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Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome
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Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome
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O dia 21 de maio é uma data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2002 (após a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, de 2001). Mais do que uma celebração festiva das expressões folclóricas, esta data exige uma análise crítica e estrutural do papel da cultura na coesão social, na geopolítica e nos direitos humanos no âmbito da prática bibliotecária. (...)
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Nos campos da Biblioteconomia, da Ciência da Informação e da Ciência da Computação, o Dia Internacional da Diversidade Cultural (21 de maio) não é um evento isolado; pelo contrário, ele toca o próprio cerne dessas disciplinas. Neste século, a biblioteca, enquanto instituição social, deve ser o espaço democrático por excelência para garantir o direito à memória, o acesso à informação e o diálogo pluralista e intercultural.
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#BibliotecasMulticulturais
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O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas
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O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas
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A integração dos profissionais de informação em equipas de investigação tem-se traduzido num aumento de publicações científicas com a sua coautoria como reconhecimento do seu contributo intelectual em áreas que não a da Ciência da Informação. A aposta na formação contínua dos profissionais de informação, a criação do Núcleo de Apoio à Investigação, a colaboração no Ensino, as formações lecionadas e a presença de uma bibliotecária e médica na equipa da biblioteca sustentou essa evolução. Esta comunicação pretende partilhar as estratégias implementadas, as boas práticas desenvolvidas e os resultados alcançados, refletindo sobre o papel dos profissionais de informação como investigadores e coautores em publicações médicas, assim como os desafios enfrentados.
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#Bibliotecários #RevisãoSistemática #InformaçãoEmSaúde
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Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE
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Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE
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É cada vez mais comum que profissionais de saúde, educadores e pesquisadores utilizem ferramentas de inteligência artificial generativa para ler, resumir, traduzir, organizar informações ou preparar documentos científicos. A pergunta que se repete com frequência em bibliotecas de ciências da saúde é: posso enviar um artigo para o ChatGPT, Copilot, Gemini, Claude, Elicit, Consensus ou outra ferramenta de IA para que ele seja resumido? A resposta curta é: depende. Mas a resposta útil é um pouco mais precisa: Não se trata de proibir o uso da inteligência artificial. Trata-se de saber que tipo de conteúdo podemos enviar, sob qual licença, para qual ferramenta e com qual finalidade.
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A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto
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A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto
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Esse aumento não é distribuído uniformemente entre os países. Algumas sociedades apresentam níveis particularmente elevados de rejeição às notícias. A Turquia lidera a lista com 61%, seguida pelo Reino Unido com 46%, enquanto os Estados Unidos chegam a 42%. (...)O Japão representa uma relativa exceção, com apenas 11%, embora mesmo lá a porcentagem tenha aumentado em comparação com anos anteriores.
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Por trás dessa tendência, encontram-se causas psicológicas e culturais cada vez mais estudadas. O relatório identifica um dos principais motivos para a rejeição às notícias como seu impacto negativo no humor: aproximadamente 39% daqueles que evitam as notícias indicam que elas afetam negativamente seu bem-estar emocional. Soma-se a isso a sensação de exaustão causada pela cobertura excessiva de guerras e conflitos internacionais, mencionada por quase 30% dos entrevistados. Num contexto dominado pelo "doomscrolling" — o consumo compulsivo de notícias negativas nas redes sociais — muitas pessoas desenvolvem estratégias deliberadas para limitar a sua exposição à informação como um mecanismo de autoproteção psicológica.
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Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História
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Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História
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Ao longo de sua trajetória, Ginzburg também refletiu sobre os métodos da pesquisa histórica. Em textos como “Mitos, emblemas, sinais”, defendeu a importância dos detalhes, vestígios e indícios para a reconstrução do passado. Seus trabalhos dialogaram com áreas como a literatura, a antropologia e a história da arte, contribuindo para renovar as fronteiras da disciplina histórica e influenciando gerações de pesquisadores em todo o mundo.
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Até os últimos anos de vida, o historiador permaneceu ativo no debate intelectual, publicando livros e participando de discussões sobre memória, verdade e interpretação histórica. Sua obra, traduzida para dezenas de idiomas, consolidou-se como referência indispensável para os estudos históricos contemporâneos. Com sua morte, a historiografia perde um de seus mais criativos e respeitados representantes.
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O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda
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O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda
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A ciência que interessa ao Brasil, nunca duvidemos disso, é a ciência que interessa ao povo – e não ao agronegócio, à especulação financeira. Sob a imposição de traços culturais retrógrados – patriarcalismo, machismo – e de acordo com a orientação dos tempos pós-modernos, o país é repleto de não-saberes que (muito infelizmente) também são poderes.
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Portanto, como indicado no início, é possível partir da premissa de que a ciência é um processo de investigação que segue padrões ou modelos específicos (metodologia científica), com destaque para a observação, prospecção (“experimentação”), catalogação, análise (refutação ou confirmação de postulados, teorias anteriores), em que a “massa crítica” surge com a insatisfação (incerteza) diante das afirmações predominantes, sem que se anule todas as interferências externas (não cientificas) advindas da política, da economia, da cultura, da moral e da própria visão de mundo do sujeito cognoscente sobre o objeto cognoscível (e que pode ser o mesmo sujeito, com “lugar de fala”).
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#Ciência #CiênciaBrasileira
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A Revista Divulga-CI convida você a participar de uma campanha colaborativa para compor as capas das edições de 2026 com imagens que expressem a diversidade, a arquitetura e as paisagens dos ambientes acadêmicos.
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Como participar? ✔️ Produza fotos autorais de prédios, ambientes internos, áreas de convivência ou paisagens da sua universidade ✔️ As imagens devem estar em alta resolução ❌ Não serão aceitas selfies 📤 Envie suas fotos por meio do formulário indicado: https://forms.gle/L4MWeHcjrjaWT7ud6
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