Para uma nova cartografia dos livros ilustrados: práticas editoriais, narrativas e discursos visuais
Essa é justamente a verdadeira identidade e o sentido do livro ilustrado e do livro-álbum: abrir um processo por meio do qual nosso imaginário é transformado. Como não ser o espaço onde devem ser inventadas as novas práticas artísticas e editoriais? O engenho que esses espaços representam — sua forma de serem feitos, de serem pensados, de dimensionar uma ideia ou um pensamento dentro do espaço-livro e entre as colinas de suas páginas brancas — tem sido, sem dúvida, uma questão essencial, uma referência criativa que dinamita as possibilidades do livro: para os que não leem, os que começam a ler, os que leem muito bem, os que têm uma prática ampla de leitura e, portanto, de conhecimento da linguagem, para os grandes leitores — isto é, ultrapassa as etapas e faixas etárias, convocando um abraço leitor, como o grande colóquio.
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via Emilia
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