Arquivos de 1 de setembro de 2026

DSpace e Dataverse como repositórios institucionais de dados de pesquisa: um estudo comparativo / RBBD

DSpace e Dataverse como repositórios institucionais de dados de pesquisa: um estudo comparativo / RBBD

Resultados: Ambas as plataformas oferecem soluções robustas, mas com diferenças significativas. Dataverse se destaca pela especialização em dados de pesquisa e conformidade com os princípios FAIR. DSpace é mais versátil, sendo amplamente utilizado para a gestão de diversos tipos de documentos acadêmicos. Discussão: Foram identificados quatro cenários possíveis para a implementação das plataformas, cada um com vantagens e desafios específicos. Conclusões: A escolha entre Dataverse e DSpace deve considerar fatores como capacidade técnica e orçamentária, volume e tipo de dados a serem gerenciados, e a estratégia institucional de longo prazo. Compreender as capacidades e limitações de cada plataforma é essencial para garantir a gestão eficiente dos dados científicos.

#Repositórios #RepositóriosDeDados

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2091

Bases de dados acadêmicas e a arte da cobrança excessiva / Katina

Bases de dados acadêmicas e a arte da cobrança excessiva / Katina

Infelizmente, assim como nossos pares, conduzimos as negociações dessas bases de dados no escuro. Os fornecedores ocultam os preços por meio de cláusulas de confidencialidade nos contratos, impedindo que as bibliotecas divulguem quanto pagam. Como nós e outros apontamos, a assimetria de informações resultante disso confere uma grande vantagem aos fornecedores durante as negociações (Thornton & Brundy, 2020; Bergstrom et al., 2014). Assim como no mercado de periódicos acadêmicos, o acesso desigual à informação no mercado de bases de dados permite que os fornecedores adotem uma estratégia de discriminação de preços, cobrando não o valor justo, mas sim o quanto o cliente está disposto a pagar.

Para ajudar as bibliotecas a evitar a discriminação de preços, coletamos dados sobre os valores pagos por bibliotecas de pesquisa por três bases de dados acadêmicas populares: SciFinder, da Chemical Abstract Services (uma divisão da American Chemical Society); Scopus, da Elsevier; e Web of Science, da Clarivate. A maior parte dos dados de preços foi obtida por meio de solicitações de acesso a registros públicos feitas a bibliotecas integrantes da Association of Research Libraries.

#BasesDeDados #Scopus #WebOfScience #SciFinder

Disponível em: https://katinamagazine.org/content/article/open-knowledge/2025/academic-databases-and-the-art-of-the-overcharge

Mais do que números: transformando reflexão em ação com dados da biblioteca / ALCS

Mais do que números: transformando reflexão em ação com dados da biblioteca / ALCS

Quando dedicamos tempo para refletir sobre os dados, eles podem nos guiar para ações significativas. Bons dados nos ajudam a fazer perguntas melhores, a compreender nossas comunidades mais profundamente e a tomar decisões mais informadas sobre nossos serviços. REFLEXÃO: Se a frequência a um programa de longa data diminui, simplesmente notamos a queda ou investigamos o que os números nos dizem? Talvez o conteúdo do programa precise ser atualizado. Analisar os dados sob a perspectiva da equidade também significa perguntar quem está participando, quem está ausente e quais barreiras podem existir. AÇÃO: Se os dados de divulgação mostrarem que poucas famílias de um determinado bairro participam, a solução pode não ser mais marketing. Talvez seja hora de considerar levar os programas para escolas, centros comunitários, parques ou outros locais onde as famílias já se reúnem.

#GestãoDeBibliotecas

via ALCS

Disponível em: https://www.alsc.ala.org/blog/2026/07/more-than-numbers-turning-reflection-into-action-with-library-data/

Revistas predatórias abrem as porteiras para artigos feitos por ChatGPT / Blog do Pedlowski

Revistas predatórias abrem as porteiras para artigos feitos por ChatGPT / Blog do Pedlowski

Um artigo recém-publicado por Daniel Stockemer e Farah Fakri, da University of Ottawa, na revista científica PS: Political Science & Politics, publicada pela Cambridge University Press em nome da American Political Science Association, oferece evidências bastante incômodas sobre algo que há muito tempo se suspeita no mundo acadêmico: em muitas revistas predatórias, o que determina a publicação de um artigo parece ter muito menos relação com sua qualidade científica do que com a disposição do autor em participar do negócio editorial. (…)

Por isso, talvez a conclusão mais importante desse experimento seja que o problema das revistas predatórias não está apenas na cobrança de taxas de publicação. Existem excelentes revistas de acesso aberto que cobram APCs e realizam revisão por pares rigorosa. A característica essencial da predação está na transformação da publicação científica em uma relação essencialmente comercial, na qual os mecanismos que deveriam separar conhecimento cientificamente defensável de simples aparência de ciência deixam de funcionar.

#RevistasPredatórias #IA

Disponível em: https://blogdopedlowski.com/2026/08/31/revistas-predatorias-abrem-as-porteiras-para-artigos-feitos-por-chatgpt/

Os desafios da relação entre ciência e imprensa: O caso Greg News! / Mindflow

Os desafios da relação entre ciência e imprensa: O caso Greg News! / Mindflow

Nem sempre, portanto, aquilo que o cientista considera essencial para comunicar uma pesquisa cabe no tempo, no espaço ou no formato exigido pela imprensa. E nem sempre aquilo que é necessário para construir uma boa narrativa jornalística corresponde à forma como o pesquisador está acostumado a apresentar seu trabalho.

É justamente nesse encontro — e, muitas vezes, nesse desencontro — que podem surgir os ruídos.

E eu, como comunicadora e cientista, não estou isenta desses receios. Pelo contrário. Vivenciar esses dois lugares torna ainda mais evidente o quanto essa relação exige diálogo, negociação e, principalmente, compreensão sobre os limites, as responsabilidades e as expectativas de cada campo.

#DivulgaçãoCientífica

via Mindflow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/desafios-da-relacao-entre-ciencia-e-imprensa/