Identidade e poder na gestão universitária / Policromias
Os resultados revelam três formas distintas de identidade: o Candidato Z identificou-se como fundador/guardião (identidade legitimadora); o Candidato X como parte e rejeição do poder; o Candidato Y como excluído das relações de poder. A pesquisa demonstra que o IFRR reproduz a estrutura de poder clientelista do Estado de Roraima, onde práticas discursivas naturalizadas sustentam a hegemonia de um grupo fundador. A identidade legitimadora opera por meio de narrativização, naturalização e simbolização, padronizando relações e impondo uma concepção conservadora de gestão universitária.
#AnáliseDoDiscurso #GestãoUniversitária
Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/policromias/article/view/71765

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