Política e o posicionamento das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

Política e o posicionamento das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

O engajamento político para um posicionamento ideal dentro do ambiente universitário é vital para as bibliotecas acadêmicas, com consequências para o reconhecimento, influência, recursos e perspectivas. Pode haver, no entanto, uma relutância entre os funcionários da biblioteca em participar da política universitária, às vezes por sentimentos de desprezo e pela sensação de que isso entra em conflito com os valores da biblioteca. A falha em abraçar a dimensão política da vida universitária acarreta alto risco, pois a política é central para a tomada de decisões, especialmente sobre recursos cuja escassez gera intensa competição entre muitos atores poderosos. Os riscos são altos e o Journal of Academic Librarianship reconheceu a importância da política por meio de uma coluna regular há uma década. (…) Conclui que o esforço político é inevitável e proeminente no campus, gerando muitos engajamentos políticos para as bibliotecas acadêmicas que impactam seu posicionamento e aos quais elas trazem uma mistura de fatores vantajosos e desvantajosos. O posicionamento é tanto político quanto prático, e a equipe da biblioteca acadêmica pode desenvolver as habilidades, os instintos e os hábitos necessários para o sucesso.

#Política #Bibliotecas #BibliotecasUniversitárias #GestãoDeBibliotecas #GestãoUniversitária

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2026.103224

Calibri é “woke”? Times New Roman é tradicional? Polarização chega à tipografia / Fast Company

Calibri é “woke”? Times New Roman é tradicional? Polarização chega à tipografia / Fast Company

Calibri e Times New Roman travam uma disputa antiga. As duas fontes voltam a se enfrentar depois que o Departamento de Estado dos EUA anunciou que vai trocar sua atual tipografia oficial, a Calibri, pela Times New Roman. É uma espécie de fechamento de ciclo, considerando que o próprio departamento havia abandonado a Times New Roman em favor da Calibri em 2023.

O designer responsável pela fonte sem serifa Calibri considera a decisão de Rubio “hilária e lamentável”.
Lucas de Groot criou a Calibri em 2007 especificamente para facilitar a leitura em telas de computador. A largura e a curvatura das letras foram otimizadas para garantir legibilidade. A fonte substituiu a Times New Roman como padrão do Microsoft Office em 2007 (antes de ser trocada pela Aptos em 2023).

#Tipografia #Política

via Fast Company

Disponível em: https://fastcompanybrasil.com/design/calibri-e-woke-times-new-roman-e-tradicional-polarizacao-chega-a-tipografia/

Bug no Instagram esconde da busca perfis de políticos e jornais / Núcleo

Bug no Instagram esconde da busca perfis de políticos e jornais / Núcleo

Um bug de ranqueamento na busca do Instagram confundiu os usuários da rede na manhã desta quarta, 10.dez. Mensagens encaminhadas no WhatsApp, posts no próprio Insta e uma thread no Bluesky diziam que era uma censura a perfis de esquerda, como o do presidente Lula, da ministra Gleisi Hoffman (PT-PR) e da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP).

Ao Núcleo, a Meta confirmou a falha geral que afetou as buscas de contas no Instagram e disse que já foi resolvida no início da tarde. “Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa ter causado”, informou em nota.

#MídiasSociais #Política

via Núcleo

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2025-12-10-bug-no-instagram-esconde-da-busca-perfis-de-politicos-e-jornais/

Por que os autoritários de direita compartilham notícias / Poder 360

Por que os autoritários de direita compartilham notícias / Poder 360

O público responde não só ao que é dito, mas também à forma como é transmitida. Mesmo um roteiro habilmente construído pode ter seu impacto reduzido se acompanhado de uma postura distanciada. Um sorriso, no entanto, sinaliza cordialidade e credibilidade, aprofundando o engajamento de maneiras que um roteiro por si só não consegue. Ainda assim, nem todo contexto exige um sorriso. Embora não tenha sido examinado neste estudo, é fácil perceber como o público espera autenticidade –e como, em momentos de gravidade, como notícias terríveis, um sorriso pode parecer deslocado. No entanto, na economia…

#ConsumoDeInformação #Desinformação #Política

Disponível em: https://www.poder360.com.br/nieman/por-que-os-autoritarios-de-direita-compartilham-noticias/

Monitoramento Digital da Censura: Tendências e Discursos Online (2024–2025) / OBCOM-ECA-USP

Monitoramento Digital da Censura: Tendências e Discursos Online (2024–2025) / USP

Os insights a partir do monitoramento pelo termo no intervalo de um ano evidencia que a noção de “censura” foi apropriada sobretudo por atores da extrema-direita como recurso estratégico de mobilização. Mais do que descrever restrições reais à liberdade de expressão, o termo passou a operar como marcador simbólico, sustentado por práticas de repetição, ressonância e engajamento algorítmico. Essa dinâmica aponta para a centralidade das plataformas digitais não apenas como arenas de disputa discursiva, mas como infraestruturas que condicionam o alcance e a legitimidade das narrativas políticas.

#Censura #MídiasSociais #Política

Disponível em: https://obcom.net.br/wp-content/uploads/2025/09/Monitoramento-Digital-da-Censura_-Tendencias-e-Discursos-Online-2024–2025-1.pdf

TikTok recomenda o dobro dos conteúdos de extrema-direita nas eleições na Polônia / Comunidade, Cultura e Arte

TikTok recomenda o dobro dos conteúdos de extrema-direita nas eleições na Polônia

O TikTok está atualmente sob investigação da Comissão Europeia por lidar com os riscos eleitorais, com particular referência à eleição anulada na Roménia no final de 2024.

As conclusões da Global Witness surgem duas semanas depois de a organização ter descoberto que o algoritmo do TikTok na Roménia estava também a sugerir quase três vezes mais conteúdo de extrema-direita do que todos os outros conteúdos políticos.

#TikTok #Política

via Comunidade, Cultura e Arte

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/tiktok-recomenda-o-dobro-dos-conteudos-de-extrema-direita-nas-eleicoes-na-polonia/#google_vignette

“Liberdade de expressão”: uma análise discursiva dos usos e abusos desse enunciado pela extrema direita brasileira / PPGL – UFSCar

“Liberdade de expressão”: uma análise discursiva dos usos e abusos desse enunciado pela extrema direita brasileira

A extrema direita brasileira – por mais paradoxal que isso possa parecer para progressistas e para quem conhece minimamente a história da liberdade no mundo – tem se outorgado o papel de arauta da “liberdade de expressão”. Não se trata da mesma “liberdade de expressão” pela qual lutaram liberais de outrora e progressistas da atualidade. Trata-se de uma liberdade de expressão instrumentalizada como estratégia discursiva em expansão mundial, evocada e difundida por representantes deste segmento político e exportada para o nosso país. Em sua apropriação, o direito à liberdade de expressão é submetido a uma subversão de significados tradicionais e de seus usos políticos. 

#LiberdadeDeExpressão #Política

Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/items/e7b6ff48-33bc-4d61-8081-1710d3119281

Manipulação algorítmica: o novo normal / Enrique Dans

Manipulação algorítmica: o novo normal

O uso de algoritmos de mídia social para manipular a população e criar opiniões está se tornando parte do novo normal. Em julho de 2024 , ficou claro que jovens alemães que buscavam informações sobre partidos e candidatos no TikTok foram intencionalmente expostos a uma quantidade desproporcional de conteúdo relacionado ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) , buscando aumentar sua popularidade e obter ganhos políticos claros que violam as regras que controlam a administração da propaganda eleitoral.

via Enrique Dans

#MediaçãoAlgorítmica #Twitter #MídiasSociais #Política

Disponível em: https://www.enriquedans.com/2025/02/manipulacion-algoritmica-la-nueva-normalidad.html

Existe uma rede que espalha desinformação de diferentes países, mas com uma identidade ideológica comum / CTXT

Existe uma rede que espalha desinformação de diferentes países, mas com uma identidade ideológica comum

Elías Said-Hung (Valência, Venezuela, 1979) é professor e pesquisador na Universidade Internacional de La Rioja. Durante anos, ele estudou profundamente os processos sociais aplicados nas redes sociais, especialmente em temas relacionados à desinformação, participação cidadã e discurso de ódio. Atualmente, ele codirige o Hatemedia, um projeto ambicioso para monitorar mensagens de ódio nas plataformas digitais de cinco dos principais veículos de mídia digital da Espanha. Após o abandono de todas as promessas de igualdade e diversidade e do combate ao discurso de ódio e à desinformação pelas grandes empresas de tecnologia nos últimos dias, é o momento perfeito para tentar entender esses movimentos.

via CTXT

#Desinformação #Política #MídiasSociais #Entrevista

Disponível em: https://ctxt.es/es/20250101/Politica/48338/elias-said-hung-hatemedia-granjas-de-trolls-desinformacion-redes-sociales.htm

Desinformação e deslegitimação como estratégias de luta política / Ciência e Cultura

Desinformação e deslegitimação como estratégias de luta política

A extrema-direita adota a desinformação como parte de sua estratégia global, não apenas no Brasil, mas em todo o Ocidente. “Eles operam nesse novo sistema de mídia, onde as autoridades tradicionais que legitimam um discurso — como universidades, ciência e imprensa — perdem força. Nesse contexto, a extrema-direita encontra uma oportunidade relevante para agir. Enquanto a esquerda e o campo progressista cometem [desinformação] ocasionalmente, para a extrema-direita, ela é intrínseca e indissociável. Não se trata de um conteúdo específico, mas da industrialização da desinformação, que envolve estratégias e táticas bem definidas”, analisa Tathiana Chicarino.

#Desinformação #Política

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=7691

Quem usa mais as bibliotecas públicas? Há uma divisão por religião e política / The Washington Post

Quem usa mais as bibliotecas públicas? Há uma divisão por religião e política

O que leva essas pessoas à biblioteca? Bem, os adultos mais jovens são mais propensos do que qualquer outra pessoa a ir à biblioteca para socializar ou navegar por mídias que não sejam livros. Pessoas religiosas não cristãs são mais propensas do que qualquer outra pessoa a ir à biblioteca para votar. Para os frequentadores da igreja, é para usar os recursos da biblioteca: computadores, espaços de trabalho e arquivos. Americanos educados gravitam em torno das coisas divertidas: livros, aulas e programas infantis e ajuda dos bibliotecários.

Uma coisa que não parece levar a maioria das pessoas às bibliotecas? Dificuldades financeiras. Na verdade, quanto maior sua renda, mais regularmente você se aproveita de seus livros, espaços e serviços gratuitos.

#BibliotecasPúblicas #EstudosDeUsosEUsuários #GestãoDeBibliotecas #Política #Religião

via The Washington Post

Disponível em: https://www.washingtonpost.com/business/2024/10/04/who-uses-libraries/

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