Brasil duplicou o número de mestres e quase triplicou o de doutores, mas ainda é pouco / The Conversation

Brasil duplicou o número de mestres e quase triplicou o de doutores, mas ainda é pouco

Entre as duas décadas que separam 2001 e 2021, o Brasil teve um crescimento de 271% em seu número de doutores, e de 210% em seu número de mestres, aumento sem precedentes na história do país. Os dados foram revelados na pesquisa Brasil: Mestres e Doutores 2024. O estudo, conduzido pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, levanta o questionamento: será que finalmente há doutores e mestres suficientes no Brasil? A resposta é não.

#CiênciaBrasileira

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/brasil-duplicou-o-numero-de-mestres-e-quase-triplicou-o-de-doutores-mas-isso-ainda-e-pouco-233544

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira / Pesquisa Fapesp

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira

O ativismo pautou toda a trajetória de Bori. “No início de sua carreira, ela lutou pela consolidação da psicologia como ciência no Brasil, e posteriormente pelo desenvolvimento científico e tecnológico como um todo”, conta Deisy de Souza, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (DPsi-UFSCar). “Carolina acreditava que a ciência e a educação eram os caminhos para o desenvolvimento do nosso país”, acrescenta Dora Fix Ventura, professora sênior do Instituto de Psicologia da USP.

#MulheresNaCiência #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nascida-ha-100-anos-carolina-bori-teve-voz-proeminente-na-ciencia-brasileira

A valorização da ciência frente à nova ordem climática / Jornal da Universidade

A valorização da ciência frente à nova ordem climática

Dito isso, é urgente que o reconhecimento à ciência como um espaço sério e competente na construção de sociedades mais resilientes à nova ordem climática não seja apenas uma moda passageira ou oportunismo. Não basta chamar especialistas em momentos de emergência, é preciso dar a eles sustentação por meio de políticas de investimento robustas para um trabalho de longo prazo.

#CiênciaBrasileira #MudançasClimáticas

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/a-valorizacao-da-ciencia-frente-a-nova-ordem-climatica/

Pós-graduação brasileira: crise ou confusão? / Questão de Ciência

Pós-graduação brasileira: crise ou confusão?

É, portanto, mais produtivo manter em vista a essência da pós-graduação e da universidade, em vez de ficar tentando moldá-las segundo demandas que pouco ou nada têm a ver com sua missão fundamental. A primeira necessidade de qualquer discussão é que seja embasada em dados, evitando a reprodução espontânea de impressões que sequer foram bem analisadas, transformando a universidade em algo amorfo, com objetivos tão difusos e questionáveis que podem macular a credibilidade da própria instituição.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2024/07/01/pos-graduacao-brasileira-crise-ou-confusao

O desenvolvimento da ciência no Brasil nos últimos 75 anos

O desenvolvimento da ciência no Brasil nos últimos 75 anos

A decisão política de apoiar o desenvolvimento de Ciência, Tecnologia no Brasil, já tem mais de sete décadas de contínuo avanço. Além do apoio à Ciência Básica, o sistema de fomento a nível federal e em Fundações Estaduais, também promovem o apoio decisivo à inovação. A expansão do conhecimento científico no Brasil, em todas as áreas de Ciências, resultou em um enorme acúmulo de informações científicas fundamental, que nos últimos 20 anos do século XX e nos primeiros 20 anos do século XXI, inspirou e promoveu a transformação deste conhecimento em projetos aplicados na indústria e em muitas áreas de Saúde, Agronegócio, Tecnologia da Informação, Computação, Biodiversidade, Genética, Ciência Espacial.

#CiênciaBrasileira

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=6202

Mulheres com doutorado têm remuneração 16,4% menor do que homens, aponta CGEE

Mulheres com doutorado têm remuneração 16,4% menor do que homens, aponta CGEE

Estudo analisou o perfil da população pós-graduada entre os anos de 1996 e 2021; no comparativo de pessoas com mestrado, a diferença das remunerações chega a 26,7%. Mulheres são maioria entre mestres e doutores titulados no País.

#Gênero #CiênciaBrasileira #MulheresNaCiência

via Jornal da Ciência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/mulheres-com-doutorado-tem-remuneracao-164-menor-do-que-homens-aponta-cgee/

Cai interesse por programas de pós-graduação no país

Cai interesse por programas de pós-graduação no país

Para complicar, os problemas são agudos em algumas áreas, mas não se manifestam em outras. A relação entre o número de candidatos inscritos e de ingressantes, um indicador do interesse pelos cursos, caiu de 1,29 em 2011 para 1 em 2022 nos doutorados em engenharia na Unicamp, enquanto, no mesmo período, esse índice subiu de 2,19 para 3,42 em ciências agrárias. Em ciências humanas e sociais, caiu de 3,4 para 2,3, enquanto em linguística, letras e artes, foi de 4,26 para 9,33.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/cai-interesse-por-programas-de-pos-graduacao-no-pais/

Crescimento da pós-graduação desde os anos 1990 melhora a distribuição regional dos cursos

Crescimento da pós-graduação desde os anos 1990 melhora a distribuição regional dos cursos

(…) o levantamento registrou um aumento na proporção de doutores na população brasileira: de 7,9 titulados por grupo de 100 mil habitantes em 2013 para 10,4 em 2021. Nos Estados Unidos, há 21,9 doutores por 100 mil habitantes e no Reino Unido 37,4. O trabalho também mostra que a idade média dos concluintes do curso de mestrado chegou a 33,8 anos em 2021 – o patamar é ligeiramente mais alto do que o observado em 1996, de 33,4 anos.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/crescimento-da-pos-graduacao-desde-os-anos-1990-melhora-a-distribuicao-regional-dos-cursos/

A papelocracia da pesquisa brasileira

A papelocracia da pesquisa brasileira

Qual é a maior dificuldade para fazer pesquisa científica no Brasil? Tenho certeza de que a maioria das pessoas, cientistas ou não, dirá que é a falta de dinheiro. Não estão completamente erradas: a falta de verbas é, efetivamente, um grande desafio para nós. Os Estados Unidos, por exemplo, investem 3,5% de seu produto interno bruto em pesquisa; na Coreia do Sul, os valores chegam a 4,9%, enquanto no Brasil esse valor é de apenas 1%.

No entanto, esse não é o único obstáculo que enfrentamos. Existe outro, nem sempre do conhecimento de todos: a burocracia —a papelada desnecessária—, e a carga administrativa —como as tarefas extras de direção, coordenação etc.

via Folha de S. Paulo

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2024/05/a-papelocracia-da-pesquisa-brasileira.shtml

Um relato dos principais temas da ciência

Um relato dos principais temas da ciência

O Boletim do Observatório em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em sua mais recente edição, lançada em 2023, disponibiliza uma visão inédita dos arranjos das nossas comunidades científicas, considerando, inclusive, sua conexão internacional com instituições de outros países.

via Science Arena

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/um-relato-dos-principais-temas-da-ciencia/

Por que cientistas criticam programa federal que prevê R$ 1 bi para reverter fuga de cérebros

Por que cientistas criticam programa federal que prevê R$ 1 bi para reverter fuga de cérebros

“Nesse caso, não é repatriação de cérebros, né? Serão mesmo as melhores cabeças que estamos trazendo?”, questiona a biomédica Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC). “Já temos aqui no Brasil muitos doutores que estão sem emprego, por que não contratar essas pessoas, então? Dar esse valor de bolsa para elas? Vamos trazer mais gente para ficar sem emprego? O valor das bolsas daqui aumentou, mas ainda está muito aquém da necessidade dos estudantes, não oferece plano de saúde nem tíquete refeição. As nossas universidades estão sem concurso e sem previsão de crescimento.”

#CiênciaBrasileira

via ABC

Disponível em: http://www.abc.org.br/2024/04/22/por-que-cientistas-criticaram-programa-federal-que-preve-r-1-bi-para-reverter-fuga-de-cerebros/

Plano para “repatriar” cientistas foge das causas reais do problema

Plano para “repatriar” cientistas foge das causas reais do problema

O programa, conforme mostra o PAI, foi decidido no ano passado. Parece apenas uma infeliz coincidência que o anúncio tenha vindo junto com a deflagração de greve nas universidades federais que reivindicam – corretamente – melhores salários e condições de trabalho. Utilizar, porém, a greve nas federais para criticar o CNPq é misturar alhos com bugalhos, já que investimentos perenes, relacionados a salários, devem ser analisados sob outra perspectiva. É claro que o dinheiro carimbado para uso do programa de repatriação poderia ter sido alocado para a valorização de pesquisadores que já estão no país. Mas essa foi uma escolha do governo como um todo.

#CiênciaBrasileira

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2024/04/22/plano-para-repatriar-cientistas-foge-das-causas-reais-do-problema

Os problemas do Programa de Repatriação do CNPq

Os problemas do Programa de Repatriação do CNPq

(…) é sim necessário ter estratégias para repatriar pesquisadores brasileiros. Porém, não é um programa pontual que vai garantir isso. Precisamos de um sistema mais robusto de financiamento da Ciência brasileira, da abertura de mais concursos, de concursos que sejam mais conscientes com pesquisadores que estão em outros Estados e outros países e, obviamente, salários mais atrativos. Não é um programa que vai trazer estes pesquisadores de volta ao país, é uma política inteira.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/carlos-takeshi-hotta/os-problemas-do-programa-de-repatriacao-do-cnpq/

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