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Indexação de filmes de ficção / Em Questão

Indexação de filmes de ficção / Em Questão

Resultados: o método proposto foi estruturado em três fases: (1) contextualização do filme; (2) visualização do filme; (3) indexação, avançando face às propostas levantadas na literatura de Biblioteconomia e Ciência da informação, que não especificam procedimentos para contextualizar e visualizar o documento. Indica que o emprego do método implica reconhecer o contexto institucional e público-alvo da instituição, a serem considerados no desenvolvimento de uma política de indexação. Problematiza a indexação a partir de termos coloquiais e de temas expressos por frases e expõe a importância de soluções para o cadastro dessa modalidade de assuntos em vocabulários controlados de bibliotecas, atendendo à demanda por novos modelos de busca. Conclusões: o método apresentado pode ser amplamente utilizado por bibliotecários sem formação específica em linguagens audiovisuais e em coleções de naturezas diversas. Ao prover referenciais para a indexação não automatizada de filmes de ficção pode, ainda, contribuir para discussões sobre processos automatizados.

#Indexação #Filmes

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/149448

MinC repudia descarte de parte do acervo da Biblioteca Pública Monteiro Lobato, em Osasco (SP) / MinC

MinC repudia descarte de parte do acervo da Biblioteca Pública Monteiro Lobato, em Osasco (SP) / MinC

O Ministério da Cultura (MinC) manifesta sua preocupação com o descarte de parte do acervo da Biblioteca Pública Monteiro Lobato, em Osasco (SP). O fato aconteceu na semana em que se comemorou o Dia Mundial do Livro, celebrado no dia 23 de abril, e causou indignação na comunidade.

Moradores, professores e escritores se manifestaram diante da eliminação dos livros da biblioteca, dentre os quais havia obras de autores locais e coleções antigas, consideradas importantes para a memória cultural da cidade.

#Descarte

via MinC

Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/centrais-de-conteudo/sala-de-imprensa/notas-do-ministerio-da-cultura/minc-repudia-descarte-de-parte-do-acervo-da-biblioteca-publica-monteiro-lobato-em-osasco-sp

Autoria científica em pesquisas colaborativas frente à ciência aberta / ACB

Autoria científica em pesquisas colaborativas frente à ciência aberta / ACB

Embora se perceba que a determinação de autoria é uma área de disputas por capital científico, simbólico e até cultural, se considerar a participação de não cientistas (Bourdieu, 2004), a preposição da autoria coletiva não pode ser um evento com critérios rígidos à medida que se entende que está inserida em um contexto dinâmico, principalmente observando o uso de dados. Por isso, a flexibilização da identificação autoral, seja por meio de descrição das contribuições individuais, seja pela adoção de um nome coletivo, para uma conduta mais assertiva e condizente com as ações da ciência aberta.

#Autoria #CiênciaAberta

Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2261

Política de preservação digital da biblioteca Mário de Andrade (BMA) / SINESP

Política de preservação digital da biblioteca Mário de Andrade (BMA) / SINESP

Art. 1º Fica instituída a Política de Preservação Digital da Biblioteca Mário de Andrade (BMA), na forma do Anexo Único desta Portaria, aprovada pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria nº 01/2026 - SMC/BMA/ACERVO.

Parágrafo único. A Política instituída por esta Portaria estabelece os fundamentos, objetivos e diretrizes que orientarão as ações da BMA voltadas à preservação de seus objetos digitais, em consonância com suas competências institucionais, com os programas de gestão arquivística de documentos e com as políticas internas vigentes, subsidiando a elaboração de planos, procedimentos e estratégias voltados à garantia da autenticidade, integridade, fidedignidade, preservação e acesso de longo prazo aos objetos digitais sob sua responsabilidade.

#PreservaçãoDigital

via SINESP

Disponível em: https://www.sinesp.org.br/legislacao/saiu-no-doc-legislacao/24010-portaria-n-14-2026-bma-smc-institui-a-politica-de-preservacao-digital-da-biblioteca-mario-de-andrade-bma-e-da-outras-providencias-24-04-2026

COPIM Compass: um guia de guias para livros em acesso aberto / Open Science - Universidade de Minho

COPIM Compass: um guia de guias para livros em acesso aberto / Open Science - Universidade de Minho

No âmbito do projeto Open Book Futures do COPIM, foi elaborado um “guia de guias” com temas relacionados com a publicação de livros em acesso aberto, o COPIM Compass, que pode ser usado em conjunto com o OA Books Toolkit para saber mais sobre este tema emergente.

O projeto Open Book Futures, que termina no final do mês de abril, teve como objetivo criar uma “base de conhecimento” para disponibilizar recursos abrangentes sobre modelos alternativos de financiamento e formas de publicação, aquisição e arquivo de livros de acesso aberto (OA), a par de novas formações e orientações sobre as melhores práticas de arquivo e preservação.

#LivrosAbertos #BoasPráticas #AcessoAberto

via Open Science - Universidade de Minho

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/um-guia-de-guias-para-livros-em-acesso-aberto/

Pesquisadores portugueses admitem ter incorrido em desvios éticos que não são considerados graves / Pesquisa Fapesp

Pesquisadores portugueses admitem ter incorrido em desvios éticos que não são considerados graves / Pesquisa Fapesp

Um levantamento realizado com 1.573 cientistas empregados em universidades de Portugal buscou mapear a prevalência no país de formas de má conduta consideradas de gravidade menor, as chamadas práticas questionáveis de pesquisa. O resultado foi contundente: 92% dos entrevistados admitiram ter incorrido nessas práticas pelo menos uma vez e 63% em até quatro vezes.

A maioria dos deslizes relatados estava relacionada à redação de trabalhos científicos, como “incluir autores que não contribuíram suficientemente”, “citar artigos sem consultar a fonte primária” e “não realizar uma revisão bibliográfica completa”. Também tiveram frequência elevada condutas como “formular hipóteses depois de conhecer os resultados” e “citar publicações apenas porque elas já eram reconhecidas pela comunidade científica”. Entre as menos mencionadas, de acordo com o estudo, estavam “usar a ideia de um pesquisador sem dar crédito” e “não divulgar conflitos de interesse”.

#MásCondutasCientíficas

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/praticas-questionaveis-2/
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