O arquivo que não guarda: quando a memória virou cálculo / Jornal da USP

O arquivo que não guarda: quando a memória virou cálculo / Jornal da USP

O arquivo sempre foi um campo de poder. Decidir o que merece ser guardado é decidir o que merece ser lembrado, e decidir o que merece ser lembrado é, em parte, decidir o que existe. A novidade algorítmica não inventou essa dimensão política, subtraiu o humano, radicalizou-a e a tornou mais opaca.

Se os sistemas de inteligência artificial vão mesmo se tornar a infraestrutura central da memória coletiva, e há bons motivos para acreditar que sim, então a Arquivologia precisa estar dentro dessa infraestrutura, não apenas diante dela. Precisa participar das decisões sobre como os dados são curados, como os modelos são treinados, como as saídas são documentadas. Precisa transformar a custódia sociotécnica de conceito em prática.

O arquivo que não guarda — que calcula, projeta, reconfigura — ainda é um arquivo. Mas é um arquivo que exige de nós uma nova forma de atenção.

#Arquivos #IA

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/o-arquivo-que-nao-guarda-quando-a-memoria-virou-calculo/

Arquivos como ferramenta de justiça social – Entrevista com Vitor Hugo Teixeira / Divulga-CI

Arquivos como ferramenta de justiça social – Entrevista com Vitor Hugo Teixeira / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com o arquivista e pesquisador Vitor Hugo Teixeira, mestre e doutorando em Ciência da Informação na Universidade Federal da Paraíba. Em sua dissertação, Vitor analisou a mediação implícita da informação na Arquivologia, destacando o guia para usuários/as de arquivos como instrumento de acesso, reconhecimento social e justiça social. Na entrevista, conheça mais sobre a elaboração da dissertação e as dicas do pesquisador.

#Arquivos #JustiçaSocial #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/arquivos-como-ferramenta-de-justica-social-entrevista-com-vitor-hugo-teixeira/

O protagonismo da mulher na Ciência revelado pelos arquivos – Entrevista com Leide Mota / Divulga-CI

O protagonismo da mulher na Ciência revelado pelos arquivos – Entrevista com Leide Mota / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a arquivista e pesquisadora Leide Mota de Andrade, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Bahia. Em sua dissertação, Leide analisa correspondências do acervo pessoal da cientista Sonia Andrade e seu Currículo Lattes, evidenciando ações de informação relacionadas à mediação, à disseminação científica e às atividades formativas. Na entrevista, conheça mais sobre o percurso da pesquisa e pesquisadora.

#Arquivos #Entrevista #MulheresNaCiência

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-02-fev-2026/o-protagonismo-da-mulher-na-ciencia-revelado-pelos-arquivos-entrevista-com-leide-mota/

Curiosidades sobre os arquivos históricos / Leitura e Contexto

Curiosidades sobre os arquivos históricos / Leitura e Contexto

Arquivos históricos são muito mais do que apenas “depósitos de papéis velhos”. Eles são a espinha dorsal da nossa memória coletiva e escondem fatos fascinantes sobre como a humanidade se desenvolveu e organizou sua própria história. Pesquisei sobre algumas das curiosidades mais interessantes do mundo dos arquivos e cito a seguir.

Arquivos nem sempre foram públicos. Por muito tempo, arquivos serviram apenas ao poder do Estado. A ideia de acesso público é relativamente recente e ligada à democracia e ao direito à informação.

#Arquivos

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/curiosidades-sobre-os-arquivos.html

A Função estratégica dos arquivos / Leitura e Contexto

A Função estratégica dos arquivos / Leitura e Contexto

Portanto, engana-se quem pensa que um arquivo é apenas um “depósito”, ele é o alicerce de uma instituição. Com ele bem gerido contamos com:

​- base arquivística: Os dados preservados que sustentam toda a estrutura.
​- inteligência estratégica: A transformação de documentos e dados em conhecimento para a tomada de decisão.
​- visão de futuro: O uso do passado e do presente para projetar o crescimento e a inovação.
A função estratégica do arquivo se concretiza quando ele deixa de ser visto como um setor “fim de linha” e passa a ser reconhecido como um ativo informacional essencial ao negócio.

#Arquivos

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/02/funcao-estrategica-dos-arquivos.html

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Os diagnósticos arquivísticos realizados, revelaram a inexistência de políticas públicas de arquivos, descumprimento dos preceitos constitucionais e da legislação arquivística. Como resultado, apresenta-se um modelo de observatório de políticas públicas de arquivos, indicando seus elementos essenciais: conceituação, características, estruturas, formas de governança, processos, atores-chaves, produtos e serviços. Conclui-se que o observatório proposto é um agente de advocacy arquivística, em defesa do campo arquivístico que pode contribuir para influenciar o fomento à formação de agendas governamentais, a implementação, o monitoramento e avaliação de políticas públicas de arquivos nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

#Arquivos #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40515

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Os diagnósticos arquivísticos realizados, revelaram a inexistência de políticas públicas de arquivos, descumprimento dos preceitos constitucionais e da legislação arquivística. Como resultado, apresenta-se um modelo de observatório de políticas públicas de arquivos, indicando seus elementos essenciais: conceituação, características, estruturas, formas de governança, processos, atores-chaves, produtos e serviços. Conclui-se que o observatório proposto é um agente de advocacy arquivística, em defesa do campo arquivístico que pode contribuir para influenciar o fomento à formação de agendas governamentais, a implementação, o monitoramento e avaliação de políticas públicas de arquivos nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

#PolíticasPúblicas #Arquivos

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40515

Desafios na convergência e colaboração entre bibliotecas, arquivo e museu: o caso da Universidade de Aveiro / Estudo Geral – UC

Desafios na convergência e colaboração entre bibliotecas, arquivo e museu: o caso da Universidade de Aveiro / Estudo Geral – UC

Conclui-se que perceber os obstáculos e desafios na convergência orgânica e no labor dos profissionais da informação é essencial para a efetiva integração de metainformação e eventual solução de integração tecnológica, pelo que esta investigação tem perspectivas de futuro desenvolvimento, nomeadamente através da elaboração de um plano de convergência entre os três sistemas de informação: bibliotecas, arquivo e museu da Universidade de Aveiro.

#Bibliotecas #Arquivos #Museus

Disponível em: https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/120012

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

Quatro Direitos Digitais das Instituições de Memória / Uvejota

– Colecionar materiais digitais, seja por meio da digitalização de coleções físicas, seja por meio de compra comercial ou qualquer outro meio legal.
– Preservar coleções digitais e, quando necessário, repará-las, fazer backup ou reformatá-las para garantir sua existência e acessibilidade contínuas.
– Fornecer acesso controlado a materiais digitais para técnicas avançadas de pesquisa e aos usuários onde quer que estejam: online.
– Cooperar entre instituições, compartilhando ou transferindo coleções digitais para auxiliar na preservação e no acesso.

#BibliotecasDigitais #Bibliotecas #Arquivos #Museus #Memória

Disponível em: https://uvejota.com/articles/6428/cuatro-derechos-digitales-de-las-instituciones-de-la-memoria/

Arquivo “de” museu, arquivo “em” museu: reflexões a partir do Museu Histórico Nacional / Ágora

Arquivo “de” museu, arquivo “em” museu: reflexões a partir do Museu Histórico Nacional

Nosso objetivo é compreender se há diferenças no tratamento dos documentos produzidos pelas instituições museológicas e daqueles custodiados pelas mesmas. Nossa hipótese principal é que podemos diferenciar tais tratamentos em arquivos “de” museu e arquivos “em” museus. Os primeiros mais próximos ao conceito consagrado de arquivo para a literatura da área. Já o segundo, trata-se de coleções nomeadas como arquivos.

#Arquivos #Museus

Disponível em: https://agora.emnuvens.com.br/ra/article/view/1236

Preservação e acesso a dados históricos e inéditos / Jornal da Ciência

Preservação e acesso a dados históricos e inéditos

A incompletude de registros (digitais ou não) não é algo exclusivo da Segunda Guerra Mundial. Quaisquer arquivos que tenham sido preservados até os dias atuais representam apenas uma pequena porcentagem do que já existiu e simbolizam a existência de um mecanismo que determina, de forma intencional ou não, a história que será contada no futuro. “Por exemplo, logo depois que terminou a escravidão, ainda na década de 1890, Rui Barbosa ordenou a incineração de todos os documentos que tivessem a ver com a escravidão. É quase a regra”, observa Thiago Nicodemo. “Se um documento sobrevive até hoje, alguém lutou para guardar aquilo. Em qualquer mídia, tanto no papel quanto no digital”, complementa.

via Jornal da Ciência

#Arquivos #PreservaçãoDigital

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8050

Medir o valor da informação e do serviço de arquivo: guia prático / BAD

Medir o valor da informação e do serviço de arquivo: guia prático

Ao percorrer esta publicação, o leitor será apresentado aos seguintes indicadores:
– Indicadores estatísticos,
– Indicadores de desempenho e KPIs – Key Performance Indicators,
– Indicadores de impacto,
– Indicadores de maturidade,
– ROI ou retorno do investimento,
– Monetização da informação,
– O valor legal da informação.

via BAD

#Arquivos #Informação

Disponível em: https://noticia.bad.pt/2025/02/24/medir-o-valor-da-informacao-e-do-servico-de-arquivo-guia-pratico/