quando a infraestrutura é deliberadamente projetada, financiada e governada.

Se financiadores e instituições desejam que o acesso aberto a diamantes ultrapasse exceções admiráveis, devem conceber ambientes em que o compromisso seja incentivado, em vez de ser dado como certo, e em que a responsabilidade seja partilhada, em vez de individualizada. A questão não é se os académicos estão dispostos a contribuir.

#AcessoAberto #AcessoAbertoDiamante

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/02/18/guest-post-diamond-open-access-needs-institutions-not-heroes/

10 passos para um uso reflexivo, crítico e ético da IA / Interbibliotecas

10 passos para um uso reflexivo, crítico e ético da IA / Interbibliotecas

Portanto, a integração da IA nas bibliotecas não deve ser motivada pelo entusiasmo pela novidade ou por promessas de automação total, mas sim por uma decisão contextualizada: alinhada aos direitos, à diversidade cultural e linguística, à justiça social, à ética do cuidado e à centralidade da ação humana. Por essa razão, esta nota propõe um guia de dez pontos para orientar um uso crítico, responsável e comunitário da IA, entendida como uma ferramenta complementar ao trabalho bibliotecário e não como um substituto da mediação humana, com conteúdo baseado no Guia prático para o uso e análise reflexiva de ferramentas de Inteligência Artificial em bibliotecas públicas e comunitárias. Guía práctica para el uso reflexivo y el análisis de herramientas de Inteligencia Artificial en bibliotecas públicas y comunitarias.

#IA #Bibliotecas

via Interbibliotecas

Disponível em: https://www.iberbibliotecas.org/por/10-pasos-para-un-uso-reflexivo-critico-y-etico-de-la-ia/

Como a IA redesenha a prática científica — e por que isso exige governança e reflexão ética? / Science Arena

Como a IA redesenha a prática científica — e por que isso exige governança e reflexão ética? / Science Arena

“Ferramentas de IA devem ser tratadas como ‘bons estagiários’, ávidos por aprender. Mas assim como o doutorando jamais submeteria um texto de estagiário sem revisão para uma publicação, tampouco deve encaminhar trabalhos feitos com IA sem a devida verificação”, disse Scalco.

A IA, nesse sentido, deve ser vista não apenas como mera ferramenta, mas como um agente de mudança estrutural, cujas implicações éticas e políticas precisam ser compreendidas, debatidas e incorporadas nos sistemas institucionais e na formação científica.

#IA #PesquisaCientífica

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/como-a-ia-redesenha-a-pratica-cientifica-e-por-que-isso-exige-governanca-e-reflexao-etica/

A relação entre o uso de vídeos curtos e o desempenho acadêmico de alunos do ensino fundamental / PlosOne

A relação entre o uso de vídeos curtos e o desempenho acadêmico de alunos do ensino fundamental / PlosOne

Os resultados da pesquisa indicam que quanto mais os alunos do ensino fundamental usam vídeos curtos, menor é seu desempenho acadêmico, com a atenção atuando como mediadora nessa relação. Quanto maior a duração do uso de vídeos curtos pelos pais, maior o efeito exacerbador sobre o impacto negativo na atenção dos alunos, causado pelo uso de vídeos curtos, devido ao seu efeito moderador positivo. Este estudo fornece informações cruciais para pais, educadores e plataformas de vídeos curtos, oferecendo referências valiosas para a formulação de estratégias educacionais mais fundamentadas científica e logicamente.

#Ensino #MídiasSociais #SucessoAcadêmico #Instagram #TikTok

Disponível em: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0309899

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