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Explorando o comportamento informacional / Ediciones de la Universidad de Murcia

Explorando o comportamento informacional / Ediciones de la Universidad de Murcia

O livro Explorando o Comportamento Informacional é uma tradução atualizada, editada para publicação digital, que oferece uma síntese rigorosa e acessível de mais de cinco décadas de pesquisa sobre comportamento informacional, entendido como o conjunto de atividades humanas relacionadas à busca, acesso, uso e comunicação de informações. A obra não visa descrever exaustivamente todos os contextos empíricos, mas sim fornecer uma estrutura conceitual sólida para a compreensão dos processos e fatores que influenciam a interação das pessoas com a informação. Ao longo do texto, o autor revisa os principais modelos teóricos da área — incluindo seus próprios desenvolvimentos — e integra contribuições de disciplinas como psicologia, sociologia e comunicação, enfatizando o papel das variáveis ​​contextuais, cognitivas e afetivas no comportamento informacional. Além disso, amplia o foco tradicional na “busca por informação” para o conceito mais abrangente de “comportamento informacional”, incorporando tanto a busca intencional quanto as formas passivas ou acidentais de descoberta de informação.

#LivrosCI #CoInfo

Disponível em: https://publicaciones.um.es/publicaciones/public/obras/ficha.seam?numero=3204&edicion=1&cid=1259#

Recursos de informação sobre moda: fontes bibliográficas, instituições de memória e objetos de conteúdo / Documentación de las Ciencias de la Información

Recursos de informação sobre moda: fontes bibliográficas, instituições de memória e objetos de conteúdo / Documentación de las Ciencias de la Información

Arquivos e bibliotecas, assim como centros de documentação e museus, são identificados e descritos como instituições que preservam a memória da moda. Por fim, as fontes de informação digital incluem bases de dados e plataformas de moda, especialmente websites e blogs. Cada uma dessas fontes incorpora vestígios de vidas e contextos que dialogam com o estético, o político e o social. Em suma, a organização sistemática dessas fontes não só fortalece o rigor da pesquisa, como também amplia as possibilidades de uma compreensão crítica da moda, consolidando-a como um campo temático interdisciplinar e dinâmico.

#FontesDeInformação #Moda

Disponível em: https://doi.org/10.5209/dcin.102741

É Sempre Ritual de Iniciação: Abya Yala, por Trudruá Dorrico Makuxi / Divulga-CI

É Sempre Ritual de Iniciação: Abya Yala, por Trudruá Dorrico Makuxi / Divulga-CI

Quando os estudantes, professores, artistas, ativistas indígenas refutam “ameríndios”, e mesmo “América”, “América Latina”, é por reconhecer que o termo “povos indígenas” refere-se, ainda, ao direito da “autodeterminação”.

O artigo 3, da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, define o conceito da seguinte maneira: “Os povos indígenas têm direito à autodeterminação. Em virtude desse direito determinam livremente sua condição política e buscam livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural”.

Emocionante perceber que o acesso a esse direito demorou 489 anos e por isso mesmo, precisamos agarrá-lo, se apropriar dele, colocá-lo na ponta da língua, vigiá-lo, porque ele está sempre ameaçado. Abya Yala, como explica o intelectual maya k’iche’, Emil Keme’, não traz somente um nome, mas um paradigma que reivindica territórios, línguas, cartografias ancestrais, espiritualidades. Este livro [“Vozes de Abya Yala”] acompanha este projeto ao firmar o nome Abya Yala, tal como pedem os kunas, os aymaras, e agora os povos indígenas do Brasil neste projeto de retomada indígena continental.

#CulturaIndígena #PovosIndígenas

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-04-abr-2026/editorial-e-sempre-ritual-de-iniciacao-abya-yala-por-trudrua-dorrico-makuxi/

Publicação de Acesso Aberto na University of Maryland

Publicação de Acesso Aberto na University of Maryland

A literatura de acesso aberto (AA) é digital, online, gratuita e livre da maioria das restrições de direitos autorais e licenciamento. No entanto, nem todos os modelos de acesso aberto são iguais. Os painéis abaixo mostram um resumo do histórico de publicações em acesso aberto da UMB nos últimos cinco anos, organizado e filtrável por ano, faculdade e modelo de acesso aberto. A segunda aba mostra informações sobre editora, periódico e citações de artigos em acesso aberto, enquanto a terceira aba mostra uma lista de todas as publicações, filtrável por autor e afiliação. Todos os dados são provenientes do Scopus, que é o maior banco de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares, mas que não indexa todos os periódicos existentes. Consequentemente, alguns artigos de autores da UMB podem não estar incluídos neste painel.

#AcessoAberto #ProjetosWeb #PainelInterativo

Disponível em: https://www2.hshsl.umaryland.edu/hshsl/about/openaccess.cfm

Criação de um painel interativo para visualizar as tendências de publicação institucional em acesso aberto / Journal of the Medical Library Association

Criação de um painel interativo para visualizar as tendências de publicação institucional em acesso aberto / Journal of the Medical Library Association

Utilizando dados de publicação exportados do Scopus e visualizados no Microsoft Power BI, o painel exibe cinco anos de tendências de publicação por modelo de AA, editora, periódico, instituição de ensino e número de citações. O painel é totalmente interativo, permitindo que os usuários filtrem os resultados com base na instituição de ensino, modelo de AA e ano.

O design do painel foi iterativo, com discussões de planejamento ocorrendo no verão de 2024, desenvolvimento do modelo de dados e coleta inicial de dados no outono de 2024, refinamento da visualização e do modelo de dados no início da primavera de 2025 e a publicação do painel final em nosso site em abril de 2025. O painel continua sendo refinado e aprimorado com base no feedback das partes interessadas, e a equipe do projeto planeja incorporar dados sobre custos de publicação na primavera de 2026.

#AcessoAberto

Disponível em: https://jmla.pitt.edu/ojs/jmla/article/view/2340

Como criar um recurso educacional aberto? / Institut Pasteur

Como criar um recurso educacional aberto? / Institut Pasteur

Produzir um recurso educacional aberto (REA) (explicamos o que é aqui ) está totalmente alinhado com os princípios da ciência aberta, promovendo o acesso, a reutilização e a disseminação do conhecimento. Mas como fazer isso na prática? Quais são os passos principais?

Diversos recursos detalham claramente os desafios e as etapas envolvidas na criação de um REA (Recurso Educacional Aberto). Você encontrará uma seleção deles ao final deste artigo. Recomendamos consultá-los antes de iniciar seu projeto. Aqui, apresentamos alguns pontos-chave e recomendações comuns a esses recursos. (…)

Em resumo, projetar um REA envolve conciliar clareza pedagógica, qualidade científica e abertura legal e técnica.

#RecursoEducacionalAberto

Disponível em: https://openscience.pasteur.fr/2026/04/23/comment-creer-une-ressource-educative-libre/

Guia de boas práticas para anonimização de dados de pesquisa / IBICT

Guia de boas práticas para anonimização de dados de pesquisa / IBICT

Este Guia foi desenvolvido para oferecer orientações sobre como realizar a anonimização de dados de pesquisa, com a finalidade de capacitar pesquisadores a compreender o significado e a importância da anonimização, apresentar técnicas de proteção de informações pessoais e contribuir para a Ciência Aberta, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). A Lei Federal n. 13.709, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), foi publicada em 14 de agosto de 2018 e entrou em vigor em 18 de setembro de 2020, data em que sua observância passou a ser obrigatória em todo o território nacional (Brasil, 2018). A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) se relaciona ao tema dos dados abertos de pesquisa em razão da identificação de dados pessoais.

#LivrosCI #BoasPráticas #AnonimizaçãoDeDados #LGPD

Disponível em: https://omp-editora.prd.ibict.br/index.php/edibict/catalog/book/382

Antes de leitores críticos, precisamos de leitores / Observatório de Imprensa

Antes de leitores críticos, precisamos de leitores / Observatório de Imprensa

O que me incomoda é, todo mundo sabe que o incentivo a leitura tem como fato comprovado que ler estimula o cérebro, auxilia no desenvolvimento cognitivo, expande vocabulário e uso de palavras novas, melhora a dicção e a oratória, sensibiliza a empatia, traz questionamento e reflexões, e principalmente, diminui o estresse, alivia a tensão cotidiana, aumenta a criatividade e a imaginação, o que por si só auxilia na construção do pensamento crítico e trabalha em um processo de EMANCIPAÇÃO SOCIAL. Quando pensamos em emancipação, nesse debate, as pessoas acham que isso significa ler conteúdos políticos, clássicos, com crítica social profunda e bagagens acadêmicas por trás. Mas, para muito além disso, a emancipação social é exatamente ter o direito de fazer o que a estrutura não quer que você faça, isso é, descansar a mente, ler um romance e chorar, ler um suspense e trabalhar a imaginação e a curiosidade, ler uma fantasia e se desprender da realidade por um momento. Isso é emancipar o corpo humano de um sistema que só quer que você sobreviva a fim de produzir mais.

#Leitores

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/livros/antes-de-leitores-criticos-precisamos-de-leitores/

Comemorar o livro é festejar a democratização da cultura! / RBE

Comemorar o livro é festejar a democratização da cultura! / RBE

O Dia Mundial do Livro, celebrado a 23 de abril, é uma data de grande significado cultural, com o propósito de comemorar e promover o gosto pela leitura, valorizar os livros e reconhecer o papel essencial que estes desempenham na construção da nossa identidade, no desenvolvimento pessoal e coletivo. Mais do que uma simples celebração, este dia constitui uma oportunidade privilegiada para mobilizar famílias, professores, educadores e mediadores, bibliotecários e comunidades em torno de um objetivo comum: o de formar leitores críticos, curiosos e participativos.

#Livros

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/comemorar-o-livro-e-festejar-a-3075769

A qualidade dos artigos científicos é questionada, visto que os acadêmicos estão “sobrecarregados” pelos milhões de publicações / The Guardian

A qualidade dos artigos científicos é questionada, visto que os acadêmicos estão “sobrecarregados” pelos milhões de publicações / The Guardian

Ritu Dhand, diretora científica da editora Springer Nature, rejeitou a narrativa de que “editoras de periódicos gananciosas” lucram publicando artigos de baixa qualidade e apontou para o fato de que o cenário da pesquisa passou por uma “transformação radical”, quadruplicando de tamanho nos últimos 25 anos. Por muito tempo dominada por países ocidentais, a pesquisa agora é muito mais global e liderada pela China, e não pelos EUA.

“A solução não seria permitir que o resto do mundo publicasse?”, questionou. “Vivemos em um mundo digital. Certamente, não importa quantos artigos sejam publicados.” Ela vê soluções em filtros mais eficazes, ferramentas de busca e alertas para que os pesquisadores encontrem os trabalhos que realmente importam para eles, e em uma expansão global do número de revisores por pares para absorver a demanda.

#Periódicos #Produtivismo

Disponível em: https://www.theguardian.com/science/2025/jul/13/quality-of-scientific-papers-questioned-as-academics-overwhelmed-by-the-millions-published?utm_source=chatgpt.com

Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

A recente decisão judicial nos EUA que responsabilizou o YouTube e o Instagram pelos problemas de saúde mental sofridos por um usuário levanta questões sobre os objetivos da educação para a mídia. Embora seu propósito seja aprimorar o pensamento crítico dos jovens cidadãos, ela não pode cumprir sua missão sem esclarecer o funcionamento comercial dessas plataformas.

Nos cursos de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI), a ênfase é ostensivamente colocada no “pensamento crítico”, ou seja, na capacidade de analisar a informação de forma objetiva e formar uma opinião bem fundamentada.

Mas e a habilidade do “consumo informado”, ou seja, a capacidade de refletir sobre o próprio consumo, escolhas, necessidades e orçamentos com pleno conhecimento dos fatos, e de reivindicar os próprios direitos? Essa habilidade é frequentemente relegada a segundo plano. No entanto, ela está incluída no programa de educação para a cidadania digital do Conselho da Europa.

#MídiasSociais #CoInfo #EducaçãoMidiática

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/economie-de-lattention-former-des-consommateurs-avertis-une-priorite-de-leducation-aux-medias-279775

Mais livros, mais futuro: novo PNLL quer ampliar leitores no Brasil até 2036 / MinC

Mais livros, mais futuro: novo PNLL quer ampliar leitores no Brasil até 2036 / MinC

O PNLL ingressa em seu novo ciclo de 10 anos com o desafio renovado de consolidar o livro, a leitura e a escrita como bens essenciais da população brasileira. Ao longo de sua trajetória, o plano se estabeleceu como uma verdadeira Política de Estado, transcendendo gestões passageiras para se tornar um pacto social profundo, construído a muitas mãos por educadores, escritores, bibliotecários e sociedade civil desde sua gênese em 2004. Esta nova etapa reafirma a leitura não apenas como uma ferramenta funcional de alfabetização, mas como uma experiência de construção de sentidos e um pilar de sustentação para a própria democracia.

Como bem define a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa política é o reflexo de um compromisso histórico com a emancipação do cidadão, pois, em suas palavras, a fundamental parceria entre o Ministério da Cultura e da Educação tem trazido resultados históricos. “Com o novo PNLL, estamos fortalecendo nosso Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas para que ele se nutra de acervos que respeitem e promovam nossa imensa bibliodiversidade. Nosso compromisso é garantir que o livro chegue a cada canto do país, reafirmando a leitura como um pilar de soberania e de combate às desigualdades”.

#PNLL

via MinC

Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/mais-livros-mais-futuro-novo-pnll-quer-ampliar-leitores-no-brasil-ate-2036