Como “cientista de livros”, trabalho com microscópios, tecnologias de imagem e IA para preservar textos antigos / The Conversation

Como “cientista de livros”, trabalho com microscópios, tecnologias de imagem e IA para preservar textos antigos / The Conversation

O patrimônio cultural está constantemente ameaçado. Nos últimos anos, testemunhamos a destruição de museus, arquivos e bibliotecas em todo o mundo — desde incêndios florestais na Califórnia a bombardeios em Gaza e guerras na Ucrânia e no Irã .

Enquanto isso, cientistas especializados em livros trabalham incansavelmente com uma variedade de tecnologias — incluindo microscópios, imagens multiespectrais e inteligência artificial — para recuperar, compreender e preservar muitos textos antigos valiosos.

Essa abordagem transforma o que podemos saber sobre o passado, à medida que aprendemos como os livros antigos eram feitos e como se modificam ao longo do tempo. Ela também nos ajuda a cuidar de acervos frágeis em um momento em que as mudanças climáticas e a digitalização em massa estão remodelando o trabalho com o patrimônio cultural.

via The Conversation

#PatrimônioCultural #PreservaçãoDigital #PatrimônioBibliográfico

Disponível em: https://theconversation.com/as-a-book-scientist-i-work-with-microscopes-imaging-technologies-and-ai-to-preserve-ancient-texts-278154

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva / Divulga-CI

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva / Divulga-CI

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

#Biblioteconomia #Instagram #MídiasSociais

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-03-mar-2026/obiblioteco-o-diferente-que-deu-certo-por-rafael-silva/

Quando o texto da exposição é o objeto de pesquisa / Thiagoteca

Quando o texto da exposição é o objeto de pesquisa / Thiagoteca

Quando pensamos em pesquisa sobre museus, a tendência é imaginar estudos sobre peças, coleções, proveniência dos acervos ou práticas de conservação. Esses são campos legítimos e necessários.

A Ciência da Informação, porém, faz uma pergunta diferente. Não pergunta o que o museu guarda. Pergunta como o museu comunica o que guarda. E, dentro dessa comunicação, os textos são um elemento central que raramente recebe atenção analítica sistemática. Nas exposições, os textos aparecem em formatos variados. Há os textos introdutórios, que enquadram o tema geral da exposição. Há as legendas dos objetos, que identificam, datam e descrevem. Há os painéis temáticos, que desenvolvem argumentos. Há os textos de parede, que criam atmosfera e contexto. Cada um desses formatos cumpre uma função diferente no processo de mediação.

#MediaçãoDaInformação #Museus #Exposição

via Thiagoteca

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/04/09/legenda-de-museu-objeto-de-pesquisa-mediacao-da-informacao/

Cooperação brasileira com os países do Mercosul (1991-2020): evolução e tendências no campo da pesquisa cientìfica / PPGCI – UFBA

Cooperação brasileira com os países do Mercosul (1991-2020): evolução e tendências no campo da pesquisa cientìfica / PPGCI – UFBA

O corpus da pesquisa corresponde à produção científica do Brasil em cooperação com os países membros plenos, coletada na base de dados Scopus no período de 1991 a 2020. O estudo foi desenvolvido em três etapas: levantamento da produção científica conjunta; identificação dos principais indicadores de produção (autores, países, periódicos, instituições e agências de fomento); e análise da coocorrência de palavras-chave do autor e de sua evolução temporal por meio do software SciMAT. Os resultados evidenciam a Argentina como principal parceira científica do Brasil, reunindo 9.387 artigos no período de 2011 a 2020, o que representa 49,7% de sua produção cooperada nas três décadas analisadas. O Brasil figura como o maior articulador regional, enquanto o Uruguai apresenta crescimento progressivo, e o Paraguai se encontra em processo de consolidação científica, com forte dependência de parcerias externas. A análise de coocorrência de palavras-chave do autor revelou que a cooperação Brasil–Paraguai se concentra nas Ciências da Saúde, Biológicas e Agrárias; a cooperação Brasil–Uruguai destaca as Ciências da Saúde, Biológicas, Naturais e Químicas; e a parceria Brasil–Argentina demonstra uma colaboração ampla e interdisciplinar, com forte presença das Ciências da Saúde e Biológicas, além de integração significativa com as Ciências Exatas e da Terra.

#Ciência #ColaboraçãoCientífica #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44336

A loucura da leitura / Biblogtecarios

A loucura da leitura / Biblogtecarios

Acho importante ter em mente que transtorno mental e deficiência nem sempre são termos que andam juntos, mas há casos em que sabemos que esses problemas podem ser incapacitantes e afetar significativamente o desenvolvimento da vida diária, profissional ou social.

Em nosso trabalho, atender usuários de bibliotecas com deficiências psiquiátricas ou psicológicas exige uma abordagem inclusiva baseada na acessibilidade cognitiva, empatia e não estigmatização. Pessoas com problemas de saúde mental são frequentemente tratadas como vítimas e agressores, e até mesmo consideradas violentas, mesmo quando isso ocorre em raríssimos casos. Portanto, é essencial conscientizar e tentar nos libertar de certos estereótipos ou estigmas que podem dificultar nossas interações e os serviços que lhes prestamos.

#Biblioterapia

via Biblogtecarios

Disponível em: https://www.biblogtecarios.es/fatimacanosa/la-locura-de-la-lectura/

Google prepara botão para sites barrarem IA na Busca / GizBr

Google prepara botão para sites barrarem IA na Busca / GizBr

O Google afirmou que desenvolve novos controles de busca para permitir que sites saiam de recursos generativos de IA de forma mais específica. A proposta surge como resposta às preocupações da autoridade de concorrência do Reino Unido, que acompanha o peso da empresa no mercado de buscas. O tema importa porque envolve três pontos sensíveis ao mesmo tempo: acesso à informação, sobrevivência de publishers e poder de escolha do usuário.

#Google #Buscadores

via GizBr

Disponível em: https://gizbr.uol.com.br/google-prepara-opcao-para-sites-barrarem-ia-na-busca-no-reino-unido/

Conservadorismo e revolução (ou reformismo) na Biblioteconomia e na Ciência da Informação / Diversa

Conservadorismo e revolução (ou reformismo) na Biblioteconomia e na Ciência da Informação / Diversa

Revoluções na Biblioteconomia e na Ciência da Informação não são impossíveis, mas muito difíceis. Devem elas tocar e questionar o que se entende estruturado, sedimentado, solidificado. Essa estrutura sustenta as concepções conservadoras, algumas quase fascistas.

As discussões sobre o protagonismo social, visto pelas lentes e olhos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, com a informação e o conhecimento como formas de sua possível concretude, reconduzem para o palco um tema que ficou esquecido desde os tempos da ditadura explícita, passando pelo neoliberalismo, voltado não somente para a economia, e chegando até um recrudescimento do conservadorismo em várias instâncias da sociedade: a resistência.

A resistência deve ser alvo de análise, deve ser mote de ações não só em relação a cultura, economia, educação, política e outros segmentos, mas, e talvez em especial, dentro das próprias áreas da Biblioteconomia e da Ciência da Informação.

#Biblioteconomia #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://revistas.ufpr.br/diver/article/view/45052/27431

Identificação de hiperautoria em publicações científicas / Journal of Informetrics

Identificação de hiperautoria em publicações científicas: uma abordagem baseada em métodos de detecção de outliers / Journal of Informetrics

O fenômeno da hiperautoria — caracterizado por um número excessivo de coautores em publicações científicas — emergiu como uma preocupação significativa na análise bibliométrica contemporânea. Embora o crescimento da pesquisa colaborativa esteja bem documentado, métodos sistemáticos para identificar o que constitui autoria “excessiva” ainda são pouco desenvolvidos. Este estudo apresenta uma abordagem abrangente para a identificação da hiperautoria com base em métodos de detecção de outliers, analisando mais de 52 milhões de publicações do Scopus (2003–2024) em 310 categorias.

#Autoria

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.joi.2026.101803

A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030 / Revista Brasileira de Preservação Digital

A preservação digital como aceleradora dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na agenda 2030: o papel estratégico dos repositórios institucionais / Revista Brasileira de Preservação Digital

Resultados: Os resultados mostram que os RIs atuam como infraestruturas sociotécnicas essenciais para democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer práticas educacionais, promover inovação tecnológica, reduzir desigualdades informacionais, otimizar recursos e ampliar a transparência institucional. Também favorecem parcerias e internacionalização por meio de padrões de interoperabilidade como DOI, ORCID, OAI-PMH, METS e PREMIS. As contribuições observadas dialogam diretamente com os ODS selecionados. Conclusão: Conclui-se que os RIs transcendem sua função arquivística e se afirmam como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento sustentável. Ao integrar preservação digital, AA e governança informacional, contribuem para ecossistemas de conhecimento mais inclusivos, inovadores e sustentáveis, alinhados aos princípios da Agenda 2030.

#Repositórios #Agenda2023

Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/rebpred/article/view/20986

O lado sombrio da autoria científica / Questão de Ciência

O lado sombrio da autoria científica / Questão de Ciência

Em 2017, a National Academies of Sciences dos EUA publicou o documento Fostering Integrity in Research (“Promovendo a Integridade na Pesquisa”). Entre as práticas de autoria classificadas como altamente questionáveis e violadoras da integridade do empreendimento científico destacam-se: autoria de presente / honorária, autoria fantasma e autoria coercitiva.

Vamos compreender o que significa cada uma dessas práticas infames.

#Autoria #IntegridadeEmPesquisa

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/04/09/o-lado-sombrio-da-autoria-cientifica

Rede SciELO no Ranking de Portais de Periódicos de Acesso Aberto. Edição de março de 2026 / Boletín SciELO-México

Rede SciELO no Ranking de Portais de Periódicos de Acesso Aberto. Edição de março de 2026 / Boletín SciELO-México

O Ranking Transparente de Portais de Periódicos de Acesso Aberto (AA) é publicado anualmente desde 2008 como parte do Portal de Rankings Webometrics. Atualmente, é publicado no repositório Figshare.

Esta edição avalia os repositórios com base no número total de itens indexados pelo Google Acadêmico (excluindo citações) durante a terceira semana de março de 2026.

Existem cinco listas separadas que incluem todos os repositórios, repositórios institucionais, portais, CRIS (Centros de Serviços de Pesquisa e Inovação), repositórios de dados e repositórios da Espanha.

#AcessoAberto #SciELO

Disponível em: https://boletinscielomx.blogspot.com/2026/04/red-scielo-en-ranking-de-portales-de.html

A desinformação não é um erro – é o funcionamento do sistema / Observatório de Imprensa

A desinformação não é um erro – é o funcionamento do sistema / Observatório de Imprensa

Ao contrário do que se costuma afirmar, não estamos diante de um ambiente comunicacional contaminado por conteúdos falsos que escaparam ao controle. Estamos, antes, diante de um ecossistema que favorece, distribui e amplifica determinadas formas de conteúdo — independentemente de sua veracidade — desde que estas cumpram um critério central: a capacidade de captar e reter atenção. Nesse sentido, a desinformação não rompe com a lógica midiática contemporânea; ela opera exatamente no seu interior.

A centralidade da atenção como recurso econômico ajuda a compreender esse cenário. No contexto do chamado capitalismo de vigilância, descrito por Zuboff (2019), o valor da informação não reside apenas no seu conteúdo, mas na sua capacidade de gerar interação, previsibilidade e comportamento. Conteúdos que provocam indignação, medo ou choque tendem a circular mais rapidamente — e, por isso, tornam-se mais valiosos dentro dessa lógica. A desinformação, nesse quadro, não é um problema técnico: é um ativo funcional.

#Desinformação

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/economia-da-atencao/a-desinformacao-nao-e-um-erro-e-o-funcionamento-do-sistema/

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