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Princípios de Transparência e Melhores Práticas em Publicações Acadêmicas / OASPA

Princípios de Transparência e Melhores Práticas em Publicações Acadêmicas / OASPA

O Committee on Publication Ethics (COPE), o Directory of Open Access Journals (DOAJ), a Open Access Scholarly Publishing Association (OASPA) e a World Association of Medical Editors (WAME) são organizações acadêmicas que colaboraram para definir princípios de transparência e melhores práticas para periódicos científicos. Esta é a quinta versão de um documento em constante evolução (publicado em xxxx de 2026). Incentivamos sua ampla divulgação.

Os Princípios de Transparência e Melhores Práticas em Publicações Acadêmicas aplicam-se a todo o conteúdo publicado pelos periódicos, incluindo edições especiais e anais de conferências. Caso as práticas adotadas divirjam dos padrões aqui estabelecidos, os editores devem declarar claramente os procedimentos seguidos pelo periódico.

O COPE, o DOAJ, a OASPA e a WAME concordam que estes princípios constituem a base de boas práticas editoriais e que as editoras devem demonstrar que tais princípios estão sendo cumpridos. Como esses princípios fundamentam os critérios de adesão de cada uma dessas organizações, pode ser necessário que periódicos e editoras expliquem as razões pelas quais não os cumprem.

#ComunicaçãoCientífica #BoasPráticas #PublicaçõesCientíficas

Disponível em: https://www.oaspa.org/news/principles-of-transparency-and-best-practice-in-scholarly-publishing/

Tecnologia da informação e inteligência artificial / Em questão

Tecnologia da informação e inteligência artificial: desafios éticos e transformações sociais / Em questão

Discute-se como Tecnologia da Informação e Inteligência Artificial ampliam o acesso a conhecimentos, serviços e formas de participação social, mas também intensificam assimetrias, opacidades decisórias, vieses algorítmicos e novas modalidades de exclusão digital. O estudo sustenta que o enfrentamento desses desafios requer políticas públicas, arranjos regulatórios e práticas formativas orientados por transparência, justiça informacional e uso crítico das tecnologias digitais. Conclui-se que a contribuição da Ciência da Informação para esse debate reside em compreender a Inteligência Artificial não apenas como inovação técnica, mas como fenômeno sociotécnico que reorganiza mediações, competências e regimes de legitimidade da informação.

#TecnologiasDigitais #IA

via Em questão

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/148632

O apagão de dados sobre livros no Brasil / Piauí

O apagão de dados sobre livros no Brasil / Piauí

Uma lei federal de 2003 define que para todo livro publicado no Brasil “é obrigatória a adoção do Número Internacional Padronizado, bem como a ficha de catalogação para publicação”. Como a CBL é a única instituição autorizada a emitir registros de ISBN, concluí que o banco de dados mantido por eles deve conter o registro quase integral dos livros publicados no Brasil (há poucas exceções, como zines e livros que não são distribuídos). Ou seja: é o contexto ideal para extrair informações precisas sobre o mercado editorial.

No entanto, dados que não podem ser acessados são inúteis. Até poucos meses atrás, o site da Biblioteca Nacional ainda indicava que o site oficial da Agência Brasileira do ISBN está em isbn.bn.br/website, mas essa página já está fora do ar. Todas as informações disponibilizadas institucionalmente estão no endereço eletrônico cblservicos.org.br/isbn/. Nesse site, porém, a ferramenta de pesquisa[1] não permite acesso completo aos dados. Entrei em contato com a CBL por e-mail e fui informado de que a única forma de consultar os dados é, de fato, dessa maneira. A da Agência Argentina (em isbn.org.ar), por exemplo, é muito mais completa.

#MercadoEditorial #ISBN

via Piauí

Disponível em: https://www.elsevier.com/insights/librarian-of-the-future-preview

Bibliotecário do Futuro / Elsevier

Bibliotecário do Futuro / Elsevier

O ecossistema de pesquisa continuará sendo moldado pela IA, pelo acesso aberto, pelas pressões por financiamento e pelas preocupações com a integridade na pesquisa. À medida que essas mudanças se aceleram, os bibliotecários preveem um maior envolvimento no apoio à pesquisa e na tomada de decisões, fortalecendo a colaboração entre a biblioteca e outros departamentos.

– 83% veem a IA como o principal motor de mudanças
– 81% consideram o uso indevido da IA ​​um dos maiores riscos para o registro acadêmico
– 75% esperam que a colaboração entre a biblioteca e outros departamentos aumente

#Tendências #Bibliotecários

via Elsevier

Disponível em: https://www.elsevier.com/insights/librarian-of-the-future-preview

Quem controla as eleições na era digital / Outras palavras

Quem controla as eleições na era digital / Outras palavras

A soberania de um país não se resume ao controle do território e à autonomia de suas instituições. Em uma sociedade conectada, depende também da capacidade de compreender e fiscalizar as infraestruturas que organizam a informação, os dados e a comunicação pública.

Um país pode realizar eleições formalmente livres e, ao mesmo tempo, depender de empresas estrangeiras para distribuir parcela expressiva das mensagens que alimentam o debate eleitoral. Quando essas empresas controlam sistemas, dados e critérios de visibilidade, sem que as instituições nacionais disponham de meios suficientes para auditá-los, surge uma assimetria de poder que precisa ser enfrentada.

Soberania digital não significa fechar as fronteiras à tecnologia nem entregar ao governo o controle das opiniões na internet. Significa submeter decisões privadas que afetam a democracia à transparência, à fiscalização independente e às leis nacionais.

#SoberaniaDigital #Eleições #MediaçãoAlgorítmica #Democracia

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/pochmann-quem-controla-eleicoes-era-digital/

Autorretrato acadêmico: analisamos 5,5 milhões de minibios na plataforma Lattes / IQC

Autorretrato acadêmico: analisamos 5,5 milhões de minibios na plataforma Lattes / IQC

A leitura que faço desses resultados é menos a de uma simples acumulação de informações e mais a de uma reorganização da narrativa profissional. Com o avanço da formação, ganham espaço as credenciais, a posição ocupada, a pesquisa e, sobretudo, o ensino e a formação de outras pessoas. Outros elementos, embora continuem fazendo parte da trajetória, deixam de ocupar o mesmo lugar relativo na apresentação.

Naturalmente, é preciso alguma cautela. Esta não é uma análise longitudinal: não acompanhei as mesmas pessoas desde a graduação até o doutorado. Portanto, não se pode afirmar que obter um título causa uma mudança na maneira de escrever. O que os dados mostram é uma associação muito consistente entre formação registrada e forma de autoapresentação. Também não devemos interpretar a ausência de um tema como ausência daquela experiência. Uma minibiografia é, por definição, uma seleção.

#CurrículoLattes #Cientistas

via IQC

Disponível em: https://iqc.org.br/observatorio/artigos/ciencia/quem-somos-em-poucas-linhas-como-a-formacao-muda-a-autoapresentacao-no-curriculo-lattes/

Carta de cientistas brasileiros em apoio a Lula supera 10,5 mil assinaturas e reúne 13 entidades nacionais / Jornal da Ciência

Carta de cientistas brasileiros em apoio a Lula supera 10,5 mil assinaturas e reúne 13 entidades nacionais / Jornal da Ciência

A carta de cientistas brasileiros em apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026 já ultrapassou a meta inicial de 10 mil assinaturas e reúne mais de 10,5 mil adesões. A iniciativa mobiliza pesquisadoras, pesquisadores, estudantes, professores, técnicos e profissionais da educação e da ciência de todas as regiões do país em defesa da democracia, da educação pública, da liberdade acadêmica e da soberania nacional.

Articulado por 13 entidades nacionais representativas da ciência, da educação, das universidades, dos trabalhadores e do movimento estudantil, o movimento se destaca pela amplitude da união em torno de uma manifestação política dessa natureza. A mobilização também se soma às manifestações de rua em defesa da democracia e do futuro do país, ampliando a participação de diferentes segmentos da sociedade no debate sobre os rumos do Brasil.

#Eleições #CiênciaBrasileira

Disponível: https://www.jornaldaciencia.org.br/carta-de-cientistas-brasileiros-em-apoio-a-lula-supera-105-mil-assinaturas-e-reune-13-entidades-nacionais/

A história da informação como objeto de investigação para a Ciência da Informação / Pedro & João Editores

A história da informação como objeto de investigação para a Ciência da Informação / Pedro & João Editores

Este texto parte do trânsito deste autor entre diferentes campos vinculados à produção, à organização, à circulação, à preservação, à mediação, à comunicação e à apropriação da informação. Uma graduação em Jornalismo, 2017 antecede um bacharelado em Biblioteconomia (finalizado em 2020) e uma especialização em Comunicação (2021); seguem-se um mestrado em Ciência da Informação (findo em 2024) e um mestrado em Museologia e Patrimônio, este em fase de conclusão, aos quais se somam, no presente momento da escrita deste texto, uma graduação em Arquivologia e o início do doutoramento em Ciência da Informação.

#LivrosCI #Informação #FundamentosDaCI

Disponível em: https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/a-historia-da-informacao-como-objeto-de-investigacao-para-a-ciencia-da-informacao/

Mediação da informação: cartografias de saberes e práticas / E-book UFCA

Mediação da informação: cartografias de saberes e práticas / E-book UFCA

Esta coletânea reúne sete capítulos derivados de dissertações, teses e pesquisas vinculadas ao grupo “Informação: Mediação, Cultura, Leitura e Sociedade”, registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e articulado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

#LivrosCI #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://ebooks.ufca.edu.br/catalogo/mediacao-da-informacao-cartografias-de-saberes-e-praticas/

Reutilizar livros infantis deteriorados: ideias criativas para dar a eles uma segunda vida na biblioteca / ALSC

Reutilizar livros infantis deteriorados: ideias criativas para dar a eles uma segunda vida na biblioteca / ALSC

Um livro de cartonado pode se transformar em:

Um quebra-cabeça simples: Corte uma página ilustrada em algumas peças grandes.
Um cartão para alinhavar: Recorte uma forma resistente, faça furos ao redor da borda e passe um barbante ou fio.
Elementos para contar histórias: Guarde imagens de pessoas, animais, objetos e cenários interessantes que as crianças possam combinar para inventar novas histórias.
Peças para classificar ou combinar: Cores, formas, animais, letras, números e objetos familiares podem servir como material para atividades de classificação e associação.
Um fantoche: Fixe um palito de sorvete em um personagem recortado e crie uma história totalmente nova para ele. (Veja mais!)

#LivrosInfantis

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2026/09/dont-toss-that-board-book-transform-it-into-something-wonderful/

Inteligência artificial amplia o acesso a acervos históricos e transforma o trabalho dos bibliotecários / CI Express

Inteligência artificial amplia o acesso a acervos históricos e transforma o trabalho dos bibliotecários / CI Express

A inteligência artificial (IA) está abrindo novas possibilidades para preservar e tornar acessíveis documentos históricos que, durante décadas, permaneceram restritos aos arquivos físicos de bibliotecas. Essa transformação é discutida no artigo “Inteligência artificial e seu uso na catalogação retrospectiva: diálogos entre tecnologia e expertise humana”, de autoria da pesquisadora Cintia de Azevedo Lourenço.

O estudo analisa como ferramentas de IA, reconhecimento de textos manuscritos e plataformas de automação podem modernizar a catalogação retrospectiva, processo de conversão de registros bibliográficos antigos em informações digitais pesquisáveis. A principal contribuição da pesquisa é demonstrar, com base na literatura científica, que essas tecnologias podem aumentar a eficiência dos serviços bibliotecários sem substituir o conhecimento especializado dos profissionais responsáveis pela organização da informação.

#IA #Bibliotecários

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/intelig%C3%AAncia-artificial-ajuda-a-revelar-acervos-hist%C3%B3ricos-e-transforma-o-trabalho-dos-bibliotec%C3%A1rio

ICOM Brasil publica nota em defesa dos museus brasileiros e da democracia / ICOM

ICOM Brasil publica nota em defesa dos museus brasileiros e da democracia / ICOM

Há mais de 200 anos, os museus no Brasil preservam um rico patrimônio cultural, referência das memórias do nosso povo.
Nas últimas décadas, o Brasil tem desempenhado um papel inovador, com experiências pioneiras de práticas museais participativas e comunitárias, destacando-se no cenário internacional. Além de seu compromisso com pautas políticas e questões de impacto social, os museus constituem uma força estratégica para a economia nacional.

Esse cenário promissor, construído também por meio de políticas públicas voltadas aos museus, está sujeito a retrocessos e perdas irreparáveis. No segundo turno das eleições presidenciais, estão em disputa dois projetos políticos diametralmente opostos, com implicações para os direitos básicos da sociedade brasileira.

Um dos lados da disputa faz parte do grupo que esteve à frente da presidência da República entre 2018 e 2022 e que extinguiu o Ministério da Cultura, defendeu a censura a museus e buscou intervir em algumas dessas instituições. Esse grupo perseguiu muitos profissionais do setor, promoveu o negacionismo científico e histórico e ameaçou a Lei Rouanet, uma das mais importantes fontes de financiamento de museus brasileiros. Também esteve associado à tentativa de golpe de Estado que culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando foi depredado um importante conjunto do patrimônio cultural brasileiro.

#ICOM #Eleições

via ICOM

Disponível em: https://icom.org.br/nota-em-defesa-dos-museus-brasileiros-e-da-democracia/