Constituição étnico- étnico racial e de gênero de mediadoras da leitura nas bibliotecas comunitárias para o fortalecimento identitário das meninas negras / PPGCI – UFBA

Constituição étnico racial e de gênero de mediadoras da leitura nas bibliotecas comunitárias para o fortalecimento identitário das meninas negras / PPGCI – UFBA

Ao compreender as bibliotecas comunitárias como ambientes socioculturais, este estudo focaliza o desenvolvimento das atividades mediadoras de leitura que visam o alcance do protagonismo social, por meio do fortalecimento da identidade racial e de gênero. Nesta perspectiva, este estudo teve como objetivo geral investigar se a constituição identitária dos(as) agentes mediadores(as) que integram a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) interfere no desenvolvimento das atividades de mediação da leitura, contribuindo com o fortalecimento da representatividade étnico-racial e de gênero da menina negra. (…) s resultados sinalizam que as bibliotecas comunitárias estão, em grande parte, localizadas nos bairros periféricos e que esses espaços sociais estão na encruzilhada da interseccionalidade, com marcadores sociais de gênero, raça e classe. Ao mesmo instante, observou-se que o corpo funcional dessas bibliotecas, em sua maioria, é constituído por mulheres negras e que estão à frente das bibliotecas comunitárias brasileiras, atuando como coordenadoras/gestoras e/ou agentes mediadoras, sendo que, muitas destas mulheres permanecem nesses espaços informacionais por muitos anos, enfrentando os diversos desafios. A partir da coleta, tratamento e análise das informações que foram obtidas, foi possível mapear, investigar e verificar as ações realizadas pela Rede de Bibliotecas Comunitárias e sua atuação quanto ao alcance do protagonismo social na perspectiva étnico-racial voltada à menina negra.

#BibliotecasComunitárias #QuestõesÉtnicoRaciais #Representatividade #Interseccionalidade #MediaçãoDaLeitura

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44596

A presença do mediador da leitura como inspiração na transformação dos(as) leitores(as) / Biblioteca Escolar em Revista

A presença do mediador da leitura como inspiração na transformação dos(as) leitores(as) / Biblioteca Escolar em Revista

Nessa perspectiva, o objetivo desse estudo é evidenciar como a mediação da leitura pode ser uma ação capaz de modificar a vida dos sujeitos. O estudo se caracteriza como descritivo, de natureza qualitativa. A técnica de coleta de dados consiste em duas etapas: uma entrevista com o Professor Rovilson Silva, mediador atuante em escolas públicas, e a segunda etapa refere-se às entrevistas com uma aluna e um aluno, hoje mediadores de leitura na cidade de Londrina, Paraná. Após a análise foi possível concluir que as trocas de leitura e a participação destes nas mediações realizadas pelo referido Professor, marcou a relação dos leitores com o livro, o texto e despertou neles o desejo de replicar, na fase adulta, as mediações, pois a aluna atualmente é narradora de histórias e o aluno escritor.

#MediaçãoDeLeitura #Leitores #FormaçãoDeLeitores

Disponível em: https://revistas.usp.br/berev/pt_BR/article/view/238595

A mediação na leitura como uma prática de liberdade: entre o suporte cognitivo e a autoconstrução / CERLALC

A mediação na leitura como uma prática de liberdade: entre o suporte cognitivo e a autoconstrução / CERLALC

Para Petit, a leitura vai além da simples aquisição de habilidades cognitivas; envolve a criação de um espaço pessoal e íntimo onde o indivíduo pode definir seus limites e desenvolver o pensamento independente. A leitura permite que os jovens criem um espaço alternativo de autonomia, tornando-se uma prática transgressora que abre novas possibilidades de pertencimento e identidade.

Essa dimensão subjetiva é fundamental porque reconhece que os leitores não são receptores passivos de textos impressos mecanicamente, mas sujeitos ativos que se engajam em intensa atividade psíquica, apropriando-se criativamente do que leem, interpretando o texto a partir de sua própria experiência e projetando seus desejos, fantasias e ansiedades na leitura (Petit, 2001). Aqui reside a diferença crucial entre promoção e facilitação da leitura, visto que, enquanto a primeira busca conduzir atividades de leitura com abordagens direcionadas à eficiência imediata, a segunda cria condições para um encontro pessoal e transformador com o texto. Correto!

Segundo Petit (2001), essa dimensão não é um luxo, mas um direito cultural fundamental, uma questão básica de dignidade humana. Sua crítica àqueles que limitam pessoas de origem operária a leituras “úteis” ou práticas revela uma compreensão política da mediação da leitura, já que o acesso a textos que permitem a reflexão sobre a própria existência é condição necessária para a construção da subjetividade e da cidadania crítica.

#MediaçãoDeLeitura

via CERLALC

Disponível em: https://cerlalc.org/la-mediacion-de-lectura-como-practica-de-libertad-entre-el-andamiaje-cognitivo-y-la-construccion-del-si-mismo/

Mediação de leitura e Biblioterapia / REBECIN

Mediação de leitura e Biblioterapia / REBECIN

Podemos perceber através do quadro 2 uma maior quantidade de aspectos em comum entre mediação da leitura e biblioterapia, sendo ambas ações com fundamentos sociais e promotoras de indivíduos com mais conhecimento, mais sociáveis e maior intelectualidade. Entretanto, podemos perceber que existem pontos de discrepância entre os campos, sendo esses mais pontuais e não mudando inteiramente a ideia geral da atividade, que, por si só, acabam ocorrendo de maneiras análogas. Os principais pontos de convergência são as atividades em si, o exercício grupal, a necessidade de um mediador, os dispositivos utilizados, a diversidade de materiais utilizados e campos de atuação, o foco social e os benefícios envolvidos. Entre as maiores diferenças, é perceptível o viés terapêutico voltado à biblioterapia e o processo de interação pós-atividade de leitura.

#MediaçãoDeLeitura #Biblioterapia

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/439

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Mediação da leitura e redes sociotécnicas: sustentabilidade do fandom literário Semideuses de Belém / Infonomy

Os resultados revelam um perfil predominantemente jovem e diverso, com forte presença de identidades LGBTQIAPN+ e uso intensivo de plataformas digitais (100% WhatsApp). Rotinas de Gestão da Informação (cadastro, curadoria, circulação) e de Gestão do Conhecimento (aprendizagem, memória, colaboração) são identificadas e materializadas em novos documentos, como publicações, roteiros e planilhas colaborativas. A leitura influencia a vida pessoal, social e profissional dos participantes, gerando capital informacional e cognitivo compartilhado. Conclusões: O SDB funciona como um “laboratório vivo” para a mediação da leitura, onde a Gestão da Informação e a Gestão do Conhecimento se entrelaçam para produzir pertencimento, memória e sustentabilidade cultural. Sugere-se a realização de pesquisas comparativas adicionais com outros fandoms, bem como o estabelecimento de diálogos entre a mediação formal (bibliotecas, escolas) e a informal (comunidades de fãs).

#MediaçãoDeLeitura

via Infonomy

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/118

Formação dos bibliotecários para mediação da leitura nas bibliotecas escolares brasileiras / Bibliomar

Formação dos bibliotecários para mediação da leitura nas bibliotecas escolares brasileiras / Bibliomar

A mediação da leitura é entendida como um processo essencial para o desenvolvimento intelectual, social e crítico dos estudantes, destacando a biblioteca escolar como espaço ativo de aprendizagem. A ausência de profissionais qualificados, infraestrutura inadequada e falta de políticas públicas eficazes são apontadas como os principais desafios. O estudo conclui que a atuação do bibliotecário requer competências pedagógicas, tecnológicas e interdisciplinares, sendo sua formação contínua fundamental para o fortalecimento do papel das bibliotecas escolares no processo educacional brasileiro.

#MediaçãoDeLeitura #BibliotecasEscolares #AtuaçãoProfissional

via Bibliomar

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/26770

Como identificar bons livros para crianças? / RBE

Como identificar bons livros para crianças? / RBE

aber identificar bons livros para crianças é um ato de responsabilidade cultural e educativa. Implica reconhecer que nem todos os livros infantis são iguais e que as escolhas feitas pelos adultos têm impacto direto na forma como as crianças aprendem a ler o mundo. Identificar qualidade literária e estética é garantir que a infância tem acesso a obras que a fazem pensar, imaginar, emocionar-se e crescer com sentido crítico e sensibilidade.

Conhecer bons livros não é ter “uma lista à mão”, mas compreender o que faz de um livro um mediador poderoso entre a infância e o mundo: linguagem rica, qualidade estética, integridade narrativa, diversidade de vozes, relevância cultural e adequação ao desenvolvimento. Nas escolas e nas famílias, essa competência de escolha tem efeitos mensuráveis na linguagem, na literacia e no bem-estar, mas também na construção de identidades, na empatia e no pensamento crítico.

#MediaçãoDeLeitura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/como-identificar-bons-livros-para-3014248

Leitura como ninho de afeto, por Helder Guastti / Divulga-CI

Leitura como ninho de afeto, por Helder Guastti / Divulga-CI

“Com o passar do tempo, enquanto me reconhecia e desenvolvia enquanto educador, passei a compreender ainda mais que escolher um livro para partilhar vai muito além do ato de oferecer uma narrativa: é criar um abrigo onde memórias, sonhos e perguntas podem pousar. É uma forma de dizer: “aqui você pode descansar, imaginar, ser escutado””, pondera o professor Helder Guastti, eleito o Educador do Ano pelo Prêmio Educador Nota 10.

#MediaçãoDeLeitura

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-10-out-2025/leitura-como-ninho-de-afeto-por-helder-guastti/

A mediação da leitura no GT3 do ENANCIB / TPBCI

A mediação da leitura no GT3 do ENANCIB / TPBCI

Percebe-se que o pesquisador da mediação da leitura na Ciência da Informação depara-se com desafios conceituais, teóricos e metodológicos, mas dialoga com outras áreas em busca de novas fronteiras do conhecimento e o enfrentamento de problemas contemporâneos e situados. Conclui-se que a mediação da leitura, por ser um elemento essencial para a apropriação da informação e alcance da transformação social, deve ser ampliada e aprofundada, e ressalta-se a necessidade de seus estudos nos eventos da Ciência da Informação.

#MediaçãoDeLeitura

Disponível em: https://revistas.ancib.org/tpbci/article/view/749

Utilizar cubos de perguntas para aumentar o envolvimento na leitura / RBE

Utilizar cubos de perguntas para aumentar o envolvimento na leitura / RBE

Sugestões de escrita para cubos de perguntas: Ao fazer cubos de perguntas, costumo usar perguntas que incluem uma combinação dos níveis da Taxonomia de Bloom. Por exemplo, num curso de inglês, essas perguntas poderiam pedir aos alunos que identificassem temas ao longo do texto, analisassem o seu desenvolvimento durante o curso do texto e tirassem conclusões, citando evidências relevantes para apoiar as respostas. Em cursos de ciências ou estudos sociais, essas perguntas podem pedir aos alunos que se lembrem de detalhes específicos, discutam o impacto global ou identifiquem implicações para pesquisas futuras.

#MediaçãoDeLeitura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/utilizar-cubos-de-perguntas-para-2998495

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Se a vida imitasse a arte: mediações em rede na cultura participativa dos fãs de literatura queer como estímulo para adaptações audiovisuais / PPGCI – UFC

Os resultados apontam para o reconhecimento dos fãs, isto é, na perspectiva dos grupos de produtores e consumidores participantes da pesquisa, como essenciais para a popularização das obras no âmbito digital. Conclui-se que as práticas de mediação da informação realizadas pelos fãs, sobretudo aqueles que administram páginas na internet e disseminam informações, desempenham uma notável influência no processo de adaptação das produções literárias para produtos audiovisuais. Além disso, identifica-se que essas ações mediadoras também contribuem para a criação e fortalecimento de ambientes digitais inclusivos e acolhedores para a comunidade LGBTQIAPN+, bem como reforçam a importância e o envolvimento dos fãs nas transformações culturais, políticas e sociais.

#MediaçãoDaInformação #LGBTQIAP+ #Literatura #MediaçãoDaLeitura

Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81512

SOS Emoções: a Biblioteca Escolar como espaço de afetos e bem-estar / RBE

SOS Emoções: a Biblioteca Escolar como espaço de afetos e bem-estar

Nas bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Eng.º Duarte Pacheco, em Loulé, o Projeto SOS Emoções tem vindo a transformar a forma como se aprende e se vive na escola. Esta iniciativa articula a promoção da leitura com o desenvolvimento da literacia emocional e de competências sociais, acompanhando as crianças desde os primeiros anos de vida e contribuindo para o seu bem-estar integral.

O projeto é fruto de um trabalho conjunto entre biblioteca escolar, docentes, psicólogos e famílias, com um foco claro: ajudar as crianças a reconhecer, compreender e gerir as suas emoções de forma positiva.

#MediaçãoDeLeitura #BibliotecasEscolares

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/sos-emocoes-a-biblioteca-escolar-como-2974578