Orgulho LGBTQIAPN+ 2025: confira personagens queer em consoles da Nintendo / Nintendo Blast

Orgulho LGBTQIAPN+ 2025: confira personagens queer em consoles da Nintendo / Nintendo Blast

Apesar do mês de junho ter acabado, o tributo pode continuar. Ano passado, eu e uma amiga redatora resolvemos celebrar o progressismo e representatividade nos jogos e na Nintendo ao listar alguns personagens do Orgulho LGBTQIAPN+ que deram as caras na Nintendo, seja no presente ou no passado.

Mais uma vez, iremos dar uma olhada em mais alguns rostos que fazem parte deste arco-íris e como se identificam. Venha comigo, vamos dar uma volta por esse vale.

via Nintendo Blast

#LGBTQIAPN+ #VideoGame #Representatividade

Disponível em: https://www.nintendoblast.com.br/2025/07/especial-orgulho-lgbtqiapn-2025-personagens-queer-consoles-nintendo.html

Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

A obra Diversidade em Foco: A transformação social por meio das Bibliotecas reúne reflexões e estudos que evidenciam o papel social da Biblioteconomia na promoção da dignidade humana, da inclusão e da justiça social. Organizada pelo Sistema CFB/CRB, por meio do Edital nº 001/2024/CFB, sua publicação dedicou-se a reunir capítulos que abordam diversidade, acessibilidade, grupos historicamente marginalizados, e iniciativas de inclusão na Biblioteconomia brasileira. Por meio de sua leitura, podemos constatar que a atuação bibliotecária deve ir além do acesso à informação, ao conhecimento e à cultura, assumindo compromisso ético com o respeito às diferenças, com o combate ao preconceito e com a valorização de identidades silenciadas.(…) Em conjunto, os capítulos reafirmam que a Biblioteconomia Social se fortalece quando reconhece a diversidade humana e articula informação, cidadania, afeto e justiça social como bases para o exercício ético e transformador da profissão.

#Bibliotecas #Diversidade #DiversidadeÉtnicoRacial #PessoasComDeficiência #Racismo #PessoasTrans #Representatividade

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1457

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, aponta que adolescentes transgêneros, seus pais e cuidadores veem a Resolução nº 2.427/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM) como um retrocesso, uma regra ideologicamente motivada e sem embasamento científico. Promulgada em abril deste ano, a resolução veta a terapia hormonal para menores de 18 anos e proíbe a prescrição de bloqueadores hormonais da puberdade em crianças e adolescentes com disforia de gênero.

A Resolução nº 2.427/2025 também invalida uma regra anterior. Trata-se da Resolução nº 2.265/2019, também do CFM, que ampliou o acesso a tratamentos hormonais em adolescentes transgêneros. Para especialistas envolvidos na pesquisa, “restringir o acesso a esses cuidados pode agravar ainda mais as vulnerabilidades estruturais e psicossociais vivenciadas por essa população”. Os resultados foram descritos em artigo disponibilizado em versão preprint, que aguarda a revisão por pares.

#LGBTQIAP+ #PessoasTrans

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/eu-me-sinto-atacada-o-que-pensam-adolescentes-trans-sobre-as-restricoes-do-conselho-federal-de-medicina/

Justiça condena Marcelo Crivella a pagar R$ 100 mil por ‘ato discriminatório’ na Bienal do Livro / G1

Justiça condena Marcelo Crivella a pagar R$ 100 mil por ‘ato discriminatório’ na Bienal do Livro / G1

Em 2019, o então prefeito determinou o recolhimento de obras que retratavam 2 personagens masculinos se beijando, o que foi considerado um ato discriminatório. A medida gerou forte repercussão e mobilizou entidades da sociedade civil.

A ação civil pública foi proposta pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais, pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos, e pelo Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero.

O valor da indenização será destinado a fundos vinculados a políticas públicas de combate à discriminação por orientação sexual na cidade do Rio de Janeiro.

#Censura #LGBTQIAP+

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/09/25/justica-condena-crivella-bienal-do-livro.ghtml

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Os resultados apontam para o reconhecimento dos fãs, isto é, na perspectiva dos grupos de produtores e consumidores participantes da pesquisa, como essenciais para a popularização das obras no âmbito digital. Conclui-se que as práticas de mediação da informação realizadas pelos fãs, sobretudo aqueles que administram páginas na internet e disseminam informações, desempenham uma notável influência no processo de adaptação das produções literárias para produtos audiovisuais. Além disso, identifica-se que essas ações mediadoras também contribuem para a criação e fortalecimento de ambientes digitais inclusivos e acolhedores para a comunidade LGBTQIAPN+, bem como reforçam a importância e o envolvimento dos fãs nas transformações culturais, políticas e sociais.

#MediaçãoDaInformação #LGBTQIAP+ #Literatura #MediaçãoDaLeitura

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81512

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Este estudo aborda as práticas de mediação da informação promovidas por intermédio da cultura participativa de fãs de literatura LGBTQIAPN+ nas redes sociais digitais e os impactos resultantes das interações entre os leitores e produtores de conteúdo na internet. Neste sentido, destaca-se a interação do fandom de Vermelho, Branco e Sangue Azul (VBSA), livro de Casey McQuiston adaptado para filme. Assim, a pesquisa tem como objetivo geral investigar as práticas de mediação informacional e o vínculo estabelecido pela cultura participativa sob o olhar da comunidade leitora da referida obra. 

#LGBTQIAP+ #MediaçãoDeLeitura #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81512

Mudando de assunto: O Homosaurus no catálogo da biblioteca da Emory University / Catalogue and Index

Mudando de assunto: O Homosaurus no catálogo da biblioteca da Emory University

A classificação e catalogação de materiais LGBTQ+ em bibliotecas tem sido, historicamente, menos que equitativas. Vocabulários tradicionais, como os títulos de assunto da Biblioteca do Congresso, são descritores insuficientes e inadequados de recursos LGBTQ+. Uma solução moderna para esse desequilíbrio tem sido a criação de listas de vocabulário inclusivas projetadas para substituir ou aprimorar terminologias desatualizadas e ofensivas. Este artigo descreve um projeto de bibliotecários da Emory University para implementar uma dessas listas – o Homosaurus – em todo o seu catálogo.

#VocabuláriosControlados #LGBTQIAP+

Disponível em: https://journals.cilip.org.uk/catalogue-and-index/article/view/721

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão / Jornal da USP

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão

Além de gírias e expressões populares, o pajubá — ou bajubá — é uma linguagem cifrada, originada em experiências de resistência, espiritualidade e sobrevivência. Criada por travestis e mulheres trans em um contexto de marginalização, especialmente durante a ditadura militar, o pajubá é hoje símbolo de identidade e de ancestralidade. Quem explica sobre esse código é Ava Cruz, doutoranda do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

#LGBTQIAP+

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/pajuba-a-linguagem-segredo-que-nasceu-da-repressao-e-floresceu-na-resistencia/

Bibliotecas públicas e diversidade sexual nas coleções da Direção Geral de Bibliotecas do México / Investigación Bibliotecológica

Bibliotecas públicas e diversidade sexual nas coleções da Direção Geral de Bibliotecas do México

Nos últimos anos, iniciativas surgiram no México para incluir pessoas LGBT+ em bibliotecas públicas; no entanto, essas atividades estão longe de fornecer dados sobre essa comunidade, que tem sido pouco estudada no campo bibliotecário mexicano. (…) Também são destacadas as omissões no desenvolvimento de coleções compiladas pela Direção Geral de Bibliotecas sobre tópicos relacionados ao Dia Internacional do Orgulho LGBT, questões drag queen, casamento igualitário, transfobia, lesbofobia, transfeminismo, entre outros. Esses três últimos tópicos não estão disponíveis em bibliotecas online. Vale ressaltar que este estudo é o primeiro do gênero no México e na América Latina.

#BibliotecasPúblicas #LGBTQIAP+ #México

Disponível em: http://rev-ib.unam.mx/ib/index.php/ib/article/view/58973

A temática LGBTQIAP+, Arquivologia e Arquivos em bases científicas brasileiras / RICI

A temática LGBTQIAP+, Arquivologia e Arquivos em bases científicas brasileiras

A análise temática resultou em três categorias: Trabalhos explicitamente questionadores (n=5); Trabalhos não necessariamente questionadores (n=9); e Arquivo enquanto fonte de pesquisa (n=9). Os resultados evidenciam a escassez de pesquisas sobre o tema na Arquivologia, além de destacar certo equilíbrio entre as categorias, mesmo com menor presença de trabalhos explicitamente questionadores.

#LGBTQIAP+ #Arquivologia

Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/RICI/article/view/53722

Relatório descobre que a maioria dos livros proibidos aborda pessoas negras e LGBTQIAP+ / The Guardian

Relatório descobre que a maioria dos livros proibidos aborda pessoas negras e LGBTQIAP+

Houve mais de 10.000 casos de livros proibidos no ano letivo de 2023-24, informou a PEN America, um aumento acentuado em relação ao ano anterior, à medida que os estados liderados pelos republicanos implementaram novas leis de censura.

De 4.218 títulos de livros proibidos, 1.534 – ou 36% – apresentavam pessoas de cor, o grupo identitário mais censurado nas proibições de livros. Alguns títulos removidos incluem a peça Fences, de August Wilson, vencedora do Prêmio Pulitzer, e A is for Activist, de Innosanto Nagara, um livro ilustrado para crianças sobre questões sociais.

#Censura #Racismo #LGBTQIAP+

via The Guardian

Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2025/feb/27/banned-books-people-of-color-lgbtq

YouTube remove ‘identidade de gênero’ da política de discurso de ódio / UserMag

YouTube remove ‘identidade de gênero’ da política de discurso de ódio

Em algum momento entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro deste ano, logo após Trump assumir o cargo, o YouTube silenciosamente atualizou sua política de discurso de ódio para remover a frase “identidade de gênero”.

O YouTube não permite discurso de ódio contra vários grupos. Conteúdo que promova violência ou ódio contra usuários por raça, nacionalidade, religião, deficiência e status de veterano é explicitamente proibido . Discurso de ódio contra a “identidade e expressão de gênero” de alguém também já foi proibido, mas essa frase foi removida desde então .

#YouTube #DiscursoDeÓdio

via UserMag

Disponível em: https://www.usermag.co/p/youtube-removes-gender-identity-from

Como surge e se espalha o discurso de ódio contra a população Queer no Brasil? / Biblionline

Como surge e se espalha o discurso de ódio contra a população Queer no Brasil?

Nesse artigo, nós conduzimos uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo de como se forma o movimento da criação e veiculação de falas agressivas, em especial contra membros da comunidade LGBTQIAPN+; de onde surgem as razões para o ódio por tais pessoas? Quais são os argumentos utilizados e de onde eles vêm? E como? Para responder a tais questionamentos, nós lançamos um olhar sobre conceitos como “pânico moral” e “desinformação”, enquanto analisamos algumas figuras públicas conhecidas por produzirem e espalharem falas que se enquadram no conceito de discurso de ódio, em especial contra pessoas que fogem do espectro heteronormativo.

#DiscursoDeÓdio #LGBTQIAP+

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/69692

Apoiando jovens de gêneros diversos em sua biblioteca / ALSC

Apoiando jovens de gênero diverso em sua biblioteca

Jovens transgêneros e de gênero diverso merecem segurança, respeito e gentileza dentro de sua biblioteca, assim como qualquer outro jovem em sua comunidade. Em 2020, a ALA emitiu uma declaração afirmando os direitos das pessoas transgênero, afirmando que a ALA “inequivoca e enfaticamente se solidariza” com a equipe transgênero da biblioteca e com os membros transgêneros de nossas comunidades. No entanto, temos que reconhecer que parece haver cada vez mais obstáculos para apoiar nossos jovens.

via ALSC

#Diversidade #LGBTQIAP+ #Bibliotecas #ProdutosEServiçosDeInformação

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2024/12/no-one-can-stop-you-from-being-kind-supporting-gender-diverse-youth-in-your-library/

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