A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais / Hipermediaciones

A fuga do Twitter/X e a longa marcha das migrações digitais

Este não é o primeiro nem será o último movimento de uma plataforma para outra. A evolução do ecossistema mediático é atravessada por constantes migrações entre dispositivos (do Walkman para o iPod), formatos (do WAV para o MP3), suportes (do cinema para a televisão) e plataformas (do Twitter/X para… Mastodon ? Threads ? Bluesky ? ). No caso de um ecossistema complexo, a pior coisa que podemos fazer é reduzir esses deslocamentos a movimentos lineares de A > B ou pensar que ocorrem por uma única causa . A perspectiva evolutiva deverá ajudar-nos a compreender melhor estas dinâmicas da esfera mediática que, de tempos a tempos, nos obrigam a tomar decisões.

via Hipermediaciones

Disponível em: https://hipermediaciones.com/2024/11/17/la-fuga-de-twitter-x-y-la-larga-marcha-de-las-migraciones-digitales/

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas / Palabra Clave

Comunicação científica: uso de redes sociais em revistas científicas

Como principal resultado foi possível verificar através dos estudos revisados, diferentes aspectos como: benefícios da utilização desses canais, indicadores para análises, redes sociais mais utilizadas para divulgar seus artigos e se comunicar com autores e leitores, entre outros. Por fim, conclui-se que as revistas científicas que implementaram estratégias de comunicação incluindo a utilização de redes sociais gerais, acadêmicas e profissionais apresentam resultados satisfatórios.

via Palabra Clave

#ComunicaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe236

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

Plataformas acadêmicas e redes sociais auxiliam cientistas a ampliar relações e interagir com diferentes públicos

“Visibilidade, impacto e presença online têm sido questões cada vez mais discutidas quando se pensa em comunicação científica no contexto da Ciência 2.0. Sugerem novas práticas de cientistas que publicam resultados experimentais ou finais, matérias, novas teorias, reivindicações de descoberta e de projetos na web para que outros possam ver, compartilhar e comentar” – Ronaldo Araújo

via Jornal da Universidade

#Cientistas #MídiasSociais #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/plataformas-academicas-e-redes-sociais-auxiliam-cientistas-a-ampliar-relacoes-e-interagir-com-diferentes-publicos/

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica / Pesquisa Fapesp

Universidades federais enfrentam o desafio de furar a bolha acadêmica

“As universidades públicas têm sido atacadas no atual cenário de desinformação”, destaca Thaiane Moreira de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que não participou do estudo. “Por isso, é importante entender como essa comunicação ocorre, circula e o que é preciso fazer para melhorar”, complementa a pesquisadora, uma das coordenadoras de um relatório sobre desinformação lançado em junho pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). Um dos capítulos destaca a necessidade de as instituições de ensino superior fortalecerem suas equipes e ações de comunicação.

via Pesquisa Fapesp

#UniversidadesPúblicas #MídiasSociais

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/universidades-federais-enfrentam-o-desafio-de-furar-a-bolha-academica/

Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais / Exame

Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais

Publicações em vídeo têm conquistado o maior espaço entre as postagens de marcas em redes sociais. Imagens ainda mantêm sua relevância, mas o texto segue perdendo espaço. De acordo com o estudo realizado pela Buzzmonitor, o vídeo se tornou o principal formato utilizado por marcas nos últimos três anos, representando 38,4% das postagens em 2024.

via Exame

#MídiasSociais

Disponível em: https://exame.com/marketing/videos-se-estabelecem-como-principal-formato-nas-publicacoes-de-marcas-em-redes-sociais/

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online / Brajis

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online

Conclui-se que os usuários das redes sociais online, quando ingênuos e inertes, são parte do problema e, por isso, precisam ser mais reativos, em vez de, consciente ou inconscientemente, se tornarem agentes de desinformação.

#Desinformação #MídiasSociais

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/16252

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”/ El Salto

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”

“O declínio das plataformas sociais avançou na proporção da percepção de que são um problema para a democracia”, lê-se em As redes são nossas (consonni, 2024), ensaio em que Marta G. Franco lembra que noutro tempo, não muito atrás, redes sociais como o Twitter eram outra coisa. Também traz alguns guias e exemplos de como viabilizar redes com valores e funções bem diferentes dos oferecidos atualmente. Convencido de que a Internet pode ser um território onde “aprendemos, colaboramos e caminhamos para algo muito mais parecido com o mundo onde gostaríamos de viver”, o autor sugere que “se nos preocupamos com a privacidade e o extrativismo, temos que abandonar gradualmente as plataformas sociais comerciais. Embora também ressalte que este gesto não está ao alcance de todos, pois existem vínculos e necessidades profissionais e afetivas que o impedem.

#MídiasSociais

via El Salto

Disponível em: https://www.elsaltodiario.com/redes-sociales/entrevista-marta-g-franco-libro-redes-son-internet-twitter-bluesky-mastodon

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi / Núcleo

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi

O governo federal iniciou um projeto para monitorar o “negacionismo climático” nas redes e deve lançar um “painel” que fornecerá dados sobre desinformação ambiental na internet ainda em 2024, mostram documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Núcleo.

A iniciativa é do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e terá um custo total de R$4,14 milhões. O sistema em desenvolvimento está sendo abastecido por dados extraídos de Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, Telegram e X.

#NegacionismoClimático #DesinformaçãoAmbiental #MídiasSociais

Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2024-09-03-ministerio-meio-ambiente-monitoramento-desinformacao-climatica-redes/

Periódicos científicos de Direito e o uso de mídias sociais: presença, visibilidade e desempenho / PPGCI – UFMG

Periódicos científicos de Direito e o uso de mídias sociais: presença, visibilidade e desempenho

Embora tenham sido encontradas 127 publicações Qualis A1, na Plataforma Sucupira, apenas 19 possuíam perfis em mídias sociais (15,74%), sendo 12 no Facebook, sete no Instagram e cinco no Twitter. Quanto à visibilidade, vista como a capacidade de alcance do conteúdo postado, as revistas analisadas somam 27.421 fãs no Facebook, 16.685 seguidores no Instagram e 17.044 no Twitter. O indicador de influência, diretamente ligado à capacidade de mobilização da entidade, que publica conteúdo nas contas analisadas, demonstrou- se extremamente baixo ou inexistente. O engajamento, por sua vez, revelou que poucas revistas obtinham interações em suas postagens. Entre os achados da pesquisa, está a percepção de que houve um retrocesso na utilização desses espaços para a divulgação científica.

#MídiasSociais #DivulgaçãoCientífica #Periódicos

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/74193

O domínio sutil das redes sociais sobre nossa saúde mental / Jornal da Ciência

O domínio sutil das redes sociais sobre nossa saúde mental

O conglomerado Meta, de Mark Zuckerberg, anunciou recentemente que abrirá dados de usuários para pesquisadores estudarem o impacto do Instagram na saúde mental de adolescentes e jovens adultos. No entanto, não dará acesso a dados demográficos nem ao conteúdo das postagens. Ou seja, provavelmente continuaremos com muitas questões abertas sobre como as redes impactam a mente das pessoas, ou se há quem deva ser responsabilizado por esses impactos.

#MídiasSociais #SaúdeMental

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-o-dominio-sutil-das-redes-sociais-sobre-nossa-saude-mental/

“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital / CNN

“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital

Traduzido por “podridão cerebral”, “apodrecimento do cérebro” ou até “cérebro apodrecido”, o termo, ou condição, descreve a “deterioração mental” causada por consumir grandes quantidades de conteúdo de baixo valor, como memes e vídeos sem sentido, que podem afetar negativamente as habilidades cognitivas e a capacidade de pensar criticamente.

#Brainrot #SaúdeMental #MídiasSociais

via CNN

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/rita-wu/tecnologia/brainrot-voce-tem-isso-conheca-esse-efeito-colateral-da-vida-digital/

Revelando o feed: Instagram das bibliotecas universitárias descompactado / The Journal of Academic Librarianship

Revelando o feed: Instagram das bibliotecas universitárias descompactado

Ao lançar luz sobre a associação entre aspectos de estrutura de conteúdo e interação com seguidores, o estudo contribui para o desenvolvimento e otimização da estratégia de mídia social das bibliotecas acadêmicas, redefinição de políticas, conhecimento do pessoal e melhoria de habilidades práticas para gerenciar mídias sociais, ao mesmo tempo que abre novas pesquisas caminhos na utilização do Instagram no contexto da biblioteca acadêmica.

Ver também: GREENHALGH, Mariana Giubertti Guedes; ALVARES, Lillian Maria Araujo de Rezende. As quatro funções da biblioteca pública nas mídias sociais. Em Questão, Porto Alegre, v. 28, n. 2, 2022.

#BibliotecasUniversitárias #Instagram #MarketingDigital #MídiasSociais

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2024.102924