Arquivos de 1 de outubro de 2026

Lançada nova edição Páginas A & B

Lançada nova edição Páginas A & B

O presente número especial de Páginas a&b resulta de uma parceria com o Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação (GRUPIC), liderado pelas Professoras Guilhermina Terra e Thaís Trindade, da Universidade Federal do Amazonas, Brasil. Nele se publica uma seleção de trabalhos apresentados na III Jornada de Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia (JABIM), um evento online realizado nos dias 14 a 17 de abril de 2026.

#RevistasCI #Sustentabilidade

Disponível em: https://ojs.letras.up.pt/index.php/paginasaeb/issue/view/1012

Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas bibliotecas do Sesc / PPGI – UDESC

Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas bibliotecas do Sesc / PPGI – UDESC

Os resultados evidenciaram que os profissionais reconhecem potenciais transformações associadas à atuação das bibliotecas, especialmente nas dimensões educacional, cultural, social e informacional. Contudo, verificou-se que os processos de registro e acompanhamento permanecem predominantemente apoiados em métricas de atividade e desempenho e em evidências qualitativas pouco sistematizadas, revelando uma distância entre perceber potenciais impactos e geri-los de maneira estruturada. A integração entre os achados empíricos e o referencial teórico subsidiou a elaboração do Guia para o planejamento de produtos e serviços orientados ao impacto social nas Bibliotecas do Sesc, concebido como proposta técnico-profissional inicial para articular diagnóstico, definição de problemas e públicos, impactos pretendidos, resultados esperados, planejamento de ações, pressupostos, indicadores, evidências, monitoramento, avaliação e replanejamento.

#ProdutosEServiços #GestãoDeBibliotecas

Disponível em: https://repositorio.udesc.br/entities/publication/b43135c7-cf4a-46ad-abbe-f5b61d0e7b7e

Violência contra a mulher: levantamento e análise terminológica / PPGCI – UFSC

Violência contra a mulher: levantamento e análise terminológica / PPGCI – UFSC

As divergências revelam racionalidades discursivas distintas: a perspectiva pedagógica favorece a circulação, a tradução e a contextualização de conceitos relacionados à violência contra a mulher, enquanto a racionalidade jurídica privilegia categorias operacionais voltadas à tipificação, responsabilização e institucionalização das condutas, além de promover a aglutinação de conceitos específicos sob categorias normativas mais abrangentes. As lacunas identificadas indicam que os processos de incorporação e institucionalização terminológica ocorrem em ritmos distintos, observados tanto pela presença de conceitos amplamente difundidos nos materiais educativos, como violência obstétrica, ainda não incorporados ao corpus normativo federal analisado, quanto pela ausência, nas cartilhas temáticas, de conceitos recentemente incorporados à legislação federal, como violência vicária. Conclui-se que os domínios educativo-informativo e normativo-jurídico desempenham funções complementares na representação e institucionalização do conhecimento sobre a violência contra a mulher, reforçando a necessidade de atualização contínua dos instrumentos de organização e representação do conhecimento para favorecer a interoperabilidade semântica entre esses domínios.

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276925

Brasil não tem nenhum município com condições adequadas para mulheres, aponta índice de gênero / Exame

Brasil não tem nenhum município com condições adequadas para mulheres, aponta índice de gênero / Exame

Em 726 municípios brasileiros, nenhuma mulher foi eleita vereadora nas últimas eleições de 2024. Em 614, nenhuma gestante fez seis ou mais consultas de pré-natal. E em quase sete de cada dez cidades, não existe sequer um Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

Os números fazem parte de um retrato do Índice Municipal de Gênero (IMG), realizado pela consultoria Tewá, após analisar os 5.570 municípios do país e concluir que nenhum deles oferece condições adequadas de vida para as mulheres.

A cidade mais bem colocada, Águas de São Pedro (SP), soma 67,06 pontos em uma escala de 0 a 100. A pior, Uiramutã (RR), tem 28,14. Nenhuma ultrapassa os 70 pontos, o corte que, em analogia ao IDH, marcaria um desempenho alto.

A média nacional é de 50,60, e mais de 90% dos municípios ficam entre 40 e 60 pontos, o que mostra que asdesigualdades se repetem em praticamente todo o território.

#Gênero #Política #DesigualdadeDeGênero

Disponível em: https://exame.com/esg/brasil-nao-tem-nenhum-municipio-com-condicoes-adequadas-para-mulheres-aponta-indice-de-genero/

Quando a máquina começa a escrever o arquivo / Jornal da USP

Quando a máquina começa a escrever o arquivo / Jornal da USP

A fala de Cármen Lúcia sobre a tecnoditadura aponta para um problema de poder, quem controla as infraestruturas capazes de interferir sobre aquilo que as pessoas veem, acreditam e fazem. O tecnodocumento aponta para um problema de memória, quem controla, produz ou transforma as condições pelas quais os registros passam a existir.

São problemas diferentes. Mas pertencem ao mesmo tempo histórico.

Se o documento tradicional guardava a marca de uma ação, o tecnodocumento precisa guardar também a memória de seu processamento. Porque, quando uma máquina passa a participar da escrita dos registros, preservar o documento já não significa apenas conservar aquilo que foi escrito.

#Documento #IA

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/quando-a-maquina-comeca-a-escrever-o-arquivo/

Procrastinação duvidosa / Pesquisa Fapesp

Procrastinação duvidosa / Pesquisa Fapesp

Experimento que avaliou se espaçar prazos de entrega reduz atrasos é retratado por manipulação de dados.

“Retratações são uma das piores coisas que podem acontecer a um cientista (…). Infelizmente, os problemas de dados apresentados invalidam as descobertas de nosso artigo de 2002. Ainda assim, um artigo meu anterior (Wertenbroch, 1998) (…) e a replicação de Hyndman e Bisin (2026) mostram os custos específicos de prazos de entrega. Estou triste, mas também feliz que a equipe do Data Colada está pondo essa história em pratos limpos”, declarou.

#Retratação

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/procrastinacao-duvidosa/