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Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI
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Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI
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“(…) o Tamizdat Project foi inicialmente concebido como uma iniciativa de divulgação acadêmica pública e um arquivo on-line de documentos sobre as primeiras publicações, circulação e recepção de manuscritos de contrabando provenientes da antiga URSS e do Bloco Oriental” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Yasha Klots, professor de Literatura Russa e Comparada no Hunter College, no CUNY Graduate Center e fundador do Tamizdat Project.
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Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato
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Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato
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Um painel interativo e colaborativo que reúne quais bibliotecas digitais cada instituição de ensino superior do Brasil assina — transparência para toda a comunidade acadêmica.
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#BibliotecasDigitais #PainelInterativo
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Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo
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Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo
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Este guia conjunto da Crossref e da DataCite explica como os metadados registrados por meio de infraestruturas acadêmicas abertas ajudam a preservar o rigor e a integridade do registro acadêmico. O documento detalha elementos específicos de metadados — presentes nos esquemas da Crossref e da DataCite — que podem auxiliar as partes interessadas a avaliar a confiabilidade dos resultados de pesquisas. O objetivo do guia é fornecer informações práticas a todos os atores da comunidade acadêmica, incentivando-os a contribuir com metadados ricos e a utilizá-los como ferramenta para a análise da integridade da pesquisa.
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#Metadados #IntegridadeEmPesquisa #CrossRef #Datacite
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Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) - 2005 à 2024 / PPGMuseu - UFBA
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Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) - 2005 à 2024 / PPGMuseu - UFBA
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Durante o processo de pesquisa notou-se como uma instituição museu dentro do cenário da universidade é frágil no sentido político e pode ser vinculada a um ou outro órgão a depender da direção das forças políticas. Ficou claro também que a gestão do museu esteve, desde sua criação, vinculada aos antropólogos da universidade, tenham sido eles técnicos ou docentes. A partir do material encontrado sobre as exposições, principalmente os registros fotográficos, ficou claro também que não houve investimentos em mobiliário expográfico e, quando houve, não realizou a renovação dos móveis originais. No entanto, a instituição promoveu um quantitativo grande de exposições, principalmente temporárias, mas esse não foi o foco da pesquisa, por isso, não se realizou o levantamento delas, apenas algumas que deixaram registros foram pontuadas.
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#Exposição #MuseusUniversitários
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Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW
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Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW
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Angola e Moçambique são os únicos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que ainda não ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990, apesar de terem integrado o grupo signatário do documento, assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990.
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No caso de Angola, o documento não foi aprovado nem em Conselho de Ministros nem ratificado pelo Parlamento.
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Em Moçambique alega-se o peso das línguas nacionais e os custos da implementação, motivos invocados desde a aprovação no Conselho de Ministros, em 2012, poucos meses antes de o país africano assumir a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O documento não foi ainda ratificado pelo parlamento. Demais países
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No caso da Guiné-Bissau, o acordo foi ratificado em 2009 mas nunca foi posto em prática. Embora o português seja a língua oficial, é em crioulo que os guineenses se entendem e nas mais de 30 línguas regionais que compõem o mosaico étnico cultural do país. Nos dados mais recentes divulgados pelo governo, menos de 5% da população fala português.
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Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA
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Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA
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O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.
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“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.
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“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.
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A Revista Divulga-CI convida você a participar de uma campanha colaborativa para compor as capas das edições de 2026 com imagens que expressem a diversidade, a arquitetura e as paisagens dos ambientes acadêmicos.
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Como participar? ✔️ Produza fotos autorais de prédios, ambientes internos, áreas de convivência ou paisagens da sua universidade ✔️ As imagens devem estar em alta resolução ❌ Não serão aceitas selfies 📤 Envie suas fotos por meio do formulário indicado: https://forms.gle/L4MWeHcjrjaWT7ud6
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