Racismo algorítmico e a cor da pele que ainda pesa nos dados da IA / Bits da Biblio
A máquina não inventa o racismo. Ela o reproduz, com selo de precisão, sem culpa, sem rosto. Como se fosse técnica, mas é política.
E afeta vidas reais, como a de Robert Williams, preso por um crime que não cometeu, por causa de um sistema de reconhecimento facial que confundiu um rosto negro com outro. Esse não é um caso isolado.
E a situação piora quando ampliamos o foco. As IAs generativas, por exemplo, reforçam o padrão branco como norma. Quando pedimos para criar imagens de pessoas, os resultados mostram uma lógica clara: brancos aparecem como referência, negros como exceção. E quando aparecem, vêm carregados de estereótipos.
#RacismoAlgorítmico
via Bits da Biblio
Disponível em: https://bitsdabiblio.substack.com/p/bit-125-racismo-algoritmico-e-a-cor

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