As deeptechs e o desenvolvimento do Brasil / Science Arena
Nos últimos anos, as agências de fomento passaram a atuar como indutoras da inovação.
Elas têm apoiado a manutenção e a expansão dos parques instrumentais das universidades — conjuntos de equipamentos e laboratórios de pesquisa de alto custo —, assim como disponibilizado recursos para alavancar empresas, viabilizado a criação e o crescimento de startups e constituído fundos de investimento, entre outras iniciativas.
O Brasil tem atualmente quase mil deeptechs, ou seja, empresas que desenvolvem inovações disruptivas com base em avanços científicos e de engenharia para resolver problemas complexos por meio de alta tecnologia.
(…) Transformar ciência em soluções concretas exige mais do que descobertas relevantes: requer apoio contínuo, ambientes favoráveis à inovação e políticas que estimulem a aplicação do conhecimento gerado nas universidades.
via Science Arena
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