Comissão de Anistia reconheceu povos indígenas como sujeitos coletivos, opina historiador
Os povos indígenas há décadas lutam por uma justiça de transição que reconheça as sistemáticas violações de direitos cometidas contra eles, em processos de espoliação de terras. Nesse sentido, o pesquisador considera que os próximos passos do Estado brasileiro devam ser a extensão das anistias a outros povos, além dos Krenak e Kaiowá, o pagamento de indenizações, a demarcação de terras e o reconhecimento dos crimes contra indígenas não aldeados – em especial, aqueles que migraram para as periferias das capitais durante a ditadura e estiveram sujeitos à atuação dos esquadrões da morte.
#PovosIndígenas
via Jornal da USP

Deixe uma resposta