Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem / JCom

Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem? Uma revisão de escopo da geração de impacto / JCom

O impacto mais desejado e medido foi o ganho de conhecimento, enquanto os resultados mais observados foram o interesse e a confiança na ciência. Muitos estudos desejavam impactos específicos, mas não conseguiram mensurá-los. O conteúdo impactante era relevante, visualmente atraente e emocionalmente envolvente. No entanto, os estudos reconheceram que atores não confiáveis ​​também podem manipular essas características para disseminar desinformação. Embora muitos comunicadores científicos assumam a importância da comunicação científica baseada em mídias sociais para o público jovem, as evidências dos resultados observados são limitadas e específicas para plataformas e tópicos.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2405_2025_V02/

Monitoramento Digital da Censura: Tendências e Discursos Online (2024–2025) / OBCOM-ECA-USP

Monitoramento Digital da Censura: Tendências e Discursos Online (2024–2025) / USP

Os insights a partir do monitoramento pelo termo no intervalo de um ano evidencia que a noção de “censura” foi apropriada sobretudo por atores da extrema-direita como recurso estratégico de mobilização. Mais do que descrever restrições reais à liberdade de expressão, o termo passou a operar como marcador simbólico, sustentado por práticas de repetição, ressonância e engajamento algorítmico. Essa dinâmica aponta para a centralidade das plataformas digitais não apenas como arenas de disputa discursiva, mas como infraestruturas que condicionam o alcance e a legitimidade das narrativas políticas.

#Censura #MídiasSociais #Política

Disponível em: https://obcom.net.br/wp-content/uploads/2025/09/Monitoramento-Digital-da-Censura_-Tendencias-e-Discursos-Online-2024–2025-1.pdf

Meta Lança o Vibes e Foca em Democratizar a Criação de Vídeos com Inteligência Artificial / Forbes

Meta Lança o Vibes e Foca em Democratizar a Criação de Vídeos com Inteligência Artificial / Forbes

A Meta anunciou, nesta quinta-feira, 25, o Vibes, um novo feed de vídeos centralizado no aplicativo Meta AI. O recurso visa não apenas a descoberta, mas a criação de vídeos curtos utilizando ferramentas de Inteligência Artificial. O Vibes funciona como um hub da Meta dedicado a vídeos gerados por IA. Ao navegar nele, o usuário encontrará uma variedade de vídeos criados por IA, seja por artistas, criadores ou comunidades. A Meta promete que o feed se tornará cada vez mais personalizado ao longo do tempo.

O usuário também pode criar a partir de uma ideia do zero, utilizando ferramentas visuais de IA. Alternativamente, pode-se remixar qualquer vídeo existente no feed, adicionando músicas, mudando o estilo visual ou inserindo novos elementos para que o resultado final seja único.

via Forbes

#IA #MídiasSociais #MídiasGenerativas #Vibes

Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/09/meta-lanca-o-vibes-e-foca-em-democratizar-a-criacao-de-videos-com-inteligencia-artificial/

A IA e as mídias sociais estão por toda parte na vida dos adolescentes. Elas podem impactar as habilidades cognitivas? / CBC

A IA e as mídias sociais estão por toda parte na vida dos adolescentes. Elas podem impactar as habilidades cognitivas? / CBC

Embora ele tenha dito que é muito cedo para dizer se o ChatGPT e similares impactaram as mentes jovens ou as capacidades de aprendizagem, seus alunos, no entanto, compartilharam que se sentem “mais preguiçosos agora porque sabem que podem pegar atalhos com a IA”, disse ele.

Se mais estudantes recorrerem ao GenAI para escrever, Heng Hartse se preocupa com o achatamento das opiniões, já que menos estudantes praticam a expressão de suas vozes únicas, o que ele considera o objetivo principal de aprender a escrever, ler textos e construir argumentos para apoiar seus pontos de vista.

#MídiasSociais #Adolescentes #Cognição #IA

Disponível em: https://www.cbc.ca/news/canada/teen-brains-technology-aids-1.7604341

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Você, como divulgador científico — e muitas vezes também como cientista — já parou para pensar na verificação desses números apresentados pelas plataformas digitais do palestrante super “hypado” que você escolheu — aqueles que associamos a relevância e credibilidade — correspondem de fato à realidade?

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável?

E, mais importante: qual é a nossa responsabilidade como divulgadores de ciência ao perpetuar influencers e conteúdos cuja base de relevância e credibilidade não pode ser conferida ou devidamente embasada?

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais #Credibilidade #Popularidade

via MindFlow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/credibilidade-ou-popularidade-quem-define-o-que-e-confiavel/

As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

As redes já não são sociais: uma autópsia de uma promessa quebrada / Story Baker

Foi desenhado um cenário em que as redes sociais democratizariam a capacidade dos utilizadores de expressarem os seus sentimentos sem discriminação ou enviesamento. Hoje, as opiniões são segmentadas e condicionadas tanto pelo número de seguidores que temos como pelo que o algoritmo decide.

É mentira que a opinião de uma pessoa importa tanto como a de outra. Dada a relação direta entre alcance, popularidade e monetização, os utilizadores deixaram de publicar conteúdo e, em vez disso, geraram conteúdo que interessa às plataformas.

#MídiasSociais

via Story Baker

Disponível em: https://www.storybaker.co/p/las-redes-ya-no-son-sociales-autopsia

Disseminação da informação nas redes sociais das bibliotecas multiníveis do IFRJ / PPGGOC- UFMG

Disseminação da informação nas redes sociais das bibliotecas multiníveis do IFRJ: recomendações baseadas em revisão sistemática da literatura e no mapeamento de práticas / PPGGOC- UFMG

Os resultados revelam categorias, padrões e desafios presentes na comunicação digital das bibliotecas, os quais foram sistematizados em recomendações que orientam a produção e organização de conteúdos informacionais. Essas diretrizes visam a fortalecer a presença digital das bibliotecas, promovendo maior engajamento com os usuários e ampliando sua relevância social. A pesquisa conclui que o uso das redes sociais pelas bibliotecas do IFRJ é uma prática promissora, mas ainda em processo de consolidação. Para que esse potencial seja plenamente alcançado, são necessários planejamento estratégico, alinhamento institucional e capacitação técnica dos profissionais. Como desdobramento futuro, propõe-se a ampliação do estudo para outras instituições e a inclusão da percepção dos usuários, com o objetivo de aprimorar o diálogo entre a biblioteca e a comunidade no ambiente digital.

#BibliotecasMultiníveis #DisseminaçãoDaInformação #InstitutosFederais #MídiasSociais

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/84666

SBPC divulga moção de apoio à regulamentação das plataformas digitais e defende soberania tecnológica do Brasil / Jornal da Ciência

SBPC divulga moção de apoio à regulamentação das plataformas digitais e defende soberania tecnológica do Brasil / Jornal da Ciência

O Supremo Tribunal Federal já discute aspectos do Marco Civil da Internet, mas a urgência de uma regulamentação eficaz é evidente. Estudos científicos demostram que a desinformação representa ameaça concreta à democracia, à ciência e aos direitos humanos. Propostas legislativas que eliminem o “dever de cuidado” das plataformas – obrigação de moderar conteúdos relacionados a crimes contra o Estado Democrático de Direito, terrorismo, incitação ao suicídio, crimes contra crianças e adolescentes, racismo, violência contra a mulher e infrações sanitárias em emergências de saúde pública – desconsideram evidências científicas e tornam inócuas quaisquer políticas de enfrentamento desses problemas.

Defendemos, portanto, a adoção de políticas de regulamentação das plataformas digitais, orientadas pelo conhecimento científico e voltadas para o desenvolvimento nacional, afastando interesses negacionistas e contrários à soberania do país. Além de uma legislação adequada, é fundamental que o Poder Executivo implemente ações estratégicas que fortaleçam a autonomia tecnológica brasileira.

#SBPC #MídiasSociais #Regulamentação

via Jornal da Ciência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-divulga-mocao-de-apoio-a-regulamentacao-das-plataformas-digitais-e-defende-soberania-tecnologica-do-brasil/

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais / BBC

Kay: Você acha que chegaremos a um mundo de postagens zero, onde pessoas como eu e você simplesmente não postamos mais online?

Chayka: Acho que sim. Acho que irá chegar mais cedo do que esperamos, simplesmente porque não há mais incentivo para fazer postagens. Por que postar as suas selfies ou seu café da manhã se ninguém presta atenção, se você não atinge seus amigos e simplesmente concorre com todo esse lixo remoto abstraído que há por aí? Talvez as redes sociais fossem, de certa forma, essa aberração ou fuga. E essa ideia de que toda pessoa normal deve compartilhar sua vida em público era meio que falsa desde o princípio. Agora, estamos acordando um pouco e vendo os danos que aquilo causou. E mudando um pouco os nossos hábitos.

#MídiasSociais

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93k3n891n9o

Social Media Toolkit / American Library Association

Social Media Toolkit (para Bibliotecas e bibliotecários)

Um advocacy eficaz por meio das mídias sociais começa com relacionamentos sólidos com influenciadores da comunidade local e líderes eleitos nos níveis local, estadual e federal. Confira estas estratégias para chamar a atenção dos seus legisladores e defender as bibliotecas.

#Guias #MídiasSociais #Advocacy #Bibliotecas #ALA #MarketingEmBibliotecas

via American Library Association

Disponível em: https://www.ala.org/sites/default/files/advocacy/content/tools/ALASocialMediaAdvoToolkit.pdf

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel / Porvir

Redes sociais são ralos de tempo, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel: Redes sociais são feitas para serem literalmente ralos de tempo: quanto mais tempo jogamos fora, mais dinheiro os criadores dessas plataformas ganham. As telas são projetadas para fazer a gente passar mais tempo nelas. Mas eu defendo o bom uso da tecnologia, o uso pontual. Se você busca por algo, vá direto naquilo, de maneira específica. Caso queira se distrair com um jogo rápido, fique 10 minutos. Mas o cuidado necessário é não cair na armadilha do “ralo das telas”, onde você rola, rola, rola a tela e o conteúdo nunca acaba. Isso não traz nada de útil.

#MídiasSociais

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/redes-sociais-ralos-de-tempo-suzana-herculano-houzel/

STF reafirma que imunidade parlamentar se estende a redes sociais / Núcleo

STF reafirma que imunidade parlamentar se estende a redes sociais

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a decisão que reconheceu a imunidade parlamentar de um deputado por manifestações em redes sociais. O voto do relator, Ministro André Mendonça, reafirmou que a imunidade parlamentar material se estende a manifestações feitas fora do ambiente do Congresso, incluindo postagens em redes sociais, desde que relacionadas à atividade política.

#MídiasSociais #Política

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-06-04-stf-mantem-imunidade-de-nikolas-ferreira-falas-em-cpmi-e-redes/