Museus em transformação / Páginas A&B

Museus em transformação: integrar a curadoria e as Humanidades Digitais na avaliação de impacto / Páginas A&B

Respondendo aos desafios identificados na gestão do ciclo de vida da informação e na análise de dados, propõe-se o Modelo de Avaliação de Impacto com contributos da Curadoria Digital e Humanidades Digitais (MAI-CHD). O modelo articula os princípios da Curadoria Digital com os métodos analíticos e participativos das Humanidades Digitais. A aplicação simulada a dois perfis museológicos distintos demonstra a eficácia do modelo na deteção de assimetrias estratégicas entre a infraestrutura tecnológica e o envolvimento comunitário. Conclui-se que esta integração é essencial para assegurar a sustentabilidade informacional, a governança ética e a relevância social das instituições de memória na era dos dados.

#HumanidadesDigitais #Museus

Disponível em: https://ojs.letras.up.pt/index.php/paginasaeb/article/view/16905

Livro propõe metodologia integrada para estudos de público em museus / Jornal da USP

Livro propõe metodologia integrada para estudos de público em museus / Jornal da USP

Compreender quem frequenta os espaços culturais e de que maneira o público interage com as exposições é um dos grandes desafios da gestão museológica contemporânea. Para responder a essa demanda, o Portal de Livros Abertos da USP lançou o livro digital Pesquisa de públicos em museus e ciência de dados: uma proposta metodológica integrada. De autoria dos pesquisadores Cleberson Henrique de Moura e Camilo de Mello Vasconcellos, vinculados ao Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, a obra alia a perspectiva da cibermuseologia a ferramentas modernas de tecnologia de dados para mapear a experiência dos visitantes. A obra está disponível para download gratuito neste link.

A publicação propõe superar a separação tradicional entre pesquisas sociodemográficas e observações qualitativas. O modelo metodológico articulado pelos autores cruza dados de perfil dos frequentadores com análises de comportamento espacial. Isso inclui o monitoramento de trajetórias nas salas de exibição, tempos de permanência diante das peças e até estudos de movimentação ocular (eye-tracking), viabilizados por sensores, imagens digitais e bancos de dados relacionais.

#Museus #EstudosDeUsuários

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/universidade/livro-propoe-metodologia-integrada-para-estudos-de-publico-em-museus/

Inovação em Museus Brasileiros: caminhos possíveis para as instituições / PPGGI – UDESC

Inovação em Museus Brasileiros: caminhos possíveis para as instituições / PPGGI – UDESC

Os resultados evidenciaram o predomínio de iniciativas de caráter incremental, contextualizado e alinhadas aos princípios da inovação frugal, demonstrando que a inovação nos museus brasileiros ultrapassa a dimensão tecnológica e se manifesta por meio de ações educativas, comunicacionais, sociais, institucionais e de relacionamento com os públicos. A pesquisa também demonstrou a ausência de mecanismos estruturados de registro, organização e compartilhamento dessas experiências, bem como desafios relacionados à atualização e à disponibilidade de informações em ambientes institucionais digitais. Como produto técnico, foi elaborado o Guia Prático de Inovação em Museus Brasileiros: mapeamento, categorias analíticas e caminhos para aplicação, acompanhado de um instrumento de autoanálise institucional destinado a apoiar processos de reflexão, planejamento e tomada de decisão.

#Museus #Inovação

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/c449c16b-7061-463a-b266-054b96c002a0

Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

“As contribuições de arquivos, bibliotecas e museus para o desenvolvimento sustentável podem ser observadas, sobretudo, nas dimensões educacional, social, cultural e informacional, uma vez que essas instituições funcionam como espaços complementares de aprendizagem, disponibilizando acervos, fontes de informação, exposições, atividades culturais e oportunidades de formação”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Guilhermina de Melo Terra, da Universidade Federal do Amazonas e Líder do Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação.

#ODS #Agenda2030 #Bibliotecas #Arquivos #Museus

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/arquivos-bibliotecas-e-museus-na-agenda-2030-contribuicoes-para-o-desenvolvimento-sustentavel-por-guilhermina-terra/

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP reunirá, no próximo dia 27, quinta-feira, pesquisadores e representantes de grupos indígenas para uma discussão sobre novas possibilidades de colaboração entre museus e outras comunidades. Trata-se do seminário aberto O potencial da colaboração em museus: aprendizados indígenas no MAE-USP, que acontece a partir das 9 horas, na sede do MAE-USP. As inscrições devem ser feitas por meio deste link até o dia 25, terça-feira.

Para a docente, que também é uma das coordenadoras da exposição e realiza pesquisas entre os Kaingang, os Guarani Nhandewa e os Terena há mais de dez anos, “o seminário quer debater justamente a colaboração, na prática, com os representantes desses três grupos indígenas”. Entre os representantes da etnia Kaingang estão Dirce Jorge e Susilene Elias de Melo, da Terra Indígena (TI) Vanuíre, Neusa Umbelino, Deolinda Pedro e Ronaldo Iaiati, da TI Icatu. Creiles Marcolino e Jean Carlos Marcolino representam os Guarani Nhandewa, da Aldeia Nimuendaju, na TI Araribá, e Gerolino José Cezar e Gilmar Pio representam a etnia Terena, da Aldeia Ekeruá, na TI Araribá.

#PovosIndígenas #Museus

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/etnico-racial/o-que-muda-quando-os-povos-indigenas-participam-da-construcao-dos-museus/

Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI – UFS

Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI – UFS

A transformação digital tem redefinido as formas de comunicação e de acesso à informação, impactando diretamente as instituições culturais, que precisam adaptar-se para manter sua relevância e atrair novos públicos. (…) Os resultados evidenciam que o marketing digital, quando integrado à Gestão da Informação (GI), constitui um instrumento essencial para o fortalecimento das instituições museológicas, contribuindo para a disseminação do conhecimento, a valorização do patrimônio cultural e o engajamento com a sociedade.

#MarketingDigital #Museus

Disponível em: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25051

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Profissionais de museus ucranianos e internacionais reuniram-se no mês passado para celebrar o lançamento da tradução ucraniana de “Apoio à Descolonização em Museus: Foco na Ucrânia”.

O guia foi originalmente publicado no ano passado com o objetivo de ajudar museus no Reino Unido e em todo o mundo a interpretar o patrimônio cultural ucraniano em suas coleções através de uma perspectiva decolonial.

Foi criado como parte de um projeto de parceria iniciado pelo Instituto Ucraniano em colaboração com o Conselho Internacional de Museus (Icom) do Reino Unido, o Icom Ucrânia e a Associação de Museus, com o apoio do British Council.

O guia funciona como uma ferramenta prática para apoiar profissionais de museus e especialistas em patrimônio cultural a incluírem a Ucrânia em suas práticas de descolonização e a combaterem “narrativas prejudiciais, estereótipos e representações distorcidas da cultura e do patrimônio ucranianos”.

#Museus #Descolonização

Disponível em: https://www.museumsassociation.org/museums-journal/news/2026/07/ukraine-decolonisation-guide-for-museums-presented-in-kyiv/

Análise de metadados em instituições de museus de arte no âmbito do Programa de Cooperação Ibermuseos / Revista General de Información y Documentación

Análise de metadados em instituições de museus de arte no âmbito do Programa de Cooperação Ibermuseos / Revista General de Información y Documentación

Um questionário estruturado foi elaborado e aplicado a uma amostra de 730 museus selecionados a partir do Cadastro Ibero-Americano de Museus. Após um pré-teste e diversos ajustes metodológicos, obtiveram-se 77 respostas, representando aproximadamente 10% da amostra inicial. Os resultados revelam variabilidade no uso de metadados e destacam a necessidade de aprimorar as atualizações de bancos de dados e a padronização terminológica no âmbito do Ibermuseos. Este estudo fornece elementos fundamentais para fortalecer a cooperação inter-regional e democratizar o acesso ao conhecimento no setor museológico.

#Museus

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RGID/es/article/view/100979

O Código de Ética do ICOM revisado foi oficialmente adotado / ICOM

O Código de Ética do ICOM revisado foi oficialmente adotado / ICOM

O texto revisado estabelece princípios éticos compartilhados para auxiliar os museus na proteção do patrimônio cultural, no fortalecimento da confiança pública, na gestão responsável de acervos e no atendimento à sociedade. Além disso, reflete o papel em constante evolução dos museus, alinhando-se à Definição de Museu do ICOM de 2022 e abordando desafios contemporâneos, como as tecnologias digitais, a crise climática e os legados do colonialismo.

Reconhecendo a diversidade dos museus em todo o mundo, o Código revisado apresenta princípios fundamentais comuns para orientar a prática profissional, ao mesmo tempo em que permite flexibilidade de acordo com diferentes recursos e contextos. O documento será acompanhado por orientações práticas destinadas a apoiar museus e profissionais na aplicação de seus princípios em distintos contextos culturais, jurídicos e profissionais.

#ICOM #CódigoDeÉticaProfissional #Museus

via ICOM

Disponível em: https://icom.org.br/o-codigo-de-etica-do-icom-revisado-foi-oficialmente-adotado/

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

“O principal desafio para os museus brasileiros não é apenas inovar, mas transformar inovação em conhecimento compartilhado. Isso implica reconhecer que muitas das soluções mais relevantes já estão em prática (…). Torná-las acessíveis exige investimento em gestão da informação, fortalecimento de redes e desenvolvimento de estratégias de sistematização”, indica a pesquisadora Raisa Ramoni Rosa, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

#Museus #Inovação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/inovacao-em-museus-brasileiros-entre-praticas-invisiveis-e-futuros-possiveis-por-raisa-ramoni-rosa/

Museus em tensão: entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades / JComAL

Museus em tensão: entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades / JComAL

Neste ensaio, mobilizamos a literatura e resultados de pesquisas sobre educação museal, bioculturalidade e decolonialidade, realizando uma análise crítica das marcas da colonização na trajetória dos museus. Discutimos também os desafios e possibilidades de enfrentar as tensões entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades, presentes nessa trajetória. Analisamos o caso do Ecomuseu da Amazônia/PA/BR, espaço museológico e de educação que valoriza saberes e fazeres locais, como possibilidade de oferecer indícios, mesmo que limitados, de construir outros mundos, frente ao capitalismo globalizado.

#EducaçãoMuseual #Museus #EcomuseuDaAmazônia

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0901_2026_Y01/

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a museóloga e pesquisadora Jessica Oliveira da Silva Botelho, mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Patrimônio e Museologia da UNIRIO e do MAST. Em sua dissertação, Jessica investigou o potencial dos jogos digitais como ponte entre museus e diferentes públicos, destacando novas formas de mediação, aprendizagem e relação com o patrimônio. Na entrevista, conheça o percurso e expectativas da pesquisadora.

#Entrevista #Museus #Gamificação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/museum-ludens-o-jogo-digital-como-ponte-entre-o-museu-e-o-nao-publico-entrevista-com-jessica-botelho/