Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

Diversidade em foco: A transformação social por meio das bibliotecas / FEBAB

A obra Diversidade em Foco: A transformação social por meio das Bibliotecas reúne reflexões e estudos que evidenciam o papel social da Biblioteconomia na promoção da dignidade humana, da inclusão e da justiça social. Organizada pelo Sistema CFB/CRB, por meio do Edital nº 001/2024/CFB, sua publicação dedicou-se a reunir capítulos que abordam diversidade, acessibilidade, grupos historicamente marginalizados, e iniciativas de inclusão na Biblioteconomia brasileira. Por meio de sua leitura, podemos constatar que a atuação bibliotecária deve ir além do acesso à informação, ao conhecimento e à cultura, assumindo compromisso ético com o respeito às diferenças, com o combate ao preconceito e com a valorização de identidades silenciadas.(…) Em conjunto, os capítulos reafirmam que a Biblioteconomia Social se fortalece quando reconhece a diversidade humana e articula informação, cidadania, afeto e justiça social como bases para o exercício ético e transformador da profissão.

#Bibliotecas #Diversidade #DiversidadeÉtnicoRacial #PessoasComDeficiência #Racismo #PessoasTrans #Representatividade

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1457

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, aponta que adolescentes transgêneros, seus pais e cuidadores veem a Resolução nº 2.427/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM) como um retrocesso, uma regra ideologicamente motivada e sem embasamento científico. Promulgada em abril deste ano, a resolução veta a terapia hormonal para menores de 18 anos e proíbe a prescrição de bloqueadores hormonais da puberdade em crianças e adolescentes com disforia de gênero.

A Resolução nº 2.427/2025 também invalida uma regra anterior. Trata-se da Resolução nº 2.265/2019, também do CFM, que ampliou o acesso a tratamentos hormonais em adolescentes transgêneros. Para especialistas envolvidos na pesquisa, “restringir o acesso a esses cuidados pode agravar ainda mais as vulnerabilidades estruturais e psicossociais vivenciadas por essa população”. Os resultados foram descritos em artigo disponibilizado em versão preprint, que aguarda a revisão por pares.

#LGBTQIAP+ #PessoasTrans

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/eu-me-sinto-atacada-o-que-pensam-adolescentes-trans-sobre-as-restricoes-do-conselho-federal-de-medicina/

Defendendo a liberdade acadêmica em uma era de censura / OpenBook

Defendendo a liberdade acadêmica em uma era de censura

Não podemos ser separados de nossa pesquisa; ela somos nós. Uma consequência necessária é que, quando os temas do nosso trabalho se tornam inelegíveis para financiamento e representam um risco para as nossas instituições, quando a linguagem que os descreve se torna tabu, somos duplamente apagados: não apenas intelectualmente, mas pessoalmente. Somos a diversidade que a universidade não pode mais se arriscar a valorizar abertamente – sem mencionar a “ideologia de gênero”, no meu caso e no de muitos outros acadêmicos trans sub-representados, precários e marginalizados.

#LiberdadeIntelectual #Censura

via OpenBook

Disponível em: https://blogs.openbookpublishers.com/defending-academic-freedom-in-an-age-of-censorship-reflections-from-author-ash-lierman/

Análise do regime de informação das políticas públicas para pessoas transexuais no estado de Pernambuco / PPGCI – UFPE

Análise do regime de informação das políticas públicas para pessoas transexuais no estado de Pernambuco

Observou-se que, durante muitos anos, o Estado de Pernambuco, não inseria as pessoas transexuais e a comunidade LGBTQIAPN+ em suas políticas públicas e, por conseguinte, em seu regime de informação, o que ocasionou um apagamento dessas vivências do ponto de vista institucional. O contexto político, no cenário nacional, sempre provocou impactos em relação ao Governo do Estado; a prova disso é que, quando da assunção de presidentes de esquerda, com pautas progressistas, experimentou-se um aumento considerável dessas políticas no Estado.
Conforme já explicitado, é necessária uma maior interlocução e parceria do Governo do Estado com os municípios pernambucanos, sobretudo o fortalecimento do Fórum Estadual de Gestores de Políticas Públicas, a fim de que sejam definidas metas e estratégias conjuntas com vistas às implementações dessas políticas. Some-se a isso, a necessidade do Estado criar um novo Plano Estadual de Direitos da população LGBTQIAPN+, visto que o último plano esteve em vigor até o ano de 2019.

#RegimeDeInformação #PessoasTrans

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63641

Mulher trans na política nordestina / Policromias

Mulher trans na política nordestina

Considerando todas as análises realizadas nos textos, obser vam-se diferenças significativas na forma como os portais de notícias G1 Sergipe e UOL Not ícia s abord a m o ac onte ci mento d a eleiç ão de L i nd a Bra si l como a primeira mulher trans a ocupar o cargo de deputada estadual em Sergipe. Enquanto o G1 Sergipe destaca a identidade de gênero de Linda e sua trajetór ia política, cr iando uma nar rativa que a centra liza como sujeito social, o UOL Notícias apresenta uma abordagem mais genérica, com escassez de informações relevantes sobre Linda. A ausência de uma imagem de Linda no UOL Notícias também chama a atenção, destacando uma narrativa de impersonalidade.

#Jornalismo #PessoasTrans

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/policromias/article/view/64743

Recursos para aprender sobre pessoas trans e de gênero diverso / Choice

Recursos para aprender sobre pessoas trans e de gênero diverso

Com algumas exceções, esses recursos abordam pessoas trans e de gênero diverso nos Estados Unidos, e poucos dedicam muito tempo à diversidade de gênero indígena. Este post pretende sugerir lugares para começar seu aprendizado; não se trata, de forma alguma, de uma lista completa de recursos disponíveis.

#Guias #PessoasTrans #Gênero

via Choice

Disponível em: https://www.choice360.org/tie-post/resources-for-learning-about-trans-and-gender-diverse-people/

Dia Nacional da Visibilidade Trans reforça luta por cidadania e respeito / Jornal da USP

Dia Nacional da Visibilidade Trans reforça luta por cidadania e respeito. Entrevista com Lux Ferreira Lima

Do seu ponto de vista, o que é mais alarmante na questão dos direitos das pessoas trans?

Duas coisas são mais alarmantes: a natureza de tais direitos e o modo como se efetivam. Grande parte dos direitos conquistados se dão em considerável precariedade. Ou são atos infralegais (resoluções, portarias etc.) e por isso não têm a mesma força que uma lei, ou são direitos reconhecidos pelo Poder Judiciário, também não tendo a mesma estabilidade de uma lei.

via Jornal da USP

#DireitosHumanos #PessoasTrans

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/genero/dia-nacional-da-visibilidade-trans-reforca-luta-por-cidadania-e-respeito/

Visibilidade trans, na mira da extrema direita / Jornal da USP

Visibilidade trans, na mira da extrema direita

Que a cisgeneridade assiste indiferente ao genocídio velado de corpas trans, sabemos pelo menos desde 2008, quando a organização internacional e sem fins lucrativos Trangender Europe (TGEU) começou a monitorar os assassinatos de pessoas trans globalmente. Desde então foram registrados pelo menos cinco mil assassinatos. Notadamente, em 2024 houve um aumento de cerca de 9%, com pelo menos 350 casos documentados, 30% dos quais ocorridos no Brasil, país que pelo décimo sétimo ano consecutivo lidera tal inglória lista.

via Jornal da USP

#PessoasTrans #ViolênciaDeGênero #DiscursoDeÓdio

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/gabrielle-weber/visibilidade-trans-na-mira-da-extrema-direita/

O papel das bibliotecas como âncoras informacionais para mulheres trans / Bibliomar

O papel das bibliotecas como âncoras informacionais para mulheres trans

Os resultados da revisão bibliográfica, nos leva a recomendações e diretrizes práticas para promover a inclusão de mulheres trans nos serviços biblioteconômicos. Isso inclui a sensibilização dos bibliotecários, a utilização de linguagem inclusiva, a criação de coleções diversificadas e a promoção de espaços seguros e acolhedores. Essas medidas visam garantir que as bibliotecas sejam locais globalizantes, que atendam às necessidades da comunidade trans e promovam a igualdade de direitos e respeito à diversidade de gênero.

#PessoasTrans #Bibliotecas #ProdutosEServiçosDeInformação #Inclusão

Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/24196

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