Bibliotecas evoluíram com a Unesp e se estabeleceram como peças fundamentais para avanços nos campos do ensino e da pesquisa / Jornal da UNESP
Estrutura central, criada em 1977 no câmpus de Marília, estabeleceu as bases para uma vasta rede espalhada pelo estado de São Paulo. Ao longo das décadas, as bibliotecas da Universidade alcançaram padrão de excelência combinando estreita relação com a comunidade local e olhar voltado para as principais tendências mundiais.
Bibliotecas que acolhem: estudo revela como emoções transformam a experiência acadêmica / CI Express
Do ponto de vista das contribuições, o trabalho amplia o conceito tradicional de acessibilidade, incorporando dimensões subjetivas e socioemocionais. Também aponta implicações práticas importantes: a necessidade de políticas institucionais voltadas à humanização dos espaços, capacitação de profissionais e adoção de estratégias baseadas no Desenho Universal. Ao mesmo tempo, revela um campo emergente de pesquisa, ainda carente de estudos empíricos aplicados às bibliotecas universitárias.
Em síntese, os autores defendem que a acessibilidade emocional é um componente estratégico para a construção de bibliotecas mais inclusivas, humanas e eficazes. Ao considerar as emoções como parte da experiência informacional, abre-se caminho para novas práticas, pesquisas e políticas que podem impactar diretamente o sucesso acadêmico, o bem-estar dos estudantes e a relevância social das bibliotecas no ensino superior.
Tensões e soluções na relação entre propriedade intelectual e pesquisa aberta / Fesabid
Quando grandes grupos editoriais e outras empresas que exploram conteúdo intelectual no mercado se tornam detentores exclusivos dos direitos de exploração de obras, podem se beneficiar da proteção que as leis de propriedade intelectual, em princípio, conferem aos autores. Em essência, ocupam o lugar que os autores ocupam dentro dessas leis. Dessa forma, exploram a longa duração dos direitos e o desequilíbrio entre interesses privados e públicos que surgiu na regulamentação. A respeito deste último ponto, observa-se que, embora a legislação de propriedade intelectual nos países da UE inclua limites aos direitos dos autores, destinados a garantir interesses públicos como o acesso à informação ou à pesquisa, fá-lo de maneira muito restritiva. Isso sugere que se dá mais peso aos interesses privados das empresas que adquirem os direitos autorais do que ao interesse público. Assim, fica evidente um desequilíbrio em relação ao direito à liberdade de pesquisa, que deve ser garantido pelo acesso ao conhecimento e pela permissão de sua disseminação, e o direito dos cidadãos ao acesso à cultura e ao conhecimento.
Ciência Aberta: um guia prático para estudantes de doutorado / UCL
Este guia de Ciência Aberta foi desenvolvido para acompanhá-lo em cada etapa de sua pesquisa durante o doutorado e, esperamos, também depois dele. Desde o desenvolvimento de sua abordagem acadêmica até a disseminação dos resultados de sua pesquisa, ele fornece um conjunto de ferramentas e boas práticas que podem ser implementadas diretamente e é voltado para pesquisadores de todas as disciplinas.
A Ciência Aberta têm como foco tornar a pesquisa acessível a todos, removendo o máximo possível de barreiras técnicas ou financeiras que possam dificultar o acesso à pesquisa. Isso envolve abrir o próprio processo acadêmico, não apenas os resultados. Desde o aumento da transparência e o compartilhamento dos dados e métodos usados para publicações até a inclusão do público em geral no processo de pesquisa por meio da Ciência Cidadã, adotar a Ciência Aberta é uma ótima maneira de ampliar seu impacto potencial.
“Sem dados, a renovação na ciência se torna um discurso” / Science Arena
“Sem dados, a renovação se torna um discurso. Com dados, ela pode se tornar uma estratégia.” A frase resume bem o que move Jesús P. Mena-Chalco, professor e pesquisador da Universidade Federal do ABC (UFABC) especializado em bibliometria e análise de dados acadêmicos.
Em levantamento recente baseado na Plataforma Lattes, divulgado no seu perfil do Linkedin, Mena-Chalco mapeou, em escala nacional, a chamada idade acadêmica dos docentes vinculados aos programas de pós-graduação (PPGs) brasileiros — o tempo decorrido desde a primeira publicação científica de cada pesquisador.
Os resultados revelam um sistema maduro, mas pouco renovado na base: a idade acadêmica média dos docentes nos PPGs é de 27 anos; apenas 1% tem menos de uma década de carreira; e 17% já ultrapassam 35 anos de atividade.
[…] Em quinze anos, se não houver renovação planejada, pode haver uma desaceleração mais estrutural, menor capacidade de orientação, menor diversidade de perfis e dificuldades de incorporar novas agendas.
Portaria do CNPq detalha diretrizes de integridade na pesquisa com o uso de inteligência artificial / Jornal da USP
No mês passado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicou a portaria nº 2.664, de 6 de março de 2026, responsável por instituir a nova Política de Integridade na Atividade Científica. A norma, respaldada pelos atribuições do órgão definidas no decreto nº 11.229/2022, estabelece as diretrizes de integridade na pesquisa, incluindo a obrigatoriedade de declarar o uso de ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAG).
Segundo o professor Alan Angeluci, do Departamento de Jornalismo e Editoração e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, ambos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, a Portaria organiza de forma mais clara o que o conselho entende por integridade na atividade.
Marcando o gênero: uma análise crítica da representação de gênero nos cabeçalhos de assunto da Biblioteca do Congresso / Library resources & technical services
Este estudo investigou como os binarismos de gênero foram representados e marcados, conforme demonstrado pelo número total de termos da LCSH contendo “mulheres”/“feminino” ou “homens”/“masculino”. Os resultados mostram que a LCSH apresenta um número significativamente desproporcional de termos demográficos femininos (91,4%, 2.142 termos) [por exemplo, Mulheres ativistas políticas, Mulheres reformadoras sociais, Mulheres abolicionistas, Mulheres revolucionárias, Mulheres pioneiras, Mulheres pacifistas e Mulheres filantropas]
Uma disparidade significativa também foi observada em títulos com distinção de gênero que não possuíam termos correspondentes para o gênero oposto. Quase todos os títulos femininos (94,1%, 2.016 de 2.142) não possuíam títulos masculinos equivalentes, enquanto apenas 37,3% (75 de 201) dos títulos masculinos não possuíam termos femininos equivalentes na LCSH. Essa diferença gritante foi paralela à diferença desproporcional no número total de títulos femininos e masculinos.
Integridade científica: uma sociologia das boas práticas / BBF
Esta obra oferece lições valiosas para bibliotecários que atuam em instituições acadêmicas. Demonstra que a integridade científica visa uma abordagem qualitativa e cumulativa, semelhante à promovida pela ciência aberta. A importância da boa gestão de dados e do acesso aberto aos dados de pesquisa é mencionada diversas vezes no livro, que enfatiza “a importância dada […] ao retorno aos dados originais da pesquisa ” (p. 283) no âmbito da avaliação pós-publicação. Essa transparência fortalece a confiabilidade do trabalho científico e, consequentemente, a credibilidade que ele recebe. Da mesma forma, o perfil de um cientista ético indica que ele ” assegura a reprodutibilidade de seu trabalho preservando todos os dados brutos e documentando com precisão seus métodos de pesquisa para permitir a verificação futura ” (p. 32). Dessa forma, ele evita as muitas práticas de pesquisa questionáveis que envolvem gestão de dados inadequada.
Clubes de leitura na escola: como criar e mediar a formação de novos leitores / Porvir
Há uma diferenciação conceitual importante entre ambas as nomenclaturas, apesar de ambas serem usadas constantemente como sinônimos. Os clubes do livro geralmente estão associados aos programas de assinatura: o leitor contrata um serviço para receber títulos periodicamente . Esse modelo pode ou não prever leituras em conjunto.
Já os clubes de leitura estão centrados no ato de ler coletivamente, com direito a processos de mediação, facilitação e troca de experiências. Neles, não é obrigatório que os participantes tenham comprado o livro.
Lula sanciona novo Plano Nacional de Educação; proposta define metas para os próximos 10 anos / G1
A nova versão do Plano estabelece 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias que deverão ser acompanhadas a cada dois anos. Entre as metas, estão:
– ampliar o atendimento em creches para 60% das crianças de até 3 anos; – garantir que todas as crianças de 4 e 5 anos estejam na pré-escola; – ter ensino em tempo integral em pelo menos 65% das escolas e atender 50% dos alunos; – reduzir desigualdades na educação básica entre grupos sociais, raciais e regionais; – alfabetizar 80% dos alunos até o fim do 2º ano do ensino fundamental, chegando a 100% ao final da vigência do plano; – incluir a matemática entre as metas de alfabetização; plano também estabelece metas para a educação ambiental e o uso responsável de tecnologias como suporte no ensino.
Litholib é um sistema web para gerenciamento de dados no setor mineral. Além de várias ferramentas de pesquisa, ele foi desenvolvido com recursos de gerenciamento de amostra dentro da biblioteca litho.
Sistema adotado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.