Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

Arquivos, bibliotecas e museus na Agenda 2030: contribuições para o desenvolvimento sustentável, por Guilhermina Terra / Divulga-CI

“As contribuições de arquivos, bibliotecas e museus para o desenvolvimento sustentável podem ser observadas, sobretudo, nas dimensões educacional, social, cultural e informacional, uma vez que essas instituições funcionam como espaços complementares de aprendizagem, disponibilizando acervos, fontes de informação, exposições, atividades culturais e oportunidades de formação”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Guilhermina de Melo Terra, da Universidade Federal do Amazonas e Líder do Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação.

#ODS #Agenda2030 #Bibliotecas #Arquivos #Museus

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/arquivos-bibliotecas-e-museus-na-agenda-2030-contribuicoes-para-o-desenvolvimento-sustentavel-por-guilhermina-terra/

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP

O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP reunirá, no próximo dia 27, quinta-feira, pesquisadores e representantes de grupos indígenas para uma discussão sobre novas possibilidades de colaboração entre museus e outras comunidades. Trata-se do seminário aberto O potencial da colaboração em museus: aprendizados indígenas no MAE-USP, que acontece a partir das 9 horas, na sede do MAE-USP. As inscrições devem ser feitas por meio deste link até o dia 25, terça-feira.

Para a docente, que também é uma das coordenadoras da exposição e realiza pesquisas entre os Kaingang, os Guarani Nhandewa e os Terena há mais de dez anos, “o seminário quer debater justamente a colaboração, na prática, com os representantes desses três grupos indígenas”. Entre os representantes da etnia Kaingang estão Dirce Jorge e Susilene Elias de Melo, da Terra Indígena (TI) Vanuíre, Neusa Umbelino, Deolinda Pedro e Ronaldo Iaiati, da TI Icatu. Creiles Marcolino e Jean Carlos Marcolino representam os Guarani Nhandewa, da Aldeia Nimuendaju, na TI Araribá, e Gerolino José Cezar e Gilmar Pio representam a etnia Terena, da Aldeia Ekeruá, na TI Araribá.

#PovosIndígenas #Museus

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/etnico-racial/o-que-muda-quando-os-povos-indigenas-participam-da-construcao-dos-museus/

Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI – UFS

Proposta de um plano de Marketing Digital para o Museu de Arqueologia de Xingó / PPGCI – UFS

A transformação digital tem redefinido as formas de comunicação e de acesso à informação, impactando diretamente as instituições culturais, que precisam adaptar-se para manter sua relevância e atrair novos públicos. (…) Os resultados evidenciam que o marketing digital, quando integrado à Gestão da Informação (GI), constitui um instrumento essencial para o fortalecimento das instituições museológicas, contribuindo para a disseminação do conhecimento, a valorização do patrimônio cultural e o engajamento com a sociedade.

#MarketingDigital #Museus

Disponível em: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25051

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Guia de descolonização da Ucrânia para museus é apresentado em Kyiv / Museums Journal

Profissionais de museus ucranianos e internacionais reuniram-se no mês passado para celebrar o lançamento da tradução ucraniana de “Apoio à Descolonização em Museus: Foco na Ucrânia”.

O guia foi originalmente publicado no ano passado com o objetivo de ajudar museus no Reino Unido e em todo o mundo a interpretar o patrimônio cultural ucraniano em suas coleções através de uma perspectiva decolonial.

Foi criado como parte de um projeto de parceria iniciado pelo Instituto Ucraniano em colaboração com o Conselho Internacional de Museus (Icom) do Reino Unido, o Icom Ucrânia e a Associação de Museus, com o apoio do British Council.

O guia funciona como uma ferramenta prática para apoiar profissionais de museus e especialistas em patrimônio cultural a incluírem a Ucrânia em suas práticas de descolonização e a combaterem “narrativas prejudiciais, estereótipos e representações distorcidas da cultura e do patrimônio ucranianos”.

#Museus #Descolonização

Disponível em: https://www.museumsassociation.org/museums-journal/news/2026/07/ukraine-decolonisation-guide-for-museums-presented-in-kyiv/

Análise de metadados em instituições de museus de arte no âmbito do Programa de Cooperação Ibermuseos / Revista General de Información y Documentación

Análise de metadados em instituições de museus de arte no âmbito do Programa de Cooperação Ibermuseos / Revista General de Información y Documentación

Um questionário estruturado foi elaborado e aplicado a uma amostra de 730 museus selecionados a partir do Cadastro Ibero-Americano de Museus. Após um pré-teste e diversos ajustes metodológicos, obtiveram-se 77 respostas, representando aproximadamente 10% da amostra inicial. Os resultados revelam variabilidade no uso de metadados e destacam a necessidade de aprimorar as atualizações de bancos de dados e a padronização terminológica no âmbito do Ibermuseos. Este estudo fornece elementos fundamentais para fortalecer a cooperação inter-regional e democratizar o acesso ao conhecimento no setor museológico.

#Museus

Disponível em: https://revistas.ucm.es/index.php/RGID/es/article/view/100979

O Código de Ética do ICOM revisado foi oficialmente adotado / ICOM

O Código de Ética do ICOM revisado foi oficialmente adotado / ICOM

O texto revisado estabelece princípios éticos compartilhados para auxiliar os museus na proteção do patrimônio cultural, no fortalecimento da confiança pública, na gestão responsável de acervos e no atendimento à sociedade. Além disso, reflete o papel em constante evolução dos museus, alinhando-se à Definição de Museu do ICOM de 2022 e abordando desafios contemporâneos, como as tecnologias digitais, a crise climática e os legados do colonialismo.

Reconhecendo a diversidade dos museus em todo o mundo, o Código revisado apresenta princípios fundamentais comuns para orientar a prática profissional, ao mesmo tempo em que permite flexibilidade de acordo com diferentes recursos e contextos. O documento será acompanhado por orientações práticas destinadas a apoiar museus e profissionais na aplicação de seus princípios em distintos contextos culturais, jurídicos e profissionais.

#ICOM #CódigoDeÉticaProfissional #Museus

via ICOM

Disponível em: https://icom.org.br/o-codigo-de-etica-do-icom-revisado-foi-oficialmente-adotado/

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa / Divulga-CI

“O principal desafio para os museus brasileiros não é apenas inovar, mas transformar inovação em conhecimento compartilhado. Isso implica reconhecer que muitas das soluções mais relevantes já estão em prática (…). Torná-las acessíveis exige investimento em gestão da informação, fortalecimento de redes e desenvolvimento de estratégias de sistematização”, indica a pesquisadora Raisa Ramoni Rosa, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

#Museus #Inovação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/inovacao-em-museus-brasileiros-entre-praticas-invisiveis-e-futuros-possiveis-por-raisa-ramoni-rosa/

Museus em tensão: entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades / JComAL

Museus em tensão: entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades / JComAL

Neste ensaio, mobilizamos a literatura e resultados de pesquisas sobre educação museal, bioculturalidade e decolonialidade, realizando uma análise crítica das marcas da colonização na trajetória dos museus. Discutimos também os desafios e possibilidades de enfrentar as tensões entre a herança colonial e uma reinvenção biocultural a partir das comunidades, presentes nessa trajetória. Analisamos o caso do Ecomuseu da Amazônia/PA/BR, espaço museológico e de educação que valoriza saberes e fazeres locais, como possibilidade de oferecer indícios, mesmo que limitados, de construir outros mundos, frente ao capitalismo globalizado.

#EducaçãoMuseual #Museus #EcomuseuDaAmazônia

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0901_2026_Y01/

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Museum Ludens: O jogo digital como ponte entre o museu e o (não) público – Entrevista com Jessica Botelho / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a museóloga e pesquisadora Jessica Oliveira da Silva Botelho, mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Patrimônio e Museologia da UNIRIO e do MAST. Em sua dissertação, Jessica investigou o potencial dos jogos digitais como ponte entre museus e diferentes públicos, destacando novas formas de mediação, aprendizagem e relação com o patrimônio. Na entrevista, conheça o percurso e expectativas da pesquisadora.

#Entrevista #Museus #Gamificação

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-05-maio-2026/museum-ludens-o-jogo-digital-como-ponte-entre-o-museu-e-o-nao-publico-entrevista-com-jessica-botelho/

Análise da acessibilidade de museus virtuais para visitantes cegos: um estudo de caso em Alagoas, Brasil / Encontros Bibli

Análise da acessibilidade de museus virtuais para visitantes cegos: um estudo de caso em Alagoas, Brasil / Encontros Bibli

Foram identificados sete museus virtuais relacionados a Alagoas. Em escala de 0 a 10, a maioria apresentou acessibilidade abaixo de 6,0, com média geral de 5,4. No museu selecionado como estudo de caso, as correções elevaram a pontuação média de acessibilidade de 7,1 para 9,97. Experimento com dez participantes cegos confirmou a acessibilidade do museu avaliado.

#MuseusVirtuais #Acessibilidade

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/109420

Colecionar, expor e pesquisar? as práticas museais do pedagogium e dos museus brasileiros dos séc. XIX e XX / PPG-MP

Colecionar, expor e pesquisar? as práticas museais do pedagogium e dos museus brasileiros dos séc. XIX e XX / PPG-MP

A investigação evidencia, assim, que o Pedagogium operava segundo a lógica a qual foi pensado – de um centro de instrução –, distante do movimento científico-naturalista que legitimou o MN e o MP na historiografia tradicional. Sua extinção em 1919 e a dispersão de seu acervo materializam a fragilidade e a descontinuidade das políticas culturais e educacionais brasileiras que o sustentam, mas também revelam o potencial heurístico de revisitar o passado museal para compreender as tensões entre ciência, educação e nação. Nesse sentido, a dissertação propõe uma historiografia museal mais plural, capaz de reconhecer a complexidade e a relevância de instituições que, embora silenciadas, foram centrais na construção simbólica e pedagógica da República.

#Museus

Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/302632

Quando o texto da exposição é o objeto de pesquisa / Thiagoteca

Quando o texto da exposição é o objeto de pesquisa / Thiagoteca

Quando pensamos em pesquisa sobre museus, a tendência é imaginar estudos sobre peças, coleções, proveniência dos acervos ou práticas de conservação. Esses são campos legítimos e necessários.

A Ciência da Informação, porém, faz uma pergunta diferente. Não pergunta o que o museu guarda. Pergunta como o museu comunica o que guarda. E, dentro dessa comunicação, os textos são um elemento central que raramente recebe atenção analítica sistemática. Nas exposições, os textos aparecem em formatos variados. Há os textos introdutórios, que enquadram o tema geral da exposição. Há as legendas dos objetos, que identificam, datam e descrevem. Há os painéis temáticos, que desenvolvem argumentos. Há os textos de parede, que criam atmosfera e contexto. Cada um desses formatos cumpre uma função diferente no processo de mediação.

#MediaçãoDaInformação #Museus #Exposição

via Thiagoteca

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/04/09/legenda-de-museu-objeto-de-pesquisa-mediacao-da-informacao/