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Editorial: 160 anos do Museu Paraense Emílio Goeldi: memória e ciência sob o olhar de um bibliotecário amazônida, por Rodrigo Oliveira de Paiva / Divulga-CI
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Editorial: 160 anos do Museu Paraense Emílio Goeldi: memória e ciência sob o olhar de um bibliotecário amazônida, por Rodrigo Oliveira de Paiva / Divulga-CI
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“Ser um bibliotecário amazônida significa compreender que a informação não se limita aos suportes formais, mas circula nos saberes tradicionais, nas oralidades, nas experiências de povos indígenas e comunidades locais, pedindo, também, uma escuta sensível e um compromisso ético com a diversidade de conhecimentos.” destaca o pesquisador e bibliotecário Dr. Rodrigo Oliveira de Paiva, chefe da biblioteca do Museu Goeldi.
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Ensinando citação na era da IA generativa: repensando a alfabetização em pesquisa, a integridade acadêmica e a responsabilidade epistêmica / The Journal of Academic Librarianship
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Ensinando citação na era da IA generativa: repensando a alfabetização em pesquisa, a integridade acadêmica e a responsabilidade epistêmica / The Journal of Academic Librarianship
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Este artigo pedagógico defende uma mudança em direção à alfabetização crítica em citações. Em vez de tratar a citação como uma habilidade mecânica, esta abordagem a enquadra como uma prática epistêmica e ética. Com base em estudos sobre competência informacional, integridade acadêmica e sociologia do conhecimento, o artigo identifica os principais riscos associados à IA de última geração, incluindo referências fabricadas, citação sem leitura, atribuição incorreta e amplificação de vieses de visibilidade já existentes. O artigo diferencia classes de ferramentas de IA, como modelos de linguagem paramétricos e sistemas de recuperação aumentada, para mostrar que os riscos de citação variam de acordo com a infraestrutura, em vez de tratar a "alucinação da IA" como um fenômeno uniforme. O artigo propõe uma estrutura de cinco dimensões para o ensino da alfabetização crítica em citações e descreve estratégias práticas de ensino e avaliação.
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#Citação #IntegridadeEmPesquisa #CoInfo #IA
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Manifestos e Bibliotecas! / Uvejota
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Manifestos e Bibliotecas! / Uvejota
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Nossas queridas bibliotecas possuem uma tradição própria, distinta, crítica e esperançosa. Dentro dessa tradição, manifestos têm sido publicados expressando preocupações, defesas e reivindicações, ressaltando que o propósito fundamental da biblioteca é social (eu diria até humano), com significativas implicações políticas. Esses manifestos são geralmente promovidos por organizações (ou indivíduos que se organizam em uma). A seguir, ofereço uma breve visão geral dos manifestos de bibliotecas, principalmente aqueles pertinentes à América Latina e/ou aqueles disponíveis em tradução para o espanhol.
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#Manifesto #IFLA #Bibliotecas
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Mapeando as desigualdades no ecossistema da pesquisa acadêmica: uma revisão sistemática da literatura / Quantitative Science Studies
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Mapeando as desigualdades no ecossistema da pesquisa acadêmica: uma revisão sistemática da literatura / Quantitative Science Studies
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Identifiquei 22 temas conceituais de desigualdade altamente interconectados, enfatizando a multidimensionalidade e a complexidade do conceito. Analisei as tendências temporais, revelando um aumento recente nas publicações. Uma análise mais aprofundada mostra uma forte predominância de autores e foco do Norte Global, bem como o uso generalizado de métodos quantitativos, especialmente bibliometria. Além disso, examinei o uso de referenciais teóricos e modelos explicativos na literatura, e constatei que o engajamento teórico é geralmente escasso. Da mesma forma, a literatura aborda apenas de forma limitada os fatores estruturais e os efeitos da desigualdade no ecossistema de pesquisa. Concluo a revisão com uma discussão que sintetiza as descobertas e propõe um arcabouço consolidado para apoiar pesquisas futuras.
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#PesquisaCientífica #Desigualdade
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O giz e o prompt: o dilema de um professor universitário de meia-idade / Jornal da USP
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O giz e o prompt: o dilema de um professor universitário de meia-idade / Jornal da USP
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(...) o professor Neira escreve: “O problema não está na existência da ferramenta, mas na maneira como ela interfere na relação da(o) estudante com a aprendizagem. Em si, esses recursos não são necessariamente negativos. A dificuldade surge quando deixam de funcionar como apoio à elaboração intelectual e passam a ocupar o lugar do trabalho que cabe à(ao) estudante realizar”.
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Aqui me atrevo a adicionar ao texto apenas a palavra “professor”, ou seja, a dificuldade surge quando deixam de funcionar como apoio à elaboração intelectual e passam a ocupar o lugar do trabalho que cabe à(ao) estudante/professor realizar.
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O futuro chegou, meus caros colegas, e não podemos mais negá-lo, cabe a nós agora seguir por este caminho de novas descobertas, aprendendo com os erros que, certamente ocorrerão nesta nova fase de nossa vida acadêmica, ou seja, a Ciência também vista à luz da inteligência artificial, e olha que quem está se comunicando com vocês é do tempo do mimeógrafo, da transparência e dos carrosséis de slides.
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