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Indicadores bibliométricos de produção científica e de relação da literatura científica nacional no domínio da Cannabis sativa / PPGCI - UFBA
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Indicadores bibliométricos de produção científica e de relação da literatura científica nacional no domínio da Cannabis sativa / PPGCI - UFBA
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Os resultados revelaram crescimento consistente da produção científica nacional no domínio da Cannabis sativa a partir da década de 2010. Observou-se uma concentração majoritária das pesquisas nas áreas biomédicas, especialmente neurociências, farmacologia e clínica, com menor presença de estudos sociológicos, antropológicos, jurídicos e históricos. Essa convergência para temas neurocientíficos é um ponto forte na busca por evidências de eficácia e mecanismos de ação, principalmente do Canabidiol (CBD), mas simultaneamente, gera uma assimetria significativa ao negligenciar as dimensões sociais e legais do tema, essenciais para uma política pública abrangente. A conclusão aponta que o desenvolvimento científico brasileiro sobre Cannabis sativa evolui em diálogo estreito com o contexto regulatório e com o histórico de criminalização da planta, que por décadas limitou a legitimidade e o financiamento do tema no campo acadêmico. Embora tenha havido avanços significativos e maior abertura institucional após a ação regulatória da Anvisa, persistem assimetrias na produção do conhecimento e lacunas temáticas, indicando a necessidade de agendas de pesquisa mais amplas, interdisciplinares e socialmente situadas, que contemplem as Ciências Humanas e Sociais para uma compreensão holística.
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#ProduçãoCientífica #CannabisSativa
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Implementando o Tratado de Marraquexe: rumo à leitura da justiça na biblioteca escolar / Cerlalc
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Implementando o Tratado de Marraquexe: rumo à leitura da justiça na biblioteca escolar / Cerlalc
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Todos os dias, ao abrir as portas da biblioteca da minha escola, tomo uma decisão ética consciente: não perpetuarei a exclusão passiva resultante da espera por solicitações. O Tratado de Marraquexe me forneceu a estrutura legal; este curso me deu as ferramentas técnicas concretas. Como bibliotecária escolar, reconheço-me como guardiã do direito à leitura para todos. E esse direito não pode esperar que alguém o solicite; ele deve estar proativamente disponível, constantemente visível e estruturalmente garantido. Meu compromisso é claro: implementar o Tratado de Marraquexe a partir de agora, aplicar as habilidades técnicas que aprendi, tornar a acessibilidade visível como um valor fundamental da biblioteca e garantir que todos os alunos — atuais e futuros — tenham plena visibilidade e a oportunidade de acessar materiais educacionais no formato de que precisam. A justiça na leitura não espera por solicitações. Nem eu esperarei mais.
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Escrevo-lhe da Mesopotâmia, há 4000 anos / Le Journal
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Escrevo-lhe da Mesopotâmia, há 4000 anos / Le Journal
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A correspondência privada mais antiga da história da humanidade relata casamentos e divórcios, comércio e evasão fiscal, o trabalho de uma pastora ou de uma tecelã. Vozes de mulheres impressas na argila por 4.000 anos, revelando histórias perturbadoramente relevantes. Seus nomes eram Suhkana, Kunnaniya, Lamasha e Hattitum; eram esposas, viúvas, pastoras, contadoras e mulheres devotas, e viviam na Mesopotâmia… há 4.000 anos. Arqueólogos desenterraram milhares de cartas escritas em tabuletas de argila. A leitura desses textos, enviados ou recebidos por essas mulheres, evoca em nós emoções como tristeza, raiva, cansaço, entusiasmo e preocupação.
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Cécile Michel , historiadora e arqueóloga especializada na Mesopotâmia, reuniu a correspondência privada mais antiga da história da humanidade. Ela também organizou parte dessa correspondência de forma que os leitores possam acompanhar cerca de trinta mulheres em uma jornada e compartilhar seu cotidiano.
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#EscritaCuneiforme #LeituraEscritaECultura #HistóriaDaEscrita
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FAIR Check
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Localizáveis, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis (FAIR) – é assim que os dados de pesquisa devem ser. Parece ótimo, mas não é tão fácil? Faça nossa verificação FAIR online e avalie seus dados de pesquisa.
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Esta autoavaliação FAIR tem como objetivo ajudá-lo a avaliar melhor a qualidade dos dados culturais digitais. Podem ser dados de um projeto de pesquisa, uma coleção, um museu etc. Se desejar, fique à vontade para compartilhar seus resultados conosco posteriormente.
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Sobre a “desinformação científica” / Open Science
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Sobre a “desinformação científica” / Open Science
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A revista Nature publicou recentemente um artigo que lança um sério alerta sobre os riscos da inteligência artificial na circulação de informação científica: a reportagem “Scientists invented a fake disease. AI told people it was real” mostra como sistemas de IA passaram a tratar como verdadeira uma “nova” doença.
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A doença foi batizada como “bixonimania”. Mas esta não aparece em nenhuma literatura médica, simplesmente porque… não existe! Tratou-se de uma “invenção” de uma equipa da Universidade de Gothenburg, na Suécia, que publicou dois estudos “falsos” em formatos de “pre-print”, conforme descreve a Nature. Ainda assim, diversos chatbots e assistentes de IA responderam a perguntas de utilizadores descrevendo‑a como uma condição médica real, com sintomas, causas e até recomendações para procurar especialistas.
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Big techs: A era do monopólio total / Outras palavras
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Big techs: A era do monopólio total / Outras palavras
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A hipótese central deste artigo é que o que distingue as big techs dos monopólios históricos não é apenas a escala, mas a existência de um mecanismo de retroalimentação entre as camadas que controlam. Cada dado extraído do comportamento dos usuários fortalece a infraestrutura tecnológica, que atrai mais usuários, que geram mais dados. Essa flywheel cria uma vantagem que se compõe de forma exponencial — algo que monopólios de recurso fixo, como petróleo, patentes de medicamentos ou espectro eletromagnético jamais conseguiram replicar. E porque esse loop atravessa simultaneamente camadas econômicas, epistêmicas e políticas, ele escapa das categorias regulatórias desenhadas para mercados de produto único. E tem na liberdade de expressão sua principal mercadoria.
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A Revista Divulga-CI convida você a participar de uma campanha colaborativa para compor as capas das edições de 2026 com imagens que expressem a diversidade, a arquitetura e as paisagens dos ambientes acadêmicos.
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Como participar? ✔️ Produza fotos autorais de prédios, ambientes internos, áreas de convivência ou paisagens da sua universidade ✔️ As imagens devem estar em alta resolução ❌ Não serão aceitas selfies 📤 Envie suas fotos por meio do formulário indicado: https://forms.gle/L4MWeHcjrjaWT7ud6
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