Ingenuidade e Inércia Cognitiva como Atributos para a Viralização de Fake News nas Redes Sociais Online
Conclui-se que os usuários das redes sociais online, quando ingênuos e inertes, são parte do problema e, por isso, precisam ser mais reativos, em vez de, consciente ou inconscientemente, se tornarem agentes de desinformação.
Marta G. Franco: “O que acontece com a Internet atual é que nela praticamente não existem espaços públicos”
“O declínio das plataformas sociais avançou na proporção da percepção de que são um problema para a democracia”, lê-se em As redes são nossas (consonni, 2024), ensaio em que Marta G. Franco lembra que noutro tempo, não muito atrás, redes sociais como o Twitter eram outra coisa. Também traz alguns guias e exemplos de como viabilizar redes com valores e funções bem diferentes dos oferecidos atualmente. Convencido de que a Internet pode ser um território onde “aprendemos, colaboramos e caminhamos para algo muito mais parecido com o mundo onde gostaríamos de viver”, o autor sugere que “se nos preocupamos com a privacidade e o extrativismo, temos que abandonar gradualmente as plataformas sociais comerciais. Embora também ressalte que este gesto não está ao alcance de todos, pois existem vínculos e necessidades profissionais e afetivas que o impedem.
Governo vai monitorar negacionismo climático nas redes ao custo de R$4 mi
O governo federal iniciou um projeto para monitorar o “negacionismo climático” nas redes e deve lançar um “painel” que fornecerá dados sobre desinformação ambiental na internet ainda em 2024, mostram documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Núcleo.
A iniciativa é do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e terá um custo total de R$4,14 milhões. O sistema em desenvolvimento está sendo abastecido por dados extraídos de Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, Telegram e X.
Periódicos científicos de Direito e o uso de mídias sociais: presença, visibilidade e desempenho
Embora tenham sido encontradas 127 publicações Qualis A1, na Plataforma Sucupira, apenas 19 possuíam perfis em mídias sociais (15,74%), sendo 12 no Facebook, sete no Instagram e cinco no Twitter. Quanto à visibilidade, vista como a capacidade de alcance do conteúdo postado, as revistas analisadas somam 27.421 fãs no Facebook, 16.685 seguidores no Instagram e 17.044 no Twitter. O indicador de influência, diretamente ligado à capacidade de mobilização da entidade, que publica conteúdo nas contas analisadas, demonstrou- se extremamente baixo ou inexistente. O engajamento, por sua vez, revelou que poucas revistas obtinham interações em suas postagens. Entre os achados da pesquisa, está a percepção de que houve um retrocesso na utilização desses espaços para a divulgação científica.
O domínio sutil das redes sociais sobre nossa saúde mental
O conglomerado Meta, de Mark Zuckerberg, anunciou recentemente que abrirá dados de usuários para pesquisadores estudarem o impacto do Instagram na saúde mental de adolescentes e jovens adultos. No entanto, não dará acesso a dados demográficos nem ao conteúdo das postagens. Ou seja, provavelmente continuaremos com muitas questões abertas sobre como as redes impactam a mente das pessoas, ou se há quem deva ser responsabilizado por esses impactos.
“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital
Traduzido por “podridão cerebral”, “apodrecimento do cérebro” ou até “cérebro apodrecido”, o termo, ou condição, descreve a “deterioração mental” causada por consumir grandes quantidades de conteúdo de baixo valor, como memes e vídeos sem sentido, que podem afetar negativamente as habilidades cognitivas e a capacidade de pensar criticamente.
Revelando o feed: Instagram das bibliotecas universitárias descompactado
Ao lançar luz sobre a associação entre aspectos de estrutura de conteúdo e interação com seguidores, o estudo contribui para o desenvolvimento e otimização da estratégia de mídia social das bibliotecas acadêmicas, redefinição de políticas, conhecimento do pessoal e melhoria de habilidades práticas para gerenciar mídias sociais, ao mesmo tempo que abre novas pesquisas caminhos na utilização do Instagram no contexto da biblioteca acadêmica.
Ver também: GREENHALGH, Mariana Giubertti Guedes; ALVARES, Lillian Maria Araujo de Rezende. As quatro funções da biblioteca pública nas mídias sociais. Em Questão, Porto Alegre, v. 28, n. 2, 2022.
Koo vai fechar: rival indiano do X anuncia fim da rede social
O Koo começou em 2020, mas se popularizou na Índia em 2021, em um período de tensão entre o X/Twitter e o governo do país. Inicialmente, a plataforma tinha o apoio da Tiger Global, uma grande empresa de investimentos dos Estados Unidos.
O Twitter removeu apenas 7,5% do conteúdo de ódio relatado por seus usuários em 2023
Entre as cinco grandes redes sociais analisadas, a percentagem de mensagens racistas, xenófobas, islamofóbicas, anti-semitas e anti-ciganas denunciadas pela própria comunidade que foram removidas não chega sequer aos 20%.
Princípios Globais das Nações Unidas para Integridade da Informação
As recomendações dos Princípios Globais destinam-se a promover espaços de informação mais saudáveis e seguros que promovam os direitos humanos, sociedades pacíficas e um futuro sustentável.
A ONU publica seus princípios para combater a desinformação online
A ONU apresentou esta segunda-feira os seus “princípios fundamentais para a integridade da informação”, que visam combater a desinformação online, com destaque para propostas de revisão do modelo publicitário das plataformas e redes sociais.
Redes sociais estão na preferência de quem busca informação
“Há dez anos, eram apenas duas plataformas que faziam mais do que 10% da audiência de notícias, agora são pelo menos seis”, constata o colunista. O YouTube, o TikTok e o Instagram têm mostrado um grande crescimento, o que demonstra, na visão de Lins da Silva, que as pessoas continuam se informando mais pelas plataformas do que pelos veículos onde a informação se origina, e também que as plataformas que ganham mais destaque são as que têm uma tendência maior para o entretenimento, o que explica, por exemplo, o sucesso do YouTube nesse aspecto.
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