Curadoria de conteúdo científico e de divulgação científica no Instagram: taxonomia e exemplos / Infonomy

Curadoria de conteúdo científico e de divulgação científica no Instagram: taxonomia e exemplos / Infonomy

A taxonomia baseia-se em diversos parâmetros agrupados em duas grandes dimensões — Conteúdo e Curadoria — e inclui: quantidade, intervalo de tempo, procedência do conteúdo, técnicas de curadoria e integração de informações. Os resultados demonstram a viabilidade dessa estrutura por meio da identificação de exemplos representativos extraídos de diferentes formatos do Instagram (posts, carrosséis, Reels e Stories) publicados por pesquisadores, instituições e divulgadores científicos de diversas áreas do conhecimento, assegurando a representatividade de gênero. Essa taxonomia é considerada de grande valor para a comunidade científica e para os divulgadores científicos, auxiliando-os a aprimorar a qualidade da comunicação científica e a mitigar as limitações inerentes à plataforma.

#CuradoriaDeConteúdo #DivulgaçãoCientífica

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/154

Bibliotecas transformam filmes em pontes entre ciência, cultura e sociedade / CI Express

Bibliotecas transformam filmes em pontes entre ciência, cultura e sociedade / CI Express

O artigo “Acervos cinematográficos em bibliotecas: possibilidades para ações de divulgação científica e cultural”, de Flavia Geane dos Santos, Gislaine C. Silva de Oliveira, Ana Cristina R. Mettri Alves e Marcelo Borges Rocha, demonstra que os acervos de filmes das bibliotecas podem ir muito além da preservação do patrimônio audiovisual. A pesquisa expõe que, quando utilizados em atividades cineclubistas, esses acervos favorecem a divulgação científica, estimulam debates sobre questões sociais, ambientais e culturais e fortalecem o papel das bibliotecas como espaços de diálogo entre ciência e comunidade.

via CI Express

#Cineclube #DivulgaçãoCientífica #Bibliotecas

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/bibliotecas-transformam-filmes-em-pontes-entre-ci%C3%AAncia-cultura-e-sociedade

O futuro da comunicação científica não é um artigo como este / Nature

O futuro da comunicação científica não é um artigo como este / Nature

Pesquisadores e editores científicos precisam aproveitar a oportunidade oferecida pelas mudanças drásticas na forma como as notícias são produzidas — uma das razões pelas quais
a Nature aderiu ao TikTok. (…)

O mundo está passando por uma mudança geracional na forma como as notícias são reportadas e disseminadas. As plataformas de mídia social modificaram quem pode produzir conteúdo jornalístico e a qual custo. A troca de informações está se tornando mais rápida, mais visual e mais pessoal. Breves rajadas de conteúdo competem pela atenção das pessoas em feeds selecionados por algoritmos, cada vez mais gerados por ferramentas de inteligência artificial. As fronteiras entre notícias, opinião e entretenimento estão se tornando tênues — assim como a linha divisória entre fato e ficção.

Esta pode ser uma das mudanças mais marcantes na forma como as pessoas acessam as notícias desde o surgimento do jornalismo radiofônico e televisivo, juntamente com a mídia impressa, no século XX. Pesquisadores e editores científicos precisam entender melhor o que está acontecendo e se engajar e responder adequadamente. O futuro da comunicação baseada em fatos — incluindo a comunicação científica — está em jogo.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #TikTok

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-01723-1

Revista Humanos / SESC

Revista Humanos / SESC

A Revista Humanos surge da ideia do quão encantador é o conhecimento, apresentando pesquisas, cientistas, artistas, jornalistas, pensadores, coletivos e contextos a partir das interseções entre arte, ciência e tecnologia.

Com distribuição e acesso gratuitos das versões impressa e virtual, nosso objetivo, a cada edição, é apresentar ao leitor temas e discuti-los a partir de múltiplos olhares. Acreditamos que a circulação de informações e de novas ideias é fundamental e buscamos socializar a ciência nos diferentes campos do conhecimento, pois a educação científica traz novas e alegres sociabilidades.

O caráter sempre inovador do “conhecer”, a vontade de diálogo e a proposta para redes de temas e públicos exigem ampla pesquisa e dedicação do corpo editorial e de diversos convidados – intelectuais, cientistas e realizadores, tanto de trajetória extensa, como também de jovens pesquisadores.

(Revista mto bacana! Mas eu gosto mais da Divulga-CI!)

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistahumanos.com.br/

Revista Questão de Ciência deixa de ser atualizada / Questão de Ciência

Revista Questão de Ciência deixa de ser atualizada / Questão de Ciência

Em quase oito anos de existência, a RQC ajudou a posicionar no debate público questões até então ignoradas, quando não interditadas por correntes culturais dominantes e grupos de interesse entranhados, como a presença de terapias de base pseudocientífica no Sistema Único de Saúde (SUS) e a influência de lobbies políticos e grupos de interesse sobre decisões públicas que deveriam ser guiadas por evidências.

Fomos pioneiros ao denunciar, em voz alta, a complacência do meio científico brasileiro e da mídia com a promoção acrítica e o ensino de pseudociências com recursos públicos, docemente tolerados em nossas universidades, sustentadas pelo instinto corporativista da comunidade acadêmica.

Fomos também os primeiros a denunciar a presença da constelação familiar no SUS e no Judiciário, a levantar uma crítica persistente e sustentada à psicanálise e a abrir espaço para uma defesa ampla da psicologia baseada em evidências.

Durante a pandemia, também fomos os primeiros no Brasil a furar a bolha inicial de deslumbramento com as pesquisas iniciais com cloroquina, a denunciar o caráter suspeito dos estudos – conduzidos no Brasil e em outras partes do mundo – apontando a suposta eficácia de falsas panaceias e de tratamentos ditos “precoces”.

via Questão de Ciência

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/06/29/revista-questao-de-ciencia-deixa-de-ser-atualizada

Decreto – 11754/2023, de 25 de outubro de 2023

Decreto – 11754/2023, de 25 de outubro de 2023 – Institui o Programa Nacional de Popularização da Ciência – Pop Ciência e o Comitê de Popularização da Ciência e Tecnologia – Comitê Pop

Art. 3º São princípios do Programa Pop Ciência:
I – a reflexão crítico-criativa que parte da realidade concreta para a transformação do mundo;
II – a democratização do conhecimento científico;
III – a inclusão social, a acessibilidade e a justiça social;
IV – a valorização da cidadania e do diálogo como meio de engajamento do público na ciência;
V – a valorização da cultura científica e o fortalecimento da educação formal e não formal;
VI – a promoção da informação e do combate à desinformação e ao negacionismo científico;
VII – a promoção do desenvolvimento sustentável e do enfrentamento das mudanças climáticas;
VIII – o respeito à diversidade e à igualdade de gênero;
IX – o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação;
X – a valorização dos saberes tradicionais e suas tecnologias; e
XI – o enfrentamento das desigualdades regionais.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11754.htm

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Quando a ciência sai da estante / Jornal da USP

Portanto, o que frequentemente faz a diferença não está apenas na ciência em si, mas também na eficiência das cadeias de tradução. Quando essas cadeias funcionam bem, ideias que poderiam passar despercebidas podem gerar consequências materiais de proporções consideráveis. Quando falham, mesmo as descobertas importantes permanecem incapazes de promover uma reorganização social significativa.

A pandemia de covid-19 mostrou isso de forma dramática. Nunca a humanidade produziu tanta informação científica em tão pouco tempo. Sequenciamento genético, epidemiologia, imunologia e modelagem matemática avançaram de forma extraordinária. Mas a circulação desse conhecimento encontrou sistemas sociais profundamente fragmentados.

(…) Talvez seja justamente aqui que a ciência da informação, a semiótica e os sistemas complexos se tornem fundamentais para o século 21.

#DivulgaçãoCientífica #Ciência #Universidades

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/quando-a-ciencia-sai-da-estante/

Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Os resultados revelam uma reconfiguração das práticas de comunicação impulsionada pela digitalização e pela economia da atenção, privilegiando formatos curtos, visuais e interativos. Também são identificadas tensões relacionadas à simplificação do conteúdo, à dependência de algoritmos, à desinformação e às desigualdades estruturais, como a disparidade de gênero. Conclui-se que a comunicação científica é uma prática social complexa com funções educacionais, sociais e políticas essenciais para a formação de uma cidadania crítica. Seu desenvolvimento futuro dependerá da implementação de estratégias colaborativas que equilibrem acessibilidade, visibilidade e rigor científico em um ambiente midiático em constante evolução.

#DivulgaçãoCientífica

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/137

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Este trabalho apresenta o modelo analítico de comunicação científica (MACC), uma proposta original destinada a orientar ações de divulgação científica em redes sociais. Com base na análise de desafios atuais na comunicação pública da ciência, evidencia-se a necessidade de um modelo estruturado que contemple as especificidades do ambiente digital e as diferentes etapas envolvidas no processo comunicacional. O MACC integra cinco componentes essenciais: fonte da informação, codificação, mensagem, canal e receptor. Para cada componente, são apontados possíveis ruídos e propostas estratégias para reduzi-los, fundamentadas em evidências empíricas sobre o engajamento e a efetividade da comunicação científica. O trabalho também incorpora fatores contextuais que influenciam a recepção do conteúdo, como os níveis de confiança na ciência, a circulação de desinformação, as demandas sociais emergentes e o suporte institucional disponível.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://cuadernosinfo.uc.cl/index.php/cdi/article/view/99798

Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Evolução da divulgação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Os resultados revelam uma reconfiguração das práticas de comunicação impulsionada pela digitalização e pela economia da atenção, privilegiando formatos curtos, visuais e interativos. Também são identificadas tensões relacionadas à simplificação do conteúdo, à dependência de algoritmos, à desinformação e às desigualdades estruturais, como a disparidade de gênero. Conclui-se que a divulgação científica é uma prática social complexa com funções educacionais, sociais e políticas essenciais para a formação de uma cidadania crítica. Seu desenvolvimento futuro dependerá da implementação de estratégias colaborativas que equilibrem acessibilidade, visibilidade e rigor científico em um ambiente midiático em constante evolução.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/137

Comunicação pública da ciência e extensão universitária: importância e possibilidades no olhar de pesquisadores a partir de um estudo qualitativo / JCom

Comunicação pública da ciência e extensão universitária: importância e possibilidades no olhar de pesquisadores a partir de um estudo qualitativo / JCom

Mais do que uma via de transmissão de resultados, a Comunicação Pública da Ciência (CPC) se configura como espaço de encontro entre ciência e sociedade, onde se negociam sentidos, valores e implicações éticas [Bucchi & Trench, 2021; Rowland et al., 2024]. Em vez de compreender a interação entre os conteúdos científicos (e seus respectivos atores e instituições) e a sociedade apenas como simplificação de conteúdos, a CPC se apresenta como um campo complexo de negociação de sentidos, que envolve múltiplas formas de interação, diálogo e circulação de saberes [Bueno, 2010].

A CPC, no contexto universitário, estabelece-se como uma ação extensionista [Costa & Barbosa, 2023; Frutuoso & Silva, 2021; Romão & Silva Júnior, 2022; Sardinha & Vaz, 2017; Souza, 2024] e, nesse contexto de valorização do relacionamento entre ciência e sociedade, esse debate ecoa as reflexões de Paulo Freire [1981], quando questiona a noção de “extensão” como simples transmissão de saberes. Para Freire, o conceito de extensão se relaciona com a ideia de “estender” conhecimento, implicando o risco de uma invasão cultural, na qual o outro é reduzido à condição de recipiente passivo. Em contraposição, ele propõe a comunicação como prática libertadora, centrada no diálogo e na construção coletiva de sentidos, ou seja; no contexto universitário a CPC deve migrar de um modelo déficit (transmissão) para um modelo de engajamento (diálogo).

#ExtensãoUniversitária #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0901_2026_A04/

O uso das plataformas digitais na divulgação científica e comunicação pública da ciência em ações extensionistas / Revista Brasileira de Estudos CTS

O uso das plataformas digitais na divulgação científica e comunicação pública da ciência em ações extensionistas / Revista Brasileira de Estudos CTS

Os resultados evidenciam que o uso articulado dessas ferramentas potencializou a circulação de informações, ampliou o alcance das ações e favoreceu o engajamento da comunidade acadêmica e externa. Conclui-se que, quando alinhadas ao escopo dos projetos, as estratégias digitais podem fortalecer a democratização do conhecimento científico e consolidar a extensão universitária como prática formativa e transformadora.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistabrasileiradeestudoscts.com/revista/article/view/38