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Informação, Conhecimento e Inteligência organizacional: Novas abordagens / Ed. UNESP
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Informação, Conhecimento e Inteligência organizacional: Novas abordagens / Ed. UNESP
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Informação, conhecimento e inteligência, são os pilares na estrutura das organizações, uma vez que: Ao se tratar de “informação”, podemos estar realizando a colocação da interpretação de dados, por meios de seus significados na relação com o contexto apresentado; o “conhecimento” compreende a informação obtida na trajetória dos indivíduos, quer seja por meio de estudos, práticas e aprendizados, ocasionando resultados para a sua execução; e a “inteligência” sendo a capacidade da integração e consequentemente da intersecção, do limiar e das trajetórias firmadas entre a informação e o conhecimento.
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Catalogação de livros raros usando inteligência artificial (IA) : o que temos conseguido com isso? / RDBCI
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Catalogação de livros raros usando inteligência artificial (IA) : o que temos conseguido com isso? / RDBCI
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A pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa, envolveu a criação de um prompt e sua aplicação em onze ferramentas generativas de inteligência artificial. Utilizando como método o estudo comparado. Foram observadas as confluências, incompatibilidades e concordância com os padrões indicados no prompt. Resultados: Os resultados mostraram que a maior incompatibilidade foi encontrada nos metadados 5XX, e estão relacionadas à superficialidade na descrição e ao acréscimo de dados não contemplados no documento solicitado. Conclusão: As ferramentas não são autossuficientes, porém aprimoram o resultado pois fornecem dados que enriquecem a representação do item, no que se refere aos aspectos materiais e temático.
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#Catalogação #IA #LivrosRaros
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Divulga-AI
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O chatbot Divulga-AI é estruturado em uma arquitetura RAG (Retrieval-Augmented Generation) integrada ao WordPress via MxChat. As publicações do site são indexadas em chunks (Content Chunking) e convertidas em embeddings, armazenados no Pinecone como banco vetorial.
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Durante a interação, o sistema realiza busca semântica (Similarity Threshold, Sources e Chunks Limit) para recuperar trechos relevantes das publicações e enviá-los a um modelo de linguagem da OpenAI, que gera respostas curtas, fundamentadas nas publicações e com citações quando disponíveis.
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Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp
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Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários / Pesquisa Fapesp
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Um mapeamento global sobre periódicos universitários, aqueles afiliados a instituições de ensino superior ou aos seus departamentos, encontrou 19.414 títulos ativos em 148 países. Há uma alta concentração desse tipo de publicação em poucas nações, sendo que Estados Unidos (2.188 títulos), Indonésia (2.131 títulos) e Brasil (1.530 títulos) ocupam os primeiros lugares. Apenas 10 países representam 62,92% de todos os periódicos universitários identificados no diretório internacional Ulrichsweb, a principal base usada no levantamento do estudo (ver infográfico abaixo). Quase metade deles opera em acesso aberto. Os dados foram divulgados em janeiro de 2026 em um artigo na revista científica Scientometrics, assinado por pesquisadores do Centro Leibniz de Informação para Ciência e Tecnologia (TIB), na Alemanha, e das universidades de Tampere, na Finlândia, e Hacettepe, na Turquia.
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Por que e como podemos reorganizar a universidade para impactar políticas públicas / Jornal da USP
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Por que e como podemos reorganizar a universidade para impactar políticas públicas / Jornal da USP
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Problemas reais não respeitam fronteiras disciplinares. Eles se apresentam como sistemas complexos, em que causas e efeitos se entrelaçam. Ainda assim, insistimos em abordá-los com ferramentas concebidas para operar em contextos mais simples. O resultado é um padrão recorrente: soluções tecnicamente corretas, mas estruturalmente insuficientes.
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Essa limitação torna-se ainda mais evidente ao se observar a relação entre a universidade e as políticas públicas. A expectativa de que a ciência oriente decisões coletivas é legítima, mas frequentemente frustrada. A dificuldade não está apenas na tradução do conhecimento, mas também na própria estrutura de produção desse conhecimento, que raramente é orientada por problemas concretos.
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#Universidades #PolíticasPúblicas
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O depósito de dados de pesquisa no campo de Estudos Urbanos / SciELO
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O depósito de dados de pesquisa no campo de Estudos Urbanos / SciELO
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Embora o tema tenha ganhado maior visibilidade recentemente no ambiente brasileiro de editoração científica, a disponibilidade de dados integra há décadas a agenda da ciência aberta. Há quase três décadas,o National Research Council dos Estados Unidos (1997) já recomendava o acesso completo e aberto aos dados científicos como paradigma a ser adotado internacionalmente, especialmente no caso de pesquisas financiadas com recursos públicos.
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A Organisation for Economic Co-operation and Development (OCDE), por sua vez, publicou em 2004 sua primeira declaração sobre o tema, enfatizando a importância do acesso a dados provenientes de pesquisa com financiamento público, iniciativa que culminou na edição de diretrizes e princípios em 2007. No Brasil, destaca-se o protagonismo do SciELO na introdução dessa discussão há pelo menos quinze anos (tal como se exemplifica em postagem de 2013 nesse mesmo blog), ao promover reflexões sobre dados abertos e sua relevância para a ciência aberta.
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