Bibliotecas universitárias e desinformação: uma entrevista com Cyprien Caraco / BBF
Até mesmo um futuro profissional pode ser suscetível à desinformação. Sistemas generativos de inteligência artificial (IA) estão começando a surgir na área da saúde; eles devem garantir que o nível de evidência científica seja integrado ao algoritmo e às respostas – isso está em consonância com a proposta do Info-Score Santé no relatório – e especificar nas respostas que elas permanecem ferramentas probabilísticas e que nada substitui a orientação de um profissional de saúde qualificado.
As bibliotecas universitárias, ao promoverem a ciência aberta, ajudam a garantir que as publicações de pesquisadores da área da saúde sejam mais visíveis e publicadas mais rapidamente — um aspecto importante porque a desinformação na ciência se espalha rapidamente. Nossos serviços de pesquisa, ao alertarem pesquisadores da área da saúde, tanto jovens quanto mais experientes, sobre a existência de publicações científicas de baixa qualidade, 5 Ao alertar os pesquisadores sobre a importância da desinformação ou da informação errônea no campo das revistas científicas e sobre periódicos predatórios, também se contribui para conscientizá-los sobre a necessidade de se protegerem de indicadores bibliométricos puramente quantitativos ao utilizarem a Web of Science [WOS]. Isso é importante porque a desinformação ou a informação errônea também podem surgir da medicina baseada em evidências, como menciona Hervé Maisonneuve.
via BBF
#Bibliotecas #Desinformação
Disponível em: https://bbf.enssib.fr/bibliotheques-universitaires-et-desinformation-entretien-avec-cyprien-caraco
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