Entrevista com Eva Santos sobre sua pesquisa que identificou as infor(vivências) na Casa de Farinha do Povoado Terreirão, na Bahia
A escolha de meu tema emergiu com o nascimento do meu filho em 2016. Me perguntei qual legado eu deixaria para meu filho, para além de bens materiais. Foi quando me dei conta que a minha família ia apenas até minha mãe. Eu nunca tinha me questionado sobre antes da minha mãe, sobre meus avós (eles já encantaram) e demais familiares. Além disso, meu tio-avó construiu em 2016 a casa de farinha que pesquisei, e ele mesmo começou a me contar coisas jamais escutadas antes. Então entendi que eu estava de frente com a memória, com a cultura imaterial. Mas bem antes disso, no ano de 1994, quando eu tinha 10 anos de idade, experimentar 65 dias de férias (dezembro a fevereiro) no Povoado Terreirão, me fez despertar e inquietar com muitas coisas.
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via Divulga-CI

