Arquivos de 2 de março de 2026

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Debate sobre polilaminina poderia elucidar fronteiras da ciência / Folha de S. Paulo

Querendo ou não, Sampaio foi parar numa posição em que justamente a lógica e as fronteiras da ciência –o que é honesto ou não afirmar com base nela– precisam ser discutidas, com compaixão, mas também com a mais absoluta clareza, diante de toda a população.

Quando ela diz que não vê a ciência como o valor humano supremo, sou capaz de assinar embaixo com tranquilidade. Mas ela ainda é de longe o melhor mecanismo para elucidar como o mundo funciona.

Seria uma enorme contribuição se a pesquisadora se dispusesse a liderar o debate, sem desmerecer a fé das pessoas (com cruz e tudo), mas também ajudando-as a entender que a fé não pode ser vista como mágica. No longo prazo, seria um legado tão importante quanto o de um possível novo tratamento.

#Ciência #Polilaminina

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldojoselopes/2026/02/debate-sobre-polilaminina-poderia-elucidar-fronteiras-da-ciencia.shtml

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

O início das HQs no Brasil / Pesquisa Fapesp

Republicado em 2013 pelo Senado Federal, Nhô Quim antecipou recursos formais que os quadrinhos norte-americanos só viriam a apresentar no início do século XX, como a utilização de um mesmo cenário em quadros consecutivos. No âmbito mundial, a obra tida pela crítica como a primeira HQ moderna é Yellow Kid, do cartunista norte-americano Richard Felton Outcault (1863-1928). Surgida em 1895, quase três décadas após Nhô Quim, Yellow Kid fazia uso de balões de fala, ao contrário da série brasileira, que apresentava legendas posicionadas abaixo de cada quadro.

No Brasil, o estabelecimento de um marco zero das HQ tem gerado controvérsias, uma vez que não existe consenso a respeito do que define uma história em quadrinhos. Em 2024, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro organizou uma exposição em homenagem ao “autor da primeira história em quadrinhos do Brasil”, o artista francês Sébastien Sisson (1824-1898). Sua narrativa pioneira, O namoro, quadros ao vivo, saiu em 15 de outubro de 1855 no jornal O Brasil Ilustrado, 14 anos antes de Nhô Quim.

#HistóriasEmQuadrinhos

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-inicio-das-hqs-no-brasil

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SCiELO

O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? / SciELO

Em Navigating the landscape of AI literacy education: insights from a decade of research (2014–2024)6, a revisão integrativa, conduzida por pesquisadores e publicada na Humanities and Social Sciences Communications, mapeou a evolução do campo de letramento em IA na última década (2014–2024) e identificou uma lacuna persistente: apesar do crescimento exponencial de publicações sobre IA na educação, a formação conceitual permanece secundária em relação ao treinamento técnico-instrumental. O campo evoluiu em volume, mas não necessariamente em profundidade.

Essa constatação tem implicações diretas para as instituições de ensino e pesquisa. Se o letramento em IA é, como sugere a literatura, condição para o uso eficaz e responsável dessas ferramentas, então sua promoção não pode depender apenas de iniciativas individuais de professores sensibilizados. Precisa ser tratada como uma questão institucional integrada a currículos, programas de pós-graduação e políticas de formação docente.

#IALiteracy

via SciELO

Disponível em: https://blog.scielo.org/blog/2026/02/25/o-dilema-do-professor-na-era-da-ia-ensinamos-o-prompt-ou-o-processo-cientifico/