Classificar: “muita calma nessa hora!” / Leitura e Contexto

Classificar: “muita calma nessa hora!” / Leitura e Contexto

O discernimento na classificação de documentos é, em essência, a bússola do arquivista. Não se trata apenas de colocar papéis em pastas, mas de entender a natureza das atividades que geraram aquele registro para garantir que a informação certa esteja disponível no momento oportuno.

​Abaixo, detalho os pilares desse processo crítico para a gestão documental.

#Arquivos #ClassificaçãoArquivística

via Leitura e Contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/03/classificar-muita-calma-nessa-hora.html

Gestão a comunicação científica: 25 ideias para aprimorar sua pesquisa / Editorial UOC

Gestão a comunicação científica: 25 ideias para aprimorar sua pesquisa / Editorial UOC

Este livro é para você se você deseja:

• Iniciar de forma eficaz e original um artigo científico, projeto ou qualquer texto em que precise apresentar sua pesquisa.

• Abordar a comunicação da sua pesquisa de forma sistemática e como parte integrante do seu trabalho.

• Avaliar o trabalho de outros de forma crítica e profissional.

• Buscar e identificar novas linhas de pesquisa em sua área.

• Gerenciar e expandir sua marca pessoal como pesquisador.

• Desenvolver estratégias para disseminar os resultados da sua pesquisa.

#ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://openaccess.uoc.edu/server/api/core/bitstreams/6b881c14-6d9d-4eb8-a439-f6ecffe43559/content

Perspectivas da comunidade sobre ciência aberta e infraestrutura aberta / Make data count

Perspectivas da comunidade sobre ciência aberta e infraestrutura aberta / Make data count

Na primeira de uma série de entrevistas com líderes de organizações de infraestrutura aberta financiadas pelo SCOSS, perguntamos sobre suas perspectivas a respeito da infraestrutura aberta para a ciência aberta. Nesta publicação, apresentamos as perspectivas da Dryad, da RDA e da LA Referencia sobre o valor da infraestrutura aberta e o papel das instituições no apoio a ela.

A Dryad é uma plataforma de publicação de dados abertos e uma comunidade comprometida com a disponibilidade aberta e a reutilização rotineira de todos os dados de pesquisa. A Dryad publica dados de pesquisa em diversas áreas e oferece um processo de publicação de dados totalmente curado para garantir que os dados sejam localizáveis ​​e reutilizáveis.

A Research Data Alliance (RDA) é um fórum global neutro que reúne pesquisadores, profissionais de dados, formuladores de políticas e provedores de infraestrutura para desenvolver soluções práticas para o compartilhamento e a reutilização de dados. Por meio dos Grupos de Trabalho e Grupos de Interesse da RDA, os membros da comunidade identificam e desenvolvem colaborativamente soluções para os desafios da ciência aberta, produzindo recomendações, padrões, especificações técnicas e melhores práticas que organizações em todo o mundo podem adotar.

A LA Referencia é uma rede federada de ciência aberta que conecta infraestruturas nacionais de acesso aberto na América Latina (e Espanha). A LA Referencia constrói e mantém infraestruturas compartilhadas e governadas pela comunidade; ela coleta, normaliza, enriquece e expõe metadados de agregadores nacionais e repositórios institucionais, para tornar os resultados da pesquisa abertamente acessíveis, interoperáveis ​​e reutilizáveis ​​além-fronteiras.

#CiênciaAberta

via Make data count

Disponível em: https://makedatacount.org/read-our-blog/community-perspectives-open-infrastructure/

Professor-leitor: o desafio de formar leitores críticos / Revista Educação

Professor-leitor: o desafio de formar leitores críticos / Revista Educação

O estímulo à leitura literária no ambiente escolar, destacando, para esse feito, a importância do professor-leitor, são os temas deste episódio do podcast Brasil Educação.

No primeiro bloco, temos Karina Favaro, mestre em crítica literária e coordenadora de projetos de literatura do Multiverso das Letras.

Já no segundo bloco, o foco é o Prêmio Multiverso de Literatura, que busca estimular a escrita de estudantes do ensino básico, em uma categoria, como também a de adultos, em outra categoria. As inscrições estão abertas até 30 de junho de 2026. Quem fala da premiação é Marília Mendes, especialista em literatura infantil e gerente editorial da Via Lúdica.

#FormaçãoDeLeitores

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/03/04/podcast-o-desafio-de-formar-leitores-criticos/

Dia Internacional das Mulheres: a origem operária do 8 de março / BBC

Dia Internacional das Mulheres: a origem operária do 8 de março / BBC

O chamado Dia Internacional das Mulheres só foi oficializado em 1975, ano que a ONU estabeleceu o Ano Internacional das Mulheres para lembrar suas conquistas políticas e sociais.

“Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece. Em muitos lugares, as condições de trabalho ainda são piores para as mulheres (do que para os homens)”, pontuou Eva Blay.

“Já faz mais de cem anos que isso foi levantado e é bom a gente continuar reclamando, porque os problemas persistem. Historicamente, isso é fundamental.”

#DiaInternacionalDaMulher

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjmx1z4k797o

Produção científica feminina cresce no Brasil, mas mulheres ainda têm pouca influência em políticas públicas / Bori

Produção científica feminina cresce no Brasil, mas mulheres ainda têm pouca influência em políticas públicas / Bori

– Brasil está entre os três países com maior participação feminina na autoria de artigos científicos.
– Pesquisadoras são maioria em enfermagem e psicologia, mas minoria em áreas como matemática e computação.
– Ampliar liderança feminina em projetos de grande porte é essencial para reduzir a desigualdade, afirma a cientista Ester Sabino (USP)

#MulheresNaCiência

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/politicas-publicas/mulheres-ciencia-brasil-influencia-politicas-publicas/

Fadiga da IA ​​e admiração vocacional em bibliotecas acadêmicas / Scholarly Kitchen

Fadiga da IA ​​e admiração vocacional em bibliotecas acadêmicas / Scholarly Kitchen

A fadiga informacional não é um conceito novo; na verdade, esse sentimento remonta ao século XVI. Em 1545, Conrad Gesner alertou para a abundância de livros. Em 1945, Vannevar Bush discutiu o receio de uma explosão improdutiva de informações. O termo sobrecarga de informação foi usado pela primeira vez na década de 1960 por bibliotecários, estudiosos da informação e da gestão. Em 1984, Craig Brod introduziu o termo tecnoestresse, que se refere à relação negativa entre saúde mental e a introdução de novas tecnologias. Em um artigo da Forbes de 2025, Bryan Robinson, PhD, argumentou que a troca constante de aplicativos e plataformas causa fadiga digital. O que todos esses termos expressam é exaustão mental e confusão, levando à diminuição do foco, da criatividade e/ou ao declínio da saúde mental devido ao acesso cada vez maior à informação e à tecnologia.

O termo “Fadiga da IA” segue a mesma linha e é resumido em um contexto de trabalho em um artigo da TechTarget escrito por Rosa Heaton . “A fadiga da IA ​​é a sensação de exaustão mental e sobrecarga devido à exposição contínua — e crescente — às tecnologias de IA.” Heaton explica que “funcionários sobrecarregados pelo rápido aumento de ferramentas e sistemas podem se sentir mais estressados ​​e ansiosos no trabalho, levando a uma menor satisfação profissional. A expectativa de que a IA melhore o desempenho provavelmente exercerá ainda mais pressão sobre os funcionários.” Bibliotecários, assim como os funcionários mencionados acima, estão lutando para aprender novo vocabulário, novas tecnologias e novos procedimentos de trabalho, tudo com suporte ou instrução limitados. No meio acadêmico, a exposição é dupla: além de lidar com uma nova tecnologia, estamos repensando como abordar a descoberta e a confiabilidade da informação, bem como as práticas de pesquisa e publicação, sem os recursos e o suporte correspondentes.

#IA #Bibliotecários

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/03/04/guest-post-ai-fatigue-and-vocational-awe-in-academic-libraries/

A transformação audiovisual da imprensa no ecossistema digital: novas narrativas, perfis e rotinas profissionais / Digibug

A transformação audiovisual da imprensa no ecossistema digital: novas narrativas, perfis e rotinas profissionais / Digibug

Neste capítulo, focamos na intensa incorporação da linguagem audiovisual, um fenômeno impulsionado tanto por fatores externos, particularmente a perda da centralidade informacional para as plataformas tecnológicas, quanto por dinâmicas internas de reorganização profissional, editorial e tecnológica. Entre as principais tendências identificadas estão a consolidação de perfis profissionais híbridos, a integração de estúdios de produção às redações e o uso estratégico de novos gêneros narrativos, como vídeos curtos, podcasts (e videocasts), microentrevistas e colunas visuais. Essas dinâmicas não apenas alteram as práticas jornalísticas tradicionais, mas também reconfiguram a relação com o público, especialmente em um cenário caracterizado pelo consumo fragmentado e pela competição pela atenção. Por um lado, há a necessidade de revisar os modelos de formação para atender às demandas de um ambiente de comunicação transmídia e audiovisual. Estruturalmente, a análise conclui que o compromisso com o componente audiovisual na mídia não é apenas uma exigência tecnológica ou de mercado, mas um compromisso editorial que redefine os modos de produção, distribuição e legitimação do discurso jornalístico no espaço digital.

#Audiovisual #EcossistemaDigital

Disponível em: https://digibug.ugr.es/handle/10481/111929

Dinâmica algorítmica e resistência juvenil ao racismo nas redes sociais / INOCO

Dinâmica algorítmica e resistência juvenil ao racismo nas redes sociais / INOCO

Objetivo: Este estudo apresenta uma compreensão mais profunda de como os jovens analisam e confrontam o racismo nas redes sociais, com base em evidências geradas em um grupo focal especificamente concebido para explorar suas percepções, experiências e estratégias. A análise enfatiza como as arquiteturas tecnológicas das plataformas condicionam, amplificam ou modulam esses fenômenos. Metodologia: Utilizando uma abordagem qualitativa interpretativa, foi realizado um grupo focal com jovens usuários ativos de redes sociais. Por meio de codificação indutiva e dedutiva, suas percepções, atitudes e experiências em plataformas como Instagram, X, TikTok e YouTube foram exploradas, atentando-se para como suas características técnicas podem facilitar ou dificultar a disseminação de conteúdo racista e antirracista. Resultados: A maioria do grupo (54,4%) observou comportamentos discriminatórios online, que variam de formas explícitas de racismo a microagressões normalizadas. Os participantes notaram a influência dos algoritmos na disseminação viral de conteúdo polarizador, bem como o efeito do anonimato na intensificação de comportamentos hostis. Suas respostas incluíram tanto estratégias individuais (bloqueio, denúncia) quanto ações coletivas ligadas ao ativismo digital. Conclusões: O estudo oferece uma visão sobre como certos públicos jovens percebem e enfrentam o racismo digital e destaca a necessidade de promover a alfabetização digital crítica e a reformulação ética das plataformas de mídia social.

#Racismo #MídiasSociais #RacismoDigital

Disponível em: https://icono14.net/ojs/index.php/icono14/article/view/2331

Adeus às buscas na internet / Outras Palavras

Adeus às buscas na internet / Outras Palavras

Anatomia de uma regressão. Como às big techs devastam o ecossistema da rede, apropriam-se de todo o saber disponível e o mercantilizam, excluindo os autores. Por que a prática devasta a criação e pode produzir colapso. Quais as alternativas

Hoje, a ascensão da IA marca uma ruptura decisiva. Os serviços de Visão Geral de IA do Google, a Busca Copilot do Bing, o ChatGPT da OpenAI, o Claude da Anthropic, o Llama da Meta e o Grok da xAI funcionam efetivamente como um novo oligopólio daquilo que vem sendo cada vez mais chamado de “mecanismos de resposta”. Eles se interpõem entre os usuários e as fontes de onde eles obtêm informações. Essa mudança ameaça a viabilidade econômica da criação de conteúdo, degrada o compartilhamento de informações e concentra o poder informacional.

Para sustentar a web, um novo sistema de Integridade Artificial deve ser incorporado a esses “mecanismos de resposta” de IA, priorizando três aspectos: procedência clara, que torne as fontes de informação visíveis e rastreáveis de forma consistente; fluxos de valor justos, que garantam que os criadores compartilhem parte do valor gerado mesmo quando os usuários não clicam em seu conteúdo; e resiliência,um espaço de informação comum que impede que o conhecimento aberto desmorone por trás de paywalls.

#RecuperaçãoDaInformação #MediaçãoAlgorítmica #Buscadores #BigTechs

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/como-big-techs-arruinam-a-internet/

Mulheres e governança científica: das ações simbólicas às políticas estruturais / Jornal da USP

Mulheres e governança científica: das ações simbólicas às políticas estruturais / Jornal da USP

Apesar das homenagens de caráter celebratório que costumam destacar o papel das mulheres na ciência, sobretudo em datas comemorativas, refletir cientificamente de forma mais profunda e publicamente sobre as experiências das cientistas no campo acadêmico é necessário para que o próprio sistema acadêmico possa reconhecer seus limites e desenvolver formas mais justas de permanência e reconhecimento das contribuições das mulheres para o avanço da ciência. Olhar, por exemplo, para as estruturas e cargos de poder nas universidades onde homens trocam reiteradamente de posição entre si, ignorando a presença e a capacidade feminina, permite tornar visíveis as dinâmicas de assimetria, sendo condição para que a ciência cumpra seu papel social de maneira mais plena, democrática e humanizadora.

#MulheresNaCiência

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/mulheres-e-governanca-cientifica-das-acoes-simbolicas-as-politicas-estruturais/

Gênero e educação: o dever da escola no combate à violência sexual / Porvir

Gênero e educação: o dever da escola no combate à violência sexual / Porvir

O Programa Saúde na Escola, promovido pelo Ministério da Saúde em parceria com o MEC (Ministério da Educação), é um exemplo de política pública abrangente, que aborda diversos aspectos da saúde, incluindo a educação sexual. Contudo, alguns setores da sociedade atacam a iniciativa, alegando que abordar o tema estimula a atividade sexual.

O projeto de lei 4.844, de 2023, defendido pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL/MS), propõe a proibição total da educação sexual nas escolas. O texto apresentado argumenta que as escolas não poderiam ministrar aulas neste campo, independentemente de autorização ou não das famílias. (…)

Silenciar sobre o tema ou proibir o debate só contribui para a continuidade dessas violências. “A discussão de gênero e diversidade nas escolas é fundamental para desconstruir estereótipos, prevenir violências, promover igualdade e enfrentar a masculinidade tóxica e abusiva”, aponta Ariel de Castro Alves, advogado, integrante da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

#ViolênciaDeGênero #ViolênciaSexual #Escolas

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/genero-educacao-o-devescola-no-combate-a-violencia-sexual/

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