Escolas em tempo integral sofrem queda no Ideb, aponta pesquisa / CNN

Escolas em tempo integral sofrem queda no Ideb, aponta pesquisa / CNN

A pesquisa mostrou que o Ideb das escolas de tempo integral caiu 0,07 ponto, passando de 4,51 para 4,44 pontos, no período analisado. Por outro lado, o índice de escolas que não possuem ensino integral cresceu entre 2019 e 2023, passando de 4,13 pontos para 4,21 pontos.

Para os pesquisadores, entre as possíveis causas para os resultados estão a inalteração de atributos de escolas durante o período considerado na avaliação, além de possíveis mudanças no perfil de escola que influenciam no Ideb, mas não estão ligadas à educação em tempo integral.

Os economistas acreditam, ainda, que escolas que não possuem matrículas em tempo integral podem estar se apropriando de componentes pedagógicos típicos da educação em tempo integral, o que leva esse tipo de escola a obter um melhor desempenho no Ideb.

#IDEB #Escolas

via CNN

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/escolas-em-tempo-integral-sofrem-queda-no-ideb-aponta-pesquisa/

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

Todo mundo já usa IA na escola. Quase ninguém usa como método / Revista Educação

O Brasil é o país onde os estudantes mais usam inteligência artificial no mundo. Não é força de expressão: segundo o Adobe Digital Insights de 2025, lideramos a adoção global de IA entre estudantes, à frente até da Índia. Internamente, a pesquisa da Fundação Itaú confirma a escala — 84% dos estudantes brasileiros já usaram ferramentas de IA.

E não é só o aluno. A mesma pesquisa da Fundação Itaú aponta que 79% dos professores brasileiros já recorreram à IA.

Olhando esses números, parece que vencemos. Não vencemos. Lemos errado.

#EducaçãoBásica #Escolas #IA

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/19/todo-mundo-ja-usa-ia-na-escola/

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

Saúde mental: “Não é papel do educador diagnosticar nada” / Revista Educação

(…) o papel do educador é o de estar presente no momento, de estar atento às características do aluno, atento à necessidade de acolhimento que esse aluno pode necessitar em determinadas situações — o que já é importante no quesito de promoção da saúde.

É ainda papel do educador identificar padrões de autocuidado que possam ser interessantes, uma vez que ele é, de certa forma, um porto seguro do aluno, o auxiliando na autorregulação. Um educador com mais informações consegue identificar níveis de sofrimento que o aluno apresenta. Por exemplo, de uma hora para outra o aluno pode se isolar, ficar mais agitado, mudar a postura na apresentação de um trabalho, demonstrar queda na produtividade em sala da de aula, ou evadir.

#Escolas #Professores #SaúdeMental

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/06/16/saude-mental-nao-e-papel-do-educador-diagnosticar/

As escolas deveriam suspender a IA? Essa é a pergunta que não podemos ignorar agora / The AI School Librarians Newsletter

As escolas deveriam suspender a IA? Essa é a pergunta que não podemos ignorar agora / The AI School Librarians Newsletter

Uma coalizão liderada pela Fairplay pediu uma pausa de cinco anos no uso de IA generativa nas escolas. Trata-se de um dos maiores desafios públicos à IA na educação até o momento, e certamente mudará o rumo do debate. A verdadeira questão não é apenas se eles estão certos. É se as escolas estão avançando mais rápido do que conseguem acompanhar. (…)

Uma pausa completa de cinco anos torna a proposta mais difícil de apoiar. Uma pausa não impede os alunos de usarem IA. Ela apenas a remove dos espaços onde os adultos podem orientar seu uso. Os alunos já interagem com essas ferramentas fora da escola, e isso não vai mudar. Evitar a IA na escola não prepara os alunos para um mundo onde ela está cada vez mais presente. Isso cria uma lacuna entre o que os alunos vivenciam em seu dia a dia e o que aprendem em sala de aula.

#Escolas #IA #EnsinoEAprendizagem #IALiteracy

Disponível em: https://aischoollibrarian.substack.com/p/should-schools-pause-ai-the-question

Já para fora de sala: análise crítica das percepções de adolescentes e educadores sobre a proibição do uso de celular em escolas do Rio de Janeiro / PPGCI – IBICT

Já para fora de sala: análise crítica das percepções de adolescentes e educadores sobre a proibição do uso de celular em escolas do Rio de Janeiro / PPGCI – IBICT

Os resultados sugerem que a proibição favoreceu o comportamento dos estudantes em termos de foco e interação social; que eles reconhecem problemas do excesso do uso do celular; e buscam autorregular seu tempo de tela. Como conclusão proponho resistir à pressão neoliberal pela aceleração social para refletir com as crianças e adolescentes sobre estratégias efetivas de conscientização crítica para o uso das tecnologias digitais de forma que os beneficie, a partir de um processo que integre a tríade família, escola e governos. Acompanhar os resultados atingidos nas escolas que proibiram o uso de smartphones pode trazer indícios sobre os efeitos da redução do tempo de tela por crianças na escola e em outros ambientes. Esta pesquisa pretende atender a anseio não somente de parte da sociedade (crianças, adolescentes, responsáveis, educadores, pediatras, hebiatras, entre outros), mas também contribuir fornecendo evidências científicas que embasem políticas públicas e mesmo outras pesquisas.

Disponível em: https://ridi.ibict.br/handle/123456789/1460

A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional também passa pela compreensão do uso de tecnologias no ambiente doméstico. Orientar as famílias sobre o uso consciente da IA, seus riscos e possibilidades contribui para uma abordagem mais integrada e consistente.

Por fim, é importante compreender que a questão não é ser “a favor” ou “contra” a inteligência artificial. A tecnologia já é uma realidade e continuará avançando. A questão central é: quem terá condições de utilizá-la de forma crítica, criativa e ética?

Se a escola não assumir esse papel, a desigualdade tende a se aprofundar. Mas, se ela se posicionar como espaço de mediação, reflexão e criação, pode se tornar um agente fundamental de equidade.

#IA #Educação #Escolas #Desigualdade

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/03/26/a-nova-desigualdade-educacional-quem-tem-ia-e-quem-nao-tem/

Gênero e educação: o dever da escola no combate à violência sexual / Porvir

Gênero e educação: o dever da escola no combate à violência sexual / Porvir

O Programa Saúde na Escola, promovido pelo Ministério da Saúde em parceria com o MEC (Ministério da Educação), é um exemplo de política pública abrangente, que aborda diversos aspectos da saúde, incluindo a educação sexual. Contudo, alguns setores da sociedade atacam a iniciativa, alegando que abordar o tema estimula a atividade sexual.

O projeto de lei 4.844, de 2023, defendido pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL/MS), propõe a proibição total da educação sexual nas escolas. O texto apresentado argumenta que as escolas não poderiam ministrar aulas neste campo, independentemente de autorização ou não das famílias. (…)

Silenciar sobre o tema ou proibir o debate só contribui para a continuidade dessas violências. “A discussão de gênero e diversidade nas escolas é fundamental para desconstruir estereótipos, prevenir violências, promover igualdade e enfrentar a masculinidade tóxica e abusiva”, aponta Ariel de Castro Alves, advogado, integrante da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

#ViolênciaDeGênero #ViolênciaSexual #Escolas

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/genero-educacao-o-devescola-no-combate-a-violencia-sexual/

Ondas de calor aumentam chances de abandono no ensino médio público, aponta estudo / Folha de S. Paulo

Ondas de calor aumentam chances de abandono no ensino médio público, aponta estudo / Folha de S. Paulo

A ocorrência de mais dias com temperaturas acima de 34°C aumenta em 5% a chance de estudantes do ensino médio abandonarem os estudos nas escolas públicas do Brasil. A conclusão é de um estudo de pesquisadores da FGV e da Universidade Minerva, nos Estados Unidos.

Diversas pesquisas já haviam indicado que o aumento do calor prejudica a cognição humana e atrapalha o rendimento escolar, mas esse é o primeiro estudo a mostrar que o aquecimento global também contribui para o aumento da evasão escolar.

#Escolas #EvasãoEscolar

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/02/ondas-de-calor-aumentam-chances-de-abandono-no-ensino-medio-publico-aponta-estudo.shtml

Violência e desigualdade de gênero: como a escola pode ser agente de transformação / Revista Educação

Violência e desigualdade de gênero: como a escola pode ser agente de transformação

Promover a igualdade de gênero e prevenir o feminicídio exige mais que ações pontuais: requer compromisso contínuo com a transformação cultural. A escola é espaço estratégico, mas não atua sozinha. Precisamos repensar, enquanto sociedade, os papéis e estereótipos que perpetuamos, as atitudes que validamos e as omissões que não podem mais ser toleradas. Avançar depende de políticas integradas, valorização da educação e corresponsabilização entre todos. Só assim poderemos romper com padrões que naturalizam a violência e construir relações mais justas e humanas desde a infância.

#Escola #DesigualdadeDeGênero #Feminicídio

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/05/14/violencia-de-genero/

As microviolências comuns na educação: uma questão impensada no sistema escolar? / The Conversation

As microviolências comuns na educação: uma questão impensada no sistema escolar?

Sem necessariamente serem percebidas como formas de violência, certas palavras ditas em sala de aula ou certas atitudes de professores podem ferir permanentemente os alunos. Pesquisadores estão investigando esse ponto cego na instituição educacional, que questiona a lógica de gestão de grupos e treinamento para a profissão docente.

#Microviolências #Escolas

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/les-micro-violences-educatives-ordinaires-un-impense-de-linstitution-scolaire-253794

Escolas indígenas valorizam diálogo com a comunidade e o respeito à cultura local / Porvir

Escolas indígenas valorizam diálogo com a comunidade e o respeito à cultura local

No mês que celebra os povos originários, conheça escolas no Amazonas, Paraná e Mato Grosso que ampliaram o tempo integral e fortalecem a conexão entre a sala de aula e o território.

“Uma vez por semana temos duas aulas de língua materna para valorização da cultura, da língua. Ensinamos o alfabeto, como se fala o nome dos seres vivos, como em uma disciplina normal, só que tudo baseado na língua materna, por exemplo os números, as cores, os animais.” Ela faz registros para montar um livro didático.

#EducaçãoIndígena #Escolas

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/escolas-indigenas-comunidade-cultura/

Violência escolar aumenta nos últimos 10 anos no Brasil / Pesquisa Fapesp

Violência escolar aumenta nos últimos 10 anos no Brasil

O Ministério da Educação (MEC) reconhece quatro tipos de violência que afetam a comunidade escolar. O primeiro refere-se às agressões extremas, com ataques premeditados e letais; o segundo abarca situações de violência interpessoal, envolvendo hostilidades e discriminação entre alunos e professores; e o bullying, quando ocorrem intimidações físicas, verbais ou psicológicas repetitivas. Há, ainda, a violência institucional, que engloba práticas excludentes por parte da escola, por exemplo, quando o material didático utilizado em sala de aula desconsidera questões de diversidade racial e de gênero.

#Educação #Escola #ViolênciaEscolar

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/violencia-escolar-aumenta-nos-ultimos-10-anos-no-brasil