Detox digital: desconectar-se, entre o luxo e o direito fundamental / The Conversation

Detox digital: desconectar-se, entre o luxo e o direito fundamental / The Conversation

Para além do desconforto geral decorrente da sensação de viver através de uma tela, surgiu uma consciência genuína. Desde o final da década de 2010, inúmeros estudos têm denunciado a “captologia” — a forma como as principais plataformas utilizam a ciência comportamental para capturar nossa atenção, otimizando suas interfaces e refinando seus algoritmos. O objetivo é manter os usuários engajados pelo maior tempo possível, às vezes em detrimento da saúde. “A Netflix está competindo com o sono”, declarou Reed Hastings , seu CEO, em 2017.

Os efeitos nocivos do tempo excessivo gasto em frente às telas são agora bem conhecidos e comprovados: aumento da ansiedade , agravamento dos distúrbios do sono e perda de concentração . O psicólogo americano Jonathan Haidt destacou, em particular, a ligação entre o uso excessivo de telas e o aumento dos suicídios entre jovens, especialmente meninas, cuja taxa aumentou 168% nos Estados Unidos na década de 2010. A tendência é semelhante na França . Esse acúmulo de dados científicos e relatos pessoais gerou um debate público: como podemos retomar o controle sem nos isolarmos completamente do mundo digital?

#Brainrot #DetoxDigital #MídiasSociais

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/detox-digitale-se-deconnecter-entre-le-luxe-et-le-droit-fondamental-268784

7 dicas para passar menos tempo no Instagram / Olhar digital

7 dicas para passar menos tempo no Instagram / Olhar digital

1- Crie barreiras para abrir o aplicativo
2- Use a aba “Favoritos”
3- Silencie ou deixe de seguir perfis que não te fazem bem
4- Acesse apenas a aba de mensagens
5- Bloqueie as notificações
6- Defina um limite diário de uso
7- Ative o modo “Foco” no celular

#Instagram #Brainrot

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2025/11/15/internet-e-redes-sociais/7-dicas-para-passar-menos-tempo-no-instagram/

Brain rot: ou como o absurdo pode distribuir discurso de ódio / COMeIN

Brain rot: ou como o absurdo pode distribuir discurso de ódio / COMeIN

O interesse em compreender os efeitos do uso de serviços digitais nos usuários também cresceu nos últimos anos. Desde preocupações com vícios tecnológicos até outros tipos de consequências. Nesse contexto, entende-se que, em dezembro de 2024, a Universidade de Oxford anunciou a palavra do ano “Brain Rot” , acompanhada da seguinte definição: “a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material (agora particularmente conteúdo online) considerado trivial ou pouco desafiador. Também: algo caracterizado como suscetível de levar a tal deterioração”.

via COMeIN

#BrainRot #DiscursoDeÓdio

Disponível em: https://comein.uoc.edu/divulgacio/comein/ca/numero157/articles/s-martinez-brain-rot-o-com-l-absurd-pot-distribuir-un-discurs-d-odi.html

Mentes Distraídas: A epidemia moderna e como as Bibliotecas estão ajudando / EveryLibrary

Mentes Distraídas: A epidemia moderna e como as Bibliotecas estão ajudando / EveryLibrary

Com o passar dos anos, torna-se cada vez mais evidente que nós, como sociedade, estamos no meio de uma epidemia de distração. Nossa cultura migrou para a gratificação instantânea, o entretenimento rápido e conveniente e as doses rápidas de dopamina. A prevalência da tecnologia, dos vídeos curtos na internet e das mídias sociais só piorou a situação, e estudos mostram que a capacidade média de atenção humana diminuiu drasticamente nos últimos anos, sem sinais de que isso vá parar tão cedo.

Muitas bibliotecas, como a Biblioteca do Condado de Los Angeles, agora oferecem programas de mindfulness para visitantes de todas as idades, ensinando as pessoas a se desconectarem dos estressores e distrações da vida cotidiana.

#BrainRot

Disponível em: https://action.everylibrary.org/distracted_minds_the_modern_day_epidemic_and_how_libraries_are_helping

Como parar de doomscrolling / TechCrunch

Como parar de doomscrolling

O mundo às vezes é ruim, mas parece ainda pior se você não consegue parar de olhar para o abismo que tudo consome que é a tela de 6 polegadas de um smartphone, seguindo você pelo espaço e tempo. Ele provoca você com sua estrutura compacta e leve, pequena o suficiente para caber no seu bolso e levar para qualquer lugar, e seu chamado de sereia é tão forte que, por algum motivo, não conseguimos dormir sem o telefone em nossas mesas de cabeceira.

Como qualquer mau hábito, o doomscrolling é difícil de largar. Mas não é impossível. Então, como você para de fazer doomscrolling? Temos algumas ideias sobre como você pode se preparar para o sucesso.

#Doomscroling #Brainrot

via TechCrunch

Disponível em: https://techcrunch.com/2025/03/17/how-to-stop-doomscrolling/

O diagnóstico do brain rot: mais do que fadiga mental / Telos

O diagnóstico do brain rot: mais do que fadiga mental

Oxford define a podridão cerebral como a deterioração das faculdades mentais e intelectuais associada ao consumo massivo de conteúdo superficial ou pouco estimulante. Não se trata apenas de uma sensação de cansaço ou desconexão após horas de rolagem interminável; é algo mais profundo. É um processo que desgasta a capacidade de concentração, pensamento crítico e memória, habilidades fundamentais que definem nossa humanidade.

#BrainRot

via Telos

Disponível em: https://telos.fundaciontelefonica.com/el-diagnostico-del-brain-rot-mas-que-fatiga-mental/

Brain rot nas empresas: como a distração está afetando a decisão, a inovação e a saúde da liderança / Exame

Brain rot nas empresas: como a distração está afetando a decisão, a inovação e a saúde da liderança

Vivemos uma era marcada pelo excesso: de dados, de demandas, de distrações. Como antecipou Herbert A. Simon, Prêmio Nobel de Economia, “a riqueza de informação cria pobreza de atenção” — e atenção é o novo capital estratégico nas organizações. E, paradoxalmente, essa hiperconectividade está nos tornando menos atentos, menos inovadores, menos estratégicos. Tempo e atenção tornaram-se os verdadeiros artigos de luxo — o novo capital do nosso tempo.

#BrainRot

via Exame

Disponível em: https://exame.com/marketing/brain-rot-nas-empresas-como-a-distracao-esta-afetando-a-decisao-a-inovacao-e-a-saude-da-lideranca/

A era do ‘brain rot’: por que estamos perdendo o foco no scroll infinito / BrainRot

A era do ‘brain rot’: por que estamos perdendo o foco no scroll infinito

Quantas vezes nos vemos imersos em navegações sem propósito pelas plataformas sociais, consumindo passivamente vídeos curtos, memes e outros conteúdos de baixa complexidade? Esse padrão de comportamento tem afetado nossa capacidade de concentração, enfraquecido o pensamento crítico e, em casos mais extremos, comprometido a saúde mental como um todo.
Esse comportamento resulta em:
– Dificuldade para se concentrar em tarefas longas (como ler um livro ou assistir a um filme)
– Memória fraca devido ao excesso de informações superficiais
– Ansiedade ou tédio quando não se está consumindo conteúdo rápido

#BrainRot

via Exame

Disponível em: https://exame.com/marketing/a-era-do-brain-rot-por-que-estamos-perdendo-o-foco-no-scroll-infinito/

O desafio do “brain rot”, a palavra eleita pela Oxford em 2024 / RBE

O desafio do “brain rot”, a palavra eleita pela Oxford em 2024

O “brain rot” manifesta-se pela diminuição progressiva da capacidade de concentração, pelo enfraquecimento do pensamento crítico e pela preferência por conteúdos instantâneos e simplificados. Este uso intensivo de meios digitais afeta significativamente funções cognitivas essenciais, incluindo a memória, a compreensão textual e a capacidade de leitura profunda (Wolf, 2018). Estudos sugerem que, em contextos educativos, estes efeitos são amplificados, tornando urgente uma abordagem pedagógica inovadora e adaptada à realidade digital (Bavelier et al., 2010).

via RBE

#BrainRot

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/o-desafio-do-brain-rot-a-palavra-eleita-2916059

Doomscrolling porque as pessoas passam muito tempo em mídias sociais “consumindo” conteúdo? / Informação & Informação

Doomscrolling porque as pessoas passam muito tempo em mídias sociais “consumindo” conteúdo?

O termo doomscrolling designa o hábito contemporâneo de passar longos períodos rolando conteúdos na Internet, especialmente em mídias sociais, caracterizando-se como uma navegação compulsiva. O doomscrolling é um comportamento influenciado por fatores tecnológicos, contextuais e humanos-individuais. Esse fenômeno abre novas perspectivas para pesquisas na Ciência da Informação, particularmente nas áreas de comportamento informacional, ansiedade de informação e apropriação de informação.

#DoomScrolling #BrainRot #MídiasSociais

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/47901

Os idosos viciados em redes sociais: ‘Desligamos o wi-fi da minha mãe’ / BBC

Os idosos viciados em redes sociais: ‘Desligamos o wi-fi da minha mãe’

“A gente imaginava que os idosos teriam uma aversão à tecnologia, pela dificuldade de mexer ou por um leve declínio cognitivo natural, que seriam uma barreira para um relacionamento positivo com esses aparelhos”, diz Santos, que analisou 142 artigos publicados sobre pesquisas que, reunidas, envolvem 2 milhões de pessoas no mundo.

“Mas o que a gente encontrou é que as pessoas estão tão apegadas a ponto de desenvolver essa ansiedade generalizada de ficar desconectado [a nomofobia].”

#Nomofobia #BrainRot #Idosos

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8788g0yp7lo

“Brain rot” e o convite para mudarmos a forma como temos alimentado nosso cérebro / Exame

“Brain rot” e o convite para mudarmos a forma como temos alimentado nosso cérebro

Como começar a nova dieta intelectual?

Na minha opinião, uma nova dieta demanda, antes de tudo, tempo para apreciar “alimentos” de melhor qualidade. Por isso, diante da palavra do ano e de tudo o que temos vivido, eu acredito que será cada vez mais importante o nosso compromisso com o descanso ativo.

Isso porque, em algum grau, parte do problema está na nossa rotina agitada. Da mesma forma que os ultraprocessados se mostraram uma opção prática e rápida para o dia a dia corrido, os vídeos de poucos segundos, posts curtos e memes se tornaram conteúdos mais fáceis de serem digeridos em meio a agitação cotidiana.

#Brainrot

via Exame

Disponível em: https://exame.com/carreira/brain-rot-e-o-convite-para-mudarmos-a-forma-como-temos-alimentado-nosso-cerebro/