“Cérebro podre”: entenda o que é “brain rot”, eleita a palavra do ano / Olhar Digital

“Cérebro podre”: entenda o que é “brain rot”, eleita a palavra do ano

“Brain rot”, ao pé da letra, quer dizer cérebro podre ou cérebro apodrecido.
Trata-se de um termo amplamente utilizado nas mídias sociais, principalmente pelos jovens.
Sabe quando você fica vários minutos passando pelo feed do Instagram ou assistindo a vídeos do TikTok?
Sabe quando esses minutos podem acabar virando horas e, quando se dá conta, fica uma sensação de vazio dentro de você?
Isso é o “brain rot”.

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2024/12/02/olha-isso/cerebro-podre-entenda-o-que-e-brain-rot-eleita-a-palavra-do-ano/

Brasileiros passam 9 horas por dia nas redes sociais, diz pesquisa / Portal Information Management

Brasileiros passam 9 horas por dia nas redes sociais, diz pesquisa

O Brasil se destaca mundialmente pelo tempo que seus cidadãos passam online — em média, 9 horas e 13 minutos por dia, segundo o “Relatório Digital 2024: 5 billion social media users”, da We Are Social e Meltwater. O país fica apenas alguns minutos atrás da África do Sul, com 9h24.

Por sua vez, a mais recente edição da análise “Tendências de Social Media” da Comscore (2023) coloca o Brasil como o terceiro maior consumidor de redes sociais digitais em todo o planeta. YouTube, com alcance de 96,4%; Facebook (85,1%); e Instagram (81,4%) são as redes que aparecem no estudo como as mais acessadas.

via Portal Information Management

#ConsumoDeInformação #MídiasSociais

Disponível em: https://docmanagement.com.br/11/14/2024/brasileiros-passam-9-horas-por-dia-nas-redes-sociais-diz-pesquisa/

Economia de atenção / Cuadernos de periodistas

Economia de atenção

No passado, a informação era um recurso muito escasso. Foi consumido por uma minoria e produzido por uma minoria ainda mais minoritária. Com o surgimento dos meios de comunicação de massa, a informação tornou-se um recurso à disposição das classes médias, mas os “criadores de conteúdo” continuaram a ser uma minoria composta por jornalistas, atores, roteiristas… O aparecimento da Internet mudou tudo, pois a informação tornou-se um recurso superabundante e o número de criadores de conteúdos multiplicou-se exponencialmente, como previu McLuhan. Na rádio e na televisão, o tempo de “informação” é claramente limitado e os utilizadores podem escolher se querem ou não ouvir a notícia. Na Internet, o limite é muito confuso. Ao entrar nas mídias sociais você encontra entretenimento e informação e talvez esse seja um dos motivos que jogou a mídia nos braços do clickbait, já que é muito difícil competir com o entretenimento.

via Cuadernos de periodistas

#EconomiaDaAtenção #HistóriaDasMídias #MídiasSociais

Disponível em: https://www.cuadernosdeperiodistas.com/economia-de-la-atencion/

A rotina traumatizante dos moderadores de redes sociais: ‘Sacrifico minha saúde mental pelos outros’ / BBC

A rotina traumatizante dos moderadores de redes sociais: ‘Sacrifico minha saúde mental pelos outros’

O TikTok destaca que os vídeos são inicialmente analisados por tecnologia automatizada que, segundo a empresa, remove um grande volume de conteúdo prejudicial.

Já a OpenAI – a empresa responsável pelo ChatGPT – declarou reconhecer o trabalho importante e, às vezes, desafiador dos profissionais humanos que treinam a IA para identificar essas fotos e vídeos.

via BBC

#MediaçãoDaInformação #MídiasSociais

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2d5j3pzewo

A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais / Hipermediaciones

A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais

Este não é o primeiro nem será o último movimento de uma plataforma para outra. A evolução do ecossistema mediático é atravessada por constantes migrações entre dispositivos (do Walkman para o iPod), formatos (do WAV para o MP3), suportes (do cinema para a televisão) e plataformas (do Twitter/X para… Mastodon ? Threads ? Bluesky ? ). No caso de um ecossistema complexo, a pior coisa que podemos fazer é reduzir esses deslocamentos a movimentos lineares de A > B ou pensar que ocorrem por uma única causa . A perspectiva evolutiva deverá ajudar-nos a compreender melhor estas dinâmicas da esfera mediática que, de tempos a tempos, nos obrigam a tomar decisões.

via Hipermediaciones

Disponível em: https://hipermediaciones.com/2024/11/17/la-fuga-de-twitter-x-y-la-larga-marcha-de-las-migraciones-digitales/

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas / Palabra Clave

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas

Como principal resultado foi possível verificar através dos estudos revisados, diferentes aspectos como: benefícios da utilização desses canais, indicadores para análises, redes sociais mais utilizadas para divulgar seus artigos e se comunicar com autores e leitores, entre outros. Por fim, conclui-se que as revistas científicas que implementaram estratégias de comunicação incluindo a utilização de redes sociais gerais, acadêmicas e profissionais apresentam resultados satisfatórios.

via Palabra Clave

#ComunicaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe236

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

“Visibilidade, impacto e presença online têm sido questões cada vez mais discutidas quando se pensa em comunicação científica no contexto da Ciência 2.0. Sugerem novas práticas de cientistas que publicam resultados experimentais ou finais, matérias, novas teorias, reivindicações de descoberta e de projetos na web para que outros possam ver, compartilhar e comentar” – Ronaldo Araújo

via Jornal da Universidade

#Cientistas #MídiasSociais #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/plataformas-academicas-e-redes-sociais-auxiliam-cientistas-a-ampliar-relacoes-e-interagir-com-diferentes-publicos/

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica / Pesquisa Fapesp

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica

“As universidades públicas têm sido atacadas no atual cenário de desinformação”, destaca Thaiane Moreira de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que não participou do estudo. “Por isso, é importante entender como essa comunicação ocorre, circula e o que é preciso fazer para melhorar”, complementa a pesquisadora, uma das coordenadoras de um relatório sobre desinformação lançado em junho pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). Um dos capítulos destaca a necessidade de as instituições de ensino superior fortalecerem suas equipes e ações de comunicação.

via Pesquisa Fapesp

#UniversidadesPúblicas #MídiasSociais

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/universidades-federais-enfrentam-o-desafio-de-furar-a-bolha-academica/

Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais / Exame

Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais

Publicações em vídeo têm conquistado o maior espaço entre as postagens de marcas em redes sociais. Imagens ainda mantêm sua relevância, mas o texto segue perdendo espaço. De acordo com o estudo realizado pela Buzzmonitor, o vídeo se tornou o principal formato utilizado por marcas nos últimos três anos, representando 38,4% das postagens em 2024.

via Exame

#MídiasSociais

Disponível em: https://exame.com/marketing/videos-se-estabelecem-como-principal-formato-nas-publicacoes-de-marcas-em-redes-sociais/

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online / Brajis

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online

Conclui-se que os usuários das redes sociais online, quando ingênuos e inertes, são parte do problema e, por isso, precisam ser mais reativos, em vez de, consciente ou inconscientemente, se tornarem agentes de desinformação.

#Desinformação #MídiasSociais

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/16252

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”/ El Salto

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”

“O declínio das plataformas sociais avançou na proporção da percepção de que são um problema para a democracia”, lê-se em As redes são nossas (consonni, 2024), ensaio em que Marta G. Franco lembra que noutro tempo, não muito atrás, redes sociais como o Twitter eram outra coisa. Também traz alguns guias e exemplos de como viabilizar redes com valores e funções bem diferentes dos oferecidos atualmente. Convencido de que a Internet pode ser um território onde “aprendemos, colaboramos e caminhamos para algo muito mais parecido com o mundo onde gostaríamos de viver”, o autor sugere que “se nos preocupamos com a privacidade e o extrativismo, temos que abandonar gradualmente as plataformas sociais comerciais. Embora também ressalte que este gesto não está ao alcance de todos, pois existem vínculos e necessidades profissionais e afetivas que o impedem.

#MídiasSociais

via El Salto

Disponível em: https://www.elsaltodiario.com/redes-sociales/entrevista-marta-g-franco-libro-redes-son-internet-twitter-bluesky-mastodon

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi / Núcleo

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi

O governo federal iniciou um projeto para monitorar o “negacionismo climático” nas redes e deve lançar um “painel” que fornecerá dados sobre desinformação ambiental na internet ainda em 2024, mostram documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Núcleo.

A iniciativa é do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e terá um custo total de R$4,14 milhões. O sistema em desenvolvimento está sendo abastecido por dados extraídos de Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, Telegram e X.

#NegacionismoClimático #DesinformaçãoAmbiental #MídiasSociais

Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2024-09-03-ministerio-meio-ambiente-monitoramento-desinformacao-climatica-redes/

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