Algo grande está acontecendo na ciência mundial e o Brasil parece estar de fora novamente / SciELO em Perspectiva

Algo grande está acontecendo na ciência mundial e o Brasil parece estar de fora novamente / SciELO em Perspectiva

Nas últimas semanas, pesquisadores de diversas áreas publicaram reflexões sobre o impacto dos agentes de IA (Inteligência Artificial) na pesquisa acadêmica. Não se trata de chatbots como o ChatGPT na versão gratuita. A categoria em questão são os “agentes de codificação” (coding agents), como o Claude Code, o Codex da OpenAI e o Antigravity da Google. Esses agentes escrevem código, executam scripts, coletam dados, analisam resultados, geram visualizações e redigem textos de forma autônoma. (…)

Para que o Brasil possa aproveitar o que a IA tem a oferecer, será preciso muita experimentação, compartilhamento de aprendizados e boas práticas, tendo em vista a nossa realidade. Afinal, temos massa crítica de pesquisadores competentes, temos instituições de pesquisa consolidadas e temos experiência em adaptar criativamente tecnologias a contextos de restrição de recursos. O que falta, neste momento, é atenção e difusão ampla das inovações. Falta que pesquisadores brasileiros acompanhem o que está acontecendo, testem as ferramentas, debatam os riscos e as oportunidades, pressionem agências de fomento por políticas de acesso e formem seus alunos para um cenário que já está se configurando.

#IA #PesquisaCientífica #SoberaniaDigital #Tendências #Inovação

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/04/22/algo-grande-esta-acontecendo-na-ciencia-mundial-e-o-brasil-parece-estar-de-fora-novamente/

E-book: Gestão e Inovação em Bibliotecas Universitárias / EDUCS

E-book: Gestão e Inovação em Bibliotecas Universitárias / EDUCS

O curso de Especialização em Gestão em Bibliotecas Universitárias, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), nasceu do sucesso do curso de graduação em Biblioteconomia, referência nacional pela qualidade e pelo pioneirismo e experiência na modalidade de Educação a Distância (EaD). Ao longo de mais de uma década, a graduação já formou profissionais que atuam em diversas regiões do país, consolidando a imagem da UCS e estimulando a demanda por oportunidades de formação continuada. Com foco em uma área em que há muito a ser explorado nos currículos de Biblioteconomia – a gestão de bibliotecas -, o curso foi planejado para capacitar profissionais a desenvolver produtos, serviços e práticas que atendam efetivamente às necessidades dos usuários, equilibrando com objetivos e potencialidades da instituição que as mantém. A primeira edição do curso, realizada entre 2024 e 2025, na modalidade a distância, contou com docentes experientes de diferentes instituições do país, oferecendo uma formação que combinou teoria e prática sob múltiplos enfoques: gerencial, educacional, humano, social, científico e tecnológico.

#LivrosCI #Inovação #BibliotecasUniversitárias

Disponível em: https://www.ucs.br/educs/livro/gestao-e-inovacao-em-bibliotecas-universitarias-6384/

Mulheres na ciência: brasileiras lideram prêmio que reconhece soluções de inovação industrial / Exame

Mulheres na ciência: brasileiras lideram prêmio que reconhece soluções de inovação industrial / Exame

Segundo dados do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) divulgados em 2025, as mulheres representam cerca de 24,2% da força de trabalho da indústria brasileira.

A presença feminina em cargos de liderança industrial também tem crescido: passou de 24% em 2008 para 31,8% em 2021, conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Já a pesquisa global da 3M revela que 81% dos brasileiros concordam que as mulheres têm potencial inexplorado em carreiras científicas, enquanto 78% acreditam que expandir sua presença na indústria é é essencial para o avanço tecnológico e sustentável do país.

#MulheresNaCiência #Inovação

via Exame

Disponível em: https://exame.com/esg/mulheres-na-ciencia-brasileiras-lideram-premio-que-reconhece-solucoes-de-inovacao-industrial/

Mapeamento sistemático do conceito de inovação na perspectiva dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil / Transinformação

Mapeamento sistemático do conceito de inovação na perspectiva dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil / Transinformação

. Inicialmente, foram identificados 498 documentos, dos quais 72 atenderam aos critérios de inclusão – 47 dissertações de mestrado e 25 teses de doutorado – evidenciando a relevância e a diversidade das concepções de inovação no cenário brasileiro. Os resultados mapeiam os conceitos e as abordagens relacionadas à inovação, destacando três eixos centrais – epistemológicos, históricos e econômico-industriais – que fundamentam o fenômeno. Conclui-se, que a inovação se configura como pauta nas agendas de pesquisa da Ciência da Informação, alicerçada na primazia da informação e do conhecimento como elementos essenciais no processo inventivo antecedente à materialização de inovações.

#Inovação #ProduçãoCientífica #MapeamentoSistemáticoDaLiteratura

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202537e2512246

A construção do conceito de informação para inovação: abordagens a partir de uma revisão sistemática de literatura / RDBCI

A construção do conceito de informação para inovação: abordagens a partir de uma revisão sistemática de literatura / RDBCI

A informação para inovação foi caracterizada como dinâmica, complexa, relevante, oportuna, de alta qualidade e benefício. Envolve fontes internas e externas, incluindo colaboradores, P&D, fornecedores, clientes, universidades, patentes e tendências de mercado. A gestão eficaz e a integração dessas diversas fontes de informação são cruciais para impulsionar a inovação e obter vantagem competitiva. Conclusão: o estudo propõe que a informação para inovação é um recurso estratégico que apoia todas as etapas do processo de inovação, desde a identificação de oportunidades até a implementação de soluções.

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8680161

A Biblioteca como Modelo de Negócio / I love Libraries

A Biblioteca como Modelo de Negócio / I love Libraries

Em um artigo recente da Fast Company , o escritor Craig Shapiro destaca as vantagens de usar a biblioteca como modelo para um negócio. Bibliotecas não são negócios, Shapiro admite, mas fazem coisas que muitas empresas não conseguem: criam ambientes onde as pessoas se sentem inspiradas, curiosas e conectadas. E as comunidades afluem a elas.

“Em 2022 (o ano mais recente para o qual temos dados ), houve 671 milhões de visitas a bibliotecas públicas nos Estados Unidos — mais do que o comparecimento a todos os jogos da MLB , NFL e NBA , além das visitas a Parques Nacionais e parques temáticos combinados”, escreve Shapiro. “Apesar das mudanças nos hábitos de mídia, as gerações mais jovens usam bibliotecas mais do que qualquer outro grupo (54% da Geração Z e da geração Y nos EUA relataram ter visitado uma biblioteca física no último ano). E isso sem contar os milhões que usam os inúmeros serviços digitais oferecidos pelas bibliotecas públicas.”

via I Love Libraries

#Bibliotecas #Inovação #Negócios

Disponível em: https://ilovelibraries.org/article/the-library-as-a-business-model/

A brasileira que hackeou o Enem com IA e venceu competição do Google / Bits de Biblio

A brasileira que hackeou o Enem com IA e venceu competição do Google / Bits de Biblio

O projeto da Edu.AI não nasceu de um laboratório famoso e nem de uma equipe cheia de engenheiros com crachá da Big Tech das terras do senhor imperador das taxações. Nasceu do silêncio de um quarto, da mente inquieta de uma jovem e de uma ideia simples: ninguém deveria ser excluído do Enem por falta de grana.

E quer saber o melhor? Ela não precisou escrever uma linha de código tradicional e nem por isso se sente tendo tomado emprego de quem o faz o vive fazendo críticas nas redes sociais do tipo… Fez com IA,mas se der algum problema, eu como programador que saberei a solução! Parem de mimimi quando o assunto é vibecoding!

#Inovação #IA

via Bits de Biblio

Disponível em: https://bitsdabiblio.substack.com/p/bit-127-a-brasileira-que-hackeou

Por que você deve fazer da biblioteca um modelo para o seu negócio / Fast Company

Por que você deve fazer da biblioteca um modelo para o seu negócio / Fast Company

Bibliotecas não pedem que você justifique seus interesses. Você pode pegar um livro sobre astrofísica ou assistir a uma leitura de poesia. Ninguém está medindo sua produtividade. A porta está aberta e o convite é simples: explore.
Grandes empresas operam com um princípio semelhante. Elas dão às pessoas espaço para pensar. Para perseguir ideias que podem não ter um retorno imediato. Não porque seja superficial ou sem foco, mas porque leva a avanços ainda melhores. A caminho de se tornar uma empresa com valor superior a US$ 2 trilhões, o Google deu aos funcionários “20% do tempo”, incentivando-os a buscar projetos apaixonados sem objetivos comerciais imediatos. Essa liberdade levou diretamente a inovações como Gmail, Google Maps e AdSense — produtos que começaram como sonhos e se tornaram ferramentas essenciais para bilhões.

#Inovação #Bibliotecas #Trabalho

via Fast Company

Disponível em: https://www.fastcompany.com/91379648/why-you-should-make-the-library-a-model-for-your-business

Redes de conhecimento como estratégia de análise da dinâmica de inovação / Transinformação

Redes de conhecimento como estratégia de análise da dinâmica de inovação / Transinformação

A presente pesquisa foi capaz de identificar as fontes de conhecimento e de informações no contexto de inovação no universo da cidade de Marília. Ao identificar as fontes, se compreendeu os fluxos de informações e de conhecimentos mais relevantes, bem como instituições mais representativas nesse universo.

Ao observar os resultados da coleta realizada pelos instrumentos, foi possível compreender a dinâmica das fontes e fluxos existentes no contexto da inovação na cidade de Marília. Com isso, foi possível identificar a necessidade da construção de um trabalho estruturado e coletivo entre as instituições da cidade de Marília, onde o maior enfoque consiste na informação, conhecimento e inteligência, como recursos voltados para o mapeamento de ações de inovação, bem como seu compartilhamento para as instituições que atuam no cenário da cidade de Marília.

#RedesDeConhecimento #Inovação

Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/5bx9vBTZ43jSYvZXMv6W5DR/?lang=pt

Inovação e a Tríplice Hélice / Scientometrics 

Inovação e a Tríplice Hélice / Scientometrics 

Uma redefinição da divisão público/privado é inevitável em uma economia baseada no conhecimento, pois o conhecimento acadêmico é um bem público, enquanto o empreendedorismo exige condições para a apropriação privada. Em contraste com as expectativas neoliberais, a direção não é, portanto, o laissez-faire. Há um papel importante, mas não dominante, para o governo e um papel reforçado para a universidade na Tríplice Hélice. O que impulsiona essa mudança no papel dessas esferas institucionais e suas redes de relações é a necessidade de sustentar um alto nível de inovação.

#Inovação #UniversidadesPúblicas

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05337-8

Desaprendizagem organizacional e a gestão da inovação: uma análise no contexto do Poder Judiciário Brasileiro / PPGCI – UFSC

Desaprendizagem organizacional e a gestão da inovação: uma análise no contexto do Poder Judiciário Brasileiro

A gestão da inovação é um instrumento importante para melhorar a prestação de serviços ao cidadão e o desempenho das instituições públicas, enquanto a desaprendizagem organizacional é um elemento que alavanca a capacidade de inovar. A tese objetiva investigar a desaprendizagem organizacional na gestão da inovação no Poder Judiciário, com base em uma abordagem metodológica mista, envolvendo revisão da literatura, pesquisa documental e coleta de dados quantitativos e qualitativos, por meio de questionário, grupos focais e entrevistas.

#GestãoDaInovação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265650

As Quatro Leis da Inovação

As Quatro Leis da Inovação

Este ensaio apresenta uma tétrade de leis da inovação, com base na abordagem das leis da mídia, originalmente formuladas por Marshall McLuhan em 1977. Esses quatro princípios são derivados da observação e análise de processos de inovação em diversos contextos e mídias. As leis emergem de forma simultânea e cumulativa ao longo do processo de implementação de inovações em qualquer setor. Essas leis são formuladas por meio de questionamentos e se manifestam como quatro propriedades: receptividade, hibridização, transformação e versatilidade. A extensão e a magnitude da inovação resultante são diretamente proporcionais ao grau e à intensidade de cada propriedade.

#Inovação

Disponível em: https://raco.cat/index.php/Hipertext/article/view/433188