Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

Guia para prevenir e lidar com o assédio sexual em bibliotecas / IberBibliotecas

O Guia para Abordar e Prevenir o Assédio Sexual em Bibliotecas foi criado em resposta à necessidade de contribuir para a proteção dos direitos de meninas, adolescentes e mulheres, bem como de outros grupos vulneráveis, no âmbito das ações realizadas em espaços culturais, particularmente em bibliotecas.
Duas questões foram levadas em consideração: o entendimento de que outras instituições e autoridades estatais em cada país são diretamente responsáveis ​​por abordar essa questão; e a criação de um documento que não seja um protocolo definitivo, mas sim uma ferramenta com recursos para ajudar cada biblioteca a estabelecer seus próprios mecanismos de resposta a casos de assédio sexual em seus espaços.

#AssédioSexual #Bibliotecas #Guias

Disponível em: https://travesia.mcu.es/items/63a2efeb-540a-407c-91c6-d2dc0a2d48bb

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

Weak Signals Report 2026: Desenvolvimentos emergentes que podem influenciar o futuro imediato das bibliotecas e seu ambiente / IFLA

“Weak Signals” é um termo da área de Pensamento Futuro, usado para descrever tendências em estágio inicial. Diferentemente de uma “tendência”, um sinal fraco é um desenvolvimento ou fenômeno que ainda não se generalizou e pode nunca vir a se generalizar. No entanto, se isso acontecer, poderá ter impactos significativos no tema em estudo — em nosso caso, bibliotecas e o ambiente mais amplo de conhecimento e informação.

Buscamos identificar sinais fracos para levar em consideração possíveis desenvolvimentos futuros que possam afetar a adequação e o sucesso de nossos planos e estratégias. Alguns — a maioria — não se transformarão em tendências consolidadas, mas se tivermos considerado aqueles que se consolidarem, estaremos mais bem preparados para um mundo moldado por eles.

via IFLA

#Tendências #Bibliotecas #IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/2a9a423b-9038-4cb2-b98e-af7b1d919971

Conjunto de dados sobre gestão de dados de pesquisa na biodiversidade / Encontros Bibli

Conjunto de dados sobre gestão de dados de pesquisa na biodiversidade / Encontros Bibli

A Gestão de Dados de Pesquisa (GDP) é um tema importante na era da Ciência Aberta, podendo ser aplicada a diversas áreas do conhecimento. A Ciência Aberta promove princípios de transparência e colaboração entre áreas do conhecimento, incentivando práticas que tornam os dados mais acessíveis e reutilizáveis (Silva, 2019). No entanto, a implementação de boas práticas de GDP enfrenta desafios, como a falta de infraestrutura para pesquisa, limitações técnicas e resistência cultural. Segundo Cox e Verbaan (2018), essas práticas envolvem o conjunto de processos e políticas que são implementadas para garantir que os dados integrantes de uma atividade de pesquisa possam ser gerenciados de forma eficiente, assegurando sua integridade, acesso e reprodutibilidade ao longo do seu ciclo de vida.

#GestãoDeDadosDePesquisa

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/108047

Como a saúde mental pode ser prejudicada no meio acadêmico? Entenda / Science Arena

Como a saúde mental pode ser prejudicada no meio acadêmico? Entenda / Science Arena

Muitos alunos de mestrado e doutorado enfrentam uma série de situações que intensificam o estresse, como prazos rígidos, cobranças por produtividade e preocupações com os financiamentos dos projetos.

Em entrevista ao Science Arena, a neurocientista Elisa Harumi Kozasa, pesquisadora do Einstein Hospital Israelita, destacou que considera as taxas de transtornos mentais entre estudantes acima da média da população em geral.

Outro problema que costuma afetar a saúde mental dos acadêmicos é o sentimento de isolamento, já que muitas pessoas acabam focando mais na carreira nessa fase e deixam de sair com a família e os amigos.

Além desse efeito no círculo social, Kozasa complementou que muitos ambientes desse meio podem ser competitivos. Para reduzir os níveis de estresse, vale aderir a alguns hábitos capazes de proporcionar mais bem-estar e, consequentemente, estimular a produtividade.

#PósGraduação #SaúdeMental

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/como-a-saude-mental-pode-ser-prejudicada-no-meio-academico-entenda/

PKP mostra o caminho do OJS: novas versões reforçam visibilidade e eficiência editorial / Open Science

PKP mostra o caminho do OJS: novas versões reforçam visibilidade e eficiência editorial / Open Science

O Public Knowledge Project (PKP) tem realizado uma série de webinares com o objetivo de apresentar as novas funcionalidades previstas para as versões mais recentes do Open Journal Systems (OJS), nomeadamente 3.5 e a futura versão 3.6.

As sessões abordaram melhorias técnicas e editoriais que visam tornar o fluxo de publicação mais flexível, eficiente e interoperável, respondendo às necessidades atuais das revistas científicas em acesso aberto.

Entre as principais novidades apresentadas destacam-se:

Versionamento de artigos, possibilitando distinguir claramente versões preliminares, preprints e a versão final publicada;

Citações estruturadas, que melhoram a qualidade dos metadados e a indexação automática dos artigos;

Novas ferramentas de workflow, incluindo tarefas e discussões integradas para facilitar a comunicação editorial;

Melhorias na indexação, DOIs e depósitos automáticos, reforçando a interoperabilidade com serviços externos;

Evoluções no sistema de temas e templates, com maior flexibilidade na personalização visual das revistas;

Avanços na edição de texto e produção editorial, tornando o processo mais eficiente.

#OJS

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/pkp-mostra-o-caminho-do-ojs-novas-versoes-reforcam-visibilidade-e-eficiencia-editorial/

Orçamento de CT&I na LOA 2026: recomposição parcial, equilíbrio necessário e o futuro do sistema científico brasileiro / Jornal da Ciência

Orçamento de CT&I na LOA 2026: recomposição parcial, equilíbrio necessário e o futuro do sistema científico brasileiro / Jornal da Ciência

O orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) alcança R$ 15,195 bilhões em 2026, com crescimento nominal de 10,76% em relação ao ano anterior. Trata-se de um avanço relevante, sobretudo após anos de compressão orçamentária. Contudo, esse aumento ocorre em ambiente de forte restrição fiscal e não se traduz automaticamente em ampliação da capacidade operacional do sistema científico. A questão central, portanto, não é apenas o volume de recursos, mas sua qualidade, estabilidade e coerência com as prioridades estratégicas nacionais.

Destaca-se a expansão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que atinge cerca de R$ 17,7 bilhões, consolidando-se como principal instrumento de financiamento da CT&I. O fortalecimento do fundo representa uma conquista institucional importante e sinaliza o reconhecimento do papel estruturante da ciência e da inovação para o desenvolvimento do País.

Entretanto, a dinâmica orçamentária revela um desequilíbrio relevante. O crescimento dos instrumentos vinculados convive com a compressão do orçamento discricionário — responsável por sustentar as Unidades de Pesquisa, as agências de fomento e as atividades científicas permanentes. Esse descompasso ajuda a explicar por que a recomposição agregada do orçamento não se traduz, necessariamente, em fortalecimento estrutural do sistema científico.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/orcamento-de-cti-na-loa-2026-recomposicao-parcial-equilibrio-necessario-e-o-futuro-do-sistema-cientifico-brasileiro/

A gigante de publicações científicas Elsevier apresentou uma ferramenta de IA que analisa milhões de artigos protegidos por paywall. Vale a pena? / Science

A gigante de publicações científicas Elsevier apresentou uma ferramenta de IA que analisa milhões de artigos protegidos por paywall. Vale a pena? / Science

As ferramentas de inteligência artificial (IA) para analisar a literatura científica proliferaram nos últimos anos, prometendo aos pesquisadores uma maneira melhor de resumir descobertas e gerar hipóteses. Agora, a Elsevier, a maior editora de artigos científicos, entrou na disputa com sua própria ferramenta de IA — e, em um pacto inédito, uniu-se a outros quatro grupos editoriais para disponibilizar o texto completo de milhões de artigos de periódicos pagos para análise por seu algoritmo.

O LeapSpace, um produto pago lançado oficialmente pela empresa holandesa no mês passado, utiliza um modelo de linguagem abrangente (LLM) para analisar os artigos e responder às perguntas dos usuários. Durante uma demonstração recente, por exemplo, um usuário perguntou ao LeapSpace se medicamentos existentes poderiam ser reaproveitados para retardar a progressão da doença de Parkinson e como isso poderia ser testado. O algoritmo forneceu respostas com citações que corroboravam os trabalhos originais.

#LeapSpace #Elsevier #FontesDeInformação

Disponível em: https://www.science.org/content/article/journal-giant-elsevier-unveiled-ai-tool-scans-millions-paywalled-papers-it-worth-it

O Sistema CFB/CRB apresenta seu novo rebranding / CFB

O Sistema CFB/CRB apresenta seu novo rebranding / CFB

Com a nova identidade visual, o Sistema CFB/CRB está mais preparado para enfrentar os desafios do futuro, mantendo-se firme em sua missão de garantir o acesso à informação e fortalecer a Biblioteconomia como campo essencial para a democracia e a cidadania.

A mudança foi pensada para não apenas fortalecer a marca, mas também para aumentar a presença institucional e garantir que o Sistema continue a ser uma referência nacional em políticas públicas, orientação profissional e desenvolvimento da área.

#CFB #Rebranding

via CFB

Disponível em: https://cfb.org.br/noticias/o-sistema-cfb-crb-apresenta-seu-novo-rebranding-um-passo-importante-para-o-futuro-da-biblioteconomia/

Entre o Ressentimento e o Algoritmo: A Máquina de Ódio Contra Mulheres na Política / LIINC

Entre o Ressentimento e o Algoritmo: A Máquina de Ódio Contra Mulheres na Política / LIINC

Evidencia-se que a lógica algorítmica das plataformas digitais, aliada à economia da atenção, potencializa a viralização desses conteúdos, aprofundando desigualdades informacionais. Contudo, o estudo também identifica formas de resistência nos ambientes digitais, especialmente por meio da atuação de coletivos feministas que constroem contra-narrativas e preservam a memória de mulheres vítimas de ataques informacionais. Conclui-se que a desinformação de gênero constitui uma ameaça estrutural à democracia e à cidadania, exigindo políticas públicas, ações educativas e novas abordagens teóricas que integrem a perspectiva de gênero no campo informacional.

#Gênero #Desinformação #MediaçãoAlgorítmica #DiscursoDeÓdio

Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7612

Como um professor pode lidar com a homofobia? / Outras palavras

Como um professor pode lidar com a homofobia? / Outras palavras

São os ócios do ofício da docência. São os desafios de se lecionar atualmente. O professor luta contra muitos fantasmas. É uma realidade fantasmagórica a que se apresenta: a ignorância, o preconceito e a baixeza moral, o ataque à nossa classe.

#Homofobia

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-brasileira/como-professor-pode-lidar-com-a-homofobia/

Polilaminina e o dano ao letramento científico / Questão de Ciência

Polilaminina e o dano ao letramento científico / Questão de Ciência

A criação de expectativas prematuras e, por isso mesmo, possivelmente exageradas pode ter consequências negativas de curto e de longo prazo. No curto prazo, o interesse aumentado do público gera estímulo ao uso irresponsável, à judicialização e à politização de uma questão técnica, produz pressão em favor de decisões de política pública que serão precipitadas e, por isso mesmo, potencialmente desastrosas. Também estabelece condições para a busca de “atalhos” no processo de liberação do tratamento.

Durante a pandemia, a Anvisa resistiu heroicamente às pressões do então presidente Jair Bolsonaro para que os tratamentos “de estimação” daquele governo fossem aprovados sem o rigor científico necessário. Seria tragicômico se o governo Lula, que gosta de se apresentar como a antítese do obscurantismo anticientífico de seu predecessor, acabasse se prestando ao mesmo papel.

#Polilaminina #LetramentoCientífico

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/02/20/polilaminina-e-o-dano-ao-letramento-cientifico

Polilaminina: entre o clamor midiático e a realidade científica / Pós-graduando

Polilaminina: entre o clamor midiático e a realidade científica / Pós-graduando

Liderada pela pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, essa inovação não é um milagre, mas uma solução de engenharia biológica. A laminina é uma proteína que já existe no nosso corpo, funcionando como uma “cola” que mantém as células unidas.

O diferencial da polilaminina (a forma polimerizada) é que ela atua como um “andaime” para orientar o crescimento de axônios e promover a reconexão nervosa após lesões medulares. (…) Mas para uma inovação que promete reverter paralisias — algo historicamente rotulado como irreversível —, não basta que um paciente “volte a andar”.

A ciência exige a prova de que foi o composto que causou a melhora, e não uma recuperação espontânea ou apenas o efeito da fisioterapia intensiva.

#Polilaminina

via Pós-graduando

Disponível em: https://posgraduando.com/polilaminina-midiatico-realidade-cientifica/

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