Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Os resultados revelam uma reconfiguração das práticas de comunicação impulsionada pela digitalização e pela economia da atenção, privilegiando formatos curtos, visuais e interativos. Também são identificadas tensões relacionadas à simplificação do conteúdo, à dependência de algoritmos, à desinformação e às desigualdades estruturais, como a disparidade de gênero. Conclui-se que a comunicação científica é uma prática social complexa com funções educacionais, sociais e políticas essenciais para a formação de uma cidadania crítica. Seu desenvolvimento futuro dependerá da implementação de estratégias colaborativas que equilibrem acessibilidade, visibilidade e rigor científico em um ambiente midiático em constante evolução.

#DivulgaçãoCientífica

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/137

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Este trabalho apresenta o modelo analítico de comunicação científica (MACC), uma proposta original destinada a orientar ações de divulgação científica em redes sociais. Com base na análise de desafios atuais na comunicação pública da ciência, evidencia-se a necessidade de um modelo estruturado que contemple as especificidades do ambiente digital e as diferentes etapas envolvidas no processo comunicacional. O MACC integra cinco componentes essenciais: fonte da informação, codificação, mensagem, canal e receptor. Para cada componente, são apontados possíveis ruídos e propostas estratégias para reduzi-los, fundamentadas em evidências empíricas sobre o engajamento e a efetividade da comunicação científica. O trabalho também incorpora fatores contextuais que influenciam a recepção do conteúdo, como os níveis de confiança na ciência, a circulação de desinformação, as demandas sociais emergentes e o suporte institucional disponível.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://cuadernosinfo.uc.cl/index.php/cdi/article/view/99798

Evolução da comunicação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Evolução da divulgação científica: transformação da mídia, convergência digital e o surgimento de novos atores / Infonomy

Os resultados revelam uma reconfiguração das práticas de comunicação impulsionada pela digitalização e pela economia da atenção, privilegiando formatos curtos, visuais e interativos. Também são identificadas tensões relacionadas à simplificação do conteúdo, à dependência de algoritmos, à desinformação e às desigualdades estruturais, como a disparidade de gênero. Conclui-se que a divulgação científica é uma prática social complexa com funções educacionais, sociais e políticas essenciais para a formação de uma cidadania crítica. Seu desenvolvimento futuro dependerá da implementação de estratégias colaborativas que equilibrem acessibilidade, visibilidade e rigor científico em um ambiente midiático em constante evolução.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/es/article/view/137

Comunicação pública da ciência e extensão universitária: importância e possibilidades no olhar de pesquisadores a partir de um estudo qualitativo / JCom

Comunicação pública da ciência e extensão universitária: importância e possibilidades no olhar de pesquisadores a partir de um estudo qualitativo / JCom

Mais do que uma via de transmissão de resultados, a Comunicação Pública da Ciência (CPC) se configura como espaço de encontro entre ciência e sociedade, onde se negociam sentidos, valores e implicações éticas [Bucchi & Trench, 2021; Rowland et al., 2024]. Em vez de compreender a interação entre os conteúdos científicos (e seus respectivos atores e instituições) e a sociedade apenas como simplificação de conteúdos, a CPC se apresenta como um campo complexo de negociação de sentidos, que envolve múltiplas formas de interação, diálogo e circulação de saberes [Bueno, 2010].

A CPC, no contexto universitário, estabelece-se como uma ação extensionista [Costa & Barbosa, 2023; Frutuoso & Silva, 2021; Romão & Silva Júnior, 2022; Sardinha & Vaz, 2017; Souza, 2024] e, nesse contexto de valorização do relacionamento entre ciência e sociedade, esse debate ecoa as reflexões de Paulo Freire [1981], quando questiona a noção de “extensão” como simples transmissão de saberes. Para Freire, o conceito de extensão se relaciona com a ideia de “estender” conhecimento, implicando o risco de uma invasão cultural, na qual o outro é reduzido à condição de recipiente passivo. Em contraposição, ele propõe a comunicação como prática libertadora, centrada no diálogo e na construção coletiva de sentidos, ou seja; no contexto universitário a CPC deve migrar de um modelo déficit (transmissão) para um modelo de engajamento (diálogo).

#ExtensãoUniversitária #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0901_2026_A04/

O uso das plataformas digitais na divulgação científica e comunicação pública da ciência em ações extensionistas / Revista Brasileira de Estudos CTS

O uso das plataformas digitais na divulgação científica e comunicação pública da ciência em ações extensionistas / Revista Brasileira de Estudos CTS

Os resultados evidenciam que o uso articulado dessas ferramentas potencializou a circulação de informações, ampliou o alcance das ações e favoreceu o engajamento da comunidade acadêmica e externa. Conclui-se que, quando alinhadas ao escopo dos projetos, as estratégias digitais podem fortalecer a democratização do conhecimento científico e consolidar a extensão universitária como prática formativa e transformadora.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistabrasileiradeestudoscts.com/revista/article/view/38

Envolvimento do público com a ciência: um guia prático / JCom

Envolvimento do público com a ciência: um guia prático / JCom

O engajamento público com a ciência ganhou destaque institucional, embora permaneça conceitualmente fragmentado e de difícil operacionalização. Esta resenha avalia o livro “Public Engagement with Science” (Engajamento Público com a Ciência), de Angela Potochnik e Melissa Jacquart, como uma intervenção prática que busca solucionar essa situação. O livro oferece uma estrutura interdisciplinar e pedagogicamente fundamentada para compreender, planejar e institucionalizar o engajamento público. Embora ainda seja possível aprofundar sua teorização, seus principais pontos fortes residem na integração conceitual e no planejamento prático.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2503_2026_R02/

Divulgação científica e desconexão com a sociedade, por Maria Giovanna Guedes Farias / Divulga-CI

Divulgação científica e desconexão com a sociedade, por Maria Giovanna Guedes Farias / Divulga-CI

“Divulgar a ciência para a sociedade se constitui em um movimento cunhado na responsabilidade social e no dever ético, que mantém fortalecida a confiança nas instituições de ensino e pesquisa, assim como nos pesquisadores. “, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Maria Giovanna Guedes Farias, da Universidade Federal do Ceará e coordenadora da plataforma de divulgação científica “ObservaUFC – Observatório Científico da Universidade Federal do Ceará”

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-02-fev-2026/divulgacao-cientifica-e-desconexao-com-a-sociedade-por-maria-giovanna-guedes-farias/

Carta de apoio à permanência das versões impressa e on-line da Revista Pesquisa FAPESP / RedeComCiência

Carta de apoio à permanência das versões impressa e on-line da Revista Pesquisa FAPESP / RedeComCiência

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) anunciou recentemente a criação de uma nova plataforma integrada de divulgação científica, que reunirá a revista Pesquisa FAPESP, a Agência FAPESP e o boletim Pesquisa para Inovação sob a gerência de comunicação da fundação.

Trata-se de um movimento institucional de grande alcance, que reconfigura a forma como a ciência paulista se apresenta ao público e centraliza fluxos editoriais historicamente autônomos.

No entanto, ao fazê-lo, o novo modelo parece prescindir justamente do principal ativo simbólico e editorial construído ao longo de mais de duas décadas: a revista Pesquisa FAPESP como espaço de jornalismo científico independente, crítico e especializado.

A revista não é apenas um canal de divulgação. Ela consolidou-se como referência nacional em jornalismo científico, com identidade editorial própria, curadoria rigorosa e compromisso com a mediação qualificada entre ciência e sociedade. Isso sem abrir mão da edição impressa, o que é uma raridade e um movimento de resistência no mercado jornalístico hoje em dia.

#DivulgaçãoCientífica #RevistaPesquisaFapesp

Disponível em: https://www.redecomciencia.org/post/apoio-revista-pesquisa-fapesp

Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quando o assunto é a divulgação científica, Vergueiro vê nos quadrinhos uma ferramenta poderosa. “Eles facilitam a compreensão, tornam a comunicação mais direta e ajudam a esclarecer pontos que, em outros formatos, seriam mais difíceis de entender”, explica. Para ele, o caráter lúdico da linguagem visual é um diferencial importante tanto na educação básica quanto na comunicação com o grande público. Mas alerta para a necessidade de explorar de fato os recursos da mídia: muitas vezes, cientistas e divulgadores se limitam a usar os quadrinhos apenas para representar um professor na lousa ou um cientista explicando conceitos, perdendo o potencial narrativo que a linguagem oferece.

Segundo Vergueiro, o caminho mais interessante é explorar a narrativa dos quadrinhos sem depender da “voz de autoridade”, permitindo que os conceitos científicos sejam transmitidos de forma mais criativa e envolvente. Já existem exemplos bem-sucedidos nesse sentido, tanto no Brasil quanto no exterior. Internacionalmente, figuram nomes como o norte-americano Larry Gonick, autor das séries The Cartoon History of… e The Cartoon Guide to…, além da coleção Graphic Guides, publicada pela editora inglesa Icon Books. No Brasil, observa-se um movimento igualmente expressivo: “Temos trabalhos muito bons no país, inclusive ligados à divulgação científica”, reforça Vergueiro, citando o quadrinista Jão (João Garcia), criador da série de tirinhas Os Cientistas em Quadrinhos e o cartunista Marco Merlin, autor das Cientirinhas.

#DivulgaçãoCientífica #Quadrinhos

via ComCiência

Disponível em: https://www.comciencia.br/quadrinhos-entram-em-cena-para-divulgar-ciencia/

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Este artigo apresenta uma taxonomia para analisar a curadoria de conteúdo de comunicação científica na rede social Instagram. Ela se baseia em estudos anteriores dos autores sobre o Twitter e o YouTube e compreende diversos parâmetros agrupados nas dimensões de Conteúdo e Curadoria, incluindo: Quantidade de Conteúdo, Período de Publicação do Conteúdo, Origem do Conteúdo, Técnicas de Curadoria e Integração da Curadoria. São fornecidos exemplos representativos publicados por pesquisadores e comunicadores científicos de diversas disciplinas.

#CuradoriaDeConteúdo #Instagram #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: http://eprints.rclis.org/47688/

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A ciência nem sempre ocupou um lugar central no debate público brasileiro, mas sua presença no cotidiano da sociedade foi sendo construída ao longo do tempo, entre iniciativas institucionais, projetos editoriais, disputas de sentido e esforços individuais de mediação entre o conhecimento especializado e o público amplo. A divulgação científica no Brasil tem uma história longa, complexa e marcada por avanços descontínuos, que começa ainda antes da independência do país e ajuda a entender como o país passou a produzir, comunicar e atribuir valor ao conhecimento científico.

O marco inicial costuma ser associado à criação da Imprensa Régia, em 1810, quando passam a circular no Brasil textos voltados à educação científica, sobretudo manuais de engenharia e medicina, em geral traduzidos do francês. Desde então, ao longo de mais de 200 anos, a comunicação pública da ciência se desenvolveu de maneira desigual, frequentemente restrita às elites letradas e pouco integrada ao cotidiano da maior parte da população.

Desde seus primórdios, a ciência esteve presente na imprensa brasileira. Jornais como a Gazeta do Rio de JaneiroO Patriota e o Correio Braziliense abriram espaço para temas científicos em um contexto marcado pelo Iluminismo e pela circulação internacional de ideias. Mesmo editado fora do país, o Correio Braziliense desempenhou papel central ao articular ciência, política, economia e educação, evidenciando que o conhecimento científico era visto como instrumento de modernização e construção nacional. (Figura 1)

#DivulgaçãoCientífica

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9721

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Foram empregadas técnicas de altmetria e análise de conteúdo, com categorização informacional dos vídeos em informação científica, ambiguidade científica e desinformação científica. As menções indiretas apresentaram maior ocorrência (525; 60%) em comparação às menções diretas (354; 40%). Esses artigos apresentaram média de 1,06 menção por vídeo, abrangendo, sobretudo, áreas das Ciências da Saúde e da Vida. (…) Conclui-se que a retratação científica não interrompe a circulação social dos artigos no YouTube. A maior ocorrência de menções indiretas e de enquadramentos desinformativos ou ambíguos indica que a correção científica não regula automaticamente o uso da informação em plataformas digitais, nas quais conteúdos menos alinhados à evidência tendem a alcançar maior engajamento, impondo desafios à divulgação científica contemporânea.

#Retratação #YouTube #DivulgaçãoCientífica #Desinformação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271970