Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Se a confiança nos cientistas permanece alta, por que persiste a sensação de distanciamento entre ciência e sociedade? Horton identifica um ponto sensível revelado no estudo do Pew Research Center: apenas 45% dos americanos consideram os cientistas bons comunicadores — uma queda significativa em relação a 2019.

É neste ponto que o editorial assinado por Horton muda de tom e passa a discutir a urgência de repensar como a ciência se comunica. Inspirado pelo livro “In a Flight of Starlings” (Penguin Press, 2023), escrito pelo físico italiano e Nobel Giorgio Parisi, Horton argumenta que comunicar resultados não é o suficiente. Giorgio Parisi propõe algo mais ambicioso: mostrar o processo científico, com suas incertezas, impasses e surpresas.

#Ciência #DivulgaçãoCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/comunicacao-e-crise-de-confianca-na-ciencia/

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Esta análise examina o papel das plataformas de mídia social de interesse geral (especificamente X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky e LinkedIn) como espaços para a disseminação da ciência. Parte-se do paradoxo de que o acesso a explicações científicas nunca foi tão fácil, mas o contexto em que esse conteúdo circula nunca foi tão frágil. A análise identifica públicos que depositam mais confiança na ciência com base na afinidade do que na lógica puramente informativa, e algoritmos que atuam como editores silenciosos, priorizando a emoção em detrimento da verificabilidade. Esta análise propõe que a avaliação da comunicação científica nas mídias sociais incorpore critérios qualitativos que levem ao debate público.

#MídiasDigitais #ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/119

Um megafone para pesquisa / Research Information

Um megafone para pesquisa / Research Information

O momento da divulgação também reforça significativamente o impacto. Publicar as conclusões quando são relevantes para os debates atuais multiplica sua influência. Isso exige o acompanhamento de discussões políticas, ciclos de notícias e conversas entre profissionais. Quando surgirem oportunidades, ter materiais prontos para distribuição imediata é fundamental.

A indústria editorial e a comunidade científica estão começando a perceber a conexão entre a visibilidade da pesquisa e seu impacto social, mas, frequentemente, os pesquisadores precisam atuar como comunicadores também. Nem todos têm o perfil adequado para esse papel. Surgem provedores de comunicação científica, mas poucos possuem a expertise necessária para amplificar a ciência ao longo de todo o ciclo de pesquisa. Em um ecossistema onde milhões de estudos competem por atenção, uma pesquisa excelente sem comunicação estratégica não atingirá seu potencial. A lacuna entre descoberta e aplicação não se fechará sozinha. Para superá-la, é preciso tratar a comunicação como parte integrante do processo de pesquisa, e não como um mero complemento.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/viewpoint/a-megaphone-for-research/

A importância de preservar os blogs acadêmicos / LSE

A importância de preservar os blogs acadêmicos / LSE

O risco de perda de dados e a falta de infraestruturas sustentáveis ​​também se aplicam aos blogs acadêmicos. Os blogs acadêmicos servem como meio de disseminação de conhecimento acadêmico tanto dentro quanto fora da comunidade acadêmica. Comparados aos formatos tradicionais de publicação científica (como livros e periódicos), os blogs acadêmicos oferecem um meio de comunicação mais acessível, barato, rápido, aberto e informal tanto para autores quanto para leitores. Embora as infraestruturas de informação digital já estejam estabelecidas há muito tempo para as formas tradicionais de produção acadêmica, garantindo sua acessibilidade permanente, infraestruturas equivalentes não foram desenvolvidas para blogs. Considerando a fragilidade do conteúdo online, essa lacuna infraestrutural representa um risco de perda significativa de informações. Por fim, garantir a acessibilidade a longo prazo da produção científica também é importante para manter as boas práticas científicas.

Dos 866 blogs acadêmicos alemães analisados, 53% permanecem ativos, mas muitos deles têm uma vida útil de apenas dois anos.

#Blogs #Ciência #DivulgaçãoCientífica #PreservaçãoDigital

via LSE

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/11/18/the-case-for-preserving-scholarly-blogs/

Divulgação científica que cativa os mais pequenos / MIP

Divulgação científica que cativa os mais pequenos / MIP

Agora, com minha filha de 7 anos, me esforço para oferecer a ela conteúdo científico adequado à sua idade. Hoje em dia, existem muitas opções excelentes. Abaixo, compartilho uma pequena seleção dos cinco programas favoritos da minha pequena amante da ciência. Eles são acessíveis e estão disponíveis em diferentes formatos. Ainda não encontrei um menino ou menina dessa idade que não se torne fã quando os descobre. Se você tem crianças pequenas por perto, aproveite a oportunidade para apresentá-las, pois você estará abrindo as portas para um mundo fascinante.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://mip.umh.es/blog/2025/10/13/divulgacion-cientifica-cautiva-peques/

Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem / JCom

Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem? Uma revisão de escopo da geração de impacto / JCom

O impacto mais desejado e medido foi o ganho de conhecimento, enquanto os resultados mais observados foram o interesse e a confiança na ciência. Muitos estudos desejavam impactos específicos, mas não conseguiram mensurá-los. O conteúdo impactante era relevante, visualmente atraente e emocionalmente envolvente. No entanto, os estudos reconheceram que atores não confiáveis ​​também podem manipular essas características para disseminar desinformação. Embora muitos comunicadores científicos assumam a importância da comunicação científica baseada em mídias sociais para o público jovem, as evidências dos resultados observados são limitadas e específicas para plataformas e tópicos.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2405_2025_V02/

Cabe às universidades instalar a terceira era do conhecimento científico na web, diz Atila Iamarino / UFMG

Cabe às universidades instalar a terceira era do conhecimento científico na web, diz Atila Iamarino / UFMG

Cerca de 80% dos brasileiros têm acesso à internet por meio de aparelhos de telefonia celular. E é no ambiente digital, principalmente pelas redes sociais, que 35% desse público acessa notícias e conteúdo sobre ciências. Mas é nesse mesmo lugar, o preferido dos brasileiros para buscar informações, que “mora o perigo” da desinformação.

#DivulgaçãoCientífica #Universidades

Disponível em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/atila-iamarino-abriu-programacao-da-semana-do-conhecimento-ufmg-2025-que-prossegue-ate-sabado

Olhar enviesado sobre a produção científica / Pesquisa Fapesp

Olhar enviesado sobre a produção científica / Pesquisa Fapesp

Em vez de avaliar se um artigo tem resultados robustos e se o periódico em que ele foi publicado segue boas práticas, os jornalistas buscam se resguardar privilegiando a produção de revistas consagradas e consolidadas, com as quais já estão familiarizados, e tendem a ignorar o conteúdo publicado em periódicos mais jovens. Um dos entrevistados disse que nunca teria contato com periódicos predatórios porque “aqueles que consulto são bastante bem estabelecidos”. Outro explicou: “Não preciso ir tão longe para obter informações… Não olho além dos periódicos tradicionais”.

#JornalismoCientífico #DivulgaçãoCientífica

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/olhar-enviesado-sobre-a-producao-cientifica/

Do Lattes ao like: Quando a academia caça cliques / Outras palavras

Do Lattes ao like: Quando a academia caça cliques / Outras palavras

Do ponto de vista desse movimento de autopromoção ou autodivulgação que se expande pelas redes sociais, pode-se destacar uma transformação do caráter eminentemente pedagógico da divulgação científica para um processo de vitrinização your self. Troca-se o debate intelectual, em sua dimensão crítica, por uma enxurrada de informações, produções e postagens que, em suma, buscam promover o pesquisador. Quase como um “coach acadêmico”, esses indivíduos passam a inundar as redes com publicações que não necessariamente visam à divulgação científica, mas, sobretudo, à autopromoção e à consolidação da imagem do pesquisador enquanto indivíduo.

#DivulgaçãoCientífica #Cientistas

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/do-lattes-ao-like-quando-a-academia-caca-cliques/

Contribuições de Maurice Bazin para o debate sobre a relação museu-escola por meio da divulgação científica / Transinformação

Contribuições de Maurice Bazin para o debate sobre a relação museu-escola por meio da divulgação científica / Transinformação

A partir da categoria “Relação museu-escola”, verificou-se mudanças ocorridas nas décadas de 1980 e 1990 em relação às ações dos museus de ciências para a educação formal. As atividades desses espaços passaram a integrar a participação ativa de professores de Ciências, além da oferta de cursos de formação continuada com caráter reflexivo, extrapolando a abordagem de conteúdos curriculares – reflexos da influência de Bazin, em consonância com o movimento de desescolarização dos museus no Brasil ocorrido na época. Salienta-se, portanto, a importância da continuidade de ações que promovam a consolidação de parcerias entre os museus de ciências e as escolas.

#Museus #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202537e2513155

Jornalistas científicos acham que o ChatGPT é ruim para resumir artigos científicos (mas será que é mesmo?) / The Distant Librarian

Jornalistas científicos acham que o ChatGPT é ruim para resumir artigos científicos (mas será que é mesmo?) / The Distant Librarian

Conforme relatado pela Ars Technica , com muitos mais detalhes no White Paper (PDF) escrito pela equipe do Science Press Package, SciPak. Não tenho motivos para duvidar das conclusões, mas tomo nota das ressalvas que aparecem no próprio artigo…

Os prompts utilizados pelos avaliadores estão listados no apêndice do artigo (pág. 9) e são uma boa ilustração de como se deve escrever um prompt se se busca um tipo específico de resposta. Infelizmente, o artigo não indica se os resultados daquele prompt mais específico foram, em geral, melhores do que os menos específicos.
Acho importante fazer seus próprios testes, porque uma das maneiras pelas quais vemos estudantes, especialmente, usarem LLMs é exatamente para esse propósito: resumir trabalhos mais longos e difíceis. Se os resumos estiverem errados, isso é obviamente preocupante, mas se estiverem certos, mas não se adequarem a um estilo específico, isso é muito menos preocupante, na minha humilde opinião, e poderia ser corrigido com melhores orientações.

#DivulgaçãoCientífica #ChatGPT

via The Distant Librarian

Disponível em: https://distlib.pival.me/science-journalists-find-chatgpt-is-bad-at-summarizing-scientific-papers-but-are-they-really/

Meninas na ciência: gestão e divulgação científica / JComAL

Meninas na ciência: gestão e divulgação científica / JComAL

Em linhas gerais, o evento Converse com(o) uma cientista foi realizado em consonância com a ideia original (Tabela 1) e houve satisfação das participantes. Contudo, as boas práticas da gestão de projetos sociais agregariam ainda mais valor à iniciativa, maximizando as oportunidades. Muitos aspectos das diferentes fases do projeto não foram adequadamente registrados, existindo somente na memória pessoal dos envolvidos. A recomendação mais geral, portanto, é a adequada documentação dos projetos de DC, pois a falta dela se configura como dificuldade para controle, replanejamento e replicação das iniciativas.

#DivulgaçãoCientífica #GestãoDaInformação

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0802_2025_N01/

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Você, como divulgador científico — e muitas vezes também como cientista — já parou para pensar na verificação desses números apresentados pelas plataformas digitais do palestrante super “hypado” que você escolheu — aqueles que associamos a relevância e credibilidade — correspondem de fato à realidade?

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável?

E, mais importante: qual é a nossa responsabilidade como divulgadores de ciência ao perpetuar influencers e conteúdos cuja base de relevância e credibilidade não pode ser conferida ou devidamente embasada?

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais #Credibilidade #Popularidade

via MindFlow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/credibilidade-ou-popularidade-quem-define-o-que-e-confiavel/

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