Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

“As instituições de ensino superior, especialmente aquelas voltadas às ciências humanas, vêm sendo, há décadas, alvo de discursos que as acusam de promover doutrinação ideológica de esquerda”, afirma Marcelo de Trói, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e primeiro autor do artigo. Segundo o pesquisador, esse tipo de narrativa procura deslegitimar a produção do conhecimento científico ao apresentar universidades, professores e pesquisadores como agentes de um projeto político-partidário. Na avaliação de Trói, esse discurso ganhou força nos últimos anos com a ampliação das redes sociais e passou a alimentar ações de confronto contra instituições acadêmicas, transformando os campi universitários em alvos de mobilizações de grupos de extrema-direita.

#DiscursoDeÓdio #USP #MídiasSociais

Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/fascismo-em-rede-por-que-o-conhecimento-se-tornou-alvo-de-ataques/

Um guia de redes sociais para autores / Nathan Bransford

Um guia de redes sociais para autores / Nathan Bransford

A última vez que atualizei este guia de mídias sociais para autores foi em 2018, quando estávamos no auge da ideia convencional de que “todos os autores precisam estar nas mídias sociais, ponto final”.

Isso não é mais verdade. As editoras já aceitaram há muito tempo que mesmo um grande número de seguidores nas redes sociais pode não ser suficiente para vender livros. (…)

Ainda assim, se você estiver disposto, as redes sociais podem ser uma forma de encontrar seu público, gerar expectativa para um livro e encontrar sua voz.

#Guias #MídiasSociais

Disponível em: https://nathanbransford.com/blog/2026/06/a-guide-to-social-media-for-authors

França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA

França proíbe acesso às redes sociais a menores de 15 anos / CCA

O parlamento francês aprovou hoje em definitivo uma proposta de lei que proíbe o acesso às redes sociais a menores de 15 anos, tornando-se o primeiro país da União Europeia a aplicar esta interdição a adolescentes desta idade.

A medida, que entrará em vigor em setembro, foi aprovada com 279 votos a favor e 81 contra e era uma promessa de final de mandato do Presidente francês, Emmanuel Macron.

Outros países europeus, incluindo Portugal, estão a discutir ou já adotaram medidas semelhantes, mas fixaram, na maioria dos casos, a idade nos 16 anos.

As novas regras vão exigir que as plataformas implementem mecanismos de verificação da idade. O texto aprovado inclui também a proibição de telemóveis nas escolas secundárias.

#MídiasSociais #Crianças

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/franca-proibe-acesso-as-redes-sociais-a-menores-de-15-anos/

Redes sociais na comunicação científica / Scholarly Kitchen

Redes sociais na comunicação científica / Scholarly Kitchen

O LinkedIn domina o mercado, mas o panorama das plataformas está se diversificando. O LinkedIn é claramente a plataforma profissional padrão, seguido pelo Facebook, Bluesky e Instagram.

Visibilidade e divulgação são os objetivos principais. As organizações utilizam as redes sociais principalmente para aumentar a visibilidade da marca, gerar reconhecimento e divulgar pesquisas.

As redes sociais são vistas como eficazes para alcançar um grande público, mas menos para gerar resultados concretos. Os entrevistados avaliam positivamente as redes sociais para o reconhecimento da marca e a disseminação de conteúdo, mas a confiança cai consideravelmente em relação a atividades ligadas a resultados tangíveis.

As práticas de mensuração são desiguais. As métricas de engajamento, incluindo curtidas, compartilhamentos e comentários, dominam as táticas de avaliação, enquanto 21% das organizações relatam não utilizar nenhuma mensuração formal.

O crescimento orgânico nas redes sociais está em alta; o investimento em mídia paga continua sendo uma estratégia de nicho. Mais da metade dos entrevistados relata um aumento na atividade orgânica nas redes sociais nos últimos dois a três anos.

#ComunicaçãoCientífica #MídiasSociais

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/07/02/social-media-in-scholarly-communications-ssp-pulse-check-report/

As mídias sociais deixaram de ser sociais / Titonet Pills

As mídias sociais deixaram de ser sociais / Titonet Pills

Nos primórdios das redes sociais, a unidade central do sistema era o relacionamento. O que importava era quem conhecia quem, quem seguia quem, quem estava conectado a quem. Hoje, a unidade central não é mais o relacionamento. É o conteúdo.

Quando você abre o Instagram, a maioria das pessoas que aparecem no seu feed são desconhecidas. O que importa não é quem posta. O que importa é que o algoritmo acredite que essa pessoa possa capturar sua atenção. O LinkedIn está seguindo o mesmo caminho.

Por anos, as plataformas competiram para ajudar você a encontrar pessoas. Hoje, elas competem para ajudar você a encontrar conteúdo.

São dois modelos diferentes. No primeiro, o relacionamento é o principal ativo. No segundo, é a atenção. E quando a atenção se torna o recurso mais valioso, os relacionamentos deixam de ser o centro do sistema.

#MídiasSociais #Plataformização #EconomiaDaAtenção

via Titonet Pills

Disponível em: https://titonet.substack.com/p/las-redes-sociales-ya-no-son-sociales

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Ciência nas redes sociais: modelo analítico de comunicação científica / Cuadernos.info

Este trabalho apresenta o modelo analítico de comunicação científica (MACC), uma proposta original destinada a orientar ações de divulgação científica em redes sociais. Com base na análise de desafios atuais na comunicação pública da ciência, evidencia-se a necessidade de um modelo estruturado que contemple as especificidades do ambiente digital e as diferentes etapas envolvidas no processo comunicacional. O MACC integra cinco componentes essenciais: fonte da informação, codificação, mensagem, canal e receptor. Para cada componente, são apontados possíveis ruídos e propostas estratégias para reduzi-los, fundamentadas em evidências empíricas sobre o engajamento e a efetividade da comunicação científica. O trabalho também incorpora fatores contextuais que influenciam a recepção do conteúdo, como os níveis de confiança na ciência, a circulação de desinformação, as demandas sociais emergentes e o suporte institucional disponível.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://cuadernosinfo.uc.cl/index.php/cdi/article/view/99798

O combate à desinformação disseminada em plataformas de mídia social nos processos eleitorais: uma análise das ações promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) / PPGCI – UFBA

O combate à desinformação disseminada em plataformas de mídia social nos processos eleitorais: uma análise das ações promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) / PPGCI – UFBA

(…) a presente pesquisa apresentou como objetivo avaliar como o Tribunal Superior Eleitoral operacionalizou o enfrentamento à disseminação de desinformação nas plataformas de mídia social, em especial no WhatsApp, com vistas a combater seus efeitos nas eleições brasileiras de 2018 e 2022. Decorrem desse objetivo outros três propósitos específicos, quais sejam: (a) analisar o papel das plataformas de mídia social, em especial o WhatsApp, na disseminação de desinformação no contexto eleitoral e sua influência na formação de opiniões e crenças; (b) identificar quais as ações adotadas pelo TSE para enfrentamento da desinformação propagada nas plataformas de mídia social, notadamente no WhatsApp, nas eleições de 2018 e 2022; e (c) descrever as ações promovidas pelo TSE no combate à desinformação difundida nas plataformas de mídia social, principalmente no WhatsApp, nas citadas eleições.

#Desinformação #Eleições #MídiasSociais

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44547

Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

A recente decisão judicial nos EUA que responsabilizou o YouTube e o Instagram pelos problemas de saúde mental sofridos por um usuário levanta questões sobre os objetivos da educação para a mídia. Embora seu propósito seja aprimorar o pensamento crítico dos jovens cidadãos, ela não pode cumprir sua missão sem esclarecer o funcionamento comercial dessas plataformas.

Nos cursos de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI), a ênfase é ostensivamente colocada no “pensamento crítico”, ou seja, na capacidade de analisar a informação de forma objetiva e formar uma opinião bem fundamentada.

Mas e a habilidade do “consumo informado”, ou seja, a capacidade de refletir sobre o próprio consumo, escolhas, necessidades e orçamentos com pleno conhecimento dos fatos, e de reivindicar os próprios direitos? Essa habilidade é frequentemente relegada a segundo plano. No entanto, ela está incluída no programa de educação para a cidadania digital do Conselho da Europa.

#MídiasSociais #CoInfo #EducaçãoMidiática

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/economie-de-lattention-former-des-consommateurs-avertis-une-priorite-de-leducation-aux-medias-279775

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva / Divulga-CI

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva / Divulga-CI

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

#Biblioteconomia #Instagram #MídiasSociais

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-03-mar-2026/obiblioteco-o-diferente-que-deu-certo-por-rafael-silva/

Instagram e YouTube foram considerados responsáveis ​​pelo vício em um julgamento histórico nos EUA / The Conversation

Instagram e YouTube foram considerados responsáveis ​​pelo vício em um julgamento histórico nos EUA / The Conversation

O Instagram e o YouTube têm uma falha de design que torna essas redes sociais viciantes, decidiu um júri nos Estados Unidos . O júri de Los Angeles levou quase nove dias para chegar ao veredicto neste caso histórico movido por uma mulher identificada pelas iniciais KGM contra as plataformas de mídia social. A indenização foi de US$ 3 milhões (2,6 milhões de euros), sendo a Meta (proprietária do Instagram) considerada 70% responsável e o Google (proprietário do YouTube) 30%. O júri também concedeu uma indenização adicional de US$ 3 milhões por danos punitivos.

O TikTok e o Snap chegaram a um acordo extrajudicial, cujos termos permanecem confidenciais , antes do início do julgamento de seis semanas. Esta é a segunda grande derrota da Meta nos tribunais dos EUA esta semana. Em 24 de março, um júri do Novo México considerou a empresa culpada de ocultar informações sobre os riscos de exploração sexual infantil e os efeitos nocivos de suas plataformas na saúde mental de menores.

via The Conversation

#MídiasSociais #Instagram #YouTube

Disponível em: https://theconversation.com/instagram-et-youtube-reconnus-responsables-daddiction-dans-un-proces-historique-aux-etats-unis-279461

ECA Digital: como proteger crianças sem aprofundar desigualdades / Porvir

ECA Digital: como proteger crianças sem aprofundar desigualdades / Porvir

A pesquisa TIC Kids Online 2025 revela que 85% das crianças e adolescentes brasileiros possuem perfil em redes sociais – índice que sobe para 91% na faixa dos 13 aos 14 anos. Em paralelo, o estudo Disrupting Harm in Brazil – Evidências sobre exploração e abuso sexual infantil facilitados pela tecnologia mostra um cenário alarmante: em apenas um ano, um em cada cinco jovens de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Em 66% dos relatos, a violência ocorreu em redes sociais, apps de mensagens e jogos online.

Os dados expõem a magnitude do desafio sobre a presença digital de menores e os riscos envolvidos. O cenário é agravado pelas desigualdades estruturais da sociedade brasileira, tema central do painel “Desigualdades digitais na infância e adolescência: implicações para a proteção e participação no ambiente digital”. O debate integrou a conferência sobre o ECA Digital, promovida pelo NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) e o CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), em Brasília (DF) em 18 de março.

#MídiasSociais #ECADigital #Crianças

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/eca-digital-proteger-criancas-desigualdades/

Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso / BBC

Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso / BBC

Kaley ficava no Instagram até pegar no sono. Ela acordava no meio da noite para checar as notificações. Abria o aplicativo assim que acordava. Um dia, passou 16 horas nessa rede social. “Parei de interagir com minha família porque passava todo o meu tempo nas redes sociais”, relatou Kaley a um júri em Los Angeles, nos EUA, durante um processo histórico contra a Meta e o Google, duas das maiores empresas do mundo.

O TikTok e o Snapchat, que também foram citados no processo original, fizeram um acordo extrajudicial. Conhecida apenas por seu primeiro nome, ou as iniciais KGM, para proteger sua privacidade, a história de Kaley se tornou o caso exemplar para mais de 2 mil processos semelhantes que buscam responsabilizar as empresas de redes sociais pelos supostos danos à saúde mental de seus usuários mais jovens.

#MídiasSociais #EconomiaDaAtenção #Instagram #SaúdeMental

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly207x2323o