Uma biblioteca pode se tornar mais segura se for redesenhada?
Este modelo (que proponho chamar de EPIC em francês) oferece uma abordagem global à segurança nas bibliotecas públicas, estruturada em torno de quatro pilares :
E – meio ambiente. Este pilar refere-se ao espaço físico que deve obedecer aos princípios de prevenção situacional (visibilidade, territorialidade, manutenção, etc.). É o elemento central e estruturante da abordagem EPIC, que funciona como um catalisador.
P – postura. Este pilar visa fortalecer as competências dos funcionários para irem além da mediação documental (por exemplo, sabendo como interagir com públicos vulneráveis ou apaziguar situações de conflito).
I – interações. Este pilar abrange questões de comunicação, tanto entre os membros da equipe (para garantir a consistência das práticas) quanto com o público (por meio de mensagens claras sobre o que é possível ou indesejável).
C – cooperação. Por fim, o último pilar incentiva vínculos estreitos com as partes interessadas locais: escolas, centros sociais, polícia, associações, etc. A ideia não é isolar a biblioteca, mas incluí-la em uma rede de partes interessadas locais agindo em conjunto.
via Chemins Faisants
#Arquitetura #Bibliotecas #GestãoDeBibliotecas
Disponível em: https://www.cheminsfaisants.fr/2025/03/31/cpted/

