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Bibliotecas multiculturais e o comportamento informacional dos povos indígenas Terena – Entrevista com Lilian Teixeira / Divulga-CI

Bibliotecas multiculturais e o comportamento informacional dos povos indígenas Terena – Entrevista com Lilian Teixeira / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Lilian Aguilar Teixeira, doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Coimbra. Em sua tese, Lilian investigou o comportamento informacional do povo indígena Terena, com o objetivo de propor um modelo de biblioteca multicultural alinhado às necessidades da comunidade. Na entrevista, conheça o processo de desenvolvimento da pesquisa e as contribuições da pesquisadora.

#PovosIndígenas #CoInfo #BibliotecasMulticulturais

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-04-abr-2026/bibliotecas-multiculturais-e-o-comportamento-informacional-dos-povos-indigenas-terena-entrevista-com-lilian-teixeira/

Modelando o impacto da indisponibilidade de dados de pesquisa na ciência / Journal of Informetrics

Modelando o impacto da indisponibilidade de dados de pesquisa na ciência / Journal of Informetrics

A famosa citação de Isaac Newton, “Se vi mais longe, foi por estar sobre os ombros de gigantes” (Newton & Hooke, 1675), destaca como o progresso científico se constrói sobre o conhecimento prévio. Na escrita acadêmica, esse processo se torna explícito por meio de revisões de literatura e, sobretudo, por meio de citações, que não apenas conectam trabalhos, mas também refletem seu significado e relevância (Dellinger, 2005). Desde a década de 1960, as citações têm sido estudadas como indicadores bibliométricos, com contribuições seminais como o acoplamento bibliográfico (Kessler, 1963) e a análise de co-citação (Marshakova-Shaikevich, 1996), posteriormente utilizadas para mapear a própria estrutura da ciência (Small, 1999).

Infelizmente, as referências que fundamentam a pesquisa científica podem se tornar indisponíveis com o tempo. Essa perda pode envolver conjuntos de dados ou links inacessíveis, artigos retratados ou indisponíveis, ou outros recursos de pesquisa comprometidos. Neste artigo, estudamos as consequências de tais perdas, modelando seus efeitos em redes de citação científica usando abordagens da economia, análise de sobrevivência e ciência de redes. Em vez de avaliar o conhecimento diretamente, nosso objetivo é estimar como a indisponibilidade de recursos de pesquisa afeta a propagação do impacto científico e a reutilização dentro das estruturas de citação.

#DadosDePesquisa #AnáliseDeCitação

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.joi.2026.101813

Conhecimento sobre proteção de dados pessoais dos alunos formandos em Biblioteconomia da Universidade Federal da Bahia / RISC

Conhecimento sobre proteção de dados pessoais dos alunos formandos em Biblioteconomia da Universidade Federal da Bahia / RISC

Resultados: O nível de competência dos alunos formandos em 2024-2 sobre: a legislação (médio e alto); os direitos do titular (médio); a política de privacidade (muito alto); a coleta e processamento por Inteligência Artificial (alto e muito alto); a identificação eletrônica segura (médio e alto); a limitação e gerenciamento de rastreamento das atividades online (alto e muito alto). Conclusão: Os resultados em sua maioria foram satisfatórios, porém ainda estão em nível mediano em relação as competências digitais para: a proteção dos dados pessoais do titular, a identificação eletrônica segura e o conhecimento da Lei Geral de Proteção de Dados.

#LGPD

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/41720

As proibições e tentativas de proibição de livros continuam em níveis recordes, com "Sold" liderando a lista / AP News

As proibições e tentativas de proibição de livros continuam em níveis recordes, com "Sold" liderando a lista / AP News

As proibições e tentativas de proibição de livros continuam em níveis recordes, de acordo com a Associação Americana de Bibliotecas (ALA). E os esforços para remover títulos nunca foram tão coordenados ou politizados.

A ALA divulgou na segunda-feira sua lista anual dos livros mais contestados nas bibliotecas do país, parte do Relatório sobre o Estado das Bibliotecas Americanas. "Sold", de Patricia McCormick, um romance de 2006 sobre tráfico sexual na Índia, liderou a lista para 2025. Outros livros visados ​​incluem o romance adolescente "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky, a graphic novel autobiográfica "Gender Queer", de Maia Kobabe, e o romance de fantasia "Império das Tempestades", de Sarah J. Maas.

A ALA costuma apresentar 10 livros, mas este ano são 11, com quatro empatados em oitavo lugar: o clássico distópico de Anthony Burgess, "Laranja Mecânica"; o drama entre irmãos "Idênticos", de Ellen Hopkins; a narrativa de internato de John Green, "Quem é você, Alasca?"; e o romance paranormal de Jennifer L. Armentrout, "Tempestade e Fúria".

#Censura

Disponível em: https://apnews.com/article/bans-challenged-books-american-library-association-5403280786cf95111d4c9eb4b587c4be

Já para fora de sala: análise crítica das percepções de adolescentes e educadores sobre a proibição do uso de celular em escolas do Rio de Janeiro / PPGCI - IBICT

Já para fora de sala: análise crítica das percepções de adolescentes e educadores sobre a proibição do uso de celular em escolas do Rio de Janeiro / PPGCI - IBICT

Os resultados sugerem que a proibição favoreceu o comportamento dos estudantes em termos de foco e interação social; que eles reconhecem problemas do excesso do uso do celular; e buscam autorregular seu tempo de tela. Como conclusão proponho resistir à pressão neoliberal pela aceleração social para refletir com as crianças e adolescentes sobre estratégias efetivas de conscientização crítica para o uso das tecnologias digitais de forma que os beneficie, a partir de um processo que integre a tríade família, escola e governos. Acompanhar os resultados atingidos nas escolas que proibiram o uso de smartphones pode trazer indícios sobre os efeitos da redução do tempo de tela por crianças na escola e em outros ambientes. Esta pesquisa pretende atender a anseio não somente de parte da sociedade (crianças, adolescentes, responsáveis, educadores, pediatras, hebiatras, entre outros), mas também contribuir fornecendo evidências científicas que embasem políticas públicas e mesmo outras pesquisas.

Disponível em: https://ridi.ibict.br/handle/123456789/1460

Ciência na América Latina cresce, mas segue com baixo investimento, diz Gabriela Dutrénit / Science Arena

Ciência na América Latina cresce, mas segue com baixo investimento, diz Gabriela Dutrénit / Science Arena

Referência nos estudos sobre políticas de ciência, tecnologia e inovação na América Latina, Dutrénit é uma das principais autoras do Unesco Science Report: The Race Against Time for Smarter Development, publicado em 2021 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O relatório, considerado uma das principais referências globais sobre tendências em ciência e inovação, trouxe um diagnóstico importante para a região: entre 2014 e 2018, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento caíram 7% na América Latina, na contramão do crescimento global, com redução de 15% no investimento por pesquisador.

“O gasto em pesquisa e desenvolvimento como proporção do PIB é baixo e historicamente insuficiente na região. Ainda assim, a produção científica cresce, demonstrando o compromisso da comunidade científica latino-americana”, disse a pesquisadora em entrevista exclusiva ao Science Arena.

#CiênciaBrasileira

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/entrevistas/ciencia-na-america-latina-cresce-mas-segue-com-baixo-investimento-diz-gabriela-dutrenit/
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