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O futuro do artigo científico na era da IA / SciELO em Perspectiva
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O futuro do artigo científico na era da IA / SciELO em Perspectiva
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O futuro do artigo científico não reside apenas no aprimoramento dos algoritmos de detecção de fraudes, mas em uma mudança de paradigma: Passar da “produção de texto para ser indexado” para a “produção de conhecimento verificável para ser compartilhado”
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A arquitetura que substituir o modelo atual deverá encontrar um equilíbrio entre a eficiência algorítmica e a reflexão humana que definiu a ciência ao longo de séculos.
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Em resumo, a automação total do processo científico ameaça transformar o artigo científico de um veículo de descoberta em uma mera moeda de troca burocrática, onde o volume de publicações prevalece sobre a solidez e a veracidade das descobertas.
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#ArtigoCientífico #Tendências
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Bibliotecas universitárias são essenciais na era da IA / Council of Ontario Universities
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Bibliotecas universitárias são essenciais na era da IA / Council of Ontario Universities
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As bibliotecas integrantes da OCUL estão posicionadas para promover a visão do relatório do COU de diversas maneiras:
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- Elas testam, de forma criteriosa, tecnologias inovadoras — como chatbots e assistentes de pesquisa — com foco no acesso equitativo e na integridade da informação.
- Elas operam em infraestrutura compartilhada, desenvolvendo fluxos de trabalho altamente eficientes para gerenciar milhões de materiais de pesquisa, tanto impressos quanto online.
- Elas possuem a expertise necessária para lidar com questões fundamentais da governança de IA, incluindo direitos autorais e privacidade de dados.
- Elas auxiliam no desenvolvimento da literacia em IA de estudantes, docentes e funcionários, dada a sua conexão com a literacia informacional — um conjunto de competências há muito defendido pelas equipes das bibliotecas.
via Council of Ontario Universities
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#BibliotecasUniversitárias #IA
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A nova geografia da ciência / Ciência e Cultura
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A nova geografia da ciência / Ciencia e Cultura
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Durante décadas, o avanço da ciência dependeu principalmente dos investimentos de governos e empresas, responsáveis por viabilizar conquistas como a exploração espacial, o sequenciamento do genoma humano e inúmeras inovações tecnológicas. Ainda assim, projetos de longo prazo, pesquisas de alto risco e ideias sem aplicação imediata frequentemente encontravam dificuldades para obter financiamento.
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Mas esse cenário começou a mudar nos últimos anos. Fundações, fundos patrimoniais (endowments), organizações filantrópicas e grandes doadores passaram a investir bilhões de dólares em pesquisa, fortalecendo áreas como inteligência artificial, mudanças climáticas, biodiversidade, saúde global e ciência básica. Conhecida como filantropia científica, essa modalidade direciona recursos privados para pesquisa, infraestrutura, formação de pesquisadores e inovação. Seu principal diferencial é a flexibilidade para apoiar projetos exploratórios e de longo prazo, muitas vezes fora do alcance dos modelos tradicionais de financiamento.
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Mais de 20 países proíbem ou restringem o uso de redes sociais por menores: o mapa global é atualizado semanalmente / wwwhatsnew
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Mais de 20 países proíbem ou restringem o uso de redes sociais por menores: o mapa global é atualizado semanalmente / wwwhatsnew
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Situação das restrições por país: Em vigor: Austrália: proibição total para menores de 16 anos (dezembro de 2025); Indonésia: proibição para menores de 16 anos (a partir de março de 2026); Malásia: legislação em vigor a partir de junho de 2026, para menores de 16 anos. Aprovadas, em fase de implementação: Turquia e Emirados Árabes Unidos; . Sob análise legislativa ativa: Reino Unido, Grécia, Áustria, Eslovênia, Alemanha e Canadá. Em debate: Suécia, Dinamarca, Portugal, entre outros.
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Um guia de redes sociais para autores / Nathan Bransford
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Um guia de redes sociais para autores / Nathan Bransford
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A última vez que atualizei este guia de mídias sociais para autores foi em 2018, quando estávamos no auge da ideia convencional de que "todos os autores precisam estar nas mídias sociais, ponto final".
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Isso não é mais verdade. As editoras já aceitaram há muito tempo que mesmo um grande número de seguidores nas redes sociais pode não ser suficiente para vender livros. (...)
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Ainda assim, se você estiver disposto, as redes sociais podem ser uma forma de encontrar seu público, gerar expectativa para um livro e encontrar sua voz.
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O que vem depois da proibição de livros? Um distrito escolar questiona as bibliotecas tradicionais / WUSF - NPR
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O que vem depois da proibição de livros? Um distrito escolar questiona as bibliotecas tradicionais / WUSF - NPR
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Um distrito escolar da Flórida, que já removeu centenas de livros, questiona se as bibliotecas tradicionais do ensino médio são necessárias.
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Essa situação, segundo defensores do acesso a livros, representa uma evolução nas práticas de proibição de livros na Flórida, onde os distritos escolares já removeram ou restringiram mais títulos do que qualquer outro estado .
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“Esta é uma conversa mais ampla que vai além de qualquer livro individual”, disse William Johnson, diretor do escritório da PEN America na Flórida . “É uma conversa sobre o futuro da leitura, a liberdade intelectual e como as bibliotecas escolares deveriam ser na Flórida.”
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#Censura #BibliotecasEscolares
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Sociedade da informação e acesso à cultura / PPGCI - UFF
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Sociedade da informação e acesso à cultura: perspectivas sobre a estratégia federal de governo digital no contexto das fundações vinculadas ao ministério da cultura (minc) / PPGCI - UFF
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Procura responder à questão: em que medida os planos de transformação digital evidenciam a capacidade (ou não) de promover o governo eletrônico nas entidades vinculadas ao Ministério da Cultura? O quanto esse cenário impacta na garantia de direitos? Para tanto, apresenta ações de informatização adotadas pelo Estado brasileiro no contexto da Sociedade da Informação, analisa os Planos de Transformação Digital e a trajetória das fundações, e verifica o cumprimento de prazos de entrega ligados ao provimento de serviços públicos em meio digital. Os resultados indicam uma capacidade limitada das fundações no que diz respeito ao cumprimento dos prazos pactuados nos Planos de Transformação Digital. Ademais, observa-se que esse trabalho vem sendo desenvolvido em meio a um contexto de dificuldades diversas, o que tem potencial para impactar negativamente a garantia do direito de acesso às instituições culturais.
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#SociedadeDaInformação #Cultura #MinC
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O Papel da Biblioteca Pública no Combate à Desinformação / Arts Council England
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O Papel da Biblioteca Pública no Combate à Desinformação: Uma Análise e Plano de Ação / Arts Council England
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Enfrentar o impacto insidioso e disruptivo da desinformação é um desafio social urgente, porém complexo e de difícil resolução. Há questões de acesso e de disposição a considerar: as primeiras envolvem tecnologia e letramento (a capacidade das pessoas de acessar e avaliar informações), enquanto as segundas dizem respeito a atitudes e inclinações (as predisposições, crenças e motivações que influenciam os comportamentos das pessoas em relação à informação). Sem atenção a ambos os aspectos, quaisquer medidas para combater a desinformação correm o risco de ser excessivamente reducionistas e de apresentar eficácia limitada. As bibliotecas públicas — instituições cívicas comunitárias de confiança que apoiam uma sociedade informada — estão bem posicionadas para desempenhar um papel fundamental no enfrentamento da desinformação; no entanto, antes deste estudo, não havia informações suficientes sobre as respostas e práticas adotadas por essas bibliotecas. Este estudo nacional, pioneiro no Reino Unido, ouviu 372 profissionais de bibliotecas públicas na Inglaterra para investigar como eles compreendem, vivenciam e reagem à desinformação em suas comunidades, bem como de que tipo de apoio necessitam para cumprir seu papel cívico.
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#BibliotecasPúblicas #Desinformação #Guias
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Recomendações para o desenvolvimento de políticas editoriais sobre o uso de inteligência artificial generativa na publicação científica / Revista Estudios De La Información
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Recomendações para o desenvolvimento de políticas editoriais sobre o uso de inteligência artificial generativa na publicação científica / Revista Estudios De La Información
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O texto está organizado em torno de três cenários hipotéticos para a formulação de políticas editoriais sobre o uso de IA: (1) proibitivo; (2) restritivo; e (3) permissivo ou experimental. Para cada cenário, são delineados princípios orientadores, usos permitidos e proibidos, mecanismos de divulgação e verificação, bem como implicações para autores, revisores e editores. Além disso, são apresentados exemplos de redação para os três cenários; estes podem servir como modelos iniciais destinados a facilitar o desenvolvimento e a adaptação de políticas a diversos contextos editoriais, disciplinas e posicionamentos institucionais em relação a essas tecnologias.
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#PolíticasEditoriais #IA #GestãoEditorial
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A Wikipédia e a ciência: uma história de amor (finalmente) feliz / CNRS
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A Wikipédia e a ciência: uma história de amor (finalmente) feliz / CNRS
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Vinte e cinco anos após o seu lançamento, a enciclopédia online mais lida do mundo faz da confiabilidade de seu conteúdo — fundamentado no consenso científico — o tema central de sua conferência em Paris, de 21 a 25 de julho. Delphine Montagne, wikipedista residente no Urfist Paris, analisa a relação cada vez melhor entre a comunidade de pesquisa e a Wikipédia.
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Projeto OpenEval: Avaliação transparente de revisão por pares com suporte a LLMs / OpenEval
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Projeto OpenEval: Avaliação transparente de revisão por pares com suporte a LLMs / OpenEval
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O projeto OpenEval oferece uma avaliação transparente e sistemática do desempenho de grandes modelos de linguagem (LLMs) na revisão por pares científica. Comparamos pareceres gerados por LLMs com revisões tradicionais por pares para avaliar sua precisão, consistência e confiabilidade na identificação de afirmações e na avaliação de evidências científicas. Explore nosso conjunto de dados de manuscritos abaixo. Clique em qualquer artigo para visualizar comparações detalhadas, afirmação por afirmação, entre as avaliações dos LLMs e dos revisores humanos. Todos os artigos são publicados sob a licença CC-BY e estão disponíveis em sua forma original no site da eLife. Os artigos apresentados aqui foram modificados para destacar as afirmações neles contidas.
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#AvaliaçãoPorPares #OpenEval #IA
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Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes – Manual de Implementação Passo a Passo / IFLA
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Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes – Manual de Implementação Passo a Passo / IFLA
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A Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) elaborou as *Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Verdes* com o objetivo de apoiar bibliotecas em todo o mundo no avanço da sustentabilidade ambiental, social e econômica. Essas diretrizes reconhecem as bibliotecas como instituições comunitárias poderosas, capazes de liderar pelo exemplo, reduzir sua pegada ambiental e promover o conhecimento, a inclusão e a resiliência. Este Manual de Implementação Passo a Passo baseia-se nos princípios estabelecidos nas Diretrizes, oferecendo um roteiro prático e sequencial para a ação. Ele traduz conceitos estratégicos de sustentabilidade em medidas viáveis que bibliotecas de todos os tipos e portes — públicas, acadêmicas, escolares, nacionais e especializadas — podem adaptar aos seus contextos locais.
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#BibliotecasVerdes #BibliotecasSustentáveis #IFLA
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Desinformação e religiões de matriz africana: as bibliotecas comunitárias no combate ao racismo religioso / PPGCI - UFF
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Desinformação e religiões de matriz africana: as bibliotecas comunitárias no combate ao racismo religioso / PPGCI - UFF
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A pesquisa tem por objetivo geral analisar o fenômeno da desinformação como vetor para o racismo religioso no Brasil, bem como identificar formas de contribuição para mitigar a proliferação do racismo sobre este grupo religioso. (...). Trata-se de uma pesquisa explicativa que busca relacionar a desinformação ao contexto do racismo, com abordagem predominantemente qualitativa, possuindo como tipo de pesquisa o estudo de caso junto às bibliotecas “Comunitária Afro-indígena Maria da Glória - Dagó” e “Biblioteca Erê”, que compõem o objeto empírico deste estudo. Conclui-se que a desinformação tem contribuído significativamente para a perpetuação de estereótipos, mas também identificamos espaços, que atuam como caminhos para propagação de informação étnico-racial que valorize a cultura afro-brasileira, como anteparo de proteção ao preconceito e ao racismo que circundam as religiões de matriz africana.
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#Desinformação #ReligiõesAfroBrasileiras #BibliotecasComunitárias #RacismoReligioso
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RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC
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RDA: Perspectivas teóricas e práticas no Brasil / Ed. UDESC
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Neste livro, apresentamos textos de palestrantes do I Encontro de RDA no Brasil, realizado de 16 a 18 de abril de 2019, em Florianópolis – SC. O Encontro, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação e pelo Departamento de Biblioteconomia e Gestão da Informação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), teve entre seus apoiadores a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Santa Catarina (SENAC-SC). O Resource Description and Access (RDA), geralmente traduzido como “Recurso: Descrição e Acesso”, surgiu com a necessidade de revisão do Anglo-American Cataloging Rules, 2nd edition (AACR2r), código de catalogação anglo-americano utilizado na representação de recursos informacionais principalmente em bibliotecas. Embora tenha surgido no contexto anglo-americano, esse código passou a ser utilizado em diversos países, inclusive no Brasil.
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Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência
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Levantamento inédito mapeia o avanço dos periódicos predatórios no Brasil / Sobrevivendo na Ciência
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“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares. O fenômeno foi detalhado no mapeamento inédito que foi publicado no periódico internacional Scientometrics e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. (...) O estudo aponta ainda para uma assimetria regional e estrutural. Programas de pós-graduação menores e fora dos grandes centros de excelência sofrem com a sobrecarga de trabalho dos docentes, o que sufoca o debate sobre a integridade científica. “Nós não podemos cobrar se não ensinamos. É preciso uma campanha nacional de sensibilização, envolvendo as agências de fomento”, defende o professor do ICMC, que contou com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
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via Sobrevivendo na Ciência
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Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras
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Quem na Academia é contra a Universidade Indígena? / Outras Palavras
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O argumento central de Yamashita é tão frágil quanto uma função de onda não normalizada: se a universidade existe para produzir ciência, e ciência é um método universal, então não haveria razão para uma universidade “indígena”. Erro crasso, digno de um calouro no primeiro dia de aula de mecânica quântica.
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Vamos por partes. A ciência, em especial, a Física, a Química e a Biologia podem ter pretensões de universalidade em seu método. Mas a universidade? Essa invenção medieval europeia é profundamente particular em sua história, em suas hierarquias, em seus mecanismos de exclusão, silenciamento e apagamento. Yamashita parece acreditar que a universidade brasileira é um espaço neutro, asséptico, onde o conhecimento flui livremente, independente de quem o produz ou de onde vem. Essa é a fantasia do cientista que nunca precisou olhar para o próprio chão.
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#Universidades #PovosIndígenas #Unind
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Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP
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Livro infantil incentiva crianças a enxergar a inclusão como responsabilidade de todos / Jornal da USP
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convivência com as diferenças pode começar nos primeiros anos de vida, em gestos simples como dividir um brinquedo, fazer um novo amigo ou abrir espaço para que todos participem de uma brincadeira. É essa reflexão que inspira o livro Eu Também Quero Brincar, escrito pelas pesquisadoras Maria Eugênia Queiroz Nassur e Daniela Gonçalves de Abreu Favacho, do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.
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#LiteraturaInfantil #PessoasComDeficiência #Inclusão
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França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA
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França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA
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O parlamento francês aprovou hoje em definitivo uma proposta de lei que proíbe o acesso às redes sociais a menores de 15 anos, tornando-se o primeiro país da União Europeia a aplicar esta interdição a adolescentes desta idade.
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A medida, que entrará em vigor em setembro, foi aprovada com 279 votos a favor e 81 contra e era uma promessa de final de mandato do Presidente francês, Emmanuel Macron.
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Outros países europeus, incluindo Portugal, estão a discutir ou já adotaram medidas semelhantes, mas fixaram, na maioria dos casos, a idade nos 16 anos.
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As novas regras vão exigir que as plataformas implementem mecanismos de verificação da idade. O texto aprovado inclui também a proibição de telemóveis nas escolas secundárias.
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Aportes teórico-metodológicos para organização do conhecimento interdisciplinar: uma proposta aplicável ao conhecimento étnico-racial brasileiro / PPGCI - UFF
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Aportes teórico-metodológicos para organização do conhecimento interdisciplinar: uma proposta aplicável ao conhecimento étnico-racial brasileiro / PPGCI - UFF
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Como resultado apresenta um conjunto de aportes – Teoria da Decolonialidade, Teoria dos Objetos de Fronteira, Teoria do conceito e outras teorias para definições de conceitos, Teoria dos Níveis Integrativos, Teoria da Interseccionalidade, Teoria da Classificação Facetada e a atribuição de identificadores únicos – distribuídos em sete etapas para a representação de conceitos em contextos interdisciplinares. A validação da proposta de aportes foi realizada pela representação dos conceitos de raça e a viabilidade da aplicação da proposta foi averiguada pela aplicação na Integrative Levels Classification. Os resultados obtidos demonstram a capacidade do conjunto de aportes em representar conceitos relacionados a um mesmo referente, utilizados por diferentes disciplinas e enquadramentos epistemológicos, sob perspectiva ecológica, sem subordinações indevidas ou invisibilização, o que é fundamental para a representação do conhecimento interdisciplinar. Conclui-se que a organização do conhecimento interdisciplinar sob perspectiva ecológica pode ser aplicada ao campo dos estudos étnico-raciais e se constitui em uma metodologia replicável para outros campos interdisciplinares que possuem conceitos disputados e semanticamente variáveis.
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#Decolonialidade #QuestõesÉtnicoRaciais #OrganizaçãoDoConhecimento
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Perspectivas decoloniais e saberes tradicionais na Ciência da Informação brasileira / RDBCI
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Perspectivas decoloniais e saberes tradicionais na Ciência da Informação brasileira: um estudo dos trabalhos publicados nos anais do ENANCIB / RDBCI
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Resultados:Os resultados evidenciam a predominância de estudos orientados pelas perspectivas decoloniais, especialmente a partir de 2021. As publicações concentram-se em Grupos de Trabalho que discutem as dimensões epistemológica, política e sociocultural da informação. Predominam métodos de abordagem qualitativa, análises teórico-conceituais e pesquisas empíricas em contextos indígenas, afro-diaspóricos e comunitários, observando-se diferentes níveis de aprofundamento conceitual e articulação entre os temas.Conclusão: Conclui-se que os assuntos vêm ganhando visibilidade no evento de maneira heterogênea, evidenciando temas em construção e a necessidade de aprofundamento das pesquisas que integrem criticamente perspectivas decoloniais e saberes tradicionais às práticas informacionais.
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#ENANCIB #FundamentosDaCI #Decolonialidade
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Incentivo à leitura em bibliotecas universitárias / Revista ACB
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Incentivo à leitura em bibliotecas universitárias / Revista ACB
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Relato de experiência de ações implementadas pelo Grupo de Trabalho em Informação (GT INFO) da Biblioteca Central Irmão José Otão da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) para o incentivo e promoção da leitura na comunidade acadêmica. Contextualização na literatura sobre a importância das ações de incentivo e estímulo à leitura como uma das competências das bibliotecas, com ênfase na biblioteca universitária. Demonstrar as competências e a importância da biblioteca universitária em ações de incentivo à leitura e formação do leitor. Relato de experiência quanto aos projetos implementados na Biblioteca da PUCRS, como Teia Literária, Deu Match e o Espaço #DICASDELEITURA. Apresenta os resultados dessas ações demonstrando o impacto na comunidade e estímulo para outras iniciativas em bibliotecas universitárias.
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#Leitores #BibliotecasUniversitárias
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Como realizar uma revisão sistemática da literatura e uma análise bibliométrica nas ciências sociais: um novo guia prático para pesquisadores / Data and Information Management
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Como realizar uma revisão sistemática da literatura e uma análise bibliométrica nas ciências sociais: um novo guia prático para pesquisadores / Data and Information Management
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• Foi apresentada uma visão geral de métodos e técnicas para a realização de revisões sistemáticas da literatura e análises bibliométricas.
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• Foram explicadas as complementaridades entre a revisão sistemática da literatura e a análise bibliométrica.
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• Foram explicadas as seguintes abordagens: análise cienciométrica, revisão narrativa, metanálise, revisão integrativa, revisão de escopo, informetria e webometria.
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• Foram explicadas técnicas para identificar lacunas de pesquisa, temas e estruturas conceituais.
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• Foram destacadas as principais características de artigos de revisão e as boas práticas acadêmicas para maximizar a qualidade da pesquisa.
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#RevisãoSistemática #Bibliometria #BoasPráticas
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A diminuição da difusão científica após a mudança de título de um periódico / Research Evaluation
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A diminuição da difusão científica após a mudança de título de um periódico / Research Evaluation
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No meio acadêmico, os nomes de periódicos funcionam como sinais, influenciando o número de leitores e as citações. Investigamos os efeitos sobre a difusão do conhecimento publicado quando um periódico altera seu nome. Ao analisar mais de duzentos periódicos, constatamos que os artigos publicados antes da mudança de nome recebem menos citações após a alteração. Esse fenômeno varia conforme o momento da mudança, a extensão da alteração no título e a ocorrência de múltiplas mudanças em um curto intervalo de tempo. Nossas conclusões oferecem subsídios para editoras e processos de avaliação de pesquisas, especialmente na era digital, em que a queda no número de citações é ainda mais acentuada.
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O futuro da avaliação da pesquisa nas ciências humanas / Scientometrics
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O futuro da avaliação da pesquisa nas ciências humanas / Scientometrics
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Para explorar o futuro da avaliação nas humanidades em 2040, o estudo integra os resultados de uma revisão de escopo com a técnica de backcasting. A revisão da literatura resulta em uma classificação em três níveis de transições, requisitos e restrições que moldam as perspectivas futuras da avaliação de pesquisas em humanidades. Para cada categoria, apresenta-se uma descrição abrangente, delineando o estado atual e as medidas políticas correspondentes para o futuro, juntamente com as ações práticas necessárias para concretizá-las. O estudo delineia três transições: 1. do índice para o impacto, 2. de modelos isolados (silos) para a ciência aberta e 3. de hardware/software para a tecnopólio. Também sugere 9 políticas, 12 ações práticas de primeiro nível e 28 ações práticas de nível subsequente para concretizar as transições propostas. As políticas recomendadas são: 1. cultura de "publicar e prosperar", 2. avaliação dinâmica e integrada, 3. avaliação adaptativa, 4. governança combinada, 5. desenvolvimento de inteligência em avaliação, 6. hibridização entre resultados e processos, 7. democratização da avaliação, 8. oportunidades iguais e imparciais e 9. maior tecnocracia. O trabalho também estabelece as bases para pesquisas futuras voltadas ao aprimoramento da qualidade da avaliação de pesquisas em humanidades.
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#Humanidades #Tendências #ComunicaçãoCientífica
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Arte negra sergipana em rede: mapeamento geográfico e fluxos informacionais sobre artistas negros em galerias e centros culturais de Aracaju / PPGCI - UFS
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Arte negra sergipana em rede: mapeamento geográfico e fluxos informacionais sobre artistas negros em galerias e centros culturais de Aracaju / PPGCI - UFS
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O estudo tem como objetivo compreender de que modo os registros institucionais desses espaços refletem a visibilidade de artistas negros e como essas informações podem ser sistematizadas em uma plataforma pedagógica digital. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, descritiva e aplicada, desenvolvida a partir de levantamento documental em livros de registro, catálogos, sites institucionais, bases digitais e reportagens. (...) Como produto técnico, foi desenvolvida a ampliação da plataforma virtual pedagógica PreteSe, voltada à organização e difusão de informações sobre artistas negros sergipanos, além de reunir materiais pedagógicos que articulam arte, memória e ensino. O trabalho contribui para a consolidação de práticas informacionais mais inclusivas e para o fortalecimento da visibilidade da arte negra em Sergipe, reafirmando a informação como instrumento de memória, pertencimento e resistência cultural.
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Literatura e Censura nas Escolas estaduais de Rondônia – Entrevista com Alessandra Santos / Divulga-CI
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Literatura e Censura nas Escolas estaduais de Rondônia – Entrevista com Alessandra Santos / Divulga-CI
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Confira nossa entrevista com a professora de Língua Portuguesa e pesquisadora Alessandra Maria Santos do Nascimento, mestra em Letras pela Universidade Federal de Rondônia. Em sua dissertação, Alessandra analisou o cerceamento de obras literárias nas escolas estaduais de Rondônia, relacionando moralidade, conservadorismo e silenciamento. Na entrevista, conheça mais sobre o referencial teórico da dissertação e as contribuições da pesquisadora para o acesso democrático à literatura.
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Quais características estilísticas do resumo enganam as avaliações de pesquisa do ChatGPT? / Scientometrics
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Quais características estilísticas do resumo enganam as avaliações de pesquisa do ChatGPT? / Scientometrics
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Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) têm potencial para apoiar a avaliação de pesquisas e apresentam uma capacidade moderada de estimar a qualidade de um artigo científico com base em seu título e resumo. Este artigo avalia se existem características textuais do resumo — não relacionadas à qualidade da pesquisa — que possam influenciar as pontuações atribuídas pelo ChatGPT. (...) Os resultados indicaram que a complexidade linguística e a extensão do texto apresentaram correlação positiva tanto com as pontuações do ChatGPT quanto com a média departamental utilizada como *proxy* para as avaliações de especialistas do REF na maioria das grandes áreas (Unidades de Avaliação). (...)
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Empreendedorismo social ganha força na ciência e redefine agendas globais de pesquisa / CI Express
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Empreendedorismo social ganha força na ciência e redefine agendas globais de pesquisa / CI Express
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O artigo “Dinâmica e tendências do empreendedorismo social: um mapeamento bibliométrico da produção científica internacional”, de Marcelo Castro Ávila, Nataly Silva Vital, Marcela Barbosa Faria, Marcela Conceição de Azevedo Fantazzini Vaz e Renato Silvério Campos, demonstra que o empreendedorismo social deixou de ser um tema periférico para se consolidar como um dos principais campos de investigação voltados à inovação e ao desenvolvimento sustentável. Ao analisar mais de quatro décadas de produção científica internacional, os autores identificaram um crescimento acelerado das pesquisas, a predominância de determinados países na construção do conhecimento e novas tendências que devem orientar os estudos nos próximos anos.
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Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI - UFS
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Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI - UFS
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A transformação digital tem redefinido as formas de comunicação e de acesso à informação, impactando diretamente as instituições culturais, que precisam adaptar-se para manter sua relevância e atrair novos públicos. (...) Os resultados evidenciam que o marketing digital, quando integrado à Gestão da Informação (GI), constitui um instrumento essencial para o fortalecimento das instituições museológicas, contribuindo para a disseminação do conhecimento, a valorização do patrimônio cultural e o engajamento com a sociedade.
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#MarketingDigital #Museus
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Soberania digital na Europa: cidadãos e empresas pedem maior autonomia tecnológica / Telefonica
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Soberania digital na Europa: cidadãos e empresas pedem maior autonomia tecnológica / Telefonica
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- Oito em cada dez espanhóis consideram que a Europa é excessivamente dependente de empresas de tecnologia de outros países.
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- 62% dos cidadãos acreditam que a presença de empresas de tecnologia de outros países pode representar uma ameaça à segurança europeia.
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- Há um pessimismo significativo em relação à posição da Europa na corrida tecnológica: 69% acham que a Europa está ficando para trás. - 54% dos espanhóis acreditam que a soberania tecnológica europeia aumentará nos próximos dez anos.
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A biblioteca pública Benedito Leite e suas representações em São Luís, MA / PPGCI - UFPB
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A biblioteca pública Benedito Leite e suas representações em São Luís, MA: as tecituras interculturais das bibliotecas públicas na composição de referenciais identitários e suas interfaces com a memória e o patrimônio cultural / PPGCI - UFPB
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Os resultados demonstraram que as trajetórias de leitura e o vínculo com a biblioteca são marcados por acessos tardios, experiências fragmentadas e forte influência das condições socioculturais, revelando que a construção identitária associada à leitura é inseparável dos processos de memória e das interações com os espaços culturais da cidade. As narrativas indicaram que a BPBL é percebida como território simbólico de pertencimento, iniciação cultural, refúgio intelectual, apoio acadêmico e democratização da informação, desempenhando papel estruturante nas trajetórias pessoais ao estimular vocações, favorecer a criatividade e consolidar memórias afetivas ao longo da vida. (...) Conclui-se que a BPBL atua como ecologia simbólica viva, na qual memória e identidade são continuamente negociadas, constituindo-se como patrimônio ativo e dinâmico, decisivo para a formação dos sujeitos e para a coesão sociocultural da coletividade.
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Pesquisa bibliográfica e tipos de revisão: um guia para escolher a estratégia adequada / BiblioGETAFE
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Pesquisa bibliográfica e tipos de revisão: um guia para escolher a estratégia adequada / BiblioGETAFE
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Em uma revisão narrativa, a seleção das fontes depende frequentemente, em grande medida, do julgamento dos autores. O processo de busca pode ser flexível e nem sempre é documentado com detalhes suficientes para permitir a sua replicação por terceiros. Embora essa abordagem seja útil para introduzir um tópico, explicar conceitos ou apresentar a perspectiva de especialistas, ela oferece menos salvaguardas contra o viés de seleção.
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Uma revisão integrativa exige um processo de busca mais planejado e transparente. Sua característica distintiva é a capacidade de combinar estudos quantitativos e qualitativos, documentos teóricos e literatura cinzenta. Consequentemente, ela deve empregar fontes e estratégias capazes de identificar desenhos de estudo bastante variados.
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Livros que emocionam também ensinam: pesquisa mostra como a literatura fortalece habilidades para a vida / CI Express
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Livros que emocionam também ensinam: pesquisa mostra como a literatura fortalece habilidades para a vida / CI Express
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A leitura pode ir muito além da alfabetização e do desenvolvimento da linguagem. É o que demonstra o artigo "O papel da leitura literária na construção socioemocional do leitor", de Angélica Sheila Moreira e Mauriceia Silva de Paula Vieira, ao evidenciar que experiências de leitura literária mediadas na biblioteca escolar favorecem o desenvolvimento de competências como empatia, autoconhecimento, comunicação, ética, cooperação e resiliência. O estudo reforça que a literatura constitui uma importante ferramenta para a formação integral dos estudantes, especialmente quando conduzida por práticas pedagógicas intencionais e sensíveis.
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DICIONÁRIO para laboratórios cinematográficos / Preservação audiovisual
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DICIONÁRIO para laboratórios cinematográficos / Preservação audiovisual
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Achei esse texto colado num documento do word em meus arquivos. Ele foi tirado da lista de emails CINEMABRASIL, nos anos 2000, a partir de texto que se encontrava na página da internet da finada LABOCINE, laboratório carioca que fechou na década de 2010.
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Como os princípios da Biblioteconomia impulsionam a IA Literacy na comunidade / Public Libraries Online
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Como os princípios da Biblioteconomia impulsionam a IA Literacy na comunidade / Public Libraries Online
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Quando as câmaras municipais perguntam: “Por que precisamos de bibliotecas se temos o Google, a Wikipédia e agora o ChatGPT?”, a resposta se torna específica: porque precisamos de uma instituição cívica que garanta que os sistemas algorítmicos sejam acessíveis a pessoas em situação de pobreza, compreensíveis para idosos e avaliados para o bem público. Precisamos de um porto seguro que não extraia dados, não otimize o engajamento e não tome decisões editoriais com base no retorno para acionistas. As bibliotecas não são complementares na era da IA. Elas são a infraestrutura cívica que torna a governança algorítmica compatível com os valores democráticos.
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#IA #Bibliotecas #IALiteracy
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Cartografia da produção científica brasileira em torno dos arquivos comunitários / Officina
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Cartografia da produção científica brasileira em torno dos arquivos comunitários / Officina
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Os resultados evidenciam que o tema constitui um campo emergente, com crescimento das pesquisas a partir de 2022, o que revela o fortalecimento de abordagens voltadas à memória social, à justiça epistêmica, à decolonialidade e à participação comunitária. Observou-se, ainda, o surgimento de debates relacionados às tecnologias digitais, à curadoria algorítmica e à preservação digital, além da constituição de redes colaborativas de pesquisadores nos campos da Ciência da Informação e da Arquivologia. Conclui-se que os arquivos comunitários vêm assumindo um papel importante nos debates arquivísticos contemporâneos, contribuindo para a construção de uma Arquivologia mais plural, crítica, participativa e comprometida com a democratização da memória e da informação.
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