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Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa e a construção colaborativa de um campo especializado de conhecimentos e práticas – a Biblioteconomia Educativa, por Edmir Perrotti e Ivete Pieruccini / Divulga-CI

Rede de Pesquisa em Biblioteconomia Educativa e a construção colaborativa de um campo especializado de conhecimentos e práticas – a Biblioteconomia Educativa, por Edmir Perrotti e Ivete Pieruccini / Divulga-CI

“A Biblioteconomia Educativa é um campo de conhecimentos especializados indispensáveis ao enfrentamento de desafios próprios de nossa época. Nesse sentido, reconhecer sua centralidade coloca-nos diante de uma importante responsabilidade e importante desafio, a ser enfrentado por todos nós inscritos na área”, destacam os pesquisadores Prof. Dr. Edmir Perrotti e Profa. Dra. Ivete Pieruccini, da Universidade de São Paulo.

#BiblioteconomiaEducativa

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-10-out-2026/editorial-rede-de-pesquisa-em-biblioteconomia-educativa-e-a-construcao-colaborativa-de-um-campo-especializado-de-conhecimentos-e-praticas-a-biblioteconomia-educativa-por-edmir-perrotti-e-ivete-pier/

Acessibilidade em bibliotecas de Institutos Federais / Biblionline

Acessibilidade em bibliotecas de Institutos Federais: percepções de bibliotecárias na Região Metropolitana de Goiânia / Biblionline

Os resultados evidenciam que as participantes reconhecem a acessibilidade como elemento central para a inclusão, associando-a às dimensões físicas, informacionais e atitudinais. Contudo, persistem fragilidades nas dimensões arquitetônica, instrumental e programática, além da insuficiência de tecnologias assistivas e de ações sistemáticas de formação profissional. Conclui-se que a consolidação de bibliotecas efetivamente inclusivas nos Institutos Federais requer planejamento, investimento contínuo e incorporação da acessibilidade como diretriz estruturante dos serviços informacionais.

#Acessibilidade #InstitutosFederais

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/78561

Edgar Bisset-Alvarez: “Quando um projeto de humanidades digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava decidido desde a concepção” / Otlet

Edgar Bisset-Alvarez: “Quando um projeto de humanidades digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava decidido desde a concepção” / Otlet

Eu diria que, quando um projeto de Humanidades Digitais desaparece ao término de seu financiamento, seu destino já estava selado desde a fase de concepção. Os recursos costumam chegar em ciclos de cerca de cinco anos e quase nunca incluem verbas para manter, atualizar ou refazer o que foi construído — mesmo que, nesse período, a tecnologia mude consideravelmente. A alternativa que mais me convence é a do *Endings Project*, da Universidade de Victoria: pensar, desde o primeiro dia, em algo que possa ser arquivado, com poucas dependências, sites estáticos e uma boa documentação. E, antes mesmo de salvar o primeiro arquivo, é preciso reunir pesquisadores, desenvolvedores e bibliotecários para definir o que acontecerá quando o dinheiro acabar. Não é uma tarefa confortável, pois exige abrir mão daquelas plataformas fáceis de montar — que acabam gerando uma dívida técnica que ninguém paga depois —, sendo a interface, ainda hoje, o elemento mais difícil de preservar. Mas funciona: a biblioteca de Victoria conseguiu arquivar seu primeiro projeto justamente porque ele seguia esses princípios. Outra situação que conhecemos é o resgate por iniciativa pessoal. James Cummings relata que duas edições digitais — *CURSUS* e o diário de William Godwin — teriam se perdido sem a sua intervenção; da mesma forma, o *King’s Digital Lab* precisou organizar cerca de cem projetos acumulados ao longo de vinte anos. Admiro esse trabalho, mas não o classificaria como uma política.

#HumanidadesDigitais #ProjetosWeb #CiênciaAberta

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/edgar-bisset-cuando-un-proyecto-de-humanidades-digitales-desaparece-al-terminar-su-financiamiento-su-suerte-ya-estaba-decidida-desde-el-diseno/

Cadastro do ORCID na Plataforma Sucupira: como fazer? / Biblioteca ECA-USP

Cadastro do ORCID na Plataforma Sucupira: como fazer? / Biblioteca ECA-USP

É possível vincular o ORCID à Plataforma Lattes (veja aqui um tutorial elaborado pela Biblioteca ICBS, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Com o andamento do processo de interoperabilidade do Programa de Governança Colaborativa de Informações (GoPG), que prevê a importação de publicações para Portal Pessoal a partir da OpenAlex, também é necessária a vinculação do ORCID com a Plataforma Sucupira. A OpenAlex é uma base de dados de Acesso Aberto e apresenta uma cobertura de literatura científica latino-americana e de humanidades bastante relevante; por isso, vem disputando espaço com bases como a Web of Science e Scopus.

#ORCID

via Biblioteca ECA-USP

Disponível em: https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2026/10/16/cadastro-do-orcid-na-plataforma-sucupira-como-fazer/

Maior conjunto de indicadores de reutilização de dados já está disponível de forma aberta / Meke Data Count

Maior conjunto de indicadores de reutilização de dados já está disponível de forma aberta / Meke Data Count

A Make Data Count e a Digital Science lançaram uma coleção aberta e contextualizada — a primeira do gênero — de vínculos entre artigos de pesquisa e os conjuntos de dados (datasets) que eles citam ou reutilizam. Essa iniciativa dá continuidade ao trabalho de uma década da Make Data Count para tornar publicamente acessíveis todas as conexões entre dados e artigos científicos, contando com a experiência e a infraestrutura da Digital Science para ampliar significativamente o recurso.

A coleção, já disponível por meio da Make Data Count, reúne um conjunto abrangente de datasets mencionados em artigos de pesquisa de diversas áreas, identificados por meio de DOI ou número de acesso. Sempre que as evidências permitem, esses vínculos são classificados como primários (dados gerados especificamente para o artigo) ou secundários (dados preexistentes reutilizados no estudo). Desenvolvido pela Digital Science em colaboração com a Make Data Count e utilizando algoritmos de código aberto, o recurso está disponível sob uma licença CC0 (dedicação ao domínio público). Ele será atualizado mensalmente, com versões datadas, permitindo que os usuários citem a versão específica que utilizaram.

#DadosAbertos #DadosDePesquisa

Disponível em: https://makedatacount.org/read-our-blog/new-frontier-for-open-data-metrics/

Redes sociais ampliam a desinformação científica e desafiam a credibilidade da ciência / Jornal da USP

Redes sociais ampliam a desinformação científica e desafiam a credibilidade da ciência / Jornal da USP

A disseminação de informações falsas sobre ciência nas redes sociais é impulsionada por algoritmos que priorizam conteúdos capazes de provocar emoções fortes, como medo, surpresa e indignação. Segundo o especialista Luli Radfahrer, mensagens simples, categóricas e sensacionalistas costumam gerar mais engajamento do que informações científicas, que exigem cautela, explicações e linguagem técnica.

Entre os temas mais afetados pela desinformação estão vacinas, mudanças climáticas, hábitos saudáveis, tratamentos alternativos e promessas de curas milagrosas. A repetição de informações falsas, mesmo quando o objetivo é desmenti-las, também pode reforçar sua memorização, fenômeno conhecido como efeito da familiaridade.

#Desinformação #MídiasSociais

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/redes-sociais-ampliam-a-desinformacao-cientifica-e-desafiam-a-credibilidade-da-ciencia/

Sistematização de critérios de qualidade para bibliotecas digitais / Biblionline

Sistematização de critérios de qualidade para bibliotecas digitais / Biblionline

Como principal resultado, propõe-se um modelo de critérios de qualidade organizado em cinco categorias fundamentais: Conteúdo e Coleção; Interface e Usabilidade; Sistema e Tecnologia; Serviços e Suporte; e Gestão e Organização. A estrutura proposta evidencia que a qualidade em bibliotecas digitais transcende requisitos estritamente tecnológicos, incorporando dimensões relacionadas à preservação digital, à qualidade do sistema, à experiência do usuário e à sustentabilidade institucional. Conclui-se que a sistematização apresentada constitui um referencial teórico-metodológico consistente para orientar o desenvolvimento e a avaliação de bibliotecas digitais.

#BibliotecasDigitais

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/78687

Listas de periódicos confiáveis ​​chegam ao OpenAlex / OpenAlex

Listas de periódicos confiáveis ​​chegam ao OpenAlex / OpenAlex

A confiança na ciência está sob mais pressão do que há muito tempo. Fábricas de papel, periódicos sequestrados, redes de citação e uma enxurrada de manuscritos escritos por máquinas significam que “este é um periódico legítimo?” é agora uma pergunta que todo leitor, revisor, financiador e universidade precisa fazer. E as ferramentas para respondê-la não acompanharam essa evolução.

A resposta tradicional é uma lista de bloqueio. Algo como a antiga Lista de Beall : uma relação de periódicos predatórios, para que você possa filtrá-los de uma busca, uma avaliação, uma revisão sistemática. Entendemos o apelo. Ninguém quer citar uma fábrica de artigos por acidente.

Mas não estamos criando uma lista de bloqueio, e não achamos que você queira uma também. Bibliotecários vêm defendendo isso há uma década : listas de bloqueio são opacas , tornam-se obsoletas assim que são publicadas, atraem processos judiciais e impactam mais fortemente justamente os periódicos que menos podem absorver o prejuízo… pequenos, novos, não anglófonos e do Sul Global. A Lista de Beall foi desativada em 2017. Desde então, a recomendação tem sido consistente: não filtre o ruim, filtre o bom. Use listas de permissão .

#ListasDePeriódicos #OpenAlex #DOAJ #MedLine #SciELO #Latindex

via OpenAlex

Disponível em: https://blog.openalex.org/trusted-journal-lists-come-to-openalex/

Mais universidades do Reino Unido encerram contratos com a Turnitin à medida que crescem as preocupações / Inside Higher Ed

Mais universidades do Reino Unido encerram contratos com a Turnitin à medida que crescem as preocupações / Inside Higher Ed

Newcastle e Westminster juntam-se a Southampton na decisão de não renovar o contrato com a ferramenta de detecção de plágio, em meio a questionamentos sobre como esse serviço — antes onipresente — está se adaptando à era da inteligência artificial (IA). (…)

Phil Newton, professor de neurociência na Universidade de Swansea, afirmou que a ascensão da IA ​​reduziu a necessidade do serviço principal de detecção de plágio do Turnitin, uma vez que seu detector de IA tem se mostrado pouco útil para as universidades.
“Acredito que as universidades do Reino Unido utilizam, em sua maioria, apenas a função de detecção de originalidade do Turnitin, e não a ferramenta para identificar textos escritos por IA”, disse ele. “A maior parte dos estudantes universitários utiliza IA em suas avaliações, e a maioria deles ainda é avaliada por meio de trabalhos escritos — como redações feitas em casa —, tarefas nas quais a IA tem um desempenho muito bom. A função de ‘originalidade’ do Turnitin não detecta textos gerados por IA; portanto, ela é, em grande parte, redundante.”
Newton não considera que o custo da licença do Turnitin represente um ônus financeiro significativo no “contexto geral do orçamento de uma universidade”, mas concorda que “a maioria das universidades britânicas enfrenta uma situação financeira difícil, de modo que qualquer economia é bem-vinda”.

#Turnitin #DectatoresDeIA

via Inside Higher Ed

Disponível em: https://www.insidehighered.com/news/students/academics/2026/10/15/more-uk-universities-end-turnitin-contracts

Por trás de um diagrama PRISMA: o trabalho invisível de uma revisão sistemática / BiblioGETAFE

Por trás de um diagrama PRISMA: o trabalho invisível de uma revisão sistemática / BiblioGETAFE

Quanto trabalho existe por trás de um diagrama PRISMA? Quem participa de equipes de revisões sistemáticas sabe que é muito mais do que parece.

O fluxograma PRISMA 2020 resume o processo de identificação e seleção de estudos: registros recuperados, duplicatas eliminadas, referências triadas, relatórios avaliados na íntegra, exclusões e estudos finalmente incluídos. Tudo parece muito organizado quando vemos o diagrama pronto.

No entanto, fazer com que todos os números batam e, sobretudo, conseguir explicar a origem de cada um deles pode se tornar uma das tarefas mais trabalhosas de uma revisão sistemática.

#RevisãoSistemática

via BiblioGETAFE

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/10/15/detras-de-un-diagrama-prisma-el-trabajo-invisible-de-una-revision-sistematica/

Quem disse que comunicação pública não precisa de audiência? / Observatório de Imprensa

Quem disse que comunicação pública não precisa de audiência? / Observatório de Imprensa

A comunicação pública não deve competir para ser a mais barulhenta. Mas também não deve aceitar ser inaudível. O objetivo não é transformar o público em audiência. É transformar a audiência em público.

E talvez essa seja uma das diferenças essenciais entre a comunicação comercial e a comunicação pública: enquanto a primeira frequentemente pergunta “o que prende a atenção?”, a segunda precisa perguntar também “o que é socialmente necessário comunicar?”. Mas uma comunicação pública contemporânea precisa fazer as duas perguntas — e encontrar formas inteligentes de aproximá-las.

Porque, no fim, não há mérito em produzir uma comunicação pública de alta qualidade que ninguém vê, ninguém ouve e ninguém conhece. A busca por audiência, quando subordinada ao interesse público e aos princípios da comunicação pública, não é perda de qualidade. É busca por relevância social.

#ComunicaçãoPública #Jornalismo

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/comunicacao-publica/quem-disse-que-comunicacao-publica-nao-precisa-de-audiencia/

Foram mais de 30 anos de universidade pública para poder escrever esta coluna / Folha de S. Paulo

Foram mais de 30 anos de universidade pública para poder escrever esta coluna / Folha de S. Paulo

(…) A manutenção do sistema federal de educação superior, de sua existência e de seu financiamento, estará nas mãos de quem for empossado em janeiro. A manutenção das bolsas para alunos de mestrado, doutorado, iniciação científica, além de outras destinadas a permitir que pessoas em situação financeira mais fragilizada se mantenham na universidade.

A manutenção, também, do sistema de cotas que mudou a cara não apenas da própria universidade, mas também da sociedade brasileira, povoada agora por profissionais mais diversos e representativos, que põem em pauta temas e objetivos de grupos que antes tendiam a ser escanteados. (…)

Agora, se vier a assumir a Presidência um senador que diz que pretende tirar as universidades federais do Ministério da Educação e declara que as bolsas de pesquisa devem ser destinadas às ciências duras e à inteligência artificial —e não a áreas que “não agreguem nada” ao país—, saiba que é de mim, que é de nós que ele está falando.

Nós, que não somos “o mercado”, nós que insistimos em pensar por conta própria, nós, que não agregamos nada, a não ser tudo o que faz sentido e pode dar sentido.

#UniversidadesPúblicas

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/caetano-w-galindo/2026/10/foram-mais-de-30-anos-de-universidade-publica-para-poder-escrever-esta-coluna.shtml