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Mapeamento dos métodos quantitativos aplicados à Ciência da Informação / Informação & Informação

Mapeamento dos métodos quantitativos aplicados à Ciência da Informação / Informação & Informação

Resultados: demonstram que o crescimento de publicações quantitativas é discreto e detectou-se os métodos básicos descritivos e bibliométricos com maiores predominâncias. Quanto à utilização de ferramentas de análises quantitativas onde 29,71% não mencionam, em contraste com 30,29% utilizaram, principalmente Excel, SPSS e R. Verificou-se que o Grupo de Trabalho (GT)-4 apresenta métodos estatísticos avançados e intermediários mesmo que GT7 tenha maior quantidade de publicações da qual reflete, também, as áreas de maior concentração temática.
Conclusões: o estudo contribui no desenvolvimento das metodologias quantitativas nas produções fornecendo um panorama de técnicas e temáticas presentes no cenário nacional de Programas de Pós-graduação em Ciência da Informação.

#PesquisaQuantitativos #Enancib

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52828

Competência em busca acadêmica na era da IA ​​generativa: uma estrutura conceitual para navegar na ecologia de busca e linguagem / The Journal of Academic Librarianship

Competência em busca acadêmica na era da IA ​​generativa: uma estrutura conceitual para navegar na ecologia de busca e linguagem / The Journal of Academic Librarianship

• Uma estrutura de quatro dimensões para a competência em busca acadêmica na era da IA ​​Generativa.
• As ferramentas de IA Generativa inserem-se em uma ecologia de linguagens de busca, não representando uma ruptura radical.
• Modos de busca baseados em conveniência e em critérios de responsabilidade exigem uma distinção conceitual explícita.
• Os padrões de responsabilidade associados à lógica booleana podem ser inadequados para áreas com contornos conceituais imprecisos.
• A elaboração de prompts para IA Generativa é ressignificada como uma negociação de perguntas autogerenciada pelo usuário.

#RecuperaçãoDaInformação #FontesDeInformação #IALiteracy

Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0099133326001254

Uma ode à biblioteca / Off Lattes

Uma ode à biblioteca / Off Lattes

Para além das questões acadêmicas e questões de acessibilidade cultural, livros são diários abertos. Você expõe partes sensíveis da sua vida, personalidade, natureza a partir daqueles que escolhe ter para si. O que a biblioteca de alguém com Shakespeare, Dante, Dostoiévski, Tolstói, e tantos outros, está me dizendo sobre aquele sujeito? O que a biblioteca de alguém que possui Harry Potter, As Crônicas de Nárnia, Percy Jackson me diz sobre aquela outra pessoa? Enfim, as escolhas literárias que você faz depõem a favor (ou contra, a depender) de quem você é. Logo, eu posso até não conhecer essas pessoas a fundo, mas começo a ter sinais de como elas funcionam também a partir daquilo que compõe o mundo cultural delas.

Nessa direção, faço uma ode à biblioteca. Tenham bibliotecas, construam em torno de si uma redoma de livros, uma muralha literária, tenham livros de consulta, de estudos, de lazer, de sofrimento, de raiva, de amor, de paixão. Não importa. Apenas tenham livros. Com a aceleração da vida, estamos lendo mais telas do que papéis e isso certamente tem nos prejudicado. Não preciso trazer aqui, mais uma vez, os dados comprobatórios de tal afirmação, já é de conhecimento público.

Não é idiota possuir livros, afinal, idiota vem de idiotia, que advém do termo grego ἰδιώτης “aquele que é fechado em si mesmo”, “sujeito que não participa da vida pública”, “indivíduo privado”. Se tem uma coisa que os livros não fazem é deixar você alheio à coisa pública ou deixá-lo ensimesmado, fechado em si. Pelo contrário, eles abrem as portas: do mundo, das relações, da vida.

#BibliotecasPessoais #BibliotecasParticulares

via Off Lattes

Disponível em: https://offlattes.com/archives/19752

Aceitar ou Rejeitar? Eis a Questão dos Tipos de Argumentos para a Justificativa de Artigos em Administração / RAEP

Aceitar ou Rejeitar? Eis a Questão dos Tipos de Argumentos para a Justificativa de Artigos em Administração / RAEP

Desse modo, o objetivo deste artigo é identificar os tipos de argumentos empregados para justificar as pesquisas científicas em Administração. Para obter a resposta, empregou-se pesquisa exploratória implementada por métodos mistos (triangulação concomitante). Como resultado, foram identificados seis tipos de argumentos empregados por artigos na área de Administração: argumentos de autoridade, escassez, contribuição teórica, necessidade, contribuição prática e lacuna.

#MetodologiaDaPesquisa #EscritaCientífica

Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/5335/533558788011/533558788011.pdf

Como soa uma trajetória científica? / Jesús P. Mena-Chalco

Como soa uma trajetória científica? / Jesús P. Mena-Chalco

Com tabelas e gráficos, conseguimos ver a evolução dessa trajetória. Mas raramente pensamos em ouvi-la.

Existe uma área chamada “Sonificação”, que busca representar dados e suas relações por meio do som. Em outras palavras, além da dimensão visual, podemos usar a dimensão sonora para perceber padrões, mudanças e relações em determinado fenômeno.

Aqui apresento um primeiro experimento, ainda bastante preliminar, aplicado a uma trajetória científica.

Cada produção bibliográfica registrada gera um evento sonoro. Orientações concluídas formam outra camada. A entrada de novos colaboradores modifica o movimento da música, enquanto colaborações recorrentes ajudam a construir sua sustentação. Premiações aparecem como pequenos destaques sonoros.

Neste experimento, optei por uma sonoridade inspirada no choro: bandolim para as produções, flauta para as orientações, cavaquinho para novos colaboradores, violão para colaboradores recorrentes e vibrafone para as premiações.

#RepresentaçãoDaInformação #Música #Sonificação #CurrículoLattes

Disponível em: https://www.linkedin.com/posts/jes%C3%BAs-p-mena-chalco-94b54137_como-soa-uma-trajet%C3%B3ria-cient%C3%ADfica-estamos-ugcPost-7494536687524585472-RwNV/

NotebookLM para Compras Públicas

NotebookLM para Compras Públicas

O NotebookLM é uma ferramenta de inteligência artificial do Google que pode acelerar tarefas de leitura crítica, comparação e rastreabilidade — desde que você force citações e valide as saídas. Ela analisa documentos carregados e gera resumos, identifica contradições, cria análises estruturadas e até produz podcasts educativos, tudo fundamentado nas fontes fornecidas.

Este guia apresenta 13 prompts especializados com aplicações diretas para quem atua em compras públicas — desde ETP e pesquisa de preços até fiscalização e capacitação de servidores.

#FerramentasOnline #EngenhariaDePrompts #ComprasPúblicas

Disponível em: https://ntbklmprmptscp.netlify.app/

Geografia das placas: do mineral às práticas sócio-histórica e infomemoriais – Entrevista com Everton Lima / Divulga-CI

Geografia das placas: do mineral às práticas sócio-histórica e infomemoriais – Entrevista com Everton Lima / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com o bibliotecário e pesquisador Everton Fernandes de Lima, doutorando em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba. Em sua dissertação, Everton investigou as placas de formatura como documentos institucionais e memoriais, analisando seus significados históricos, sociais e informacionais. Na entrevista, conheça mais sobre a construção da dissertação, os desafios de pesquisar um objeto pouco explorado e o percurso do pesquisador.

via Divulga-CI

#Entrevista #Infomemória #UFPB

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-08-ago-2026/geografia-das-placas-do-mineral-as-praticas-socio-historica-e-infomemoriais-entrevista-com-everton-lima/

A autocitação é a forma como as áreas do conhecimento crescem / Scholarly Kitchen

A autocitação é a forma como as áreas do conhecimento crescem / Scholarly Kitchen

O arcabouço teórico desta pesquisa baseia-se no modelo de estigmergia de Grassé, de 1959, originalmente desenvolvido para explicar como as colônias de cupins constroem estruturas elaboradas sem coordenação centralizada. Os operários individuais respondem autonomamente às modificações já feitas na estrutura ao seu redor, sendo cada ato de construção um estímulo para o próximo.

O paralelo é direto. Quando os pesquisadores citam seus próprios trabalhos anteriores, estão respondendo às suas próprias construções intelectuais e se baseando em estruturas robustas o suficiente para que outros possam se engajar com elas. O cupim operário, observou Grassé, retorna ao mesmo local diversas vezes antes de se mudar para outro lugar. Os pesquisadores que mantêm o engajamento com seu próprio território intelectual estão fazendo algo estruturalmente semelhante. (…)

A desvalorização automática da autocitação na avaliação bibliométrica pode estar penalizando exatamente o tipo de trabalho original e impactante que torna as estruturas de conhecimento suficientemente duradouras para que outros possam construir sobre elas. Essa é a principal alegação que este estudo sustenta.

Nada disso, porém, justifica a autorreferência ilimitada. O uso excessivo de autocitações tem sido explorado para manipular métricas, e a literatura sobre autopromoção por meio de periódicos e cartéis de citação documenta isso claramente. A questão é que a resposta a essa preocupação, na forma de penalidades bibliométricas generalizadas, tem sido brusca, causando danos colaterais à produção acadêmica legítima.

#Autocitação #Ciência

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/08/20/guest-post-self-citation-is-how-fields-grow/

Além dos periódicos predatórios: a transparência na revisão por pares como estratégia preventiva para a integridade editorial na comunicação científica / Frontier

Além dos periódicos predatórios: a transparência na revisão por pares como estratégia preventiva para a integridade editorial na comunicação científica / Frontier

Este estudo concentra-se em complementar os sistemas de detecção existentes com transparência no processo de revisão por pares, como uma estratégia preventiva contra a atual opacidade desse processo na maioria das revistas científicas. Além disso, essa vulnerabilidade estrutural não se limita a revistas claramente enganosas, podendo também afetar revistas legítimas devido a fragilidades na governança, supervisão deficiente ou manipulação por agentes antiéticos, sem que isso implique necessariamente uma intenção explícita de conduta imprópria. Embora a transparência, por si só, não resolva o problema das revistas predatórias, ao atuar no ponto mais crítico e vulnerável, ela pode ser considerada uma estratégia capaz de prevenir anomalias ou mitigar o impacto de más práticas na integridade editorial — por meio de políticas explícitas de revisão por pares (ex ante), rastreabilidade do processo (durante a execução) e auditabilidade (ex post), bem como da divulgação progressiva ou integral dos pareceres de revisão. Por fim, este estudo não visa substituir os sistemas existentes de identificação de revistas predatórias, mas sim complementar a verificação dos processos editoriais com estratégias íntegras e genuínas, assegurando a confiança e a veracidade nas comunicações científicas.

#RevisãoPorPares #ComunicaçãoCientífica #GestãoEditorial

Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/research-metrics-and-analytics/articles/10.3389/frma.2026.1850943/full

Quanto da internet é escrito com IA? / Pew

Quanto da internet é escrito com IA? / Pew

Em novembro de 2022, a OpenAI disponibilizou o ChatGPT ao público pela primeira vez. Menos de quatro anos depois, cerca de metade dos adultos nos EUA afirma utilizar chatbots baseados em inteligência artificial, sendo que 24% dizem usá-los diariamente. A capacidade dessas ferramentas de gerar textos com sonoridade humana levantou uma questão fundamental sobre a web moderna: quanto do conteúdo online é atualmente produzido por IA, em vez de por outras pessoas?

Para investigar essa questão, utilizamos o arquivo da web Common Crawl para coletar quase meio milhão de páginas em inglês dos últimos cinco anos — começando alguns anos antes do lançamento do ChatGPT. Em seguida, submetemos o texto dessas páginas a uma ferramenta de detecção de IA chamada Open Pangram, para verificar quantas delas haviam sido, provavelmente, escritas ou substancialmente editadas por IA. (…)

No levantamento de julho de 2026, foram encontrados indícios de autoria por IA em mais de um terço das páginas publicadas após o lançamento do ChatGPT. Isso está em consonância com outros estudos que demonstraram que uma grande parcela das páginas publicadas recentemente na internet foi, provavelmente, escrita ou substancialmente editada por IA.

#IA #Internet #Web

via Pew

Disponível em: https://www.pewresearch.org/data-labs/2026/08/20/how-much-of-the-internet-is-written-with-ai/

Isto é para Todos – A História Inacabada da World Wide Web / Almedina

Isto é para Todos – A História Inacabada da World Wide Web / Almedina

Neste livro, Berners-Lee, reconhecido mundialmente com distinções como o Prémio Turing («Nobel» da Computação) e condecorado pela Rainha Isabel II, revela a história íntima e envolvente por trás da ferramenta que nos transformou na primeira espécie digital. Através de memórias pessoais pontuadas por anedotas e reflexões divertidas, recorda a génese da sua ideia espantosa no CERN, o seu objetivo inicial de fomentar a criatividade e colaboração universais, e como a Web, ao crescer, libertou também forças poderosas que hoje ameaçam a verdade, a privacidade e polarizam o debate público.
Num momento em que o rápido desenvolvimento da inteligência artificial traz novos riscos e possibilidades, Isto é para Todos não é apenas a história fascinante da Internet, mas um guia essencial para as decisões que, como sociedade digital, enfrentamos. Berners-Lee apresenta um apelo urgente e uma proposta concreta de como podemos (e devemos) reengenhar as nossas vidas digitais para priorizar o florescimento humano, resgatando a promessa original da Web em vez de a deixar ser dominada pelo lucro e pelo poder.

#Web

Disponível em: https://www.almedina.net/isto-para-todos-a-hist-ria-inacabada-da-world-wide-web-1760014841.html

O desafio de analisar comunidades de influenciadores na era algorítmica / Infonomy

O desafio de analisar comunidades de influenciadores na era algorítmica: um modelo metodológico para redes sociais audiovisuais com feeds de recomendação / Infonomy

A evolução das redes sociais em direção a sistemas de recomendação algorítmicos exige repensar a forma como comunidades centradas em influenciadores são identificadas e analisadas. Métricas públicas — como número de seguidores ou taxas de engajamento — não oferecem um panorama claro das estruturas de participação: embora seguir um perfil influencie a exposição ao conteúdo, isso não a limita, e a interação não implica necessariamente que o usuário já siga o perfil. Consequentemente, este estudo propõe um modelo metodológico baseado em ações visíveis, permitindo identificar e comparar comunidades definidas por interações observáveis ​​por meio de comentários públicos.

#MídiasSociais #AnáliseDeRedesSociais

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/158