Mudando de assunto: O Homosaurus no catálogo da biblioteca da Emory University / Catalogue and Index

Mudando de assunto: O Homosaurus no catálogo da biblioteca da Emory University

A classificação e catalogação de materiais LGBTQ+ em bibliotecas tem sido, historicamente, menos que equitativas. Vocabulários tradicionais, como os títulos de assunto da Biblioteca do Congresso, são descritores insuficientes e inadequados de recursos LGBTQ+. Uma solução moderna para esse desequilíbrio tem sido a criação de listas de vocabulário inclusivas projetadas para substituir ou aprimorar terminologias desatualizadas e ofensivas. Este artigo descreve um projeto de bibliotecários da Emory University para implementar uma dessas listas – o Homosaurus – em todo o seu catálogo.

#VocabuláriosControlados #LGBTQIAP+

Disponível em: https://journals.cilip.org.uk/catalogue-and-index/article/view/721

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão / Jornal da USP

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão

Além de gírias e expressões populares, o pajubá — ou bajubá — é uma linguagem cifrada, originada em experiências de resistência, espiritualidade e sobrevivência. Criada por travestis e mulheres trans em um contexto de marginalização, especialmente durante a ditadura militar, o pajubá é hoje símbolo de identidade e de ancestralidade. Quem explica sobre esse código é Ava Cruz, doutoranda do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

#LGBTQIAP+

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/pajuba-a-linguagem-segredo-que-nasceu-da-repressao-e-floresceu-na-resistencia/

Bibliotecas públicas e diversidade sexual nas coleções da Direção Geral de Bibliotecas do México / Investigación Bibliotecológica

Bibliotecas públicas e diversidade sexual nas coleções da Direção Geral de Bibliotecas do México

Nos últimos anos, iniciativas surgiram no México para incluir pessoas LGBT+ em bibliotecas públicas; no entanto, essas atividades estão longe de fornecer dados sobre essa comunidade, que tem sido pouco estudada no campo bibliotecário mexicano. (…) Também são destacadas as omissões no desenvolvimento de coleções compiladas pela Direção Geral de Bibliotecas sobre tópicos relacionados ao Dia Internacional do Orgulho LGBT, questões drag queen, casamento igualitário, transfobia, lesbofobia, transfeminismo, entre outros. Esses três últimos tópicos não estão disponíveis em bibliotecas online. Vale ressaltar que este estudo é o primeiro do gênero no México e na América Latina.

#BibliotecasPúblicas #LGBTQIAP+ #México

Disponível em: http://rev-ib.unam.mx/ib/index.php/ib/article/view/58973

A temática LGBTQIAP+, Arquivologia e Arquivos em bases científicas brasileiras / RICI

A temática LGBTQIAP+, Arquivologia e Arquivos em bases científicas brasileiras

A análise temática resultou em três categorias: Trabalhos explicitamente questionadores (n=5); Trabalhos não necessariamente questionadores (n=9); e Arquivo enquanto fonte de pesquisa (n=9). Os resultados evidenciam a escassez de pesquisas sobre o tema na Arquivologia, além de destacar certo equilíbrio entre as categorias, mesmo com menor presença de trabalhos explicitamente questionadores.

#LGBTQIAP+ #Arquivologia

Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/RICI/article/view/53722

Relatório descobre que a maioria dos livros proibidos aborda pessoas negras e LGBTQIAP+ / The Guardian

Relatório descobre que a maioria dos livros proibidos aborda pessoas negras e LGBTQIAP+

Houve mais de 10.000 casos de livros proibidos no ano letivo de 2023-24, informou a PEN America, um aumento acentuado em relação ao ano anterior, à medida que os estados liderados pelos republicanos implementaram novas leis de censura.

De 4.218 títulos de livros proibidos, 1.534 – ou 36% – apresentavam pessoas de cor, o grupo identitário mais censurado nas proibições de livros. Alguns títulos removidos incluem a peça Fences, de August Wilson, vencedora do Prêmio Pulitzer, e A is for Activist, de Innosanto Nagara, um livro ilustrado para crianças sobre questões sociais.

#Censura #Racismo #LGBTQIAP+

via The Guardian

Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2025/feb/27/banned-books-people-of-color-lgbtq

YouTube remove ‘identidade de gênero’ da política de discurso de ódio / UserMag

YouTube remove ‘identidade de gênero’ da política de discurso de ódio

Em algum momento entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro deste ano, logo após Trump assumir o cargo, o YouTube silenciosamente atualizou sua política de discurso de ódio para remover a frase “identidade de gênero”.

O YouTube não permite discurso de ódio contra vários grupos. Conteúdo que promova violência ou ódio contra usuários por raça, nacionalidade, religião, deficiência e status de veterano é explicitamente proibido . Discurso de ódio contra a “identidade e expressão de gênero” de alguém também já foi proibido, mas essa frase foi removida desde então .

#YouTube #DiscursoDeÓdio

via UserMag

Disponível em: https://www.usermag.co/p/youtube-removes-gender-identity-from

Como surge e se espalha o discurso de ódio contra a população Queer no Brasil? / Biblionline

Como surge e se espalha o discurso de ódio contra a população Queer no Brasil?

Nesse artigo, nós conduzimos uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo de como se forma o movimento da criação e veiculação de falas agressivas, em especial contra membros da comunidade LGBTQIAPN+; de onde surgem as razões para o ódio por tais pessoas? Quais são os argumentos utilizados e de onde eles vêm? E como? Para responder a tais questionamentos, nós lançamos um olhar sobre conceitos como “pânico moral” e “desinformação”, enquanto analisamos algumas figuras públicas conhecidas por produzirem e espalharem falas que se enquadram no conceito de discurso de ódio, em especial contra pessoas que fogem do espectro heteronormativo.

#DiscursoDeÓdio #LGBTQIAP+

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/69692

Apoiando jovens de gêneros diversos em sua biblioteca / ALSC

Apoiando jovens de gênero diverso em sua biblioteca

Jovens transgêneros e de gênero diverso merecem segurança, respeito e gentileza dentro de sua biblioteca, assim como qualquer outro jovem em sua comunidade. Em 2020, a ALA emitiu uma declaração afirmando os direitos das pessoas transgênero, afirmando que a ALA “inequivoca e enfaticamente se solidariza” com a equipe transgênero da biblioteca e com os membros transgêneros de nossas comunidades. No entanto, temos que reconhecer que parece haver cada vez mais obstáculos para apoiar nossos jovens.

via ALSC

#Diversidade #LGBTQIAP+ #Bibliotecas #ProdutosEServiçosDeInformação

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2024/12/no-one-can-stop-you-from-being-kind-supporting-gender-diverse-youth-in-your-library/

Livro mostra o papel fundamental de editoras independentes na promoção da diversidade / Jornal da USP

Livro mostra o papel fundamental de editoras independentes na promoção da diversidade

O livro é resultado da dissertação de mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da ECA e analisa, de forma inédita, a ligação entre a comunicação impressa e o progresso do movimento LGBTQIAPN+ e como a produção de livros sobre essa temática pode servir como espelho da sociedade, refletindo e retratando suas contradições, tensões e valores.

#MercadoEditorial #LGBTQIAP+

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/livro-mostra-o-papel-fundamental-de-editoras-independentes-na-promocao-da-diversidade/

O gesto anti-epistemicida e o gesto bibliográfico em acervos virtuais de, sobre e para sujeitos e comunidade LGBTQIA+ / TPBCI

O gesto anti-epistemicida e o gesto bibliográfico em acervos virtuais de, sobre e para sujeitos e comunidade LGBTQIA+

Para esta pesquisa foram escolhidas sete páginas na proposta de elencar as pluralidades que buscam representar a população LGBTQIA+, a saber: Grupo Dignidade; LGBTECA: todas as letras; Bajubá: memória LGBT; Lesword: literatura lésbica; História Transviada; The Asexuality and Aromanticism Bibliography, e The queer archive. Considera-se, por fim que os recursos e serviços de informação, podem auxiliar os sujeitos sociais na busca, recuperação e acesso à literatura que fomente aspectos sociais, identitários e culturas de si e de sua comunidade.

#JustiçaSocial #Gênero #LGBTQIAP+

via TPBCI

Disponível em: https://revistas.ancib.org/index.php/tpbci/article/view/676

Diversidade Sexual em Linguagens Controladas / TPBCI

Diversidade Sexual em Linguagens Controladas

Constatou-se que a terminologia relacionada à diversidade sexual e de gênero não está devidamente representada nos catálogos de autoridade de assunto das bibliotecas universitárias. Além da baixa representatividade, ainda é recorrente a utilização de léxicos com o sufixo “ismo” para representar identidades sexuais e de gênero.

#Diversidade #LinguagensControladas #BibliotecasUniversitárias #Indexação #LGBTQIAP+

Disponível em: https://revistas.ancib.org/index.php/tpbci/article/view/595

Entrevista com Luís Vanin sobre sua pesquisa que analisou a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis / Divulga-CI

Entrevista com Luís Vanin sobre sua pesquisa que analisou a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis

Confira nossa entrevista com o pesquisador e bibliotecário Luís Vanin, que é mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorando pelo mesmo programa. Em sua pesquisa, Luís analisa a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis, visando entender como seria possível organizá-los de maneira mais justa e inclusiva. Na entrevista, conheça um pouco sobre as influências científicas, suas expectativas e as dicas do pesquisador.

#PatrimônioCultural #LGBTQIAP+

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-8-ago-2024/entrevista-com-luis-vanin-sobre-sua-pesquisa-que-analisou-a-organizacao-das-memorias-e-patrimonios-culturais-lgbtqiapn-de-florianopolis/