Greve nas federais expõe racha entre governo e servidores / O Antagonista

Greve nas federais expõe racha entre governo e servidores / O Antagonista

O governo afirma ter cumprido sua parte. O MGI disse à Folha que as negociações resultaram no projeto de lei 5.874, de 2025, aprovado pelo Congresso Nacional, sancionado e publicado em 31 de março de 2026. A norma prevê que o RSC será incorporado ao plano de carreira a partir de abril de 2026, com acréscimos salariais entre 5% e 23%.

A jornada de 30 horas também foi incorporada à legislação, mas com um limite: vale apenas para atividades de atendimento ao público externo. Para os servidores, a cobertura deveria ser mais ampla.

#Greve #UniversidadesPúblicas

via O Antagonista

Disponível em: https://oantagonista.com.br/brasil/greve-nas-federais-expoe-racha-entre-governo-e-servidores/

Panorama do Financiamento das Universidades Federais / ANDES

Panorama do Financiamento das Universidades Federais / ANDES

A análise do financiamento das Instituições Federais de Ensino Superior no período 2007–2025 evidencia uma inflexão estrutural na dinâmica orçamentária do sistema federal. O ciclo de expansão observado até aproximadamente 2014, marcado pela ampliação da rede, incremento do custeio e maior dinamismo dos investimentos, foi sucedido por um regime de restrição fiscal que não se expressa apenas na desaceleração do crescimento real do orçamento total, mas, sobretudo, na reconfiguração de sua composição interna. Nesse novo contexto, a estabilidade relativa do volume agregado de recursos convive com transformações qualitativas que alteram profundamente as condições de funcionamento das universidades.

#UniversidadesPúblicas #FinanciamentoPúblico

Disponível em: https://www.andes.org.br/diretorios/files/Beregeno/PDF15/Panorama%20do%20Financiamento%20das%20Ifes_ps.pdf

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

A defesa da “marca” universidade pública / Questão de Ciência

O texto começa: “Ignorar o consumidor, fechar os olhos para a concorrência e improvisar a identidade visual da marca são caminhos rápidos para comprometer um negócio”. Aplicada às universidades públicas, a frase requer adaptações. Mas é possível associar o consumidor à sociedade, principal destinatária dos benefícios produzidos pela universidade; a concorrência, às universidades privadas e até ao pragmatismo de empresas que não veem necessidade de recrutar profissionais formados em curso superior; e a identidade visual, a uma curadoria cuidadosa daquilo que a universidade divulga nos seus canais oficiais. Comento a seguir as seis regras empresariais.

#Marcas #UniversidadesPúblicas #Marketing

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/03/27/defesa-da-marca-universidade-publica

Por uma universidade diversa e plural: outra contribuição ao debate / Jornal da USP

Por uma universidade diversa e plural: outra contribuição ao debate / Jornal da USP

No dia 3 de dezembro de 2025 publiquei no Jornal da USP o artigo Por uma universidade diversa e plural. Minha tese era simples: a universidade pública precisa avançar na diversidade social e étnica – especialmente no corpo docente – e, ao mesmo tempo, preservar a pluralidade intelectual necessária para o pensamento crítico. Eu defendi que “diversidade” e “pluralidade” não são bandeiras rivais, mas duas linguagens complementares de um mesmo princípio democrático: a vida universitária empobrece quando restringe quem pode entrar e também quando restringe quais ideias podem ser discutidas.

#UniversidadePública

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/por-uma-universidade-diversa-e-plural-outra-contribuicao-ao-debate/

Soberania de dados acadêmicos é desafio para universidades públicas / ComCiência

Soberania de dados acadêmicos é desafio para universidades públicas / ComCiência

De acordo com a Rede pela Soberania Digital, a maior parte das comunicações acadêmicas e de pesquisa produzidas nas instituições públicas brasileiras estão em data centers fora de seu controle institucional. Essa configuração alimenta um sistema de inteligência e de lucros, a partir de análise de dados, que fragilizam a soberania digital e autonomia universitária. Frente a esse cenário, pesquisadores brasileiros repensam a questão, defendendo uma melhor infraestrutura digital nacional, que garanta o armazenamento e processamento de dados sem a dependência de players estrangeiros.

Segundo pesquisa do Observatório Educação Vigiada, 79% das instituições públicas de Ensino Superior brasileiras têm seus e-mails institucionais alocados em servidores privados. Localizados fora do país, estes servidores são gerenciados por empresas envolvidas no lucrativo mercado de coleta, análise e comercialização de dados pessoais, conhecidos como Gafam (Google, Apple, Facebook, Amazon, Microsoft). A Google, o maior player desse mercado, armazena 72% dos e-mails institucionais das universidades públicas brasileiras, como USP e Unicamp. Esse cenário aponta para uma situação de vulnerabilidade em relação à segurança da produção científica e tecnológica do Brasil.

#SoberaniaDeDados #SoberaniaDigital #UniversidadesPúblicas

via ComCiência

Disponível em: https://www.comciencia.br/dados-academicos-em-disputa-e-a-questao-da-soberania-digital-nas-universidades-publicas-do-brasil/

Autonomia universitária: o fim da lista tríplice nas universidades federais / Jornal da Ciência

Autonomia universitária: o fim da lista tríplice nas universidades federais / Jornal da Ciência

O fim da lista tríplice representa, portanto, uma conquista histórica. Essa mudança tornou-se ainda mais urgente diante do que as universidades federais viveram entre 2019 e 2022, quando mais de vinte reitores e reitoras foram nomeados sem terem sido os mais votados nas consultas realizadas pelas comunidades acadêmicas. Em alguns casos, o nome escolhido sequer figurava em primeiro lugar na lista tríplice, o que gerou graves crises institucionais e tensões nas universidades.

A aprovação dessa mudança representa um passo decisivo para o fortalecimento da autonomia universitária, da democracia institucional e do respeito às escolhas das comunidades acadêmicas. Trata-se de uma conquista coletiva, resultado da mobilização persistente de estudantes, docentes, técnicos, reitores, entidades científicas e organizações da sociedade civil.

#UniversidadesPúblicas

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-autonomia-universitaria-o-fim-da-lista-triplice-nas-universidades-federais/

Estudantes de medicina trocam vaga em federal por curso privado perto de casa / Folha de S. Paulo

Estudantes de medicina trocam vaga em federal por curso privado perto de casa / Folha de S. Paulo

– Expansão de faculdades particulares, possibilidade de auxílio financeiro e proximidade familiar pesam na decisão
– Especialistas apontam mudança geracional e redução do custo simbólico de abrir mão da universidade pública

#UniversidadesPúblicas #Medicina #EnsinoSuperior

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/03/estudantes-de-medicina-trocam-vaga-em-federal-por-curso-privado-perto-de-casa.shtml

O problema da percepcão pública da universidade pública / Questão de Ciência

O problema da percepcão pública da universidade pública / Questão de Ciência

Tanto o IPC quanto a percepção sensorial do vinho e as opiniões sobre universidades, ainda que não correspondam diretamente à realidade dos objetos avaliados, influenciam decisões e reputações, como a imagem institucional do país, a posição de um rótulo num catálogo de vinhos e o grau de apoio da população ao ensino superior público. Em qualquer dessas situações, reagir com arrogância e desmerecer o observador não é a melhor maneira de fortalecer a própria marca.

As universidades públicas, ao se apresentarem cada vez mais como agentes políticos-morais, tratando a promoção direta de uma perspectiva particular de justiça social como parte da sua missão principal, e não apenas como instituições dedicadas ao ensino, à pesquisa e à extensão, mudam o cenário em que são avaliadas. Para uma parcela do público, o juízo deixa de incidir sobre os resultados científicos e a qualidade da formação oferecida, e passa a se organizar em torno de valores identitários e ideologias.

#UniversidadesPúblicas

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2026/02/16/o-problema-da-percepcao-publica-da-universidade-publica

Governo do Brasil recompõe orçamento de instituições federais / MEC

Governo do Brasil recompõe orçamento de instituições federais / MEC

Linha do tempo – O trabalho do MEC pela suplementação do orçamento anual de universidades e institutos federais resultou, em 2023, no acréscimo de R$ 1,7 bilhão; em 2024, de R$ 734,2 milhões; e em 2025, de R$ 400 milhões. Os recursos têm como objetivo mitigar os efeitos de restrições orçamentárias anteriores e garantir a manutenção das atividades acadêmicas, administrativas e de assistência estudantil, essenciais para o pleno funcionamento das Ifes em todo o país. A ampliação dos recursos também contribui para o avanço de programas prioritários da educação técnica e superior, como a expansão da oferta de vagas, o fomento à inclusão e o investimento em infraestrutura e inovação.

#UniversidadesPúblicas

via MEC

Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais

Com orçamento menor, universidades federais dependem cada vez mais de emendas parlamentares / Folha de S. Paulo

Com orçamento menor, universidades federais dependem cada vez mais de emendas parlamentares / Folha de S. Paulo

De acordo com análise do Observatório do Conhecimento, as 69 instituições de educação superior mantidas pela União receberam R$ 571 milhões do parlamento em 2025. O montante correspondeu a aproximadamente 7,2% da verba discricionária das instituições, aquela destinada ao funcionamento das unidades.

Os repasses foram quatro vezes maiores que os observados em 2014, por exemplo, quando foram destinados R$ 148 milhões em emendas às universidades. Isso representou 0,86% do orçamento daquele ano. Os dados são do Ministério do Planejamento e estão atualizados pela inflação do período.

#UniversidadesPúblicas

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/01/com-orcamento-menor-universidades-federais-dependem-cada-vez-mais-de-emendas-parlamentares.shtml

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

Governo envia projetos para criar universidades federais indígena e do esporte / Folha de S. Paulo

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (27) o envio ao Congresso dos projetos de lei que criam a Unind (Universidade Federal Indígena) e a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte). Se aprovadas, as medidas ampliarão a rede de ensino superior para 71 universidades federais.

As duas universidades terão como foco os povos originários e a formação ligada ao esporte de rendimento. A previsão inclui oferta de cursos de graduação e pós-graduação, com sede em Brasília e estrutura multicampi.

#UniversidadesPúblicas #PovosIndígenas #Esporte

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/11/governo-envia-projetos-para-criar-universidades-federais-indigena-e-do-esporte.shtml

Orçamento de universidades federais e agências previsto para 2026 é metade do valor de 2014 / Folha de S. Paulo

Orçamento de universidades federais e agências previsto para 2026 é metade do valor de 2014 / Folha de S. Paulo

O governo Lula (PT) propôs destinar R$ 17,9 bilhões para as universidades federais, agências de fomento à ciência e tecnologia em 2026. Esse valor é metade (53%) do que a área chegou a ter disponível em 2014, quando o orçamento aprovado foi de R$ 32,5 bilhões, em valores corrigidos.

O levantamento foi feito pelo Observatório do Conhecimento, rede formada por associações de docentes de universidades de todo o país. O relatório será apresentado nesta quarta-feira (24) na Câmara dos Deputados. (…) Em 2026, o governo quer destinar R$ 7,85 bilhões para o custeio das 69 universidades federais do país. Esse valor é menor do que o previsto para 2025 e apenas 45% do que foi em 2014, quando havia apenas 59 instituições de ensino para dividir o recurso.

#UniversidadesPúblicas

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/09/orcamento-de-universidades-federais-e-agencias-previsto-para-2026-e-metade-do-valor-de-2014.shtml

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