Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais / Exame

Vídeos se estabelecem como principal formato nas publicações de marcas em redes sociais

Publicações em vídeo têm conquistado o maior espaço entre as postagens de marcas em redes sociais. Imagens ainda mantêm sua relevância, mas o texto segue perdendo espaço. De acordo com o estudo realizado pela Buzzmonitor, o vídeo se tornou o principal formato utilizado por marcas nos últimos três anos, representando 38,4% das postagens em 2024.

via Exame

#MídiasSociais

Disponível em: https://exame.com/marketing/videos-se-estabelecem-como-principal-formato-nas-publicacoes-de-marcas-em-redes-sociais/

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online / Brajis

Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online

Conclui-se que os usuários das redes sociais online, quando ingênuos e inertes, são parte do problema e, por isso, precisam ser mais reativos, em vez de, consciente ou inconscientemente, se tornarem agentes de desinformação.

#Desinformação #MídiasSociais

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/16252

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”/ El Salto

Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”

“O declínio das plataformas sociais avançou na proporção da percepção de que são um problema para a democracia”, lê-se em As redes são nossas (consonni, 2024), ensaio em que Marta G. Franco lembra que noutro tempo, não muito atrás, redes sociais como o Twitter eram outra coisa. Também traz alguns guias e exemplos de como viabilizar redes com valores e funções bem diferentes dos oferecidos atualmente. Convencido de que a Internet pode ser um território onde “aprendemos, colaboramos e caminhamos para algo muito mais parecido com o mundo onde gostaríamos de viver”, o autor sugere que “se nos preocupamos com a privacidade e o extrativismo, temos que abandonar gradualmente as plataformas sociais comerciais. Embora também ressalte que este gesto não está ao alcance de todos, pois existem vínculos e necessidades profissionais e afetivas que o impedem.

#MídiasSociais

via El Salto

Disponível em: https://www.elsaltodiario.com/redes-sociales/entrevista-marta-g-franco-libro-redes-son-internet-twitter-bluesky-mastodon

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi / Núcleo

Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi

O governo federal iniciou um projeto para monitorar o “negacionismo climático” nas redes e deve lançar um “painel” que fornecerá dados sobre desinformação ambiental na internet ainda em 2024, mostram documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Núcleo.

A iniciativa é do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e terá um custo total de R$4,14 milhões. O sistema em desenvolvimento está sendo abastecido por dados extraídos de Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, Telegram e X.

#NegacionismoClimático #DesinformaçãoAmbiental #MídiasSociais

Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2024-09-03-ministerio-meio-ambiente-monitoramento-desinformacao-climatica-redes/

Periódicos científicos de Direito e o uso de mídias sociais: presença, visibilidade e desempenho / PPGCI – UFMG

Periódicos científicos de Direito e o uso de mídias sociais: presença, visibilidade e desempenho

Embora tenham sido encontradas 127 publicações Qualis A1, na Plataforma Sucupira, apenas 19 possuíam perfis em mídias sociais (15,74%), sendo 12 no Facebook, sete no Instagram e cinco no Twitter. Quanto à visibilidade, vista como a capacidade de alcance do conteúdo postado, as revistas analisadas somam 27.421 fãs no Facebook, 16.685 seguidores no Instagram e 17.044 no Twitter. O indicador de influência, diretamente ligado à capacidade de mobilização da entidade, que publica conteúdo nas contas analisadas, demonstrou- se extremamente baixo ou inexistente. O engajamento, por sua vez, revelou que poucas revistas obtinham interações em suas postagens. Entre os achados da pesquisa, está a percepção de que houve um retrocesso na utilização desses espaços para a divulgação científica.

#MídiasSociais #DivulgaçãoCientífica #Periódicos

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/74193

O domínio sutil das redes sociais sobre nossa saúde mental / Jornal da Ciência

O domínio sutil das redes sociais sobre nossa saúde mental

O conglomerado Meta, de Mark Zuckerberg, anunciou recentemente que abrirá dados de usuários para pesquisadores estudarem o impacto do Instagram na saúde mental de adolescentes e jovens adultos. No entanto, não dará acesso a dados demográficos nem ao conteúdo das postagens. Ou seja, provavelmente continuaremos com muitas questões abertas sobre como as redes impactam a mente das pessoas, ou se há quem deva ser responsabilizado por esses impactos.

#MídiasSociais #SaúdeMental

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-o-dominio-sutil-das-redes-sociais-sobre-nossa-saude-mental/

“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital / CNN

“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital

Traduzido por “podridão cerebral”, “apodrecimento do cérebro” ou até “cérebro apodrecido”, o termo, ou condição, descreve a “deterioração mental” causada por consumir grandes quantidades de conteúdo de baixo valor, como memes e vídeos sem sentido, que podem afetar negativamente as habilidades cognitivas e a capacidade de pensar criticamente.

#Brainrot #SaúdeMental #MídiasSociais

via CNN

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/rita-wu/tecnologia/brainrot-voce-tem-isso-conheca-esse-efeito-colateral-da-vida-digital/

Revelando o feed: Instagram das bibliotecas universitárias descompactado / The Journal of Academic Librarianship

Revelando o feed: Instagram das bibliotecas universitárias descompactado

Ao lançar luz sobre a associação entre aspectos de estrutura de conteúdo e interação com seguidores, o estudo contribui para o desenvolvimento e otimização da estratégia de mídia social das bibliotecas acadêmicas, redefinição de políticas, conhecimento do pessoal e melhoria de habilidades práticas para gerenciar mídias sociais, ao mesmo tempo que abre novas pesquisas caminhos na utilização do Instagram no contexto da biblioteca acadêmica.

Ver também: GREENHALGH, Mariana Giubertti Guedes; ALVARES, Lillian Maria Araujo de Rezende. As quatro funções da biblioteca pública nas mídias sociais. Em Questão, Porto Alegre, v. 28, n. 2, 2022.

#BibliotecasUniversitárias #Instagram #MarketingDigital #MídiasSociais

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2024.102924

Koo vai fechar: rival indiano do X anuncia fim da rede social

Koo vai fechar: rival indiano do X anuncia fim da rede social

O Koo começou em 2020, mas se popularizou na Índia em 2021, em um período de tensão entre o X/Twitter e o governo do país. Inicialmente, a plataforma tinha o apoio da Tiger Global, uma grande empresa de investimentos dos Estados Unidos.

#MídiasSociais #Koo

Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/koo-vai-fechar-rival-indiano-do-x-anuncia-fim-da-rede-social/

O Twitter removeu apenas 7,5% do conteúdo de ódio relatado por seus usuários em 2023 / CTXT

O Twitter removeu apenas 7,5% do conteúdo de ódio relatado por seus usuários em 2023

Entre as cinco grandes redes sociais analisadas, a percentagem de mensagens racistas, xenófobas, islamofóbicas, anti-semitas e anti-ciganas denunciadas pela própria comunidade que foram removidas não chega sequer aos 20%.

#DiscursoDeÓdio #MídiasSociais

via CTXT

Disponível em: https://ctxt.es/es/20240701/Firmas/46915/Observatorio-Social-la-Caixa-discurso-de-odio-violencia-redes-sociales-twitter-tiktok-racismo.htm

Princípios Globais das Nações Unidas para Integridade da Informação

Princípios Globais das Nações Unidas para Integridade da Informação

As recomendações dos Princípios Globais destinam-se a promover espaços de informação mais saudáveis ​​e seguros que promovam os direitos humanos, sociedades pacíficas e um futuro sustentável.

via ONU

#Informação #IntegridadeDaInformação #Desinformação #MídiasSociais #ONU

Disponível em: https://www.un.org/sites/un2.un.org/files/un-global-principles-for-information-integrity-en.pdf

A ONU publica seus princípios para combater a desinformação online

A ONU publica seus princípios para combater a desinformação online

A ONU apresentou esta segunda-feira os seus “princípios fundamentais para a integridade da informação”, que visam combater a desinformação online, com destaque para propostas de revisão do modelo publicitário das plataformas e redes sociais.

#ONU #Desinformação #MídiasSociais

via La Nacion

Disponível em: https://www.lanacion.com.ar/estados-unidos/la-onu-publica-sus-principios-para-luchar-contra-la-desinformacion-en-linea-nid24062024/