A aparência e a essência das bibliotecas públicas: uma verdade inconveniente / Facet Publishing

A aparência e a essência das bibliotecas públicas: uma verdade inconveniente / Facet Publishing

A aparência e a essência das bibliotecas públicas: uma verdade inconveniente / Facet Publishing

A verdade inconveniente sobre as bibliotecas públicas é que elas não são o que aparentam ser. A biblioteca pública é frequentemente apresentada como uma instituição segura, acolhedora e inclusiva, neutra, apolítica e não ideológica. Mas além dessa aparência, existe o que Marx chamou de essência, e é isso que exploro com Angela Meady em Descolonizando a Biblioteca Pública (Facet, maio de 2026).

Para entendermos a biblioteca pública moderna e por que tão poucas pessoas da classe trabalhadora e indígenas a utilizam, precisamos compreender sua história e, em particular, o mito fundador de que as bibliotecas públicas foram um presente da classe dominante para a classe trabalhadora.

Uma análise minuciosa dos debates que antecederam a Lei das Bibliotecas Públicas de 1850, bem como uma avaliação dos discursos proferidos na inauguração das primeiras bibliotecas públicas da Inglaterra, revelam uma história bem diferente. As bibliotecas públicas foram concebidas para controlar os hábitos de leitura dos trabalhadores, incutir valores da classe média nas massas e fiscalizar o tempo ocioso do proletariado industrial.

#BibliotecasPúblicas

Disponível em:

Disponível em: https://www.facetpublishing.co.uk/page/article-detail/the-appearance-and-the-essence-of-public-libraries-an-inconvenient-truth/

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