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Missão Informação / Pedro Andretta

Missão Informação / Pedro Andretta

O futuro precisa de quem sabe buscar.

Entre em uma missão sobre tecnologia, memória, cultura, pesquisa e acesso à informação. Descubra seu perfil e por que a Biblioteconomia pode ser o seu próximo passo.

(Conheça essa gamificação criada para o evento: “Universidade de Portas Abertas da UNIR” para divulgar o Curso de Biblioteconomia entre estudantes do Ensino Médio. No game, a depender do nome adicionado sua missão será diferente; a medida que acerta as questões o “radar de talentos” vai construindo seu perfil; a última questão tem maior peso na construção do perfil. Ao concluir, você pode ganhar 4 opções de brindes. Se errar 3 vezes, é game over.)

#Gamificação #Biblioteconomia

Disponível em: https://www.labci.online/missaoinformacao/

Não, nós, bibliotecários, não “apenas organizamos livros”: 6 mitos sobre a nossa profissão / Soy Bibliotecario

Não, nós, bibliotecários, não “apenas organizamos livros”: 6 mitos sobre a nossa profissão / Soy Bibliotecario

MITO 1: “O bibliotecário apenas organiza livros”

MITO 2: “Com a internet, não são mais necessários bibliotecários”

MITO 3: “As bibliotecas são lugares silenciosos e entediantes”

MITO 4: “Qualquer um pode fazer o trabalho”

MITO 5: “Os bibliotecários trabalham apenas em bibliotecas”

MITO 6: “É uma profissão do passado”

#Bibliotecários

via Soy bibliotecario

Disponível em: https://soybibliotecario.blogspot.com/2026/09/no-los-bibliotecarios-no-solo.html

A IA está arruinando a produção acadêmica / Chronicle

A IA está arruinando a produção acadêmica / Chronicle

Pergunte a qualquer editor de periódico hoje sobre os efeitos da IA ​​generativa na publicação acadêmica e você ouvirá um sermão. Não se trata apenas de o estilo da IA ​​ser irritante (embora seja). Além do estilo sintaticamente plano, lexicalmente rebuscado, afetado e enfadonho da escrita gerada por IA, os editores de periódicos estão recebendo solicitações completas de revisão e reenvio executadas milagrosamente em uma única noite. E estamos sendo inundados por submissões. Em conferências acadêmicas recentes em linguística aplicada e estudos da escrita, editores de periódicos acadêmicos relataram que suas taxas de submissão dobraram ou até triplicaram no último ano.

#ProduçãoCientífica #IA #ComunicaçãoCientífica #IASlop

via Chronicle

Disponível em: https://www.chronicle.com/article/ai-is-ruining-scholarship

GPT-6 Astra conclui jogo de Captcha e recebe “certificado” de humano / Tecnoblog

GPT-6 Astra conclui jogo de Captcha e recebe “certificado” de humano / Tecnoblog

O Captcha é uma das principais barreiras usadas por plataformas online contra bots e, agora, IAs agênticas. Mas não parece ser um problema para o modelo GPT-6 Astra, recém-anunciado pela OpenAI: em um teste, o modelo conseguiu concluir as 48 fases do jogo “I am not a Robot” (Não sou um Robô), criado pelo desenvolvedor Neal Agarwal.

A demonstração foi publicada pelo programador Sharif Shameem, que mostrou a IA usando um navegador para resolver os desafios até o fim, quando a própria página emitiu um certificado digital de “humano verificado”.

#IA #Captcha

via Tecnoblog

Disponível em: https://tecnoblog.net/noticias/gpt-6-astra-conclui-jogo-de-captcha-e-recebe-certificado-de-humano/

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

  • Embora o uso da IA ​​generativa esteja em plena expansão, o desempenho dos alunos já havia começado a cair antes do surgimento dessas ferramentas.
  • Entre os sistemas educacionais de melhor desempenho, as formas de utilização da IA ​​variam significativamente. O estudo PISA sugere distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que podem apoiá-lo. Os resultados do PISA 2025 são preocupantes.

Entre 2015 e 2025, a média dos países da OCDE caiu 22 pontos em matemática — o equivalente a pouco mais de um ano de aprendizado — e 28 pontos em leitura. Além disso, 20% dos jovens de 15 anos encontram-se agora abaixo do nível básico de competência nas três áreas avaliadas, em comparação com 16% em 2022.

(…)

Embora a IA permita delegar certas atividades cognitivas necessárias à aprendizagem — como resumir, escrever, argumentar ou resolver problemas —, ela também pode servir de suporte ao fornecer uma pista, uma explicação ou um retorno que permita ao aluno dar continuidade à sua reflexão.

É, portanto, essencial distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que contribuem para sustentá-lo e favorecem uma aprendizagem mais personalizada. O modelo #ppAI6 permite distinguir esses diferentes níveis de uso, desde a delegação excessiva à IA até usos criativos e transformadores.

#Pisa

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/pisa-2025-lia-est-elle-responsable-de-la-baisse-des-resultats-291580

Pedro Bandeira: ‘Sem os professores, eu não sou ninguém’ / Porvir

Pedro Bandeira: ‘Sem os professores, eu não sou ninguém’ / Porvir

Pedro Bandeira – A sala de aula me fez escritor, porque, infelizmente, o Brasil não é o país do livro. Uma grande parte da população brasileira é mal letrada. Isso é um grande problema que nós temos. Quem faz um país é um povo. Se você tem um povo mal preparado, a coisa é difícil.

Por isso, o trabalho do professor é fundamental, porque as nossas famílias não dão tanta atenção à educação como deveriam. As professoras que nos leem sabem que, quando convocam uma reunião de pais, comparecem aqueles pais dos alunos que são bonzinhos, que fazem tudo direitinho. O pai do “demoninho”, ela nem sabe a cara dele. Por isso que ele é um “demoninho”. Nunca ouviu uma historinha no colo da mamãe, nunca recebeu um livrinho, uma revistinha, um quadrinho para folhear.

Essa é uma dificuldade com a qual a professora tem que lidar. Ainda mais em um país como o Brasil, em que a carreira do professor não tem o merecimento que deveria.

#Escritores #Professores #Entrevista #Educação

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/pedro-bandeira-sem-os-professores-eu-nao-sou-ninguem/

A biblioteca pública do estado do Rio Grande do Sul como agente de transformação na promoção dos objetivos de desenvolvimento sustentável / PPGCI – UFPB

A biblioteca pública do estado do Rio Grande do Sul como agente de transformação na promoção dos objetivos de desenvolvimento sustentável / PPGCI – UFPB

Foram mapeadas 91 ações, distribuídas em categorias como literatura, música, exposições e iniciativas especiais. Houve clara predominância de ações vinculadas ao ODS 4 (Educação de Qualidade – 43,12%) e ao ODS 10 (Redução das Desigualdades – 27,52%). Projetos como o “BPE+Cultura”, realizado no entorno físico da biblioteca, e o “Chapéu Acústico” demonstram a capacidade da instituição de ocupar o espaço urbano e promover a inclusão social e o acesso democrático à cultura. A pesquisa também identificou a importância das parcerias (ODS 17), através da Associação de Amigos da BPE (AABPE), que viabiliza recursos financeiros via leis de incentivo (como a Lei Rouanet) para restauros e programação cultural, suprindo a inconstância de orçamentos públicos. No entanto, os resultados dos questionários apontam um baixo nível de conhecimento específico dos profissionais sobre as metas da Agenda 2030 e a ausência de políticas públicas estruturadas que garantam investimentos perenes e formação continuada. A tese central do trabalho configurasse que a BPE atua como um agente de transformação social cujas ações e serviços se alinham de maneira orgânica e intrínseca aos Objetivos de ODS) da Agenda 2030 da ONU. O alinhamento não é produto de planejamento formal explícito, mas emerge da natureza essencial da biblioteca como instituição democrática, inclusiva e comprometida com o acesso universal ao conhecimento, e valores que coincidem estruturalmente com os compromissos globais de desenvolvimento sustentável.

#BibliotecasPúblicas #ODS

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38940

Relações entre pós-verdade, desinformação e fake news na perspectiva da Ciência da Informação / REBECIN

Relações entre pós-verdade, desinformação e fake news na perspectiva da Ciência da Informação / REBECIN

Como resultado da pesquisa, percebeu-se que as potenciais relações entre a pós-verdade, a desinformação e as fake news são heteronômicas, visto que cada um dos fenômenos é influenciado e influencia os demais num ciclo de degradação da verdade/sentido. Conclui-se que as potenciais relações entre esses fenômenos se dão a partir de sua aproximação conceitual e em um contexto de subversão da verdade.

#Desinformação

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/468

Por uma perspectiva crítico-historicista da Ciência da Informação / PPGCI – UFPE

Por uma perspectiva crítico-historicista da Ciência da Informação: outros pressupostos teóricos e metodológicos à luz da heterociência bakhtiniana / PPGCI – UFPE

A tese parte do reconhecimento de que a Ciência da Informação, enquanto campo de estudos interdisciplinar, tem sido fortemente influenciada por concepções universalistas e reducionistas que desconsideram a complexidade e a historicidade do fenômeno informacional. Nesse contexto, propõe-se o fortalecimento de uma perspectiva crítico-historicista da Ciência da Informação, orientada à superação dos impasses epistemológicos produzidos pelas abordagens instrumental-positivista e integrada, ao mesmo tempo em que se ancora nas particularidades socioculturais que conformam o fenômeno informacional. Para isso, o estudo desenvolve-se a partir da análise crítica dos fundamentos teóricos de três perspectivas científicas que influenciaram a constituição epistemológica da área – instrumental-positivista, crítico-historicista e integrada. Descrevem-se os impasses teóricos decorrentes da incorporação das ideias de Thomas Kuhn no campo da Ciência da Informação, com base nos paradigmas propostos por Rafael Capurro e pela Escola do Porto; examina-se de que modo a perspectiva crítico-historicista pode contribuir para a superação desses impasses; e emprega-se a noção bakhtiniana de heterociência para o fortalecimento de uma concepção epistemológica que valorize o pluralismo teórico, a centralidade das relações sociais e a responsabilidade no uso da informação. Metodologicamente, trata-se de uma investigação desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica, fundamentada nos métodos hermenêutico e dialético, com o objetivo de analisar criticamente os pressupostos epistemológicos que sustentam as práticas científicas no campo da Ciência da Informação.

#FundamentosDaCI #Bakhtin

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70819

PISA 2025 revela queda acentuada nas habilidades de matemática e leitura / Statista

PISA 2025 revela queda acentuada nas habilidades de matemática e leitura / Statista

Nos 36 países da OCDE incluídos no estudo, o desempenho médio dos alunos de 15 anos foi o mais baixo já registrado nas três áreas principais: ciências, matemática e leitura. As habilidades de leitura apresentaram um declínio particularmente acentuado, com a pontuação média nessa área caindo 16 pontos em relação ao estudo de 2022. Isso é especialmente preocupante, uma vez que as habilidades de leitura — incluindo a capacidade de processar e avaliar informações e de pensar de forma crítica — são mais importantes do que nunca na era da IA ​​e da desinformação.

A tendência de longo prazo é igualmente preocupante. Como mostra o nosso gráfico, as pontuações médias em ciências, matemática e leitura vêm caindo gradualmente desde a virada do milênio, sendo que o declínio nas habilidades de matemática e leitura ganhou ritmo a partir de 2018. As pontuações em ciências mantiveram-se um pouco mais estáveis, registrando uma queda de 17 pontos entre 2006 e 2025.

#Pisa #Leitura

via Statista

Disponível em: https://www.statista.com/chart/36590/long-term-trend-in-pisa-scores/

Quais países têm a maior liberdade acadêmica? / Voronoi

Quais países têm a maior liberdade acadêmica? / Voronoi

Principais pontos

  • A Tchéquia ocupa o primeiro lugar mundial em liberdade acadêmica, enquanto Mianmar e Nicarágua estão nas últimas posições.
  • Os EUA registram uma pontuação de 0,40, situando-se em um nível semelhante ao do Butão e da Tailândia. A Índia registrou um dos declínios mais acentuados do mundo em liberdade acadêmica desde 2010.
  • Em nível global, a autonomia universitária está sofrendo erosão. Desde 2015, a liberdade acadêmica diminuiu em 50 países, ao passo que apenas nove registraram melhorias.
  • Este mapa utiliza o Índice de Liberdade Acadêmica de 2025 do V-Dem, via *Our World in Data*, para mostrar onde as universidades e os acadêmicos desfrutam de maior liberdade em relação a interferências estatais e institucionais.

#LiberdadeAcadêmica #Censura

via Voronoi

Disponível em: https://www.voronoiapp.com/education/Mapped-Which-Countries-Have-the-Most-Academic-Freedom-8749

Oxford atualiza diretrizes de divulgação de IA para autores acadêmicos / Research Information

Oxford atualiza diretrizes de divulgação de IA para autores acadêmicos / Research Information

As orientações atualizadas aplicam-se a autores de livros e artigos de revistas científicas e focam-se em três áreas principais:

  • Espera-se que os autores divulguem qualquer uso significativo de ferramentas de IA e sejam transparentes sobre como essas tecnologias contribuíram para o seu trabalho.
  • As diretrizes também enfatizam a supervisão e a responsabilidade humanas, sendo os autores responsáveis ​​por revisar e verificar o conteúdo gerado por IA usado em livros e artigos de periódicos.
  • A OUP também reforçou as orientações sobre propriedade intelectual e confidencialidade, aconselhando os pesquisadores a terem especial cuidado ao usar ferramentas de IA com pesquisas não publicadas, material protegido por direitos autorais ou conteúdo sensível.

#IntegridadeEmPesquisa #IA #Oxford

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/news/oxford-updates-ai-disclosure-guidelines-for-academic-authors/