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Imagine.if : o jogo fosse contra a censura nas bibliotecas / Uvejota

Imagine.if : o jogo fosse contra a censura nas bibliotecas / Uvejota

Imagine If é baseado na apresentação de Sam Helmick, presidente da ALA, intitulada Liberdade Intelectual: Escolha Sua Própria Aventura; as ilustrações são de Kenny Keil. Imagine If incentiva os jogadores a explorar dois cenários: O Dilema do Dinossauro Desaprovador e O Influenciador Auditando a Farsa da Primeira Emenda. O objetivo é que os bibliotecários explorem diferentes maneiras de responder a esses dois cenários, desde as mais absurdas até aquelas que seguem rigorosamente a lei, com a intenção de resolver esses potenciais conflitos.

#Censura #Bibliotecas #Gamificação

Disponível em: https://uvejota.com/articles/6910/imagine-if-el-juego-contra-la-censura-en-bibliotecas/

A biblioteca como espaço estratégico no âmbito da alfabetização em IA / Universo Abierto

A biblioteca como espaço estratégico no âmbito da alfabetização em IA / Universo Abierto

O recém-publicado Quadro de Alfabetização em Inteligência Artificial (Artificial Intelligence Literacy Framework) do Departamento do Trabalho dos EUA é descrito como um novo guia federal voluntário que define o que significa ser alfabetizado em IA e quais habilidades e métodos de treinamento devem ser promovidos tanto na educação quanto no mercado de trabalho.

Segundo o autor, o Departamento do Trabalho enquadrou a alfabetização em IA não como um conjunto de ferramentas ou uma lista de recursos tecnológicos, mas como um quadro de competências essenciais focado na capacidade de usar e avaliar tecnologias de IA de forma responsável e eficaz. Este quadro é importante porque, embora voluntário, sua linguagem e definições podem influenciar políticas educacionais, alinhamento curricular, solicitações de financiamento e expectativas de emprego a longo prazo.

#IALiteracy

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/02/25/la-biblioteca-como-espacio-estrategico-en-el-marco-de-alfabetizacion-en-ia/

Os livros do livro didático: a presença da literatura indígena na construção da história do Brasil nos livros de História (ciclos do PNLD de 2011 a 2024) / PPGCIB

Os livros do livro didático: a presença da literatura indígena na construção da história do Brasil nos livros de História (ciclos do PNLD de 2011 a 2024) / PPGCIB

A análise revela que, apesar de avanços na legislação e na valorização da diversidade cultural, há um grande déficit na inclusão de autores indígenas na narrativa principal dos livros, com poucas referências bibliográficas e inclusão de obras de autoria indígena. A maior parte do conteúdo ainda é centrada na perspectiva colonial da história, com pouco espaço para auto-histórias indígenas. A pesquisa também discute o impacto do pensamento colonial, a importância de desconstruir a narrativa única e a necessidade de revisões nos materiais didáticos para incorporar perspectivas indígenas, afro-brasileiras e outras diversidades culturais de forma mais autêntica e representativa. Por fim, conclui que é urgente revisar os critérios de seleção e produção dos livros didáticos, incentivando a inclusão de obras literárias de autores indígenas na narrativa principal, além de criar mecanismos de monitoramento que garantam o uso efetivo dessas vozes na formação de uma história mais justa e plural.

#PNLD #LiteraturaIndígena

Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/31/31131/tde-05012026-125448/es.php

Acesso Aberto Diamante: Uma tábua de salvação para a monografia? / Scholarly Kitchen

Acesso Aberto Diamante: Uma tábua de salvação para as monografias? / Scholarly Kitchen

Os orçamentos das bibliotecas para livros sofreram reduções drásticas, impulsionadas em parte pelo aumento do custo dos pacotes de periódicos e pelos cortes orçamentários recorrentes, deixando pouco espaço para aquisições de títulos individuais. Como resultado, as vendas médias por monografia caíram para uma fração do que já foram, levando as editoras universitárias a se tornarem cada vez mais seletivas e orientadas pelo mercado para se manterem financeiramente viáveis. Ao mesmo tempo, as monografias acadêmicas exigem anos de pesquisa e escrita, apoio editorial substancial e investimento significativo de editoras ou autores, muitas vezes para um público leitor relativamente pequeno. Os formatos digitais, as mudanças nos hábitos de leitura e um sistema de recompensas acadêmicas que privilegia artigos de periódicos rápidos e citáveis ​​em detrimento de argumentação mais aprofundada corroem ainda mais a visibilidade e o valor da monografia. Juntas, essas pressões enfraqueceram a estrutura econômica e cultural que antes sustentava a monografia, tornando esse pilar da pesquisa em humanidades simbolicamente central, mas materialmente precário.

#AcessoAbertoDiamante #LivrosDigitais

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/04/02/guest-post-diamond-open-access-a-lifeline-for-the-monograph/

O país que começa nos livros infantis / PublishNews

O país que começa nos livros infantis / PublishNews

É na infância que se descobrem histórias, personagens e ideias que ampliam o olhar sobre o mundo. Antes mesmo de compreender plenamente a linguagem, a criança intui que ali existe algo maior: uma possibilidade de imaginar, explorar e dar sentido ao que a cerca, muitas vezes por meio das imagens, que inauguram esse encontro com a mesma potência das palavras.

A literatura infantil não é apenas uma etapa na formação do leitor. Ela constitui uma base essencial da formação cultural, cognitiva e criativa. É nesse momento que se desenvolvem habilidades decisivas, como a linguagem, a imaginação e a capacidade de atribuir sentido à experiência. Mais do que introduzir a leitura, ela estabelece fundamentos que acompanham o indivíduo ao longo de toda a vida.

#LiteraturaInfantil

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/04/02/o-pais-que-comeca-nos-livros-infantis

Nuvem digital tem alto custo ambiental e energético / Jornal da USP

Nuvem digital tem alto custo ambiental e energético / Jornal da USP

A “nuvem” digital, apesar do nome leve, depende de uma estrutura física pesada formada por data centers que consomem enorme quantidade de energia e água. Cada acesso a redes sociais, streaming ou podcasts aciona uma cadeia de computadores, elevando o gasto energético global — hoje entre 1% e 2% da eletricidade mundial, com tendência de alta.

O avanço da inteligência artificial generativa intensifica esse consumo: uma consulta pode gastar até dez vezes mais energia do que uma busca comum. Tecnologias mais complexas, como geração de vídeos por IA, exigem bilhões de cálculos e tornam o custo ainda mais alto, o que levanta dúvidas sobre sustentabilidade.

#DataCenters #ImpactoAmbiental

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/nuvem-digital-tem-alto-custo-ambiental-e-energetico/

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