Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Você, como divulgador científico — e muitas vezes também como cientista — já parou para pensar na verificação desses números apresentados pelas plataformas digitais do palestrante super “hypado” que você escolheu — aqueles que associamos a relevância e credibilidade — correspondem de fato à realidade?

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável?

E, mais importante: qual é a nossa responsabilidade como divulgadores de ciência ao perpetuar influencers e conteúdos cuja base de relevância e credibilidade não pode ser conferida ou devidamente embasada?

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais #Credibilidade #Popularidade

via MindFlow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/credibilidade-ou-popularidade-quem-define-o-que-e-confiavel/

As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

Foi desenhado um cenário em que as redes sociais democratizariam a capacidade dos utilizadores de expressarem os seus sentimentos sem discriminação ou enviesamento. Hoje, as opiniões são segmentadas e condicionadas tanto pelo número de seguidores que temos como pelo que o algoritmo decide.

É mentira que a opinião de uma pessoa importa tanto como a de outra. Dada a relação direta entre alcance, popularidade e monetização, os utilizadores deixaram de publicar conteúdo e, em vez disso, geraram conteúdo que interessa às plataformas.

#MídiasSociais

via Story Baker

Disponível em: https://www.storybaker.co/p/las-redes-ya-no-son-sociales-autopsia

Disseminação da informação nas redes sociais das bibliotecas multiníveis do IFRJ / PPGGOC- UFMG

Disseminação da informação nas redes sociais das bibliotecas multiníveis do IFRJ: recomendações baseadas em revisão sistemática da literatura e no mapeamento de práticas / PPGGOC- UFMG

Os resultados revelam categorias, padrões e desafios presentes na comunicação digital das bibliotecas, os quais foram sistematizados em recomendações que orientam a produção e organização de conteúdos informacionais. Essas diretrizes visam a fortalecer a presença digital das bibliotecas, promovendo maior engajamento com os usuários e ampliando sua relevância social. A pesquisa conclui que o uso das redes sociais pelas bibliotecas do IFRJ é uma prática promissora, mas ainda em processo de consolidação. Para que esse potencial seja plenamente alcançado, são necessários planejamento estratégico, alinhamento institucional e capacitação técnica dos profissionais. Como desdobramento futuro, propõe-se a ampliação do estudo para outras instituições e a inclusão da percepção dos usuários, com o objetivo de aprimorar o diálogo entre a biblioteca e a comunidade no ambiente digital.

#BibliotecasMultiníveis #DisseminaçãoDaInformação #InstitutosFederais #MídiasSociais

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/84666

SBPC divulga moção de apoio à regulamentação das plataformas digitais e defende soberania tecnológica do Brasil / Jornal da Ciência

SBPC divulga moção de apoio à regulamentação das plataformas digitais e defende soberania tecnológica do Brasil / Jornal da Ciência

O Supremo Tribunal Federal já discute aspectos do Marco Civil da Internet, mas a urgência de uma regulamentação eficaz é evidente. Estudos científicos demostram que a desinformação representa ameaça concreta à democracia, à ciência e aos direitos humanos. Propostas legislativas que eliminem o “dever de cuidado” das plataformas – obrigação de moderar conteúdos relacionados a crimes contra o Estado Democrático de Direito, terrorismo, incitação ao suicídio, crimes contra crianças e adolescentes, racismo, violência contra a mulher e infrações sanitárias em emergências de saúde pública – desconsideram evidências científicas e tornam inócuas quaisquer políticas de enfrentamento desses problemas.

Defendemos, portanto, a adoção de políticas de regulamentação das plataformas digitais, orientadas pelo conhecimento científico e voltadas para o desenvolvimento nacional, afastando interesses negacionistas e contrários à soberania do país. Além de uma legislação adequada, é fundamental que o Poder Executivo implemente ações estratégicas que fortaleçam a autonomia tecnológica brasileira.

#SBPC #MídiasSociais #Regulamentação

via Jornal da Ciência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-divulga-mocao-de-apoio-a-regulamentacao-das-plataformas-digitais-e-defende-soberania-tecnologica-do-brasil/

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Kay: Você acha que chegaremos a um mundo de postagens zero, onde pessoas como eu e você simplesmente não postamos mais online?

Chayka: Acho que sim. Acho que irá chegar mais cedo do que esperamos, simplesmente porque não há mais incentivo para fazer postagens. Por que postar as suas selfies ou seu café da manhã se ninguém presta atenção, se você não atinge seus amigos e simplesmente concorre com todo esse lixo remoto abstraído que há por aí? Talvez as redes sociais fossem, de certa forma, essa aberração ou fuga. E essa ideia de que toda pessoa normal deve compartilhar sua vida em público era meio que falsa desde o princípio. Agora, estamos acordando um pouco e vendo os danos que aquilo causou. E mudando um pouco os nossos hábitos.

#MídiasSociais

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93k3n891n9o

Social Media Toolkit / American Library Association

Social Media Toolkit (para Bibliotecas e bibliotecários)

Um advocacy eficaz por meio das mídias sociais começa com relacionamentos sólidos com influenciadores da comunidade local e líderes eleitos nos níveis local, estadual e federal. Confira estas estratégias para chamar a atenção dos seus legisladores e defender as bibliotecas.

#Guias #MídiasSociais #Advocacy #Bibliotecas #ALA #MarketingEmBibliotecas

via American Library Association

Disponível em: https://www.ala.org/sites/default/files/advocacy/content/tools/ALASocialMediaAdvoToolkit.pdf

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel / Porvir

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel: Redes sociais são feitas para serem literalmente ralos de tempo: quanto mais tempo jogamos fora, mais dinheiro os criadores dessas plataformas ganham. As telas são projetadas para fazer a gente passar mais tempo nelas. Mas eu defendo o bom uso da tecnologia, o uso pontual. Se você busca por algo, vá direto naquilo, de maneira específica. Caso queira se distrair com um jogo rápido, fique 10 minutos. Mas o cuidado necessário é não cair na armadilha do “ralo das telas”, onde você rola, rola, rola a tela e o conteúdo nunca acaba. Isso não traz nada de útil.

#MídiasSociais

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/redes-sociais-ralos-de-tempo-suzana-herculano-houzel/

STF reafirma que imunidade parlamentar se estende a redes sociais / Núcleo

STF reafirma que imunidade parlamentar se estende a redes sociais

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a decisão que reconheceu a imunidade parlamentar de um deputado por manifestações em redes sociais. O voto do relator, Ministro André Mendonça, reafirmou que a imunidade parlamentar material se estende a manifestações feitas fora do ambiente do Congresso, incluindo postagens em redes sociais, desde que relacionadas à atividade política.

#MídiasSociais #Política

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-06-04-stf-mantem-imunidade-de-nikolas-ferreira-falas-em-cpmi-e-redes/

Entre o espetáculo e o silêncio: o paradoxo de existir nas redes / Sergio Freire

Entre o espetáculo e o silêncio: o paradoxo de existir nas redes

Essa fala acerta em cheio um dilema: a gente vive numa sociedade que pede visibilidade para nos sentirmos vivos, mas que, ao mesmo tempo, condena qualquer exposição. Postar? É carência. Não postar? É esnobismo. Compartilhar? É forçado. Ficar quieto? É indiferença. Sempre tem alguém de plantão para avaliar e dar um valor a tudo que fazemos ou não fazemos na arena pública das redes sociais.

#MídiasSociais #SociedadeDoSelfie

via Sergio Freire

Disponível em: https://blogsergiofreire.wordpress.com/2025/06/13/entre-o-espetaculo-e-o-silencio-o-paradoxo-de-existir-nas-redes/

A Rede da Desinformação: Sistemas, estruturas e dinâmicas nas plataformas de mídias sociais / Raquel Recuero

A Rede da Desinformação: Sistemas, estruturas e dinâmicas nas plataformas de mídias sociais / Raquel Recuero

A obra, resultado das pesquisas da autora no tema, trabalha com a ideia de que a desinformação é um sistema complexo (e por isso, difícil de ser definida apenas como um objeto), que é acoplado ao sistema das plataformas digitais. Deste modo, as plataformas reforçam a desinformação porque esta lhes é benéfica em termos de interação e gera lucro, enquanto a desinformação se beneficia da estrutura algoritmica dessas plataformas.

#Desinformação #LivrosCI #MídiasSociais

Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/midiars/2025/02/16/novo-livro-a-rede-da-desinformacao/

Manipulação algorítmica: o novo normal / Enrique Dans

Manipulação algorítmica: o novo normal

O uso de algoritmos de mídia social para manipular a população e criar opiniões está se tornando parte do novo normal. Em julho de 2024 , ficou claro que jovens alemães que buscavam informações sobre partidos e candidatos no TikTok foram intencionalmente expostos a uma quantidade desproporcional de conteúdo relacionado ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) , buscando aumentar sua popularidade e obter ganhos políticos claros que violam as regras que controlam a administração da propaganda eleitoral.

via Enrique Dans

#MediaçãoAlgorítmica #Twitter #MídiasSociais #Política

Disponível em: https://www.enriquedans.com/2025/02/manipulacion-algoritmica-la-nueva-normalidad.html

O poder civilizatório da informação / Revista Educação

O poder civilizatório da informação

Um sinal amarelo foi aceso em relação ao uso das redes sociais pelos estudantes do mundo. A Meta (empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp) surpreendeu o mundo ao anunciar medidas que fragilizam a integridade e qualidade da informação compartilhada pelos usuários em suas plataformas. A tendência é que esses ambientes digitais se tornem com o tempo ainda menos seguros e transparentes.

#MídiasSocias #Desinformação

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/01/20/poder-civilizatorio-da-informacao/

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