O que muda quando os povos indígenas participam da construção dos museus? / Jornal da USP
O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP reunirá, no próximo dia 27, quinta-feira, pesquisadores e representantes de grupos indígenas para uma discussão sobre novas possibilidades de colaboração entre museus e outras comunidades. Trata-se do seminário aberto O potencial da colaboração em museus: aprendizados indígenas no MAE-USP, que acontece a partir das 9 horas, na sede do MAE-USP. As inscrições devem ser feitas por meio deste link até o dia 25, terça-feira.
Para a docente, que também é uma das coordenadoras da exposição e realiza pesquisas entre os Kaingang, os Guarani Nhandewa e os Terena há mais de dez anos, “o seminário quer debater justamente a colaboração, na prática, com os representantes desses três grupos indígenas”. Entre os representantes da etnia Kaingang estão Dirce Jorge e Susilene Elias de Melo, da Terra Indígena (TI) Vanuíre, Neusa Umbelino, Deolinda Pedro e Ronaldo Iaiati, da TI Icatu. Creiles Marcolino e Jean Carlos Marcolino representam os Guarani Nhandewa, da Aldeia Nimuendaju, na TI Araribá, e Gerolino José Cezar e Gilmar Pio representam a etnia Terena, da Aldeia Ekeruá, na TI Araribá.
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via Jornal da USP
Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/etnico-racial/o-que-muda-quando-os-povos-indigenas-participam-da-construcao-dos-museus/

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