Governo do Brasil recompõe orçamento de instituições federais / MEC

Governo do Brasil recompõe orçamento de instituições federais / MEC

Linha do tempo – O trabalho do MEC pela suplementação do orçamento anual de universidades e institutos federais resultou, em 2023, no acréscimo de R$ 1,7 bilhão; em 2024, de R$ 734,2 milhões; e em 2025, de R$ 400 milhões. Os recursos têm como objetivo mitigar os efeitos de restrições orçamentárias anteriores e garantir a manutenção das atividades acadêmicas, administrativas e de assistência estudantil, essenciais para o pleno funcionamento das Ifes em todo o país. A ampliação dos recursos também contribui para o avanço de programas prioritários da educação técnica e superior, como a expansão da oferta de vagas, o fomento à inclusão e o investimento em infraestrutura e inovação.

#UniversidadesPúblicas

via MEC

Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais

Com orçamento menor, universidades federais dependem cada vez mais de emendas parlamentares / Folha de S. Paulo

Com orçamento menor, universidades federais dependem cada vez mais de emendas parlamentares / Folha de S. Paulo

De acordo com análise do Observatório do Conhecimento, as 69 instituições de educação superior mantidas pela União receberam R$ 571 milhões do parlamento em 2025. O montante correspondeu a aproximadamente 7,2% da verba discricionária das instituições, aquela destinada ao funcionamento das unidades.

Os repasses foram quatro vezes maiores que os observados em 2014, por exemplo, quando foram destinados R$ 148 milhões em emendas às universidades. Isso representou 0,86% do orçamento daquele ano. Os dados são do Ministério do Planejamento e estão atualizados pela inflação do período.

#UniversidadesPúblicas

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/01/com-orcamento-menor-universidades-federais-dependem-cada-vez-mais-de-emendas-parlamentares.shtml

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (27) o envio ao Congresso dos projetos de lei que criam a Unind (Universidade Federal Indígena) e a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte). Se aprovadas, as medidas ampliarão a rede de ensino superior para 71 universidades federais.

As duas universidades terão como foco os povos originários e a formação ligada ao esporte de rendimento. A previsão inclui oferta de cursos de graduação e pós-graduação, com sede em Brasília e estrutura multicampi.

#UniversidadesPúblicas #PovosIndígenas #Esporte

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/11/governo-envia-projetos-para-criar-universidades-federais-indigena-e-do-esporte.shtml

Orçamento de universidades federais e agências previsto para 2026 é metade do valor de 2014 / Folha de S. Paulo

Orçamento de universidades federais e agências previsto para 2026 é metade do valor de 2014 / Folha de S. Paulo

O governo Lula (PT) propôs destinar R$ 17,9 bilhões para as universidades federais, agências de fomento à ciência e tecnologia em 2026. Esse valor é metade (53%) do que a área chegou a ter disponível em 2014, quando o orçamento aprovado foi de R$ 32,5 bilhões, em valores corrigidos.

O levantamento foi feito pelo Observatório do Conhecimento, rede formada por associações de docentes de universidades de todo o país. O relatório será apresentado nesta quarta-feira (24) na Câmara dos Deputados. (…) Em 2026, o governo quer destinar R$ 7,85 bilhões para o custeio das 69 universidades federais do país. Esse valor é menor do que o previsto para 2025 e apenas 45% do que foi em 2014, quando havia apenas 59 instituições de ensino para dividir o recurso.

#UniversidadesPúblicas

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/09/orcamento-de-universidades-federais-e-agencias-previsto-para-2026-e-metade-do-valor-de-2014.shtml

SBPC repudia ataques às universidades públicas e à democracia / Jornal da Ciência

SBPC repudia ataques às universidades públicas e à democracia / Jornal da Ciência

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entidade que reúne a ciência brasileira há 8 décadas e que lutou pela democratização e redemocratização de nosso país, vem a público manifestar o seu repúdio em relação aos atos recentemente ocorridos em espaços de importantes universidades públicas, como a UFPR, USP e UNIFESP. São instituições que, ao lado de outras universidades e institutos de pesquisa, vêm desenvolvendo ensino e pesquisas de excelência, que atuam para a formação e o desenvolvimento científico e econômico, além de serem agentes da transformação social.

Repudiamos o ataque sofrido pela Profa. Dra. Melina Facchin na UFPR, pelos estudantes e trabalhadores na FFLCH/USP e na UNIFESP. Verificamos que foram várias ações violentas e provocadoras que grupos de ultradireita, ligados a vereadores e deputados estaduais que vêm produzindo não só ameaças como agressões físicas. Como se não bastasse, houve também situações junto à UNIFESSPA, UFRGS e UFMT. Chama-nos a atenção que todos esses atos tenham ocorrido nos dias subsequentes ao julgamento e condenação dos réus que praticaram crimes contra a Constituição Federal pela tentativa de golpe contra a Democracia de nosso país.

#UniversidadesPúblicas #SBPC

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/sbpc-repudia-ataques-as-universidades-publicas-e-a-democracia/

Universidade brasileira, da euforia à penúria / Outras palavras

Universidade brasileira, da euforia à penúria / Outras palavras

A expansão da educação superior pública no Brasil foi uma euforia que perdeu fôlego de forma paulatina a partir de 2014, com uma queda de investimentos e de despesas do governo federal direcionado às IES.

O desmonte, após um período de forte expansão entre 2004 e 2010, se aprofundou, em última análise, como resultado direto dos rumos fiscais tomados com a Emenda Constitucional 95 de 2016, conhecida como “teto de gastos”. Ao congelar o gasto público, a medida relegou a segundo plano a crescente necessidade de manutenção e de novos investimentos nas universidades federais, decorrente da própria expansão realizada nos anos anteriores. Os investimentos do governo federal (em vermelho, no gráfico abaixo) caíram abruptamente de R$ 6,586 bilhões em 2014 para apenas R$ 413 milhões em 2021, penúltimo ano do governo Bolsonaro. Uma redução de 93%:

#UniversidadePúblicas #EnsinoSuperior

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/crise-brasileira/universidade-brasileira-da-euforia-a-penuria/

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

O processo de aumento absoluto de emendas parlamentares no orçamento evidencia duas problemáticas principais: primeiro, o orçamento discricionário direcionado pelo Executivo é aquele que permite maior previsibilidade das instituições, visto que está previsto no Projeto de Lei Orçamentária e segue uma série de prerrogativas fiscais e constitucionais. As emendas, por outro lado, são instrumentos não somente orçamentários, mas, também, políticos. O segundo problema está no direcionamento de recursos de emendas por um/a parlamentar, sendo este processo dependente de fatores como plano político, propostas eleitorais e compatibilidade do projeto. Pelo lado da Universidade, a mobilização por emendas parlamentares depende de, principalmente, articulação política – fatores que ainda estão fora do escopo de atividade de gestão universitária. O gráfico e tabela abaixo demonstram tais relações a partir do orçamento discricionário das instituições entre 2014 e 2025.

#UniversidadesPúblicas #EmendasParlamentares

via Observatório do Conhecimento

Disponível em: https://observatoriodoconhecimento.org.br/emendas-parlamentares-no-orcamento-das-universidades-federais/

Emendas parlamentares são usadas como recurso complementar para universidades públicas / Pesquisa Fapesp

Emendas parlamentares são usadas como recurso complementar para universidades públicas / Pesquisa Fapesp

Entre 2014 e 2025, as emendas passaram de 0,8% para aproximadamente 7,2% do orçamento das universidades federais. Dos R$ 7,89 bilhões previstos neste ano na Lei Orçamentária Anual (LOA) para as 69 universidades federais brasileiras, R$ 571 milhões devem vir de emendas parlamentares. Apesar de ligeira queda em relação a 2024, os valores têm crescido nos últimos anos – em 2014 foi de R$ 148,42 milhões, quando o orçamento discricionário da LOA para essas instituições foi de aproximadamente R$ 17 bilhões, mais que o dobro do atual.

via Pesquisa Fapesp

#UniversidadesPúblicas

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/emendas-parlamentares-sao-usadas-como-recurso-complementar-para-universidades-publicas/

Fernando Sosa: “A universidade tem opinião, opinião qualificada, baseada em fatos científicos” / Jornal da Universidade

Fernando Sosa: “A universidade tem opinião, opinião qualificada, baseada em fatos científicos” / Jornal da Universidade

Você acha que essa opinião de que as universidades são de esquerda não seria atenuada se a academia estivesse mais próxima da realidade de vida da maioria das pessoas?
Totalmente. Eu acho que as nossas universidades têm um problema a ser resolvido, que é justamente mostrar para a sociedade o valor e o papel da universidade. Agora, quando a universidade pública é atacada, a sociedade defende. Na Argentina, mais de 1 milhão de pessoas estiveram mobilizadas em todo o país em defesa da universidade pública. Não eram só professores e estudantes universitários, eram as famílias desses professores e desses estudantes, que veem também dentro da formação universitária a possibilidade de crescer socialmente. 

#UniversidadesPúblicas

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/fernando-sosa-a-universidade-tem-opiniao-opiniao-qualificada-baseada-em-fatos-cientificos/

Um olhar sobre o ensino superior no Brasil / ABC

Um olhar sobre o ensino superior no Brasil / ABC

“O país precisa de um universo diversificado de IFES com missões distintas e claramente formuladas. Um tipo de instituição a ser considerado é um análogo dos community colleges norte-americanos, com cursos de dois anos.” – Livro “Subsídios para a Reforma do Ensino Superior” (ABC, 2004)

“Dada a grande diversidade regional em nosso país e a grande variedade de papéis cumpridos pelo ensino do terceiro grau, há espaço para uma pluralidade de modelos diversos.”  (Manifesto de Angra, 1998)

#UniversidadesPúblicas #EnsinoSuperior

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/07/17/um-olhar-sobre-o-ensino-superior-no-brasil/

As universidades públicas brasileiras estão sendo acossadas / Jornal da USP

As universidades públicas brasileiras estão sendo acossadas

O mais impressionante disso tudo é uma certa rendição, inclusive endógena, ao modelo neoliberal que acossa a perspectiva de universidade pública que defendemos. A adesão ao modelo proposto pelo MLCTI é ampla, com envolvimento de servidoras(es) docentes e técnico-administrativas(os) sem a devida crítica ao modelo. A possibilidade de complementações “salariais” por meio do estabelecimento de convênios com empresas – o que destrói a perspectiva da dedicação exclusiva, entre outros efeitos –, o desmonte da política salarial com o pagamento de abonos e o produtivismo acadêmico, resultante da lógica gerencial mencionada, são aspectos que reforçam uma disputa ideológica bastante importante, do nosso ponto de vista.

#UniversidadesPúblicas

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/as-universidades-publicas-brasileiras-estao-sendo-acossadas/

Pesquisa aponta avaliação negativa sobre universidades públicas / SBPC

Pesquisa aponta avaliação negativa sobre universidades públicas

“Mais ou menos metade do Brasil, até um pouquinho mais do que a metade, não confia nas universidades públicas, acredita que as universidades particulares são melhores do que as públicas – a despeito dos índices que a gente utiliza para mensurar indicarem totalmente o contrário – e acredita que as universidades públicas promovem mais ideologia de esquerda do que educação de qualidade”, sintetizou Pablo Ortellado, filósofo e professor da USP e autor do estudo, junto com Waldomiro J. Silva Filho, escritor e professor titular de Filosofia na UFBA.

#UniversidadesPúblicas

via SBPC

Disponível em: https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/pesquisa-aponta-avaliacao-negativa-sobre-universidades-publicas/

Voltar ao topo