Como usar diretrizes internacionais e inteligência artificial na auditoria metodológica de pesquisas clínicas / Science Arena
Uma abordagem para mitigar esses riscos foi apresentada por João Brainer, médico neurologista e pesquisador clínico do Einstein Hospital Israelita, em encontro virtual promovido pelo Science Arena. O especialista defende que a estratégia central está em alimentar os modelos de linguagem com os principais guidelines internacionais da área, como o PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses, para revisões sistemáticas) ou o CONSORT (Consolidated Standards of Reporting Trials, para ensaios clínicos randomizados), antes de iniciar qualquer análise.
Ao cruzar os requisitos dessas diretrizes com os dados preliminares do estudo, a IA passa a funcionar como ferramenta de auditoria prévia. O objetivo é que o pesquisador possa refinar elementos como o tamanho amostral, os desfechos (outcomes) e as subanálises antes de submeter o trabalho à avaliação por pares.
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