A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional: quem tem IA e quem não tem / Revista Educação

A nova desigualdade educacional também passa pela compreensão do uso de tecnologias no ambiente doméstico. Orientar as famílias sobre o uso consciente da IA, seus riscos e possibilidades contribui para uma abordagem mais integrada e consistente.

Por fim, é importante compreender que a questão não é ser “a favor” ou “contra” a inteligência artificial. A tecnologia já é uma realidade e continuará avançando. A questão central é: quem terá condições de utilizá-la de forma crítica, criativa e ética?

Se a escola não assumir esse papel, a desigualdade tende a se aprofundar. Mas, se ela se posicionar como espaço de mediação, reflexão e criação, pode se tornar um agente fundamental de equidade.

#IA #Educação #Escolas #Desigualdade

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/03/26/a-nova-desigualdade-educacional-quem-tem-ia-e-quem-nao-tem/

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O Brasil permanece, de forma persistente, entre as nações mais desiguais do planeta. Seja pelo Índice de Gini ou pela disparidade na apropriação do PIB entre os extremos da pirâmide, figuramos entre os 5% dos países com maior concentração de renda, ao lado de países como África do Sul, Colômbia e Haiti. Essa desigualdade não é apenas um retrato estático do presente; ela projeta o destino educacional dos jovens e molda a fisionomia do país nas próximas décadas. Para se ter uma ideia quantitativa, enquanto no Brasil a renda média dos 10% mais ricos é mais de 30 vezes superior à dos 10% mais pobres, nos EUA essa relação é de seis a sete vezes, nos países europeus gira em torno de quatro a cinco vezes ou mesmo, em alguns deles, aproxima-se de três vezes.

via Jornal da USP

#Desigualdade #Educação

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/otaviano-helene/o-circulo-vicioso-da-desigualdade-renda-e-educacao-no-brasil/

IA pode ampliar desigualdades no Sul global, alertam cientistas / Science Arena

IA pode ampliar desigualdades no Sul global, alertam cientistas / Science Arena

“A tecnologia está evoluindo muito rápido, por isso precisamos manter o controle dessas tecnologias”, afirmou o cientista da computação Virgílio Augusto Fernandes Almeida, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do escritório regional da América Latina e Caribe da TWAS (TWAS-LACREP).

Almeida destacou que a IA, como sistema algorítmico complexo, já molda a economia, a política e o poder geopolítico global. O principal desafio de governança seria o “hiato de ritmo” — a velocidade da inovação supera a capacidade dos governos de criar políticas públicas adequadas.

“Parte do problema é que, no nível individual, os impactos parecem sutis e dispersos”, comentou Almeida. “Um conteúdo político impulsionado por algoritmos pode não causar grande dano a uma pessoa isolada. Mas, em escala macro, as consequências dessas interações locais se tornam visíveis.”

#IA #Desigualdade #MediaçãoAlgorítmica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/ia-pode-ampliar-desigualdades-no-sul-global-alertam-cientistas/

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

O peso da desigualdade / Pesquisa Fapesp

Estudo publicado na revista PLOS Biology por um grupo internacional de pesquisadores mostrou como o gênero, o idioma e a origem econômica dos cientistas afetam, de forma combinada, sua capacidade de publicar trabalhos científicos. Ser mulher está associado a uma redução de até 45% no número de papers publicados em inglês na comparação com os homens. Já o efeito cumulativo de ser mulher, não falante nativa de inglês e de viver em um país de baixa renda leva a uma redução de até 70% na produção científica, em comparação aos homens falantes nativos de inglês de nações de alta renda.

“As mulheres recebem menos citações, ganham menos bolsas e têm menor probabilidade de se envolver em colaborações do que os homens. Elas também são mais propensas a interromper a carreira para cuidar de crianças”, escreveu o primeiro autor do estudo, o biólogo japonês Tatsuya Amano, pesquisador do Centro de Ciências de Biodiversidade e Conservação da Universidade de Queensland em Brisbane, Austrália, em texto publicado no site The Wire.

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-peso-da-desigualdade/

Mapas da desigualdade: Como dados revelam o racismo ambiental no Brasil / Ciência & Cultura

Mapas da desigualdade: Como dados revelam o racismo ambiental no Brasil / Ciência & Cultura

O racismo ambiental não é um fenômeno acidental, mas um legado de desigualdades estruturais. Bairros pobres abrigam lixões, rios poluídos cortam comunidades indígenas, e zonas de sacrifício—como a região de Bhopal, na Índia, ou Flint, nos EUA — são quase sempre habitadas por populações marginalizadas. Na Amazônia, o avanço do garimpo e do agronegócio contamina rios e expulsa povos tradicionais, enquanto mapas gerados por satélites expõem o desmatamento que avança sobre terras protegidas. Sensores remotos e algoritmos conseguem, hoje, prever quais áreas serão mais afetadas por secas ou enchentes, mas também revelam um padrão: são as mesmas onde o Estado historicamente falhou em garantir direitos básicos.

via Ciência & Cultura

#RacismoAmbiental

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8698

Desigualdade de gênero na ciência / Francisco Foz

Desigualdade de gênero na ciência

Mais do que uma publicação, essa experiência foi uma vivência transformadora. Aprofundei meus conhecimentos sobre desigualdade de gênero, mergulhei na cientometria, exercitei a escrita científica — mas, acima de tudo, aprendi sobre colaboração, escuta ativa e o compromisso genuíno com a transformação social por meio da ciência.

#MulheresNaCiência

via Francisco Foz

Disponível em: https://franciscofoz.medium.com/desigualdade-de-g%C3%AAnero-na-ci%C3%AAncia-meu-primeiro-artigo-internacional-065ee95e64b1

Dados do Unicef mostram que pobreza infantil diminuiu no Brasil, mas desigualdades persistem / Jornal da USP

Dados do Unicef mostram que pobreza infantil diminuiu no Brasil, mas desigualdades persistem

Em 2017, crianças na taxa de pobreza compunham um número de 34,3 milhões (62,5%) e, em 2023, o número caiu para 28,8 milhões (55,9%); já em relação à pobreza multidimensional extrema, o número passou de 13 milhões (23,8%) para 9,8 milhões (18,8%) no mesmo período. As melhorias, em sua grande maioria, se deram devido à aplicação de importantes políticas públicas governamentais como o Bolsa Família, por exemplo, que se enquadra como um dos programas sociais de transferência de renda. 

via Jornal da USP

#Desigualdade #Pobreza #UNICEF

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-unicef-mostram-que-pobreza-infantil-diminuiu-no-brasil-mas-desigualdades-persistem/

Alunos pretos, pardos e brancos: desigualdade educacional que se mede em anos / Revista Educação

Alunos pretos, pardos e brancos: desigualdade educacional que se mede em anos

Estudantes pretos e pardos têm uma década de atraso em relação aos brancos no que se refere à conclusão do ensino fundamental — e esse é apenas um dos muitos indicadores da desigualdade. Especialistas indicam como a escola pode ser mais atraente e promover a equidade.

#DesigualdadeRacial #EducaçãoBásica

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/02/04/desigualdade-educacional/

Assimetria e desigualdades de informação na era digital / Miquel Pellicer

Assimetria e desigualdades de informação na era digital

A assimetria de informação tem sido uma constante histórica que influenciou o destino de civilizações inteiras. No seu artigo ‘Assimetria de informação e a queda dos meios de comunicação convencionais ‘, Spencer R. Scott analisa como a concentração do conhecimento nas mãos das elites levou ao colapso de sociedades como o Império Romano ou os Maias. Este fenômeno não é apenas relevante num contexto histórico, mas também na atual era digital, onde o acesso à informação está amplamente democratizado, mas persistem desigualdades significativas.

via Miquel Pellicer

#AssimetriaDeInformação #Desigualdade #SociedadeDaInformação

Disponível em: https://miquelpellicer.com/2025/01/asimetria-informativa-desigualdades-era-digital/

Acesso à internet no Brasil reproduz desigualdades e exige políticas públicas / Observatório de Imprensa

Acesso à internet no Brasil reproduz desigualdades e exige políticas públicas

Se, de um lado, aumentou o número de residências conectadas à grande rede ao longo das duas últimas décadas – saindo de apenas 13% dos lares urbanos em 2005 para 85% em 2024 –, por outro, a diferença no acesso e na qualidade da conexão ainda é marcante, mesmo após 20 anos. Alguns dados merecem destaque, pois escancaram a realidade de um país que ainda está distante da universalização do acesso à internet.

A disparidade já começa quando se faz um recorte de classes sociais. A internet está presente em todos os domicílios de renda mais alta (classe A). Já entre a população de baixa renda (classes D e E), o acesso chega a apenas 68% dos lares.

via Observatório de Imprensa

#Desigualdade #Internet

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/digital/acesso-a-internet-no-brasil-reproduz-desigualdades-e-exige-politicas-publicas/

‘A desigualdade desafia tudo, desafia o contrato fundamental das sociedades’, diz Nobel de Economia / BBC

‘A desigualdade desafia tudo, desafia o contrato fundamental das sociedades’, diz Nobel de Economia / BBC

O economista James A. Robinson, que ganhou na segunda-feira (14/10) o Prêmio Nobel de Economia, ao lado de Daron Acemoglu e Simon Johnson, disse que não esperava por isso. “Estou um pouco em choque”, afirmou.

Robinson e seus colegas foram reconhecidos por seus estudos empíricos e teóricos para entender as disparidades na prosperidade entre as nações e sua análise da desigualdade.

via BBC

#Desigualdade

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cew1r8z4yego

Taxa de alunos que chegam direto à universidade é quase o triplo nas escolas particulares / Folha de S. Paulo

Taxa de alunos que chegam direto à universidade é quase o triplo nas escolas particulares

Segundo os dados do Censo do Ensino Superior, divulgados nesta quinta-feira (3), 59% dos jovens que concluíram o ensino médio em escola particular em 2022 ingressaram em uma graduação no ano seguinte. Entre os alunos egressos de redes estaduais, esse percentual é de 21%.

via Folha de S. Paulo

#EnsinoMédio #Educação #EnsinoSuperior #Desigualdade

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/10/aluno-de-escola-particular-chega-direto-a-universidade-2-vezes-mais-do-que-o-da-rede-publica.shtml