28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ / ANCIB

28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ / ANCIB

O orgulho é memória, é luta, é a afirmação diária de que toda pessoa merece existir com dignidade, liberdade e respeito.

Na ANCIB, entendemos que a ciência da informação tem um papel fundamental nessa construção: quando a informação acolhe, representa e inclui, ela se torna um instrumento de justiça.

Que os ambientes acadêmicos e informacionais sejam cada vez mais seguros, diversos e afirmativos para todas as identidades.

Hoje e sempre, estamos ao lado de quem resiste, ocupa espaços e transforma o mundo sendo quem é.

Viva com orgulho! 🏳️‍🌈

#LGBTQIAPN+

Disponível em: https://ancib.org/noticia/28-de-junho-dia-internacional-do-orgulho-lgbtqiapn/

Literatura queer, redes sociais e produção cultural de fãs – Entrevista com Leandra Alencar / Divulga-CI

Literatura queer, redes sociais e produção cultural de fãs – Entrevista com Leandra Alencar / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Leandra Alencar Soares Lima de Passo, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Ceará. Em sua dissertação, Leandra investigou mediações em rede realizadas por fãs de literatura LGBTQIAPN+, analisando sua influência em adaptações audiovisuais e na criação de espaços digitais inclusivos. Na entrevista, conheça mais sobre o desenvolvimento da dissertação e as contribuições e expectativas da pesquisadora.

#LiteraturaQueer #Entrevista #ProduçãoCultural

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/literatura-queer-redes-sociais-e-producao-cultural-de-fas-entrevista-com-leandra-alencar/

TYBYRA: corpos indígenas LGBTQIA+ em resistência, por Danilo Tupinikim / Divulga-CI

TYBYRA: corpos indígenas LGBTQIA+ em resistência, por Danilo Tupinikim / Divulga-CI

“Existe uma narrativa muito difundida no Brasil de que ser indígena e ser LGBTQIA+ seriam experiências incompatíveis. Essa ideia não surgiu dentro dos nossos povos. Ela foi construída historicamente pelos processos de colonização, pela imposição da moral cristã europeia e pelas políticas de apagamento cultural que tentaram controlar nossos corpos, nossos territórios e nossas formas de existir.”, indica o cientista político e indígena do povo Tupinikim, Danilo Tupinikim, do Coletivo TYBYRA.

#PovosIndígenas #LGBTQIA+

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-06-jun-2026/tybyra-corpos-indigenas-lgbtqia-em-resistencia-por-danilo-tupinikim/

Coleções representativas de bibliotecas como resposta à opressão institucional de jovens negros LGBTQIA+ / The International Journal of Information, Diversity & Inclusion

Coleções representativas de bibliotecas como resposta à opressão institucional de jovens negros LGBTQIA+ / The International Journal of Information, Diversity & Inclusion

Jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer (LGBTQ) de cor são frequentemente sujeitos a formas de opressão institucional que moldam suas vidas. As forças institucionais raramente são mencionadas em pesquisas sobre serviços de biblioteca para jovens. Este projeto examina uma possibilidade para a criação de serviços de biblioteca mais significativos que reconheçam como o poder estatal e as tendências editoriais limitam o acesso à representação significativa para jovens LGBTQ e não binários de cor. Ele começa com a síntese de campanhas em andamento por maior diversidade na literatura infantojuvenil; abordagens teóricas críticas sobre raça, gênero e sexualidade; e as necessidades identificadas por adultos que trabalham em um centro comunitário para jovens LGBTQ com foco em contextos críticos.

#Representatividade #DiversidadeÉtnicoRacial #LGBTQIAP+

Disponível em: https://jps.library.utoronto.ca/index.php/ijidi/article/view/47695

Arco-íris entre as estantes da biblioteca pública / RISC

Arco-íris entre as estantes da biblioteca pública / RISC

Resultados: Foi possível constatar, através das entrevistas, que existe uma lacuna na atuação dessas bibliotecas com a população LGBTQIAPN+. Após mapear a demanda dos profissionais e dos usuários, pudemos esquematizar ações que apontam para uma política cultural que possa preencher essa lacuna.  Conclusão: Dessa forma, a proposição apresentada nesse trabalho oferece um norte àqueles profissionais comprometidos com um futuro mais democrático e diverso.

#BibliotecasPúblicas #Diversidade #LGBTQIAPN+

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42268

Organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis-SC sob a perspectiva da desclassificação / Multiplos olhares em CI

Organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis-SC sob a perspectiva da desclassificação / Multiplos olhares em CI

Por fim, esta pesquisa é um convite para deslocarmos nossos olhares para as margens dos conhecimentos científicos e sociais, de modo a superarmos as lógicas opressoras, dominantes e universalistas que inferem violências simbólicas e epistemológicas na organização do conhecimento, para um conglomerado de indivíduos e grupos sociais. Assim, ao garantirmos o protagonismo das vozes que emergem dos guetos e favelas do conhecimento, estamos compartilhando sentimentos de renovação e revolução nos fazeres científicos e sociais. A diversidade deve ser garantida e ampliada a partir de posicionamentos críticos, especialmente na cientificidade, sendo onde nos encontramos para este profícuo diálogo.

#LGBTQIAP+ #Patrimônio

Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/63718

Orgulho LGBTQIAPN+ 2025: confira personagens queer em consoles da Nintendo / Nintendo Blast

Orgulho LGBTQIAPN+ 2025: confira personagens queer em consoles da Nintendo / Nintendo Blast

Apesar do mês de junho ter acabado, o tributo pode continuar. Ano passado, eu e uma amiga redatora resolvemos celebrar o progressismo e representatividade nos jogos e na Nintendo ao listar alguns personagens do Orgulho LGBTQIAPN+ que deram as caras na Nintendo, seja no presente ou no passado.

Mais uma vez, iremos dar uma olhada em mais alguns rostos que fazem parte deste arco-íris e como se identificam. Venha comigo, vamos dar uma volta por esse vale.

via Nintendo Blast

#LGBTQIAPN+ #VideoGame #Representatividade

Disponível em: https://www.nintendoblast.com.br/2025/07/especial-orgulho-lgbtqiapn-2025-personagens-queer-consoles-nintendo.html

Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

A obra Diversidade em Foco: A transformação social por meio das Bibliotecas reúne reflexões e estudos que evidenciam o papel social da Biblioteconomia na promoção da dignidade humana, da inclusão e da justiça social. Organizada pelo Sistema CFB/CRB, por meio do Edital nº 001/2024/CFB, sua publicação dedicou-se a reunir capítulos que abordam diversidade, acessibilidade, grupos historicamente marginalizados, e iniciativas de inclusão na Biblioteconomia brasileira. Por meio de sua leitura, podemos constatar que a atuação bibliotecária deve ir além do acesso à informação, ao conhecimento e à cultura, assumindo compromisso ético com o respeito às diferenças, com o combate ao preconceito e com a valorização de identidades silenciadas.(…) Em conjunto, os capítulos reafirmam que a Biblioteconomia Social se fortalece quando reconhece a diversidade humana e articula informação, cidadania, afeto e justiça social como bases para o exercício ético e transformador da profissão.

#Bibliotecas #Diversidade #DiversidadeÉtnicoRacial #PessoasComDeficiência #Racismo #PessoasTrans #Representatividade

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1457

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, aponta que adolescentes transgêneros, seus pais e cuidadores veem a Resolução nº 2.427/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM) como um retrocesso, uma regra ideologicamente motivada e sem embasamento científico. Promulgada em abril deste ano, a resolução veta a terapia hormonal para menores de 18 anos e proíbe a prescrição de bloqueadores hormonais da puberdade em crianças e adolescentes com disforia de gênero.

A Resolução nº 2.427/2025 também invalida uma regra anterior. Trata-se da Resolução nº 2.265/2019, também do CFM, que ampliou o acesso a tratamentos hormonais em adolescentes transgêneros. Para especialistas envolvidos na pesquisa, “restringir o acesso a esses cuidados pode agravar ainda mais as vulnerabilidades estruturais e psicossociais vivenciadas por essa população”. Os resultados foram descritos em artigo disponibilizado em versão preprint, que aguarda a revisão por pares.

#LGBTQIAP+ #PessoasTrans

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/eu-me-sinto-atacada-o-que-pensam-adolescentes-trans-sobre-as-restricoes-do-conselho-federal-de-medicina/

Justiça condena Marcelo Crivella a pagar R$ 100 mil por ‘ato discriminatório’ na Bienal do Livro / G1

Justiça condena Marcelo Crivella a pagar R$ 100 mil por ‘ato discriminatório’ na Bienal do Livro / G1

Em 2019, o então prefeito determinou o recolhimento de obras que retratavam 2 personagens masculinos se beijando, o que foi considerado um ato discriminatório. A medida gerou forte repercussão e mobilizou entidades da sociedade civil.

A ação civil pública foi proposta pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais, pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos, e pelo Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero.

O valor da indenização será destinado a fundos vinculados a políticas públicas de combate à discriminação por orientação sexual na cidade do Rio de Janeiro.

#Censura #LGBTQIAP+

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/09/25/justica-condena-crivella-bienal-do-livro.ghtml

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Os resultados apontam para o reconhecimento dos fãs, isto é, na perspectiva dos grupos de produtores e consumidores participantes da pesquisa, como essenciais para a popularização das obras no âmbito digital. Conclui-se que as práticas de mediação da informação realizadas pelos fãs, sobretudo aqueles que administram páginas na internet e disseminam informações, desempenham uma notável influência no processo de adaptação das produções literárias para produtos audiovisuais. Além disso, identifica-se que essas ações mediadoras também contribuem para a criação e fortalecimento de ambientes digitais inclusivos e acolhedores para a comunidade LGBTQIAPN+, bem como reforçam a importância e o envolvimento dos fãs nas transformações culturais, políticas e sociais.

#MediaçãoDaInformação #LGBTQIAP+ #Literatura #MediaçãoDaLeitura

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81512

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Este estudo aborda as práticas de mediação da informação promovidas por intermédio da cultura participativa de fãs de literatura LGBTQIAPN+ nas redes sociais digitais e os impactos resultantes das interações entre os leitores e produtores de conteúdo na internet. Neste sentido, destaca-se a interação do fandom de Vermelho, Branco e Sangue Azul (VBSA), livro de Casey McQuiston adaptado para filme. Assim, a pesquisa tem como objetivo geral investigar as práticas de mediação informacional e o vínculo estabelecido pela cultura participativa sob o olhar da comunidade leitora da referida obra. 

#LGBTQIAP+ #MediaçãoDeLeitura #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81512