Relação entre as bibliotecas escolares do ensino médio, os meios e os problemas sociais: investigação bibliográfica / Revista General de Información y Documentación

Relação entre as bibliotecas escolares do ensino médio, os meios e os problemas sociais: investigação bibliográfica / Revista General de Información y Documentación

O objetivo principal deste estudo é analisar detalhadamente a literatura existente (leis, regulamentos, relatórios, trabalhos de pesquisa, artigos científicos, etc.) para estabelecer um quadro de referência que conecte diversas funções fundamentais a serem desempenhadas pelas bibliotecas escolares na Espanha. Entre elas, incluem-se: o papel da biblioteca como elemento essencial na integração de políticas sociais ao currículo do ensino médio; ações voltadas para o fomento de uma educação sensível às questões de gênero; a integração de refugiados ao sistema educacional — por exemplo, por meio da promoção da leitura e do apoio linguístico; e a promoção de uma educação centrada na diversidade e na não violência, entre outros temas. Para tanto, estabelecemos um referencial teórico que reflete a realidade das bibliotecas escolares — especificamente no que diz respeito ao uso de redes sociais e à disseminação de informações por esses canais — no contexto da implementação de projetos e iniciativas destinados a desenvolver, aperfeiçoar e consolidar o currículo do ensino médio.

#ProduçãoCientífica #Educação

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RGID/es/article/view/103821

Conselho de Educação cria regras para garantir 200 dias letivos em escolas impactadas pela violência / Folha de S. Paulo

Conselho de Educação cria regras para garantir 200 dias letivos em escolas impactadas pela violência / Folha de S. Paulo

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), um em cada quatro estudantes de 13 a 17 anos no Rio de Janeiro já tiveram aulas interrompidas ou suspensas por motivos de segurança. É o estado com o maior percentual de alunos sob este cenário (25,6%), acima da média do Brasil (7,7%) e da região Sudeste (7,1%), conforme pesquisa divulgada em março.

(…) Pelas diretrizes, cabe ao gestor do sistema de ensino, e não somente às escolas, a tomada de decisão a respeito do funcionamento ou não da unidade, “com orientações específicas para a adoção de medidas de adaptação e para reorganização do atendimento, bem como a retomada das atividades escolares de forma segura para estudantes, professores e profissionais da educação”.

#Violência #Educação

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/07/conselho-de-educacao-cria-regras-para-garantir-200-dias-letivos-em-escolas-impactadas-pela-violencia.shtml

A desigualdade na aprendizagem começa na largada / Revista Educação

A desigualdade na aprendizagem começa na largada / Revista Educação

Os números revelam uma verdade incômoda. Na corrida da educação, o ponto de partida ainda influencia fortemente quem consegue avançar, e quem acaba ficando para trás. Ou seja, durante a trajetória escolar, a desigualdade socioeconômica se torna, também, desigualdade educacional.

Mas os efeitos dessa desigualdade não aparecem apenas na conclusão da trajetória escolar. Eles também se refletem diretamente na aprendizagem. Em pesquisa conduzida por Jaloto e Primi (2021) foi identificado que estudantes menos vulneráveis socioeconomicamente apresentavam melhores desempenhos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. E esse padrão também se estende para exames realizados durante a educação básica.

#Educação #Desigualdade

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/24/desigualdade-na-aprendizagem/

Impacto questionado / Revista Pesquisa Fapesp

Impacto questionado / Revista Pesquisa Fapesp

A editora Springer Nature anunciou a retratação de um artigo científico que atribuía ao programa ChatGPT efeitos positivos no aprendizado de estudantes. O estudo foi considerado inválido devido a discrepâncias na análise feita pelos autores, que levaram os editores a perder a confiança nas conclusões do paper. O trabalho havia sido publicado em maio de 2025 na revista Humanities & Social Sciences Communications e teve grande repercussão tanto em meios acadêmicos como em mídias sociais: recebeu mais de 500 citações em outros trabalhos científicos e teve alto índice de leitura na internet, sendo consultado on-line por mais de meio milhão de pessoas.

#Retratação #Educação #ChatGPT #EnsinoEAprendizagem

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/impacto-questionado

PNE, SNE, PAR e os novos paradigmas para a gestão educacional / Revista Educação

PNE, SNE, PAR e os novos paradigmas para a gestão educacional / Revista Educação

Madeira caracterizou “as três grandes apostas do Brasil” nesse sentido. O PNE, que estabelece metas com checagens bianuais, com a criação de uma infraestrutura de compartilhamento de informações para que se acompanhe os caminhos na direção da conquista dessas metas; o SNE, com regimes de colaboração efetivos em que se tenha trocas entre os entes e que isso possa gerar planos mais articulados e aprendizados contínuos sobre o aprimoramento dos planos, dos próprios desenhos das políticas e também das implementações.

E o PAR, que ajuda a instrumentalizar os macroprocessos básicos de gestão, ao criar parâmetros para um bom diagnóstico, procurando organizar o planejamento dos entes subnacionais e agora com as etapas de monitoramento e a correção de rotas, que são as etapas clássicas da gestão.

#Educação

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/04/29/pne-sne-par-e-os-novos-paradigmas-para-a-gestao-educacional/

CNE propõe diretrizes para uso da inteligência artificial na educação brasileira / Jornal da USP

CNE propõe diretrizes para uso da inteligência artificial na educação brasileira / Jornal da USP

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a proposta é orientar a incorporação da tecnologia de forma pedagógica, sem substituir o papel do professor. “A inteligência artificial não pode substituir o trabalho do professor em relação ao ensino, tampouco substituir o esforço do aluno em relação ao aprendizado. Ou seja, ela pode ser uma ferramenta, mas jamais pode prescindir da ação humana como protagonista. Então, a inteligência artificial é um instrumento de trabalho pedagógico, mas não é um instrumento de substituição do trabalho pedagógico do professor ou do esforço de ensino do aluno”, avalia Daniel Cara.

O documento também destaca a necessidade de que a inteligência artificial seja utilizada como instrumento de apoio ao processo de ensino e aprendizagem. Nesse contexto, o Conselho Nacional de Educação iniciou uma proposta de regulamentação do uso da tecnologia na educação brasileira. Para o docente da USP, essa iniciativa é importante, mas ainda representa apenas um primeiro passo. Ainda não há prazo definitivo para que a regulamentação entre em vigor.

#Educação #IA

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/cne-propoe-diretrizes-para-uso-da-inteligencia-artificial-na-educacao-brasileira/

Relatório da Unesco revela aumento de crianças fora da escola / Revista Educação

Relatório da Unesco revela aumento de crianças fora da escola / Revista Educação

O Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) de 2026, da Unesco, divulgado em Paris no dia 25 de março, apontou que, no mundo, o número de crianças e jovens fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, alcançando 273 milhões, impulsionado pelo crescimento populacional, por crises e pela redução de orçamentos.

O progresso na permanência de crianças na escola desacelerou em quase todas as regiões desde 2015, com uma desaceleração acentuada na África Subsaariana, sobretudo em razão do crescimento populacional. Diversas crises — incluindo conflitos diversos — também comprometeram os avanços. Mais de uma em cada seis crianças vive em áreas afetadas por conflitos, representando milhões a mais fora da escola, além daqueles identificados pelas estatísticas.

#EvasãoEscolar #Educação

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/04/01/unesco-revela-aumento-no-numero-de-criancas-fora-da-escola/

Educação como projeto de país: o desafio do novo PNE / Jornal da Ciência

Educação como projeto de país: o desafio do novo PNE / Jornal da Ciência

Desde o primeiro PNE, instituído após a Constituição de 1988, passando pelo plano de 2001 e, sobretudo, pelo PNE 2014–2024, o País acumulou avanços relevantes. Houve expansão do acesso à educação básica, ampliação da matrícula no ensino superior, fortalecimento da pós-graduação e criação de instrumentos de monitoramento e metas estruturadas. A própria consolidação do PNE como instrumento decenal de política de Estado representa um marco institucional que poucos países em desenvolvimento conseguiram estruturar com esse grau de abrangência.

A trajetória dos planos, no entanto, também revela um padrão de metas ambiciosas desacompanhadas de mecanismos efetivos de execução, financiamento instável e baixa coordenação federativa. O PNE 2014–2024, em particular, explicitou esse descompasso. Embora tenha estabelecido metas estruturantes, a exemplo da universalização da educação básica, a valorização docente e a elevação do investimento público em educação para 10% do PIB, a sua implementação ficou aquém do previsto em diversos indicadores-chave. A manutenção do investimento em patamares significativamente inferiores ao planejado evidenciou a fragilidade da vinculação entre planejamento e orçamento.

via Jornal da Ciência

#Educação #PNE

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-educacao-como-projeto-de-pais-o-desafio-do-novo-pne/

A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional também passa pela compreensão do uso de tecnologias no ambiente doméstico. Orientar as famílias sobre o uso consciente da IA, seus riscos e possibilidades contribui para uma abordagem mais integrada e consistente.

Por fim, é importante compreender que a questão não é ser “a favor” ou “contra” a inteligência artificial. A tecnologia já é uma realidade e continuará avançando. A questão central é: quem terá condições de utilizá-la de forma crítica, criativa e ética?

Se a escola não assumir esse papel, a desigualdade tende a se aprofundar. Mas, se ela se posicionar como espaço de mediação, reflexão e criação, pode se tornar um agente fundamental de equidade.

#IA #Educação #Escolas #Desigualdade

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/03/26/a-nova-desigualdade-educacional-quem-tem-ia-e-quem-nao-tem/

Uso intenso de celular por adolescentes está ligado a notas menores e mais solidão, aponta estudo / Folha de S. Paulo

Uso intenso de celular por adolescentes está ligado a notas menores e mais solidão, aponta estudo / Folha de S. Paulo

A pesquisa, conduzida pela psicóloga Jean Marie Twenge, analisou os dados de mais de 1,78 milhão de adolescentes de 15 e 16 anos coletados ao longo de mais de duas décadas pelo Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, na tradução da sigla em inglês), um dos principais exames educacionais do mundo. Foram considerados 36 países membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) —o Brasil não está incluído.

Além de dados que indicam a proficiência dos estudantes em testes de matemática, linguagens e ciências, o Pisa também traz informações sobre o comportamento dos estudantes, obtidas por meio de um questionário.

#Educação #Smartphone

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/03/uso-intenso-de-celular-por-adolescentes-esta-ligado-a-notas-menores-e-mais-solidao-aponta-estudo.shtml

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O Brasil permanece, de forma persistente, entre as nações mais desiguais do planeta. Seja pelo Índice de Gini ou pela disparidade na apropriação do PIB entre os extremos da pirâmide, figuramos entre os 5% dos países com maior concentração de renda, ao lado de países como África do Sul, Colômbia e Haiti. Essa desigualdade não é apenas um retrato estático do presente; ela projeta o destino educacional dos jovens e molda a fisionomia do país nas próximas décadas. Para se ter uma ideia quantitativa, enquanto no Brasil a renda média dos 10% mais ricos é mais de 30 vezes superior à dos 10% mais pobres, nos EUA essa relação é de seis a sete vezes, nos países europeus gira em torno de quatro a cinco vezes ou mesmo, em alguns deles, aproxima-se de três vezes.

via Jornal da USP

#Desigualdade #Educação

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/otaviano-helene/o-circulo-vicioso-da-desigualdade-renda-e-educacao-no-brasil/

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Universidades precisam se reinventar na era da inteligência artificial / Jornal da USP

Segundo o TIC Educação, aqui no Brasil, 70% dos estudantes do ensino médio, 40% do ensino fundamental e 85% dos estudantes brasileiros universitários utilizaram ou utilizam a inteligência artificial em seus estudos. Esses investimentos para levar a inteligência artificial nos sistemas de educação crescem exponencialmente no mundo todo, impulsionados pelas big techs, que querem atrair os alunos desde os primeiros anos escolares. Não é à toa que muitos professores resistem a essa adoção massificada da inteligência artificial e orientada pelas grandes empresas. O problema é que é muito difícil recusar, ignorar ou contornar a expansão da inteligência artificial. A IA realiza muitas atividades que as universidades tradicionalmente ensinam: analisa informações complexas, escreve ensaios, resume em textos, programa, traduz, gera imagens, vídeos, áudios.”

#IA #Universidades #Educação

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/universidades-precisam-se-reinventar-na-era-da-inteligencia-artificial/