O que eu aprendi rejeitando bons manuscritos / Limongi

O que eu aprendi rejeitando bons manuscritos / Limongi

O que eu aprendi rejeitando bons manuscritos / Limongi

Há uma diferença decisiva entre afirmar “há escassez de estudos sobre X” e demonstrar “há uma tensão conceitual em aberto sobre X e este artigo ajuda a resolvê-la”. A primeira formulação aponta ausência. A segunda aponta necessidade intelectual. A primeira abre espaço para mais um estudo. A segunda razão para ler aquele estudo.

Muitos autores aprenderam a construir introduções que enfatizam a relevância prática e o crescente interesse. Mas poucos param para formular, com rigor, a natureza do problema teórico. O resultado é uma introdução funcional, porém fraca: o leitor entende que o tema importa, mas não entende por que aquele artigo precisa existir.

#EscritaCientífica

via Limongi

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-190947403

Deixe uma resposta