A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

  • Pesquisadores das Universidades Rey Juan Carlos e Pontifícia Comillas alertam que o design do TikTok gera ansiedade em 42% dos menores quando não recebem uma resposta imediata.
  • 67% das meninas e 39% dos meninos de 16 e 17 anos expressam altos níveis de insegurança se não conseguem acessar o Instagram.
  • 76,5% das meninas e 57% dos meninos de 15 a 17 anos sentem ansiedade se não recebem respostas instantâneas às mensagens.
  • Os Ministérios da Educação e da Saúde estão coordenando um programa para detectar comportamentos de risco nas escolas.
  • O Ministério da Família mantém campanhas de conscientização e, desde 2018, oferece um Serviço de Apoio ao Vício Tecnológico.

#MídiasSociais #Ansiedade #PráticasInformacionais #Espanha #Jovens #Crianças

via Madrid

Disponível em: https://www.comunidad.madrid/sites/default/files/doc/servicios-sociales/260209_np_fjas_estudio_cientificio_redes_sociales.pdf

Ansiedade e desânimo afligem maioria dos universitários no Brasil

Ansiedade e desânimo afligem maioria dos universitários no Brasil

a pesquisa ainda mostrou que as dificuldades emocionais estão frequentemente associadas às questões financeiras, à carga excessiva de trabalhos acadêmicos e ao tempo de deslocamento para a universidade. No espectro dos impasses que mais afetam o desempenho acadêmico estão as intolerâncias, discriminações e preconceitos vividos pelos jovens.

#UniversidadesPúblicas #Ansiedade

via Folha de S. Paulo.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/06/ansiedade-e-desanimo-afligem-maioria-dos-universitarios-no-brasil.shtml

Braços inteiros, mentes quebradas

Braços inteiros, mentes quebradas

As crianças e os adolescentes dos Estados Unidos fraturam os ossos cada vez menos. É que eles estão mais isolados, grudados no celular.

Até o ano 2000, os garotos lideravam as internações anuais por acidentes, com mais de 15 mil casos a cada 100 mil habitantes, seguidos das meninas, com pouco mais de 10 mil. Em 2018, as internações em cada um dos grupos caiu pela metade. Os dados são dos Centers of Disease Control and Prevention, órgão oficial do governo norte-americano, que observa a taxa de hospitalização nos Estados Unidos por lesões acidentais, como braços, dedos e punhos quebrados.  

“Embora possa parecer bom não ter fraturas, esse cenário também significa que não há experiência de vida”, disse à piauí o psicólogo social Jonathan Haidt, autor do recém-lançado livro The Anxious Generation – How the great rewiring of childhood is causing an epidemic of mental illness (A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais), um volume de 385 páginas a ser lançado no Brasil em novembro pela Companhia das Letras.

#Ansiedade #GeraçãoAlpha #GeraçãoZ

via Piauí

Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/criancas-adolescentes-celular-saude-mental-fisica/

Como a musicoterapia pode ajudar crianças ansiosas l “Entre os jovens de 5 a 19…

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Fonte : Projeto Informe-CI

Como lidar com tantas informações durante o #isolamentosocial ? |“De acordo com …

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