Adolescentes, mídias sociais e tecnologia 2024 / Pew

Adolescentes, mídias sociais e tecnologia 2024

Os adolescentes mais velhos são mais propensos do que os mais jovens a usar cada uma das plataformas que perguntamos. Notavelmente, os adolescentes de 15 a 17 anos têm maior probabilidade do que aqueles de 13 a 14 anos de dizer que usam o Instagram (72% vs. 43%) ou o Snapchat (63% vs. 44%).

As diferenças são mais modestas para plataformas como o YouTube, que a maioria dos adolescentes mais velhos (92%) e mais jovens (87%) usam.

via Pew

#MídiasSociais

Disponível em: https://www.pewresearch.org/internet/2024/12/12/teens-social-media-and-technology-2024/

O fim das redes sociais começou / Núcleo

O fim das redes sociais começou

As redes sociais nunca foram um lugar sensacional de estar, sempre tiveram seus péssimos exemplos de humanidade. Mas ultimamente as grandes plataformas cada vez mais passaram a ser um playground de criadores de conteúdo obcecados em ganhar a vida com seus cortes, diminuindo valor que elas já tiveram para a sociedade. Estamos todos empapuçados, e nem redes novas e promissoras como o Bluesky vão nos fazer escapar disso.

#MídiasSociais

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/linhafina/2024-12-16-o-fim-das-redes-sociais-comecou/

Acervos museológicos nas mídias sociais: análise da mediação da informação dos acervos dos museus públicos federais brasileiros / PPGCI – UFSC

Acervos museológicos nas mídias sociais: análise da mediação da informação dos acervos dos museus públicos federais brasileiros

Como resultados, a pesquisa apresenta um panorama estatístico do uso das mídias sociais na divulgação dos acervos dos museus públicos federais, uma ferramenta com parâmetros para aferir boas práticas para a mediação da informação dos acervos nas mídias sociais e a análise de 10 publicações de acervos de 10 museus no Instagram. A pesquisa constata que poucos museus realizam de forma frequente a mediação da informação de seus acervos nas mídias sociais e propõe a criação de programas voltados para a capacitação dos profissionais de museus, a fim de possibilitar a disseminação dos acervos nas mídias sociais.

#Museus #MídiasSociais

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261488

As piores redes sociais de 2024 / Núcleo

As piores redes sociais de 2024

1 – Kwai
O Kwai é onde o entretenimento online morre e nasce um zumbi da desgraça comunitária.
Essa rede social beira a criminalidade, repleta de incentivos a plágio em troca de centavos, conteúdo que sexualiza menores de idade, exploração de trabalho, promoção de bets para menores, desinformação, golpes de recompensa para crianças em troca de tempo de tela, clonagem de contas, entre outras coisas péssimas.

#MídiasSociais #Kwai

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/recomendacoes/2024-12-09-as-piores-redes-sociais-de-2024/

“Cérebro podre”: entenda o que é “brain rot”, eleita a palavra do ano / Olhar Digital

“Cérebro podre”: entenda o que é “brain rot”, eleita a palavra do ano

“Brain rot”, ao pé da letra, quer dizer cérebro podre ou cérebro apodrecido.
Trata-se de um termo amplamente utilizado nas mídias sociais, principalmente pelos jovens.
Sabe quando você fica vários minutos passando pelo feed do Instagram ou assistindo a vídeos do TikTok?
Sabe quando esses minutos podem acabar virando horas e, quando se dá conta, fica uma sensação de vazio dentro de você?
Isso é o “brain rot”.

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2024/12/02/olha-isso/cerebro-podre-entenda-o-que-e-brain-rot-eleita-a-palavra-do-ano/

Brasileiros passam 9 horas por dia nas redes sociais, diz pesquisa / Portal Information Management

Brasileiros passam 9 horas por dia nas redes sociais, diz pesquisa

O Brasil se destaca mundialmente pelo tempo que seus cidadãos passam online — em média, 9 horas e 13 minutos por dia, segundo o “Relatório Digital 2024: 5 billion social media users”, da We Are Social e Meltwater. O país fica apenas alguns minutos atrás da África do Sul, com 9h24.

Por sua vez, a mais recente edição da análise “Tendências de Social Media” da Comscore (2023) coloca o Brasil como o terceiro maior consumidor de redes sociais digitais em todo o planeta. YouTube, com alcance de 96,4%; Facebook (85,1%); e Instagram (81,4%) são as redes que aparecem no estudo como as mais acessadas.

via Portal Information Management

#ConsumoDeInformação #MídiasSociais

Disponível em: https://docmanagement.com.br/11/14/2024/brasileiros-passam-9-horas-por-dia-nas-redes-sociais-diz-pesquisa/

Economia de atenção / Cuadernos de periodistas

Economia de atenção

No passado, a informação era um recurso muito escasso. Foi consumido por uma minoria e produzido por uma minoria ainda mais minoritária. Com o surgimento dos meios de comunicação de massa, a informação tornou-se um recurso à disposição das classes médias, mas os “criadores de conteúdo” continuaram a ser uma minoria composta por jornalistas, atores, roteiristas… O aparecimento da Internet mudou tudo, pois a informação tornou-se um recurso superabundante e o número de criadores de conteúdos multiplicou-se exponencialmente, como previu McLuhan. Na rádio e na televisão, o tempo de “informação” é claramente limitado e os utilizadores podem escolher se querem ou não ouvir a notícia. Na Internet, o limite é muito confuso. Ao entrar nas mídias sociais você encontra entretenimento e informação e talvez esse seja um dos motivos que jogou a mídia nos braços do clickbait, já que é muito difícil competir com o entretenimento.

via Cuadernos de periodistas

#EconomiaDaAtenção #HistóriaDasMídias #MídiasSociais

Disponível em: https://www.cuadernosdeperiodistas.com/economia-de-la-atencion/

A rotina traumatizante dos moderadores de redes sociais: ‘Sacrifico minha saúde mental pelos outros’ / BBC

A rotina traumatizante dos moderadores de redes sociais: ‘Sacrifico minha saúde mental pelos outros’

O TikTok destaca que os vídeos são inicialmente analisados por tecnologia automatizada que, segundo a empresa, remove um grande volume de conteúdo prejudicial.

Já a OpenAI – a empresa responsável pelo ChatGPT – declarou reconhecer o trabalho importante e, às vezes, desafiador dos profissionais humanos que treinam a IA para identificar essas fotos e vídeos.

via BBC

#MediaçãoDaInformação #MídiasSociais

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2d5j3pzewo

A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais / Hipermediaciones

A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais

Este não é o primeiro nem será o último movimento de uma plataforma para outra. A evolução do ecossistema mediático é atravessada por constantes migrações entre dispositivos (do Walkman para o iPod), formatos (do WAV para o MP3), suportes (do cinema para a televisão) e plataformas (do Twitter/X para… Mastodon ? Threads ? Bluesky ? ). No caso de um ecossistema complexo, a pior coisa que podemos fazer é reduzir esses deslocamentos a movimentos lineares de A > B ou pensar que ocorrem por uma única causa . A perspectiva evolutiva deverá ajudar-nos a compreender melhor estas dinâmicas da esfera mediática que, de tempos a tempos, nos obrigam a tomar decisões.

via Hipermediaciones

Disponível em: https://hipermediaciones.com/2024/11/17/la-fuga-de-twitter-x-y-la-larga-marcha-de-las-migraciones-digitales/

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas / Palabra Clave

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas

Como principal resultado foi possível verificar através dos estudos revisados, diferentes aspectos como: benefícios da utilização desses canais, indicadores para análises, redes sociais mais utilizadas para divulgar seus artigos e se comunicar com autores e leitores, entre outros. Por fim, conclui-se que as revistas científicas que implementaram estratégias de comunicação incluindo a utilização de redes sociais gerais, acadêmicas e profissionais apresentam resultados satisfatórios.

via Palabra Clave

#ComunicaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe236

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

“Visibilidade, impacto e presença online têm sido questões cada vez mais discutidas quando se pensa em comunicação científica no contexto da Ciência 2.0. Sugerem novas práticas de cientistas que publicam resultados experimentais ou finais, matérias, novas teorias, reivindicações de descoberta e de projetos na web para que outros possam ver, compartilhar e comentar” – Ronaldo Araújo

via Jornal da Universidade

#Cientistas #MídiasSociais #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/plataformas-academicas-e-redes-sociais-auxiliam-cientistas-a-ampliar-relacoes-e-interagir-com-diferentes-publicos/

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica / Pesquisa Fapesp

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica

“As universidades públicas têm sido atacadas no atual cenário de desinformação”, destaca Thaiane Moreira de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que não participou do estudo. “Por isso, é importante entender como essa comunicação ocorre, circula e o que é preciso fazer para melhorar”, complementa a pesquisadora, uma das coordenadoras de um relatório sobre desinformação lançado em junho pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). Um dos capítulos destaca a necessidade de as instituições de ensino superior fortalecerem suas equipes e ações de comunicação.

via Pesquisa Fapesp

#UniversidadesPúblicas #MídiasSociais

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/universidades-federais-enfrentam-o-desafio-de-furar-a-bolha-academica/