A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030 / Revista Brasileira de Preservação Digital

A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030: o papel estratégico dos repositórios institucionais / Revista Brasileira de Preservação Digital

Resultados: Os resultados mostram que os RIs atuam como infraestruturas sociotécnicas essenciais para democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer práticas educacionais, promover inovação tecnológica, reduzir desigualdades informacionais, otimizar recursos e ampliar a transparência institucional. Também favorecem parcerias e internacionalização por meio de padrões de interoperabilidade como DOI, ORCID, OAI-PMH, METS e PREMIS. As contribuições observadas dialogam diretamente com os ODS selecionados. Conclusão: Conclui-se que os RIs transcendem sua função arquivística e se afirmam como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento sustentável. Ao integrar preservação digital, AA e governança informacional, contribuem para ecossistemas de conhecimento mais inclusivos, inovadores e sustentáveis, alinhados aos princípios da Agenda 2030.

#Repositórios #Agenda2023

Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/rebpred/article/view/20986

Sistemas de Gestão e Repositório de Dados de Pesquisa como Facilitadores da Ciência Aberta: uma Revisão Conceitual / ICMBL 2025

Sistemas de Gestão e Repositório de Dados de Pesquisa como Facilitadores da Ciência Aberta: uma Revisão Conceitual / ICMBL 2025

Esta revisão conceitual sintetiza ideias da literatura publicada entre 2010 e 2025, que exploram como as estruturas de Gestão de Dados de Pesquisa (GDR) e as plataformas de repositórios abertos facilitam as práticas da Ciência Aberta. A discussão a seguir traça a evolução conceitual da GDR, descreve o alinhamento da GDR com os princípios FAIR de dados e caracteriza repositórios abertos como Zenodo, Figshare e Dryad. A revisão revela uma consciência da crescente interseção entre infraestruturas tecnológicas e mudanças na governança institucional, visando facilitar o compartilhamento de dados e a preservação a longo prazo. A parte final implica que a integração da GDR e das plataformas de repositórios não apenas apoia o ecossistema da Ciência Aberta, mas também contribui para a GDR, gerando possibilidades de reutilização de dados, responsabilização e trabalho colaborativo além-fronteiras.

#GestãoDeDadosDePesquisa #RepositórioDeDados

Disponível em: https://www.atlantis-press.com/proceedings/icmbl-25/126022592

Potencial da Inteligência Artificial na disseminação da Ciência através de repositórios institucionais / Métodos de Información

Potencial da Inteligência Artificial na disseminação da Ciência através de repositórios institucionais / Métodos de Información

Este artigo lista e descreve diversas aplicações em que a IA pode ser usada para aprimorar repositórios, como a automatização de processos internos, a disseminação de informações científicas, o aumento da transparência e acessibilidade, a realização de avaliações sociais da ciência, o fornecimento de recomendações personalizadas, a melhoria da tradução, integração e interoperabilidade, a manutenção preditiva, o fomento da colaboração interdisciplinar, a gestão de dados de pesquisa e a detecção de plágio e fraude. Em conclusão, o uso da IA ​​aprimora a experiência de gestores, pesquisadores e usuários de repositórios institucionais, proporcionando transparência em todos os processos e garantindo uma disseminação melhor e mais ampla da pesquisa neles contida.

#Repositórios #IA

Disponível em: https://www.metodosdeinformacion.es/mei/index.php/mei/article/view/IIMEI16-N31-026046

Desenvolvimento de um modelo de plano de comunicação para repositórios institucionais universitários: estratégias para aprimorar seu conhecimento / UNLP

Desenvolvimento de um modelo de plano de comunicação para repositórios institucionais universitários: estratégias para aprimorar seu conhecimento / UNLP

ste plano promoverá ações baseadas nas tendências atuais de comunicação, visando aprimorar o posicionamento interno e externo dos repositórios e das informações científicas e acadêmicas que eles contêm. Este trabalho se fundamenta na firme convicção de que os aspectos comunicativos dos RUs não podem ser deixados ao acaso ou à intuição; somente por meio de um planejamento de comunicação detalhado e deliberado é possível alcançar melhorias no posicionamento da informação científica em relação aos diversos públicos-alvo.

#Repositórios

Disponível em: https://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/191665

Boas práticas: atualizar endereços OAI-PMH no OpenAIRE, OpenDOAR e RCAAP / Open Science

Boas práticas: atualizar endereços OAI-PMH no OpenAIRE, OpenDOAR e RCAAP / Open Science

O seu repositório migrou para o DSpace 7? Recomendamos que verifique se os endereços OAI-PMH carecem de atualização no OpenAIRE Provide (https://provide.openaire.eu/), no OpenDOAR (https://v2.sherpa.ac.uk/opendoar/) e no diretório do Portal RCAAP (https://www.rcaap.pt).

via Open Science

#Repositórios #ProtocoloOAIPMH

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/boas-praticas-atualizar-enderecos-oai-pmh-no-openaire-opendoar-e-rcaap/

Mapeamento de comunidades e coleções de divulgação científica em repositórios digitais: análise descritiva do cenário brasileiro / RDBCI

Mapeamento de comunidades e coleções de divulgação científica em repositórios digitais: análise descritiva do cenário brasileiro / RDBCI

Resultados, as análises indicam que a maioria dos repositórios digitais não prioriza a divulgação científica para o público geral, com poucas iniciativas explícitas e sistematizadas, revelando uma lacuna significativa entre a disponibilidade de materiais e a efetiva democratização do conhecimento científico. Diante disso, pode-se concluir que os repositórios digitais de acesso aberto podem ser uma estratégia eficaz para disseminar o conhecimento produzido por instituições de pesquisa e universidades, facilitando o acesso à informação científica por um público amplo. Entretanto, o cenário desvelado apresenta poucas iniciativas contundentes com o panorama da divulgação científica. Com isso, sugerem-se diretrizes para a implementação der boas práticas de divulgação científica nessas plataformas objetivando democratizar o conhecimento para toda a sociedade.

#DivulgaçãoCientífica #Repositórios

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8678276

Análise Estratégica do COAR sobre o Ambiente de Comunicação Acadêmica / COAR

Análise Estratégica do COAR sobre o Ambiente de Comunicação Acadêmica / COAR

A partir deste diagnóstico, o COAR identifica quatro linhas prioritárias de ação para os repositórios: navegar pelas mudanças tecnológicas e garantir o equilíbrio entre acesso humano e automatizado; construir um ambiente de informações confiável por meio de práticas de validação e marcadores de confiança; melhorar a coerência digital global através dos padrões e interoperabilidade; e aumentar a visibilidade do valor estratégico dos repositórios, especialmente em um contexto onde as ferramentas de IA podem ocultar a origem dos conteúdos que consomem e reutilizam. O relatório conclui afirmando que os repositórios seguirão infraestruturas essenciais para a ciência aberta, sempre que o setor atuar de forma coordenada para enfrentar os riscos e aproveitar as oportunidades de um ecossistema cada vez mais complexo e volátil.

#COAR #Repositórios

Disponível em: https://coar-repositories.org/wp-content/uploads/2025/11/COARs-Strategic-Analysis-of-the-Landscape-2025-3.pdf

Bots de IA ameaçam Repositórios Abertos: COAR cria força-tarefa / ABCD

Bots de IA ameaçam Repositórios Abertos: COAR cria força-tarefa / ABCD

Esses bots podem roubar propriedade intelectual, comprometer aplicativos web e identificar vulnerabilidades que resultem em incidentes de segurança ou violações de dados.

Para mitigar esse impacto, diversas medidas estão sendo utilizadas para minimizar ou impedir o acesso de bots de IA aos repositórios. Algumas dessas medidas são consideradas relativamente eficazes na proteção dos repositórios contra interrupções de serviço, mas também é evidente que elas dificultam o acesso aos repositórios por outros agentes mais bem-vindos, como usuários humanos individuais e sistemas benignos [1].

Para impedir bots de IA maliciosos e controlar a varredura e a raspagem de conteúdo, as organizações precisam de uma estratégia de segurança em várias camadas. Essa estratégia combina controles estáticos com recursos mais preditivos, dinâmicos e governança granular.

via ABCD

#Repositórios #Bots

Disponível em: https://www.abcd.usp.br/informa/repositorios-institucionais-e-os-bots-de-ia-coar-cria-forca-tarefa/

Repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas como infraestruturas complementares na Comunicação Científica do Século XXI / Infonomy

Repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas como infraestruturas complementares na Comunicação Científica do Século XXI / Infonomy

Os repositórios institucionais garantem a preservação do amplo espaço, a interoperabilidade e o cumprimento dos mandatos de acesso aberto. Datos de Rebiun mostram crescimento do acesso aberto na Espanha até 80% em 2023. Até 46% dos artigos estão localizados com texto completo no repositório, enquanto, de uma lista de 500 artigos desse mesmo estúdio, 99% estão presentes no ResearchGate, mas apenas 59% ofrecen acesso completo. Em contrapartida, as redes sociais acadêmicas oferecem visibilidade imediata e networking, mas enfrentam opacidade de métricas, retirada massiva de conteúdo e dependência de modelos comerciais. Conclusões: Não existe competência sem complementaridade entre repositórios institucionais e redes sociais acadêmicas. Os repositórios constituem o arquivo oficial que garante a preservação, interoperabilidade e cumprimento normativo, enquanto as redes sociais atuam como canais complementares de difusão e networking, sem substituir o arquivo institucional.

#Repositórios

Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/117

CAPES lança Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação / CAPES

CAPES lança Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação / CAPES

A CAPES/MEC lançou nesta quinta-feira, 16 de outubro, o Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação. O documento apoiará bibliotecários, profissionais de tecnologia da informação e coordenadores de programas na organização, padronização e integração de dados entre os sistemas institucionais e a Plataforma Sucupira. A cerimônia ocorreu no Auditório Anísio Teixeira, na sede da Coordenação, em Brasília.

#PlataformaSucupira #Interoperabilidade #PósGraduação #CAPES #Repositórios

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-lanca-guia-de-interoperabilidade-da-pos-graduacao

Atenção online para a produção científica de repositórios institucionais brasileiros

Atenção online para a produção científica de repositórios institucionais brasileiros

A distribuição das instituições que mantêm repositórios institucionais compreende 81 repositórios vinculados a universidades públicas, 44 a instituições privadas, 33 a instituições públicas de pesquisa e 26 a Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. No entanto, apenas 11 desses repositórios, representando 42,3%, possuem dados de engajamento disponíveis no Altmetric Explorer. (…) A análise do engajamento online revelou disparidades significativas entre os repositórios institucionais examinados. O repositório institucional da UNESP destacou-se com 86,5% do total de menções no corpus analisado. A rede social X (anteriormente Twitter) é a rede social mais utilizada para o compartilhamento de publicações disponíveis em repositórios institucionais.

#Altimetria #Repositórios

Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/biblios/article/view/1303

Visibilidade, Descoberta, Encontrabilidade, Otimização de Mecanismos de Busca (SEO) e SEO Acadêmico em Repositórios Digitais / BiD

Visibilidade, Descoberta, Encontrabilidade, Otimização de Mecanismos de Busca (SEO) e SEO Acadêmico em Repositórios Digitais / BiD

A visibilidade desempenha um papel fundamental no aumento do impacto da pesquisa científica, mas é frequentemente interpretada de maneiras diversas e sobrepostas. Conceitos relacionados – como descoberta, encontrabilidade, otimização para mecanismos de busca (SEO) e otimização para mecanismos de busca acadêmicos (ASEO) – são frequentemente usados ​​de forma intercambiável, apesar de terem significados distintos. A revisão analisa como os conceitos são compreendidos e aplicados e cataloga as estratégias de otimização discutidas. (…) Os resultados revelam uma falta de distinções conceituais claras entre os termos, que são frequentemente usados ​​como sinônimos. A revisão, no entanto, identifica 22 técnicas distintas de otimização destinadas a melhorar a visibilidade do conteúdo armazenado em repositórios digitais.

#SEO #Repositórios

Disponível em: https://bid.ub.edu/en/54/reyes.htm

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